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MICOBACTERIAS

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by

Henrique Carvalho

on 10 March 2014

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Transcript of MICOBACTERIAS

UNIVERSIDADE FEDERAL DO PIAUÍ
CAMPUS SENADOR HELVIDEO NUNES DE BARROS
CURSO DE BACHARELADO EM ENFERMAGEM
DISCIPLINA: MICROBIOLOGIA E IMUNOLOGIA
PROF. Dr. LUIS EVÊNCIO

MICOBACTÉRIAS
PROPRIEDADES GERAIS DA MICOBACTERIAS
Aeróbias estritas
Fracamente Gram-Positiva
Forma de bastão
Não possuem flagelos
Não formam esporos
Não possuem capsulas
Não produzem toxinas
São microrganismos intracelulares
PROPRIEDADES GERAIS DAS MICOBACTERIAS
Diferenças das micobácterias das demais bactérias:
Propriedades da parede celular.

Quantidade e variedade de lipídios complexos presentes no envelope.
Micro-organismos intracelulares – Macrófagos.
Temperatura de crescimento – Variável
Lento, moderado e rápido
PROPRIEDADES GERAIS DAS MICOBACTERIAS
Retenção de fucsina básica pela parede celular;
Bacilos álcool-ácido resistentes – BAAR.
Método de Ziehl-Neelsen.
BAAR GRAM POSITIVA:
Retêm fucsina = vermelho;
BAAR GRAM NEGATIVA:
Não retêm fucsina = azul;
PROPRIEDADES GERAIS DAS MICOBACTERIAS
Manifestações clínicas de Infecções Micobacterianas:
Decorre da resposta imunológica do hospedeiro à infecção e aos antígenos;
Resistentes:
dessecação;
Alcáli;
Desinfetantes químicos;
Mycobacterium
Existem cerca de 60 espécies conhecidas
Bactérias saprófitas de solo;
Espécies patogênicas ao homem.

Mycobacterium Tuberculosis
Mycobacterium Leprae
TUBERCULOSE
HISTORICO
Peste branca
Século XIX e XX
Doença de Pott ou deformidade de Gibbous
Robert Koch (1843-1910)
24 de março de 1882
Antibióticos (Estreptomicina) e quimioterápicos (isoniazida)
BCG - 1976
PAREDE CELULAR
Estrutura Singular (ácido N-glicolilmurâmico), permitindo que o microorganismo sobreviva dentro de macrófagos.
Sendo que nas demais bactérias encontra-se o ácido N-acetilmurâmico.
60% da parede celular micobacteriana é constituída de lipídios.
Ácidos Micólicos.
A DOENÇA
A tuberculose humana é uma doença infecciosa causada por algumas micobactérias do Complexo Mycobacterium tuberculosis, incluindo M. bovis, M. africanum e, principalmente, M. Tuberculosis.
Em pacientes com tuberculose ativa, a tosse caracteriza sintoma de inflamação de pulmonar crônica, além de ser o principal mecanismo de disseminação do microrganismo para novos hospedeiros.
TRANSMISSÃO
Através da disseminação dos hospedeiros;
Tosse;
Espirros;

Altamente contagioso.
De 1 a 10 bacilos são suficientes para causar a infecção.
INFECÇÃO
O risco de infecção é determinado:
Concentração de organismo;
Taxa de ventilação;
Tempo de exposição.

