Loading presentation...

Present Remotely

Send the link below via email or IM

Copy

Present to your audience

Start remote presentation

  • Invited audience members will follow you as you navigate and present
  • People invited to a presentation do not need a Prezi account
  • This link expires 10 minutes after you close the presentation
  • A maximum of 30 users can follow your presentation
  • Learn more about this feature in our knowledge base article

Do you really want to delete this prezi?

Neither you, nor the coeditors you shared it with will be able to recover it again.

DeleteCancel

Cuidados de Enfermagem no Transporte de Paciente Crítico

No description
by

on 18 February 2014

Comments (0)

Please log in to add your comment.

Report abuse

Transcript of Cuidados de Enfermagem no Transporte de Paciente Crítico

Cuidados de Enfermagem no Transporte de Paciente Crítico



















Pacientes críticos

“ aqueles em que o estado de saúde está em risco iminente de morte; desta forma, estão
sujeitos a instabilidade de suas funções vitais, necessitando de uma assistência permanente
e especializada em unidades de emergência e de cuidados intensivos.”

MARIN, 2005










GERAIS:
Capacitar os enfermeiros para o transporte de paciente crítico
assegurando assistência contínua e de qualidade.
Padronizar o transporte no HPM

ESPECÍFICOS:
Possibilitar desempenho eficaz dos cuidados da equipe de enfermagem
Revisar o tema
Conhecer recursos da UTI móvel
Conhecer o respirador de transporte
Promover a discussão da logística para cobertura da Copa do Mundo.
Legislação
Objetivos
Luciana Rodrigues Gasparini
1° Ten PM QOS
Enfermeira
Unidade de Internação

RESOLUÇÃO COFEN Nº 375/2011

Dispõe sobre a presença do Enfermeiro no Atendimento Pré-Hospitalar e Inter-Hospitalar, em situações de risco conhecido ou desconhecido.

Art 1º A assistência de Enfermagem em qualquer tipo de unidade móvel (terrestre, aérea ou marítima) destinada ao Atendimento Pré-Hospitalar e Inter-Hospitalar, em situações de risco conhecido ou desconhecido,
somente deve ser desenvolvida na presença do Enfermeiro.

§ 1º A assistência de enfermagem em qualquer serviço Pré-Hospitalar, prestado por Técnicos e Auxiliares de Enfermagem somente poderá ser realizada sob a
supervisão direta do Enfermeiro.

RDC 07 ANVISA de 2010
– funcionamento de unidades de terapia intensiva

Seção VI-Transporte de Pacientes
Art. 29. Todo paciente grave deve ser transportado com o acompanhamento contínuo, no mínimo, de um médico e de
um enfermeiro
, ambos com habilidade comprovada para o atendimento de urgência e emergência.
RESOLUÇÃO COFEN Nº 376/2011

Art. 1º Os profissionais de Enfermagem participam do processo de transporte do paciente em
ambiente interno aos serviços de saúde
, obedecidas as recomendações deste normativo:

I – na etapa de planejamento,
deve o Enfermeiro

da Unidade de origem
:
a) avaliar o estado geral do paciente;
b) antecipar possíveis instabilidades e complicações no estado geral do paciente;
c) prover equipamentos necessários à assistência durante o transporte;
d) prever necessidade de vigilância e intervenção terapêutica durante o transporte;
e) avaliar distância a percorrer, possíveis obstáculos e tempo a ser despendido até o destino;
f) selecionar o meio de transporte que atenda as necessidades de segurança do paciente;
g) definir o(s) profissional(is) de Enfermagem que assistirá(ão) o paciente durante o transporte; e
h) realizar comunicação entre a Unidade de origem e a Unidade receptora do paciente;

RESOLUÇÃO COFEN Nº 376/2011
Art 1º

II – na etapa de transporte, compreendida desde a mobilização do paciente do leito da Unidade de origem para o meio de transporte, até sua retirada do meio de transporte para o leito da Unidade receptora:

a) monitorar o nível de consciência e as funções vitais, de acordo com o estado geral do paciente;
b) manter a conexão de tubos endotraqueais, sondas vesicais e nasogástricas, drenos torácicos e cateteres endovenosos, garantindo o suporte hemodinâmico, ventilatório e medicamentoso ao paciente;
c) utilizar medidas de proteção (grades, cintos de segurança, entre outras) para assegurar a integridade física do paciente; e
d) redobrar a vigilância nos casos de transporte de pacientes obesos, idosos, prematuros, politraumatizados e sob sedação;

III – na etapa de estabilização,
primeiros trinta a sessenta minutos pós-transporte, deve o Enfermeiro da Unidade receptora

a) atentar para alterações nos parâmetros hemodinâmicos e respiratórios do paciente, especialmente quando em estado crítico.


