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PROJETO RESIDENCIAL

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by

Gabrielle Prado Jorge

on 18 February 2016

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Transcript of PROJETO RESIDENCIAL

PROJETO RESIDENCIAL
a história da arquitetura pode constatar-se que diversos períodos históricos muitos
arquitetos além de incumbirem-se do projeto arquitetônico também acabaram por projetar os espaços interiores de modo a definirem,
muitas vezes com minúcias, todos os elementos compositivos dos ambientes internos.

unificar a linguagem do volume arquitetônico, com o dos seus interiores;
tornando o edifício uníssono, nos assuntos que tangem aos elementos compositivos.


O decorador de interiores inicia a sua
atuação na renascença,
com técnicas baseadas na prática de produção estritamente tradicional, aplicáveis as mais diversas formas de pensar a composição dos interiores. Com o desenvolvimento civilizatório,
este profissional teve que adaptar-se, às novas necessidades estéticas e técnicas de sua clientela, de forma a poder a atender ás novas proposições especializadas dos edifícios.

Dados estatísticos do setor do design de interiores indicam que dos
15 mil profissionais que atuam no mercado:

40% são arquitetos,
55% são designers de interiores ou técnicos em design de interiores
e 05% são autodidatas

Desse universo profissional:
79% são mulheres e 21% são homens

INTRODUÇÃO
Na década de 80 já previa para década de 90 o enclausuramento dos seres humanos dentro de seus lares.
Constatou-se que o
medo e a violência
foram dois dos principais fatores que contribuíram para tal processo, e aproximação da tecnologia.
O homem passou desta forma a possuir um cuidado maior com a sua casa, e o desejo de melhor equipa-la e compô-la, de forma a desencadear um grande boom no mercado relativo ao Design de Interiores.
PSICOLOGIA DA DECORAÇÃO
HÁBITOS
HABITAÇÃO
pequenos detalhes construtivos:
seleção de objetos pessoais
como quadros, peças, porta retratos

imprimir no espaço significados
, que são elementos de definição de personalidade.




uma casa não é um lar
(= objeto arquitetônico) inanimado e destinado a habitação de um ser humano (= função), que apenas após um processo etológico (=comportamento animal) =
LAR

... esse processo é que foi nomeado de
DECORAÇÃO (=ato de decorar)
, o qual tem como objetivo
dar significado e sentimento a um simples abrigo e tornar público ou privado o modo de ser de cada indivíduo.
LAR
Apesar de ser imóvel, a casa não é estática, suas alterações variam de acordo com o "momento" do seu dono, e nova

oportunidade de rever e reciclar os valores.
" é preciso ter cuidado para que esta mudança não seja meramente superficial;
o reformar/decorar é uma da uma oportunidade de renovação interior,
de rever o passado, de refutar tudo aquilo que não mais nos diz respeito e preservar a memória boa de nossa própria história, almejando um futuro melhor. É difícil de avaliar se reformamos as nossas casas por uma necessidade interior de renovação, de mudança; ou se é a nossa renovação interior que nos fomenta a reforma da casa, mas isto não importa. " (Gaiarsa)
"Casas que não mudam há muitos anos refletem a rigidez de caráter de seus ocupantes, mas a mudança constante pode revelar a fragilidade emocional destes; como diz o decorador Germano Mariutti:
entendo o cigano que leva a casa nas costas, mas não entendo mudar a decoração a cada seis meses [...] a casa tem que ser durável e estável."
A casa pode ser entendida como extensão da personalidade de seus ocupantes.
=
Iluminada, colorida, com cortinas leves e espaços interligados =
extrovertido e esfuziante.

Uso de muitos objetos, com pesadas cortinas e compartimentos segmentados =
personalidade mais rígida de seu ocupante.

Tecidos rústicos =
despretensão.

Tecidos brilhantes e suaves =
podem prepotência ou arrogância.

