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4º Hipertexto

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Louize Moura

on 15 November 2012

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Transcript of 4º Hipertexto

Letramento digital e formação docente:
paradigma de transformação Foco da comunicação Embasamento teórico: Embasamento teórico: Considerações
Finais O trabalho é recorte de uma pesquisa de mestrado em desenvolvimento;

Objetiva investigar as práticas de letramento digital de professores em formação continuada bem como os contextos de atividade em que estão inseridas essas práticas e os acervos de gêneros digitais a que eles têm acesso;

A realização do estudo justifica-se pelo advento da globalização, que atingiu diretamente a esfera escolar, demandando a transformação de práticas cristalizadas. contribuições dos estudos do letramento Pesquisadores de diversos campos do conhecimento, a exemplo de Silva (2008), Perrenoud (2000) e Gibson (2001), apontam a necessidade de se formar o professor para utilização de TIC na escola.

Gibson, inclusive, identifica três estágios de desenvolvimento através dos quais as escolas passam quando adquirem novas tecnologias. Os dados aqui apresentados e discutidos permitem que observemos que a ação de extensão empreendeu mudanças nas concepções dos professores sobre o uso do computador na escola bem como a ampliação de suas práticas de letramento digital.

Os professores, inclusive, passaram a empreender atividades virtuais, interativas e colaborativas junto a seus alunos, ao invés de utilizar a tecnologia tão somente para a cristalização de uma prática tradicional.

Atingimos o paradigma da transformação apresentado por Gibson (2001). Mstda. Lidiane Lima de Moura Câmara (PPgEL/UFRN)
Orientadora: Profa. Dra. Maria do Socorro Oliveira (PPgEL/UFRN) Leitura e escrita como práticas sociais situadas (KLEIMAN, 1995, 2005; BARTON; HAMILTON; IVANIC, 2000) ;


Letramento ou letramentos? (KLEIMAN; OLIVEIRA, 2008; VÓVIO et al, 2010; OLIVEIRA, 2010a, 2010b); Letramentos digitais "Conjunto de letramentos (práticas sociais) que se apóiam, entrelaçam e apropriam mútua e continuamente por meio de dispositivos digitais para finalidades específicas, tanto em contextos socioculturais geograficamente e temporalmente limitados, quanto naqueles construídos pela interação mediada eletronicamente" (BUZATO, 2009, p. 7). contribuições do campo da formação de professores Letramento digital ou letramentos digitais (BUZATO, 2007, 2009; LANKSHEAR; KNOBEL, 2008) 1. INFUSÃO 2. INTEGRAÇÃO 3. TRANSFORMAÇÃO Contexto da pesquisa Método do estudo Curso de extensão: Letramentos e tecnologias: ensino de Língua Portuguesa e demandas da cibercultura (CR112-2012/PROEX/UFRN);

Ambientes de pesquisa: Centro Municipal de Referência em Educação Aluísio Alves e Moodle;

Colaboradores: 28 professores em formação continuada, 06 professores em formação inicial e 04 professores em formaçao inicial atuando como tutores. O estudo filia-se ao campo da Línguística Aplicada, utilizando a abordagem quali-quantitativa de pesquisa;

Etnografia virtual;

O dados foram gerados e analisados em três momentos distintos - antes, durante e após o curso de extensão - através de múltiplos instrumentos. Etnografia virtual A principal peculiaridade deste tipo de pesquisa diz respeito à relação espaço-temporal. Antes, o pesquisador situava-se presencialmente, no tempo e no espaço de uma comunidade específica para descrever uma cultura. Na netnografia isso não ocorre, pois o "campo" perde suas características físicas, tornando-se um texto na tela do comutador (HINE, 2000). Apresentação e
discussão dos dados Antes Durante Após 1 2 3
Levantamento das políticas públicas de letramento digital no Brasil (Ministério da Eduação e Cultura - MEC);

Dentre os 14 projetos relacionados no site do MEC, apenas 01 aponta uma preocupação exclusiva com a formação do professor.

Mapeamento dos usos do computador e das práticas de letramento digital realizadas pelos colaboradores da pesquisa.

Todos os indivíduos declaram saber utilizar o computador, acessam à internet e têm conta ativa em, pelo menos, uma rede social. Todavia, não utilizam essas TIC em sala de aula.

Planejamento e realização do curso de extensão Letramentos e tecnologias: ensino de Língua Portuguesa e demandas da cibercultura (24 de maio a 22 de junho de 2012);

Semipresencial (60h);

Metodologia: Aulas expositivo-interativas, discussões teóricas e atividades práticas.

Transformação (ou realização) das práticas de letramento digital do professor no ambiente de trabalho - a escola.

Exemplos: Profa. Catarina e Prof. Rafael. Referências Obrigada! louize_lidiane@yahoo.com.br BARTON , D.; HAMILTON, M.; IVANIC, R. Situated literacies: reading and writing in context. London/New York: Routledge, 2000. p. 7-15.

BUZATO, M. Entre a fronteira e a periferia: linguagem e letramento na inclusão digital. 2007.
284 f. Tese (Doutorado) - Instituto de Estudos da Linguagem, Universidade Estadual de
Campinas, Campinas, SP. Disponível em: <http://libdigi.unicamp.br/document/?down=vtls000415042>. Acesso em: 15 jan. 2012.

______. Letramento e inclusão: do estado-nação à era das TIC. D.E.L.T.A. n. 25, v. 1, p.1-38, 2009.

GIBSON, I. W. Infusion, integration or transformation? Moving towards a pedagogy of learnig through educational technology. In: SELINGER, M.; WINN, J. (Eds.) Educational technology and the impact on teaching and learning. Oxon: RM, 2001. p. 47-52.

HINE, C. Virtual ethnography. London: Sage publications, 2000.

KLEIMAN, A. B. Modelos de letramento e as práticas de alfabetização na escola. In: ______. (Org.). Os significados do letramento: uma perspectiva sobre a prática social da escrita. Campinas: Mercado de Letras, 1995. p. 15-61.

______. Preciso “ensinar” o letramento? Não basta ensinar a ler e escrever? Campinas: Cefiel - Unicamp; MEC, 2005.

______.; OLIVEIRA. Letramentos múltiplos: agentes, práticas, representações. Natal: EDUFRN, 2008.

LANKSHEAR, C.; KNOBEL, M. Digital literacies: concepts, policies and practices.
New York: Peter Lang Publishing, 2008.

OLIVEIRA, M. S. Gêneros textuais e letramento. Revista Brasileira de Linguística Aplicada, v. 10, nº 2, 2010a, p. 325- 346.

______. O papel do professor no espaço da cultura letrada: do mediador ao agente de letramento. In: SERRANI, S. (Org.). Letramento, discurso e trabalho docente. Vinhedo: Editora Horizonte: 2010b. p. 40-55.

PERRENOUD, P. 10 novas competências para ensinar. Porto Alegre: Artmed, 2000.

SILVA, M. Exigências para formação do professor na cibercultura. Fonte. n. 8, p. 101-104, 2008.

VÓVIO, C.; SITO, L.; DE GRANDE, P. Letramentos. Campinas: Mercado de Letras, 2010.
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