RESOLUÇÃO COFEN Nº 376/2011

Art. 2º Na definição do(s) profissional(is) de Enfermagem que assistirá(ão) o paciente durante o transporte, deve-se considerar o
nível de complexidade
da assistência requerida:

I - assistência mínima (pacientes estáveis sob o ponto de vista clínico e de Enfermagem, fisicamente autossuficientes quanto ao atendimento de suas necessidades), no mínimo, 1 (um) Auxiliar de Enfermagem ou Técnico de Enfermagem;

II - assistência intermediária (pacientes estáveis sob o ponto de vista clínico e de Enfermagem, com dependência parcial das ações de Enfermagem para o atendimento de suas necessidades), no mínimo, 1 (um) Técnico de Enfermagem;

III -
assistência semi-intensiva
(pacientes estáveis sob o ponto de vista clínico e de Enfermagem, com dependência total das ações de Enfermagem para o atendimento de suas necessidades), no mínimo, 1 (um) Enfermeiro e

IV -
assistência intensiva
(pacientes graves, com risco iminente de vida, sujeitos à instabilidade de sinais vitais, que requeiram assistência de Enfermagem permanente e especializada), no mínimo, 1 (um) Enfermeiro e 1 (um) Técnico de Enfermagem

Parecer técnico Nº 120/2011 COREN MG

REFERÊNCIAS para conclusão do Coren:
Resoluções 375 e 376/2011

Outras disposições consultadas:
Lei 7.498/86 e Decreto 94.406/87


Não resta dúvida que o enfermeiro deve estar presente no transporte pré-hospitalar e inter-hospitalar (qualquer nível de complexidade) e no transporte intra-hospitalar de pacientes críticos.

Riscos X Benefícios
Toda vez que o benefício da intervenção programada for menor que o risco do deslocamento, este não deve ser feito.


O transporte não deve causar nenhum dano adicional ao paciente.

Estabilização antes e durante o transporte

Comunicação entre os serviços
Importante
Saber quando fazer o transporte e como realizar

Avaliar o risco/ benefício da realização do transporte

Assegurar a integridade do paciente

Treinar adequadamente a equipe, desenvolvendo habilidade no procedimento

Desenvolver uma rotina operacional para o transporte

Conhecer as condições clínicas do paciente transportado.
INTRA Hospitalar


As finalidades do

transporte intra-hospitalar
de pacientes críticos são:

1. Transferir os pacientes entre Unidades.
Ex.: Pronto Socorro/ Terapia Intensiva, Unidade de Internação/CTI.

2. Encaminhar os pacientes da Unidade de Origem para o Centro Cirúrgico (intervenção urgência) e vice-versa

3. Transferir pacientes para a realização de Exames Diagnósticos.

4. Transferir os pacientes entre leitos na mesma unidade.


RECURSOS UTI MÓVEL
Comunicação:
Radio/Telefonia móvel

Bateria p/ autonomia de todos os equipamentos

Manutenção de assistência ventilatória:
Ambu, Cilindro de o2, aspirador de secreção, respirador,oxímetro de pulso
máscara, fluxômetro,etc.

Manutenção da assistência cardiovascular:
Bomba de infusão, monitor
cardíaco, desfibrilador (DEA)

Bolsa UTI móvel + Maleta de medicamentos
*




* Portaria MS 2048/2002 Resol. CFM 1.671/2003

São consideradas contra- indicações
para transporte

1. Incapacidade de manter oxigenação e
ventilação adequadas e performance hemodinâmica durante o transporte ou durante a permanência no setor de destino.

2. Incapacidade de monitorar o estado cardiorrespiratório e controlar a via aérea durante o transporte ou durante a permanência no setor de destino pelo tempo necessário.

3. Nº insuficiente de profissionais treinados
para manter as condições acima descritas,
durante o transporte ou durante a permanência
no setor de destino.
MATERIAIS RECOMENDADOS P/ AMBULÂNCIA
. sinalizador óptico e acústico; equipamento de rádio-comunicação fixo e móvel; maca com rodas e articulada; dois suportes de soro; cadeira de rodas dobrável; instalação de rede portátil de oxigênio (obrigatório que a quantidade de oxigênio permita ventilação mecânica por no mínimo duas horas); . respirador mecânico de transporte; oxímetro não-invasivo portátil; monitor cardioversor com bateria e instalação elétrica disponível; bomba de infusão;
. maleta de vias aéreas contendo:
máscaras laríngeas e cânulas endotraqueais de vários tamanhos; cateteres de aspiração; adaptadores para cânulas; cateteres nasais; seringa de 20ml; ressuscitador manual + máscara adulto/infantil com reservatório; sondas para aspiração traqueal; luvas de procedimentos; cadarços para fixação de cânula; laringoscópio infantil/adulto com conjunto de lâminas; estetoscópio; esfigmomanômetro adulto/infantil; fios-guia para intubação; pinça de Magyll; bisturi descartável; cânulas para traqueostomia; material para cricotiroidostomia; conjunto de drenagem torácica;
. maleta de acesso venoso contendo:
tala para fixação de braço; luvas estéreis; recipiente de algodão com anti-séptico; pacotes de gaze estéril; esparadrapo; material para punção de vários tamanhos incluindo agulhas metálicas, plásticas e agulhas especiais para punção óssea; garrote; equipos de macro e microgotas; cateteres específicos para dissecção de veias, tesoura, pinça de Kocher; cortadores de soro; lâminas de bisturi; seringas; torneiras de 3 vias; equipo de infusão de 3 vias;