NADA pode ser avaliado em separado, pois cada elemento decorativo é uma peça de um quebra cabeça que compõe o cenário.
ESPAÇOS QUE COMPÕE UMA CASA
SALA
DE ESTAR
sociabilidade, das trocas, das relações, transição entre o interno e o externo, uso de máscaras sociais na intenção de revelar aos outros quem somos ou quem se deseja ser.
SALA
DE JANTAR
formal, onde se busca a sociabilização dos convivas com os proprietários, onde se procura mostrar a educação, confraterniza principalmente com pessoas de fora.
COZINHA
é o útero da casa, onde se encontra a essência da família, a área do afeto, do gostoso, onde se nutre a matéria, possibilitando espaços criativos.
QUARTOS
intimidade inconsciente, à sexualidade, aos prazeres, à individualidade, é uma área semi-compartilhada.
BANHEIRO
encontramos a nós mesmos, onde as nossas máscaras sociais se desfazem, tornando-nos mais vulnerável. É uma área não compartilhada.
BRIEFING
É a forma pela qual o cliente comunica ao profissional as suas necessidades e as de sua família, para que se possa elaborar um programa de necessidades, de forma a estabelecerem-se as prioridades e as metas a serem alcançadas. Por isso a necessidade de entrevistar o cliente de forma eficaz.
CLIENTE
Nome
Endereço
Email
Telefone
USUÁRIO
Nome
Idade
Profissão
Outras informações
ROTINA
DOMÉSTICA
Tempo para desfrutar da casa
Manutenção
Uso nos finais de semana
Convidados
Problemas estruturais
Função
Tempo de permanência
Metragem
Armazenagem
Nº de usuários simultâneos
*cada um dos ambientes
AMBIENTES
PREFERÊNCIAS
PESSOAIS
Usuário
Estilo
Cor
Textura
Iluminação
Hobby
Lojas
Revistas
Animais
Plantas
ELEMENTOS
EXISTENTES
Usuário
Coleções
Quadros
Mobiliários
Outros
PROGRAMA DE NECESSIDADES
Organização do raciocínio projetual, além de ser um fator determinante nos aspectos da escolha do partido compositivo.
Obra
Usuário (s)
Espaço
Metragem / Pé direito
Área de piso, parede e forro
Problemas estruturais
Função
Armazenagem
Elementos existentes
C
R
O
Q
U
I
Preferências pessoais (estilo, cor, textura, iluminação, hobby e outros)
Partido compositivo
O partido compositivo de um projeto de decoração é o
estilo
a ser adotado pelo profissional para a elaboração da atmosfera desejada em seu projeto.
Estilo é o resultado da composição harmônica entre cores, texturas, padronagens, formas e linhas; de um determinado período histórico, que acabam por caracterizá-lo, no qual se pode referenciar-se para a elaboração de um espaço com a atmosfera daquele determinado período histórico ou localidade geográfica.

CONCEPT

BOARD
Vínculo aos painéis de ambiência que são elaborados a cada estação pelos estilistas do vestuário para a criação das tendências de cada estação. São uma forte ferramenta para complementar
uma primeira apresentação do projeto de decoração
(estudo preliminar), pois, possibilita ao cliente o entendimento da
atmosfera, estilo e elementos compositivos desejado pelo designer para o espaço proposto.
Imagens recortadas ou escaneadas coladas ao redor da planta do ambiente que se deseja transmitir a atmosfera da proposta. Na sequencia, deve-se montar um painel rígido por ambiente, para que não ocorra interferência de composição.

Elementos compositivos
1. Conforto físico
1.1. Antropometria:
estudo das medidas do corpo humano para uso em classificação antropológica e comparação.
Circulação Funcional
porta principal -
0,90 cm
porta dormitório -
0,80 cm
porta cozinha -
0,80 cm
porta banheiro -
0,70 cm

Circulação principal -
1,00 cm
Circulação secundária -
0,80 cm
Circulação terciária -
0,70 cm

1.2. Climatização artificial:
definição do equipamento a ser utilizado em um ambiente deve-se levar em conta as características físicas espaciais deste (pé-direito, número de janelas, insolação) e o número de pessoas que o utilizará simultaneamente. Considera-se
conforto para inverno 18 C e para verão 23 C.
* btus x m² (média de 600 btus por m²).

