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EMPREENDEDORISMO

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MARIANA ALVARENGA

on 10 December 2013

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Transcript of EMPREENDEDORISMO

EMPREENDEDORISMO
FIC PRONATEC de
AUXILIAR ADMINISTRATIVO

O SEGREGO DE LUÍSA
O segredo de Luísa / Fernando Dolabela. -- 30. ed. rev. e atual. – São Paulo : Editora de Cultura, 2006. 304 p. : 16x23 cm.

FERNANDO DOLABELA
APRESENTAÇÃO
MARIANA ALVARENGA
GRADUAÇÃO EM ADMINISTRAÇÃO PELA UNIVERSIDADE FEDERAL DO PARANÁ – UFPR EM 2005.
ESPECIALIZAÇÃO EM GESTÃO PÚBLICA PELA UNISUL – EM ANDAMENTO.
EXPERIÊNCIAS EM DIVERSAS EMPRESAS PRIVADAS E NO SETOR PÚBLICO

DEPOIMENTOS - EMPREENDEDORES
CRONOGRAMA DE AULAS
14/11: 2 aulas – quinta-feira
21/11: 2 aulas – quinta-feira
28/11: 1 aula – quinta - feira
04/12: 2 aulas – quarta-feira
05/12: 2 aulas – quinta-feira
10/12: 1 aula – terça-feira
CONTEÚDOS E MATERIAIS
Estudo dirigido do livro: “O Segredo de Luisa” de Fernando Dolabela;
Depoimentos de empreendedores;
Estudos de casos;
Dinâmicas diversas.
CRONOGRAMA
ESTUDO DIRIGIDO
“O Segredo de Luisa” - 6 Capítulos
14/11: Cap. 1 e 2, depoimento.
21/11: Depoimento e estudos de caso.
28/11: Introdução PN e questionário.
04/12: Visita Técnica Sebrae.
05/12: Cap. 4
10/12: Cap. 5 e 6
Miguel Krigsner - Grupo O Boticário
CAPÍTULO 1: A MOTIVAÇÃO E O PERFIL DO EMPREENDEDOR
Plano de Negócios
CAPÍTULO 2: A VALIDAÇÃO
DE UMA IDÉIA
- A construção de uma visão
- Projetando a organização da empresa
- Os impactos da empresa na vida pessoal do empreendedor
O que se sabe hoje, através das pesquisas em todo o mundo, sobre o perfil do empreendedor?
O empreendedor é um ser social, produto do meio em que vive (época e lugar). Se uma pessoa vive em um ambiente em que ser empreendedor é visto como algo positivo, terá motivação para criar seu próprio negócio.
É um fenômeno local, ou seja, existem cidades, regiões, países mais — ou menos —
empreendedores do que outros. O perfil do empreendedor (fatores do comportamento e atitudes que contribuem para o sucesso) pode variar de um lugar para outro.
O que é um empreendedor? Como defini-lo?
Acredita-se hoje que o empreendedor seja o “motor da economia”, um agente de mudanças. Muito se tem escrito a respeito, e os autores oferecem variadas definições para otermo. O economista austríaco Schumpeter (1934) associa o empreendedor ao desenvolvimentoeconômico, à inovação e ao aproveitamento de oportunidades em negócios. Utilizamos muito neste livro, por ser simples e abrangente, a definição de Filion (1991): “Um empreendedor é uma pessoa que imagina, desenvolve e realiza visões”.
“O empreendedor é alguém que sonha e busca transformar seu sonho em realidade”.
Qual é a importância do empreendedorismo para a sociedade?
O empreendedor é o responsável pelo crescimento econômico e pelo desenvolvimento social. Por meio da inovação, dinamiza a economia.
O conceito de empreendedorismo trata não só de indivíduos, mas de comunidades, cidades, regiões, países. Implica a ideia de sustentabilidade.
O empreendedorismo é a melhor arma contra o desemprego.
Segundo Timmons (1994), “o empreendedorismo é uma revolução silenciosa, que será para o século 21 mais do que a revolução industrial foi para o século 20”.