. caixa completa de pequena cirurgia; maleta de parto ; sondas vesicais; coletores de urina; protetores para eviscerados ou queimados; espátulas de madeira; sondas nasogástricas; eletrodos descartáveis; equipos para drogas fotossensíveis e para BI;
circuito de respirador estéril de reserva; EPI;
cobertor ou filme metálico para conservação do calor do corpo; campo cirúrgico fenestrado; almotolias com anti-séptico;
conjunto de colares cervicais; prancha longa para imobilização da coluna.

MEDICAMENTOS OBRIGATÓRIOS em UTI móvel

Lidocaína sem vasoconstritor
Adrenalina
Epinefrina
Atropina
Dopamina
Aminofilina
Dobutamina
Hidrocortisona
Glicose 50%;

Soros: glicosado 5%, fisiológico 0,9%, ringer lactato

Psicotrópicos: hidantoína, meperidina, diazepan, midazolan

Medicamentos para analgesia e anestesia: Fentanil, ketalar, quelicin

Outros: água destilada, metoclopramida, dipirona, hioscina, dinitrato de isossorbitol, furosemida, amiodarona, lanatosideo C.
resol CFM 1.671/2003

Vulnerabilidade e Riscos do Trnasporte

Instabilidade Cardiovascular
Manutenção das vias aéreas
Ventilação
Dor - Analgesia
Monitorização
Cateteres: desconexão - obstrução
Infusão: líquidos e drogas

Assegurando a estabilidade do paciente

Cardiovascular
Inclinações
Movimentos bruscos
Infusão de soluções
vasodilatadores - vasopressores
Hipotensão - Hipertensão
Arritmias - Parada Cardíaca

Assegurando a estabilidade do paciente

Respiratório
Obstrução das vias aéreas
Ventilador - Ventilação manual
aceitação do paciente
mudanças dos padrões
Desconexão
Perda da Intubação
Intubação seletiva
Hipoventilação – Hipoxemia

Assegurando a estabilidade
do paciente
Dor e Analgesia
Controle da dor
Controle da ansiedade
Analgesia e Anestesia
Metabólica
Temperatura
Acidose - Alcalose -Alterações nos gases sangüíneos
Neurológica
Agitação, tremores, incoordenação motora, instabilidade da coluna ,coma
Fase Trans-transporte
Manter avaliação contínua do paciente;
Auxiliar médico nas intercorrências que houver, fornecendo suporte avançado de vida;
Garantir que todas as drogas estejam sendo infundidas corretamente (desativar sensor de gotas de BI),
Registrar dados vitais e intercorrências (se houver).
Identificar horários de saída do paciente
Fase pré-transporte
Ocorrências possíveis e abordagem ao paciente Copa do Mundo

Manejo de vias aéreas

Manejo da parada cardiopulmonar

Emergências clínicas

Intoxicações/envenenamentos

Lesões térmicas

Emergências psiquiátricas

Catástrofes/desastres

Trauma (tórax, abdômen, raquimedular , músculo-esquelético, crânio)

Fase pós-transporte

Referências Bibliográficas

Almeida, Ana Carolina Goulardins de et al. Transporte intra-hospitalar de pacientes adultos em estado crítico: complicações relacionadas à equipe, equipamentos e fatores fisiológicos. Acta paul. enferm., 2012, vol.25, no.3, p.471-476. ISSN 0103-21

RDC ANVISA número 07 de 24/02/2010

Portaria MS 2048/ 2002

Resolução CFM 1671/2003

Resolução COFEN 375 e 376 DE 2011

Pereira Júnior GA; Nunes TL & Basile Filho A. Transporte do paciente crítico. Medicina, Ribeirão Preto, 34, 143-153, abr./jun, 2001.

Marin, H. F.; Cunha, I.C.K.O.; Nogueira, V.O., 2005 Proposta de um protocolo de condutas para transporte intra-hospitalar de pacientes críticos adultos. Revista Paulista de Enfermagem, ABEN, V.23,N ¾, p. inicial 214, p. final 220, ISSN:0100-8889, impresso.

WARREN, L.et al. Guidelines for the inter and intrahospitalar transport of critically ill patients. Crit Care Med. V 32. p. 256-262, 2004.

Zuchelo LTS, Chiavone PA. Transporte intra-hospitalar de pacientes sob ventilação invasiva: repercussões cardiorrespiratórias e eventos adversos. J Bras Pneumol. 2009;35(4):367-374

Japiassú, André Miguel: Transporte intra-hospitalar de Pacientes Graves. Revista Brasileira de Terapia Intensiva – RBTI. Volume 17 – Número 3 – Julho/Setembro, 2005.

Uso da UTI móvel
- INTER Hospitalar
Full transcript