7.000..................12,0 m²
9.000..................15,0 m²
12.000.................20,0 m²
18.000.................30,0 m²
21.000.................35,0 m²

2. Conforto acústico
O som é um fenômeno físico
ondulatório
periódico resultante da pressão em meio elástico que se sucede com regularidade; o ruído por sua vez é qualquer sensação sonora indesejável que invade o nosso habitat ameaçando a nossa saúde, produtividade, conforto e bem estar.
Volume (dB)
Reação
Impactos
Exemplo
Até 50
Limite
Redução do poder de concentração / prejudica a produtividade no trabalho intelectual.
Agência
bancária
Rua com tráfego leve
N.A.
55 a 65
Estado de
alerta
Aumenta o nível de cortisona no sangue, diminuindo a resistência imunológica. Induz a liberação de endorfina , tornando o organismo dependente (motivo pelo qual muitos dormem com o televisor ligado)
Bar ou
restaurante lotado
65 a 70
O organismo reage para tentar se adequar ao ambiente
Aumentam os riscos de enfarto, infecções, entre outras doenças sérias.
Praça de alimentação de shopping center. Rua de tráfego intenso.
Acima de
70
O organismo fica sujeito a estresses degenerativo, além de abalar a saúde mental.
Materiais que são acusticos e isolantes...
1. Manta de borracha Barrier
Manta com 3mm de espessura, para ser colada diretamente na parede e posteriormente revestida com papel de parede ou tecido.
2. Porta Pormade
Porta de madeira maciça, que possuí batente com vedação de borracha. Possuí sistema fecha-fresta que bloqueia a passagem do som junto ao piso.
3. Parede Dry Wall
Parede com preenchimento de lã material.
4. Forro Dry Wall
Indicado para ruídos de impacto que vem do andar superior.
5. Vidro Sgg Stadip Silence
Vidro laminado com película de polivinil burital, que amortece o barulho.
6. Piso de borracha Mercur
Instalado com cola para borracha.
7. Janela anti-ruído
Janela com borracha de vedação, podendo ser instalada sobre janelas existentes.
Armários e estantes
de livros como isolantes acústicos.

•Paredes forradas com
carpete, tecido
ajudam na acústica.

•A
vegetação do lado externo
do edifício também pode contribuir para minimizar os ruídos de fontes externas.

•Forrar a laje com mantas de
lã mineral
antes da colocação do contrapiso para minimizar os ruídos do piso superior.

Soluções projetuais acústicas
3. Iluminação
Preocupação com o
projeto luminotécnico,
e suas derivantes: lâmpadas, luminárias, fios, interruptores; mas, pouco se fala sobre a importância da
iluminação natural ou zenital.
A luz solar é higienizadora, combate ácaros e fungos que são agentes de inúmeros processos alérgicos; contribui para o controle térmico dos espaços interiores de forma bioclimática; assim como é responsável pela atmosfera do espaço. A luz solar alegra e dinamiza o espaço, enquanto a sua ausência pode vir a torná-lo introspectivo, romântico. A ausência de luz solar por períodos prolongados e de forma constante pode causar depressão e irritabilidade.
A boa utilização das cortinas, persianas e brise são
determinantes
na composição da atmosfera projeto.
FACE NORTE:
tem claridade e sol durante todo o dia, de forma a se fazer necessário um maior controle através de cortinas e persianas com blackout ou com tecido mais pesados, preferencialmente sintéticos; brise-soleil, massa vegetativa.
FACE SUL:
praticamente não recebe luz solar nenhuma, porém bastante claridade. As cortinas podem ser de origem animal ou vegetal, pois não estam suscetíveis à ação dos raios ultravioleta que destroem as fibras naturais. O tecido pode ser mais leve, pois não necessita filtrar uma quantidade grande de luz.
FACE LESTE:
recebem luz pela manhã, para usuários que necessitam repousar um pouco mais nas primeiras horas da manhã, se faz necessário planejar cortinas com blackout ou mais pesadas. A luz matinal é estimulante e energética, ideal para dormitórios, reflete as cores de forma mais precisa.
FACE OESTE:

recebem a luz solar mais quente do dia de forma a torná-los demasiadamente quentes. Ao entardecer a luz solar torna-se mais amarelada, distorcendo e amarelando muito as cores.
ARTIFICIAL
• Incandescente
- vários formatos e acabamentos

• Halógena
–- par (refletor perabólico) palito, dicróica, bipino.

