Loading presentation...

Present Remotely

Send the link below via email or IM

Copy

Present to your audience

Start remote presentation

  • Invited audience members will follow you as you navigate and present
  • People invited to a presentation do not need a Prezi account
  • This link expires 10 minutes after you close the presentation
  • A maximum of 30 users can follow your presentation
  • Learn more about this feature in our knowledge base article

Do you really want to delete this prezi?

Neither you, nor the coeditors you shared it with will be able to recover it again.

DeleteCancel

Make your likes visible on Facebook?

Connect your Facebook account to Prezi and let your likes appear on your timeline.
You can change this under Settings & Account at any time.

No, thanks

Introdução à filosofia da Religião - DEUS E A RAZÃO

No description
by

Rodolfo de Souza

on 27 June 2016

Comments (0)

Please log in to add your comment.

Report abuse

Transcript of Introdução à filosofia da Religião - DEUS E A RAZÃO

OBJETIVOS
Apresentar o uso da racionalidade relacionada à existência de Deus. Seria possível conhecer Deus com base na razão? Como ela pode saber sobre Sua existência? Há limites?
?????????
Deus existe?

Desafio
Prove racionalmente, que existe um deus!
Nome
Número
Série
A SUA PROVA DA EXISTÊNCIA
argumentos objetivos, ou melhor, argumentos que não se fundamentam apenas na experiência e que podem ser partilhados por todos.
Argumentos racionais (Pensar)
Argumentos emocionais (Sentir)
argumentos subjetivos, isto é, aqueles que dependem exclusivamente do relato subjetivo.
O fundamental neste exercício não é debater a existência real de Deus, mas orientar a reflexão lógica. Não se trata de uma aula de convencimento ou discussão religiosa.
Um cidadão precisa saber a diferença de uma fala apelativa para sentimentos de uma fala estabelecida pela razão.
IMPORTANTE
Platão
Não existe apenas um deus criador de tudo, mas existe um responsável pela organização do mundo. Ele seria o Demiurgo - um ser que copiaria o mundo perfeito das ideias na matéria. Antes de o mundo existir, havia ideias perfeitas e eternas que foram copiadas na matéria pelo Demiurgo. Embora as cópias não sejam pefeitas, a ação do Demiurgo permitiu tornar o mundo inteligível, por ter ordenado o mundo sensível favorecendo nossa compreensão sobre ele.
Aristóteles
Deus seria o primeiro motor, isto é, todas as coisas que se movimentam são movimentadas por outras coisas. As pessoas, os ventos, os mares, as nuvens, as árvores, cada ser no mundo passa do ato à potência, que é o movimento. Mas quem "daria o primeiro empurrão", quem seria o primeiro motor? No livro Metafísica, a resposta apresentada por ele é Theós - que, em grego, significa Deus. Então, Deus existe porque alguém tinha de começar o movimento sem ser movimentado: um ato puro.
Plotino
O mundo é parte de Deus. Imaginemos que a luz é a existência e a falta de luz é não existir. Tudo o que está fora da luz não existe...
lâmpada é a fonte da luz
Tudo o que se pode ver precisa da luz; a luz está nas coisas para que elas apareçam.
A fonte da luz é superior ao que ela ilumina. Afinal, sem luz, as coisas não aparecem.
A ideia de que o mundo e suas partes emanam de Deus não pode ser fundamentada, porque Deus é puro, homogêneo e não pode ser dividido. Então, quando Ele criou o mundo, o fez separado Dele. [...] o mundo não pode ter sido gerado do nada: o mundo veio da criação de Deus, e não do nada;
Deus Como causa do mundo
Matrizes do problema filosófico de Deus.
Introdução à Filosofia da Religião - DEUS E A RAZÃO
Deus (não) pode ser provado pela razão
Existem algumas provas da existência de Deus. Vejamos, sucintamente, as principais.
Todos os povos têm religião; a existência de uma divindade é consenso universal.
O mundo tem uma ordem e deve haver uma inteligência ordenadora de todas as coisas (São Tomas)
Tudo tem uma causa. Tudo que foi causado pode causar outras coisas. Deve haver algo que cause as coisas, mas não foi causado por ninguém. Deus é a causa não causada.Aristóteles)
Aquilo que nós não conseguimos pensar nada de maior não pode estar apenas no intelecto. Afinal, o intelecto não ultrapassa essa idea nem a contém. Então, se o intelecto não ultrapassa essa ideia, quer dizer que ela também está fora dele, na realidade. Como um copo que transborda com a água, há água dentro e fora do copo. Deus é o ser que nós não conseguimos pensar nada maior. Por isso, ele não pode ser apenas uma ideia; ele é uma realidade.
cada uma dessas provas é uma prova lógica, apenas racional. Mas nem sempre o que dá certo nas teorias lógicas acontece ou se repele no mundo real: a realidade não é devedora das nossas lógicas.
Immanuel Kant
Nós somos seres que pensamos apenas por meio de categorias limitadas, como tempo e espaço. Qualquer ser real, fora das nossas categorias, não pode ser conhecido, nem podemos provar a sua existência. Só podemos confirmar a existência de alguma coisa fazendo a experiência dela; do contrário, ela é uma suposição lógica, uma hipótes.
A experiência objetiva nos diz que a prova da causalidade de Aristóteles não é uma prova da existência de Deus. Nós sabemos que alguns efeitos têm determinadas causas. De outros efeitos, não sabemoss causas. Por hipótese, é possível que haja uma causa inicial, mas, por não podermos repetir a experiência inicial, a prova perde seu valor. Novamente, o que é certo na lógica nem sempre é certo na realidade.
Immanuel Kant
Immanuel Kant
Se pernsarmos que o mundo tem uma ordem, podemos certamente supor que haja alguém que tenha ordenado todas as coisas. Por exemplo, se olhamos uma casa bem feita, suporíamos que ali trabalhou alguém. Mas não sabemos que foi esse alguém. Foi um arquiteto? Um engenheiro? Um pedreiro? uma mulher? Um homem? Um jovem? Várias pessoas? Ou seja, sabemos que existe o mundo e que existe até mesmo certa ordem, mas quem é responsável não podemos provar.
Immanuel Kant
Prof. Rodolfo
rodolfoidt@yahoo.com.br
Tolerar é suportar a pessoa que é diferente, o que é sempre melhor do que a violência.
alteridade é encontrar no outro, aquilo que muitas vezes não entendemos, uma forma de crescimento próprio; é respeitar e admirar quem não é como nós.
Full transcript