Bacilos inalados são fagocitados por macrófagos alveolares:
Eliminados;
Crescem no interior das células em lesões chamadas tubérculos;
Mycobacterium tuberculosis
Principal agente etiológico da tuberculose no homem.
O bacilo apresenta variação de:
Diâmetro 0,3 a 0,6 μm;
Comprimento 1,0 a 4,0 μm.
Infecção preferencialmente sistema pulmonar.
Ação regulada por sistema imune do hospedeiro.
Sistema Imunológico na Tuberculose
A resposta imune é a principal responsável pela defesa contra a infecção.
Está associada aos danos teciduais, devido à formação de granuloma e necrose.
DIAGNÓSTICO
Teste de Tuberculina (PPD);
Esfregaço de escarro;
SINTOMAS
Febre;
Fadiga;
Sudorese Noturna;
Perda de peso;
Hemoptise;
Tosse Constante;
EPIDEMIOLOGIA
TRATAMENTO
Tratamento quimioterápico padrão – DOTS (Directly Observed Treatment Short-course):
Isoniazida ( INH).
Rifampicina.
Pirazinamida.
Estreptomicina.
Tratamento com múltiplas drogas.
PREVENÇÃO
Melhor condição de moradia e nutrição;
Vacina BCG.
Identificação precoce da doença.
A DOENÇA
Infectocontagiosa;
Micobacterium leprae.

Afeta principalmente:
Pele;
Vias aéreas superiores;
SNP;
Olhos.
A DOENÇA
A colonização no SN causa modificações patológicas:
Degeneração axonal;
Fibrose aumentada;
Desmielinização.

Características típicas da lepra:
Lesões nervosas;
Perda sensorial;
Desfiguração.
A DOENÇA
Pode causar sequelas graves:
Cegueira.

Doença ocular em pacientes curados continua progredindo.

As lesões oculares não são causadas pela M. leprae, mas são resultantes da danificação crônica dos nervos simpatéticos.
LEPRA TUBERCULOIDE
Lesões cutâneas e nervosas e carga paucibacilar (PB);
Desenvolvimento de uma resposta celular;
Período de incubação = 2 a 5 anos.

Resposta celular
- Proteção contra a doença;
- Inviabiliza a disseminação do bacilo.
LEPRA LEPROMATOSA
Lesões generalizadas;
Carga multibacilar;
Nenhuma resposta celular específica, associada a uma potente resposta humoral e produção de anticorpos.
Lesões localizam-se nas superfícies mais frias do corpo.
Período de incubação = 8 a 12 anos


Mycobacterium Leprae
Tamanho médio:
Diâmetro 0,3 a 0,5 mm;
Comprimento 4,0 a 7,0 mm.

Temperatura ótima = 30ºC
Pode permanecer viável durante alguns dias fora do hospedeiro.
TRANSMISSÃO
Vias aéreas superiores
Principal fonte de infecção pacientes com lepra multibacilar, através da disseminação no meio.
FATORES DE RISCO
Determinam:
Exposição ao bacilo;
Estabelecimento da infecção;
Expressão da doença.

A possibilidade de infecção depende do nível de exposição e da intensidade da fonte infecciosa


DIAGNOSTICO
Exame histológico de biopsias amostrais:
Lepromas;
Outras lesões cutâneas;
Teste de lepromina.
Avaliação do status imunológico.
Reação de Mitsuda – medida padrão da imunidade celular mediada ao bacilo.
Reação de hipersensibilidade tardia.
3 a 4 semanas após a injeção intradérmica
EPIDEMIOLOGIA
Início:
Ingestão do Óleo extraído da castanha de Chaulmoogra ou Óleo de Hydnocarpus.
Efeitos colaterais nauseantes.

Atualmente:
Dapsona (DDS);
Rifampicina (RMP);
Clofazinamina (CLF).
TRATAMENTO E CONTROLE
Para controle da doença são necessários:
Rapidez e Eficiência na detecção da infecção;
Tratamento adequado;
Provisão de cuidados para prevenção de sequelas.

Agentes quimioterápicos eficientes:
Dapsona (DDS);
Rifampicina (RMP);
Clofazinamina (CLF).
TRATAMENTO E CONTROLE
Paucibacilares:
6meses;
600mg RMP mensal;
100mg de DDS diário .

Multibacilares:
12 meses;
600mg de RMP e 300mg de CLF mensal;
100mg de DDS e 50mg de CLF diário.

Este tratamento é suficiente para obter a cura.
Inviabiliza o surgimento de bactérias resistentes a drogas.
TRATAMENTO E CONTROLE
OBRIGADO!
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