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Os Maias

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by

Diogo Marques

on 16 March 2015

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Transcript of Os Maias

Os Maias
Linguagem e Estilo Queirosiano
Eça de Queirós
Episódios da Vida romântica
Escola Secundária
Pedro Nunes
2013-2014
Trabalho realizado por:
Augusta Amor #3
Diogo Marques #6
Joana Malaquias #10
Impressionismo
"Example Quote: Ora Ega está um ótimo dia para
nos pitarmos.
Ora pois Carlitos!
disse Ega com o cinto de cabedal quase pelos joelhos (piada perversa)"
-Cap. XII (Pág. ~1000)
“(…) com o craniozinho calvo de sábio curvado sobre as letras garrafais de boa doutrina; e depois de crescidinho tinha tal prepósito que permanecia horas imóvel numa cadeira, de perninhas bambas, esfuracando o nariz: nunca apetecera um tambor ou uma arma: mas cosiam-lhe cadernos de papel, onde o precoce letrado entre o pasmo da mamã e da titi, passava dias a traçar algarismos, com a linguazinha de fora.”

Capítulo III, p. 52

“A Teresinha, a noiva de Carlos, uma rapariguinha magra e viva com cabelos negros como tinta e morgadinho, o Eusebiozinho, uma maravilha muito falada naqueles sítios”

Capitulo III, p.52

“(…) passou-lhe para os braços uma deliciosa cadelinha escocesa(…)”

Capítulo VI, p. 117


"E está-se fazendo tarde, Carlinhos.”

Capítulo XIII, p. 247


“-Então quando nos «gouvarinhamos»?”

Capítulo V, p 105


Intencionalidade do uso do diminutivo
-Ironia e Depreciação
- Pequenez
- Carinho ou Ternura
Presença de neologismos e estrangeirismos
- Gouvarinhar
- Escrevinhador
- Adulteriozinho
- Coupé
- Chic
- Bric-à-brac
- Robe-de-chambre
- Cervejando
-Movimento artístico com origem em França no séc XIX
Variedades linguísticas
N'Os Maias, existem, em maior ou menor grau,
-Conciliação entre Realismo e Subjectivismo
-Procura expressar o real através das impressões imediatas recebidas pelos sentidos.
todos os níveis de linguagem. Da linguagem
familiar à linguagem infantil e popular.
“-Não é verdade! Demais a mais é mentirosa! Foi como quando chegámos à estalagem... Ela quis-se deitar, e eu não quis... A gente, quando se apeia de viagem a primeira coisa que se faz é tratar do gado... E os cavalos vinham a escorrer...”

Capítulo III, p 54


Impressionismo Literário n'Os Maias
Retratos e descrições minuciosas, com ênfase na luz e contraste crómatico.
Anteposição da característica ao objecto
“-Não posso. Estou comprometido com a besta do Cohen... Mas vou lá amanhã almoçar.”

Capítulo IV, p 83


Adjectivo
Expressividade
Mostrar a opinião (subjetiva) do autor sobre o objecto caracctertizado
Função rítmica, em conjunto com a aliteração
Adjetivação dupla e tripla conferem várias caracteristicas (objectiva/Subjectiva) do sujeito/objeto
Criar uma imagem vizualizada pelo leitor (em conjunto com o Advérbio)
Advérbio
Sugere continuidade (em conjunto com o gerundio)
Função rítmica, em conjunto com a aliteração
Adicionar à acção o estado psicológico das personagens
Muitas vezes derivados de adjetivos.
Verbo
Sentido metafórico
Função rítmica, em conjunto com a aliteração
Ideia de alteração cromática (evidência do Impressionismo)
Confere continuidade à acção (uso do gerundio)
"-Cricri também teve dor- respondeu ela muito séria, sem tirar dele os seus magníficos olhos.- Eu já não tenho..."
Capítulo IX, p.194


Exemplo
-Foi mais tarde integrado na literatura, sendo destacados Flaubert e Eça de Queirós
"fértil e estúpida província espanhola"
"os dois olhos do velho (...) caíram sobre ele (...) lendo lá o seu segredo."
"Ega andava-se formando em Direito, muito devagar, muito pausadamente - ora reprovando, ora perdendo o ano."
"...enegrecendo a um canto"
"Ambos insensívelmente, irresistivelmente, fatalmente, marchando um para o outro."
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Fontes Consultadas:
Citi.pt
(http://www.citi.pt/cultura/literatura/romance/eca_queiroz/maias_estetica.html)
farol das Letras
(http://faroldasletras.no.sapo.pt/impressionismo.html)
Outros

O delegado (…) cofiava melancolicamente a bela pena de galo.
Impressionismo Literário
Eça e o Impressionismo
Eça considerava a literatura como a arte de pintar a realidade, mas "levemente esbatida na névoa dourada e trémula da fantasia, satisfazendo a necessidade de idealismo que todos temos." (Eça de Queirós, Notas Contemporâneas)
Com Flaubert, Eça aprendeu a deixar transparecer as impressões que lhe ficavam da realidade que descrevia.
Era necessário deixar transparecer a impressão/ o sentimento imediato que resultava dessa observação.
Sensível ao meio que o rodeava, não só soube descrever pormenorizadamente, como soube deixar transparecer a sua visão crítica sobre a sociedade da época.
Retratava a realidade quotidiana como uma liguagem bastante exata baseada em pensamentos científicos.
Voltada para o estado de espírito das personagens, buscava configurar a alma destas e da mesma forma o ambiente subtil do local.
Novo tipo de linguagem em que o autor busca procura mostrar a realidade com um linguagem imperfeita, metáforas e ritmos evocativos.
"O distinto e o brilhante sportman, o senhor Carlos da Maia, e o nosso amigo e colaborador João da Ega(..)"

Capítulo XVIII, p. 235
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