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psicologia

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Vadym Khadzhynov

on 29 January 2013

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Transcript of psicologia

A MEMÓRIA Condição fundamental para aprender:
- Sem memória não ha aprendizagem;
- Se não tivessemos memória estariamos sempre a iniciar as aprendizagens porque estas não se consolidariam;
- São as aprendizagens mantidas na memória que suportam as novas aprendizagens. Introdução Conceito de Memória - Podemos definir a memória como processo cognitivo que permite integrar, reter e recuperar a informação e recordar o que aprendemos. A memória é: -A função mental que permite reter infomações, isto é aprender;
-O sistema de armazenamento que permite manter a informação;
-A capacidade de recordar de evocar as infomações retidas.

Sem memória a aprendizagem não seria possível. Iremos analisar o processo mnésico, em três etapas: aquisiçao, retenção e recordação. Aquisição: fase que corresponde à entrada dos conteúdos na memória.
Retenção: fase de armazenamento ou conservação dos conteúdos que podem ser mantidos por diferentes períodos de tempo.
Recordação: fase de recuperação e evocação dos conteúdos adequeridos que retivemos. Tipos de memória -Memória sensorial;
-Memória a curto prazo;
-Memória a longo prazo. Memória sensorial Se a informação não for processada perde-se, se for processada passa para a memória a curto prazo, ou seja, se não prestares atenção as informações perdem-se. É um tipo de memória que tem origem nos órgãos e nos sentidos (por isso podemos falar de memória sensorial, auditiva/ecóica, visual/icónica, olfactiva, etc.).
As informações obtidas pelos sentidos são retidas por um curto espaço de tempo - entre 0,2 e 2 segundos. Os dados sensorias adequeridos serão codificados. Por exemplo: a palavra "rainha" pode ser codificada de diferentes maneiras, funcionarão como indícios para posterior recuperação. Memória a curto prazo A memória a curto prazo é um tipo de memória que armazena informação recebida pela memória sensorial.
Os materiais que são retidos durante cerca de 30 a 60 segundos.
De acordo com as investigações sobre a memória, podemos conservar na memória a curto prazo cerca de 7 elementos.
Este capacidade pode ser aumentada se os itens tiverem associados em grupos.
Assim é difícil reter o número: 001212306083
Contudo é possivel retê-lo se for lido por agrupamentos O tempo de retenção aumentará se repetirmos mentalmente a informação.
Este tipo de trabalho também designa-se por memória de trabalho, operacional ou ativa.
Os dados da memória a curto prazo se forem processados passam para a memória a longo prazo.
Para que esta informação fique armazenada nesta memória é preciso que seja repetida e codificada. Memória a longo prazo É o tipo de memória alimentada pelos materiais da memória a curto prazo que são codificados em símbolos.
A informação enviada da memória a curto prazo é transformada à medida que vai sendo integrada.
Esta memória pode reter durante horas, meses ou durante toda a vida.
Codifica ou retem material verbal em função da sua pretinência e do seu significado. Segundo especialistas a memória a longo prazo é constituida por 2 subsistemas:
-memória não declarativa ou procedimental
Sendo a memória declarativa dividida em episódica e semântica A memória procedimental

É um tipo de memória a longo prazo constituida por capacidades motoras, habilidades, hábitos e respostas simples (fixadas por condicionamento clássico).
Estas aptidões são adquiridas mediante a pratica inclui atos como comer com faca e garfo, guiar um automóvel, etc.
De aquisição relativamente lenta uma vez adquiridas tornam-se comportamentos quase automáticos, executando-se com pouco esforço consciente e durando a vida toda. Memória declarativa.

É um tipo de memória a longo prazo que armazena fatos, informações gerais e episódios ou acontecimentos pessoais. Os conteúdos mnésicos da memória declarativa podem ser reatualizados de forma verbal ou recorrendo a imagens, embora a tendencia a reconstroção do material armazenado não seja muitas vezes fiável.
Esta memória subdivide-se em memória episódica e memória semântica.

Memória episódica

É uma subdivisão da memória declarativa que contém a memória dos eventos ou episódios que vivemos pessoalmente. É uma memória autobiográfica que armazena ou grava como se fosse um diário mental os episódios mais ou menos significativos da nossa vida. O termo episódica não signifaca passageira porque, como maior ou menor fidelidade grava os lugares onde estivemos, as pessoas que conhecemos e as nossas experiências pessoais em geral. Memória semântica

Especializa-se no armazenamento de conhecimentos gerais. Enquanto a memória episódica é uma espécie do diário mental autobiográfico, a memória semântica é a nossa enciclopédia e diario mental. Os factos e informações semânticas abstraem da ligação ao espaço e ao tempo, não são referidos enquanto vivencias pessoais. Isto é não nos lembramos exactamente onde e quando aprendemos a pronunciar certas palavras e onde e quando adquirimos dados, actos ou conceitos. Memória construida Quando envocamos, por exemplo, um acontecimento, a sua representação na memória não é uma reprodução fiel porque pode estar associado a uma expriência positiva ou negativa, o que afecta o modo como o reproduzimos. As representações implicam uma selecção da informação, a sua codificação, a associação a expriências anteriores ou acontecimento revelantes. Marcadas pelas expriências, pelas emoções, pelos afectos, as representações são guardadas pela memoria, sendo activadas sempre que necessário. A realidade exterior ausente pode ser substituida por uma realidade interior mantida pela memória, que entretanto foi modificada. Processo activo A informação que apreendemos de um mesmo episódio da vida é diferente. Cada um de nós enquadra a informação nos acontecimentos que já tem, enquadra os acontecimentos no contexto das suas expriências e expectativas.
A memoria não produz fielmente o registo. a memória reconstrói os dados que recebe dando relevo a uns, distorcendo ou omitindo outros. Quando os acontecementos estão muito marcados pela emoção, os pormenores escapam. Neste caso, o cérebro preenche essas falhas, reconstrói, portanto, a memória. Por tudo diz-se que a memória é um processo activo e dinâmico.
A medida que vamos adquirindo novas informações no dia-a-dia e as armazenamento sob a forma de memória, estabelecem-se no cérebro novas alterações anatómicas. Uma vez que todos nós somos educados em ambientes algo diferentes e temos expriências algo diferentes, a arquitectura do cérebro de cada um de nós é modificada de forma única (incluindo gémeos homozigóticos). Para além da memória pessoal que assegura a identidade individual, há também uma memória colectiva que é parte integrante de cada família, grupo social ou nação. Do passado retêm-se determinados factos e esquecem-se outros: há uma selecção e uma idealização do passado. A reconstrução da memória social das nacções ou grupos socias, ou seja, o apagamento de determinados factos e a exaltação de outros tem por objectivo reforçar os laços socias, sendo uma forma de definir a sua identidade. O esquecimento
Esquecimento Regressivo Falhas na recuperação da memória Esquecimento Motivado A proactiva

A retroactiva Conclusão Concluimos com este trabalho que a memória é como uma “caixa”. Quanta mais informação tem, mais cheia fica. Quando a “ caixa” está “cheia”, tem de “esvaziar”. A esse “esvaziamento” a Psicologia dá o nome de esquecimento. O esquecimento permite à memória reter ou armazenar novos conhecimentos. O esquecimento é essencial para o processo de memorização. É, pelo facto, de esquecermos que estamos aptos a fazer novas memorizações. O esquecimento apresenta uma função selectiva e adaptativa, afastando todas os materiais que não são importantes ou úteis para um normal funcionamento da nossa vida. - Na codificação;
- Na recuperação.
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