E para o indivíduo?
Geração de autonomia, auto-realização, busca do sonho.
Indispensável para qualquer tipo de atividade profissional.
O que significa o termo “empreendedorismo”?
É uma livre tradução que se faz da palavra entrepreneurship, que contém as idéias de iniciativa e inovação. É um termo que implica uma forma de ser, uma concepção de mundo, uma forma de se relacionar. O empreendedor é um insatisfeito que transforma seu inconformismo em descobertas e propostas positivas para si mesmo e para os outros. É alguém que prefere seguir caminhos não percorridos, que define a partir do indefinido, acredita que seus atos podem gerar conseqüências. Em suma, alguém que acredita que pode alterar o mundo. É protagonista e autor de sim mesmo e, principalmente, da comunidade em que vive.
Abrir empresas, ou empreendedorismo empresarial, é uma das infindáveis formas de empreender. Podem ser empreendedores também o pesquisador, o funcionário público, o empregado de empresas. Podem e devem ser empreendedores os políticos e governantes.
As ONGs e o terceiro setor estão repletos de empreendedores. É empreendedor o artista, o escritor, o poeta que publica os seus versos, porque é necessário compartilhar os resultados do seu trabalho.
Os empreendedores podem ser voluntários (que têm motivação para empreender) ou involuntários (que são forçados a empreender por motivos alheios à sua vontade, como é o caso de desempregados, imigrantes etc.).
Como alguém se torna empreendedor?
O empreendedor nasce pronto? Ou seja, é fruto de herança genética?
É possível ensinar alguém a se tornar empreendedor, a ser empreendedor?
Todos os pesquisadores acreditam que é possível alguém se tornar um empreendedor. Mas a metodologia de ensino para isso deve ser diferente da tradicional, aplicada desde o curso fundamental até a universidade.
Sabe-se que o empreendedorismo é um fenômeno cultural, ou seja, é fruto de hábitos, práticas e valores das pessoas. Existem famílias (assim como cidades, regiões, países) mais empreendedoras do que outras. Na verdade, a pessoa aprende a ser empreendedora no convívio com outros empreendedores, num clima em que ser dono do próprio nariz, ter um negócio é considerado algo muito positivo. Pesquisas indicam que as famílias de empreendedores têm maior chance de gerar novos empreendedores e que os empreendedor
Consideremos três níveis de relações, conforme o esquema a seguir:
Primário:
familiares e conhecidos; ligações em torno de mais de uma atividade.
Secundário:
ligações em torno de determinada atividade; redes de ligações.
Terciário:
cursos, livros, viagens, feiras, congressos etc.
Podemos dizer que o nível primário é a principal fonte de formação de empreendedores. Mas os níveis secundário e terciário também podem ser importantes na geração de empreendedores. Um dos pontos básicos do ensino de empreendedorismo é fazer com que o aluno busque estabelecer relações que dêem suporte ao seu negócio. Assim, a convivência é muito importante nessa área. Há um ditado no campo do empreendedorismo que afirma: “Dize-me com quem andas e eu te direi quem queres ser”.
Empreender é, portanto, um ato de paixão. Ao se apaixonar, o indivíduo faz vir à tona o potencial empreendedor presente na espécie. E libera as características empreendedoras: a persistência, o conhecimento do ambiente do sonho, a criatividade, o protagonismo, a liderança, a auto-estima, a crença em si mesmo, a crença em que seus atos podem gerar conseqüências.
A formação da visão
A teoria visionária de L. J. Filion (1991) nos ajuda a entender como se forma uma idéia de produto e quais as condições para que esta surja. Ela diz que as pessoas motivadas a abrir uma empresa vão criando, no decorrer do tempo, baseadas na sua experiência, ideias de produtos.
APRENDER COM OS INSUCESSOS...
O empreendedor aprende com os erros e fracassos, diante dos quais não se abate....
CAPAZ DE TRANSFORMAR O MUNDO...
O empreendedor acredita que pode convencer as pessoas a realizar o sonho dele. Ele tem a capacidade de colocar o destino a seu favor, a certeza de fazer diferença no mundo.
O mentor
O que é o mentor? É um empreendedor experiente que atua como conselheiro para o novo empreendedor. Na elaboração do Plano de Negócios, o mentor terá importante papel. Ele será um consultor em todas as fases de sua elaboração. Será um crítico e um parceiro para discussões e brainstormings. Indicará fontes de informações e introduzirá o”afilhado”em sua rede de relações:especialistas em contabilidade, leis, propaganda etc., bem como associações, entidades de suporte e ainda publicações, eventos, feiras etc.
2.1. A CONSTRUÇÃO DE UMA VISÃO
Como surgiu o PN e por quê?
O Plano de Negócios é uma linguagem para descrever de forma completa o que é ou o que pretende ser uma empresa.
A mesma pergunta: “O que é a sua empresa?” induzia a diferentes respostas, dependendo de para quem era dada: banco, fornecedor, cliente, distribuidor, sócio potencial, investidor etc. O distribuidor quer saber sobre a qualidade do produto e a capacidade de produção da empresa; o fornecedor, sobre sua tradição e capacidade de honrar dívidas; o sócio potencial quer saber sobre o futuro do negócio; já o investidor, seja banco, seja capitalista de risco, quer saber sobre a empresa em seu conjunto: passado, presente, futuro, a competência de quem a dirige, o potencial de mercado, a lucratividade etc. ...
Surgiu então um documento completo, o Plano de Negócios, que dá todas as respostas sobre a empresa. Mas o principal usuário do Plano de Negócios é o próprio empreendedor, pois ele é uma ferramenta que o faz mergulhar profundamente na análise de seu negócio, diminuindo sua taxa de risco e subsidiando suas decisões, que podem até ser de não abrir uma empresa ou de não lançar um novo produto.
Ciclo da visão
As idéias (visões emergentes) alteram-se constantemente, compondo o ciclo visão, novas relações, nova visão. Até chegar à visão central, em que o produto estará completamente definido — assim corno a empresa —, ocorrerão muitas mudanças na concepção do produto, nas formas de comercialização, na embalagem etc.
Alexandre Costa
Cacau Show
Wellington Nogueira
Doutores da Alegria
O segredo de Luisa
Sebrae:
http://www.sebrae.com.br/momento/quero-abrir-um-negocio/retornando-do-exterior/plano-de-negocio
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