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CRÁTON AMAZÔNICO:

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by

André Andrade

on 14 November 2013

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Transcript of CRÁTON AMAZÔNICO:

CRÁTON AMAZÔNICO:
Província Rio Branco e Tapajós

Introdução
O Cráton Amazônico é uma entidade geotectônica que teve comportamento estável no Neoproterozoico, limitada a oeste pelo Sistema Orogênico do Tocantins, a nordeste por pequena porção da Província Margem Continental Equatorial e no restante por cobertura de sedimentos fanerozóicos periandinos.
A Província Tapajós
Abrange a área do leste do Pará até Rondônia e Mato Grosso do Sul, englobando porções do Amazonas e de Mato Grosso, e tem continuidade para a Bolívia e Paraguai. Ela corresponde à parte ocidental do Escudo do Brasil Central.
A Província Rio Branco
Estende-se do Amapá ao extremo noroeste do Amazonas, incluindo Roraima e parte do Pará, avançando para a Colômbia,
Venezuela, Guiana, Suriname e Guiana Francesa. Ela coincide com o Escudo das Guianas.

Coberturas Sedimentares
Além da Província Amazonas, aparecem na área do cráton a Província Parecis (que inclui a Bacia do Alto Xingu), e as bacias sedimentares do Bananal, Pantanal
Mato-Grossense e Guaporé, bem como coberturas de extensões menores.
André Santiago Martins de Andrade
Tatiana Penteado Sitolini

Prof. Dr. Norberto Morales
Prof. Dr. Peter C. Hackspacher

UNESP - RC
GEOLOGIA, NOVEMBRO 2013

OBRIGADO!
Ele expõe o seu embasamento nas províncias Tapajós e Rio Branco, separadas pela Província Amazonas (que inclui a Bacia do Alto Tapajós). A continuidade do cráton sob esta última província.
Essa continuidade fundamenta-se em semelhanças geológicas a norte e sul dela e em dados de sondagens realizadas pela Petrobras que indicaram a continuidade de algumas unidades sob a Bacia do Amazonas.
No Brasil, o cráton tem área de aproximadamente 4,4 milhões de quilômetros quadrados, que corresponde a cerca da metade do território. É a porção menos conhecida do país e o estudo dessa vastidão tem avançado mais lentamente do que no restante do país em virtude das várias dificuldades para realização das investigações.
Território Brasileiro
Dificuldades de investigação
1-
da área estar situada em uma densa floresta, de clima quente e úmido, com espessa cobertura de solo e sedimentos Cenozóicos. A falta de acesso exige maior esforço na realização das pesquisas.
2-
à quantidade relativamente pequena de datações radiométricas (por K-Ar, Rb-Sr, Ar-Ar, Pb-Pb e U-Pb), indispensáveis para caracterização das unidades litológicas.

3-
identificação de muitas dezenas de conjuntos de rochas, mapeados em áreas diferentes e classificados isoladamente. Esses conjuntos foram comparados com os de outras áreas ou regiões, vizinhas ou distantes até centenas de quilômetros, resultando muitas propostas de correlação e sistematização
estratigráfica que não são consensuais e têm levantado divergências de interpretação evolutiva ainda não superadas.

Referências Bibliográficas

DAMASCENO, E.C. 1982 Archean and early proterozoic mineral deposits in Brazil. In:
INTERNATIONAL SYMPOSIUM ON ARCHEAN AND EARLY PROTEROZOIC EVOLUTION AND METALLOGENESIS. Anais. Salvador, BA, SBG. v. 12 (1-3) p. 426-436.

HASUI, Yociteru; CARNEIRO, Celso Dal Ré; ALMEIDA, Fernando Flávio Marques de; BARTORELLI, Andrea. Geologia do Brasil. 2012. São Paulo. Editora Beca

LESTRA, A.D. & NARDI, 1.I.S. 1982: O ouro da Amazônia oriental: o mito e a realidade. Belém, Grafisa. 395p.

SCHOBBENHAUS, C. 1984 Geologia do Brasil: texto explicativo do mapa geológico do Brasil e da área oceânica adjacente incluindo depósitos minerais. Brasília, DNPM/MME. 501p.

http://www.cprm.gov.br/publique/media/mapa_tapajos.pdf acessado em 11/11/13, às 18:47.

http://www.igeologico.sp.gov.br/downloads/revista_ig/v6n1-2a07.pdf acessado em 11/11/13, às 19:00.

http://www.cprm.gov.br/publique/media/cap_IV_a.pdf acessado em 11/11/13, às 19:20.

http://www.cprm.gov.br/publique/media/cap_IV_b.pdf acessado em 11/11/13, às 19:25.

Depósitos Auríferos na Província de Tapajós
Durante a história da produção de ouro no Brasil, a grande contribuição tem sido invariavelmente oriunda dos garimpos da Amazônia Oriental, onde se destacam as áreas do Amapá-Guiana, Gurupi-Maranhão, Tapajós, Sudeste do Pará, Paru-Jari, Trombetas, Altamira-Tocantins, Azevedo e Alta Floresta-Peixoto
Os depósitos de ouro não se acumularam de forma homogênea através de todo o tempo geológico, pois alcançaram um pico máximo durante o Arqueano. Foram inexpressivos no Proterozóico Inferior, ausentes no Proterozóico Médio e reassumiram novamente a sua importância apenas a partir do Mesozóico, persistindo até o Plioceno nas Filipinas (por ex. o depósito de ouro de Panguna na Oceania).
A COMPARTIMENTAÇÃO REGIONAL E SUAS PROPOSTAS:
1970 - Susczynski: reconheceu faixas paralelas de direção NW diferenciadas em sua constituição litológica e evolução.
1974 - Amaral: conjugou centenas de datações K-Ar e algumas Rb-Sr. Reconheceu que o cráton é uma vasta área de rochas formadas no Arqueano a Paleoproterozoico sobre a qual incidiram três eventos de reativação de plataforma após o Ciclo Transamazônico até o início do Neoproterozoico.
Por reativação de plataforma entendia-se a manifestação de processos capazes de renovar o relevo, gerar falhas, criar bacias sedimentares, promover intrusões magmáticas e vulcanismo
– no jargão moderno, corresponde aos processos termais e tectônicos da etapa de distensão inicial do Ciclo de Wilson.

1979 - Cordani et al: Aprimorado com novas datações pelos métodos do K-Ar e principalmente Rb-Sr, foram separadas quatro províncias geocronológicas: uma arqueana (Amazônia Central, mais antiga do que 2.500 Ma), bordejada por duas faixas móveis de direção NW nos lados nordeste (Maroni-Itacaiunas, 2.100-1.800 Ma) e sudoeste (Rio Negro-Jururena, 2.100-
1.450 Ma), e uma faixa mesoproterozoica (Rondoniana, de 1.400-1.200 Ma) no extremo sudoeste do cráton.
Com o aporte de novos dados, incluindo os de outros métodos, o modelo ganhou sucessivas versões até chegar à mais recente apresentada por Tassinari e Macambira (2004), mostrado na. Foram reconhecidas seis faixas de direção geral NW, referidas como províncias geocronológicas.

Outro modelo elaborado com base essencialmente em dados U-Pb e Pb-Pb foi apresentado por Santos et al. (2000) e Santos (2003a) e depois aprimorada por Santos et al. (2008). Foram distinguidas primeiramente sete faixas de direção geral em torno de NW, depois acrescida de mais uma de direção NE, todas referidas como províncias estruturais. Essas províncias foram subdividas em subprovíncias .
Este é o modelo adotado pela CPRM.

Evolução Geral do Cráton Amazônico
Arqueano:

Rochas mais antigas são granulíticas. Setor Bacajás (gnaisses, metassedimentos e rochas de alto grau metamórfico). Setor Rio Maria (metavulcanossedimentar - greenstonebelts)
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