• Fluorescente
- vários formatos e potências.

TIPOS
FUNÇÃO

Iluminação geral, de fundo ou ambiente:
– auxiliar na percepção do ambiente como um todo, não ressalta nenhuma superfície ou objeto específico.


Iluminação de efeito:
– é a iluminação utilizada para criar pontos de interesse no ambiente.


Iluminação de tarefa:
– luz constante e direta que possuí a função de auxiliar no desenvolvimento de determinadas tarefas.

• Iluminação decorativa:
Cria efeitos decorativos sem no entanto ser utilizada como fonte de luz no ambientes.
EFEITOS
Efeitos de Luz Segundo a Orientação do Facho

Direta / Direta de efeito / Indireta / Built-in (indireta embutida) / Difusa / Wall-washing.


Efeitos de Luz Conforme a Luminária

Difusa geral / direta-indireta / semi-direta / semi-indireta / Indireta – direta.

• Atividades e tarefas
que serão desenvolvidas no ambiente.

• Idade
das pessoas que utilizaram o ambiente.

• Intensidade da
luz natural
do ambiente.

• Elementos a serem
destacados.


Atmosfera (s)
desejada.

• Cores e materiais utilizados nos
revestimentos
.

• Posicionamento
dos interruptores e tomadas para maior funcionalidade do espaço e conforto de seus usuários.

• O design das
luminárias.

Do que depende?
Luminárias
Distância
Leitura (do piso)
Base da cúpula ou refletor de 100 cm a 110 cm do piso
Leitura (na cama)
Base da cúpula ou refletor 50 cm acima do travesseiro.
Refeição
70 a 75 cm do tampo da mesa.
35 a 40 cm do plano de trabalho e de 25 a 30 cm na frente de quem a utiliza.
1,60 a 1,80m do piso.
1,80 a 2,00m do piso.
Tarefa
Arandela banheiro
Arandela living
A iluminação deve ser adequada para que se possa
visualizar os degraus.
Interruptor em paralelo
no início e no término da escada.
Iluminando a parede
ampliar o corredor da escada.
Quando possível utilizar de
iluminação zenital.

ESCADA
LIVING
Se o ambiente for
multifuncional
a iluminação deve procurar atender a todas as funções estabelecidas.
Iluminação geral
para que atenda as necessidades mínimas luminotécnicas do espaço.
Iluminação específica
da tarefa a ser exercida no espaço: exposição de objetos, refeição, trabalho, etc.
COZINHA
LAVANDERIA
Utilizar-se de uma boa
iluminação geral fluorescente
, e uma iluminação de tarefa para a área de passar roupas.
A função de recepção além de preparação dos alimentos, faz-se necessário planejar uma iluminação
multifuncional.
O circuito com luz geral, um segundo para a iluminação de trabalho e um terceiro circuito função de recepção,
com uma luz mais baixa que gere mais aconchego e intimidade ao espaço.
DORMITÓRIO
BANHEIRO
LAVABO
HOME
Luz
baixa
e passiveis de serem dimerizadas.
Iluminação mais voltada para a estética de modo a realçar a
composição o ambiente.
Uma luz um pouco rebaixada garante uma atmosfera sofisticada ao ambiente.
Iluminação geral pode ser feita com fluorescentes embutidas no teto,
lâmpada PAR 20,
que é blindada, para a área do chuveiro e iluminação incandescente nas laterais do espelho.
Plafon de teto e abajures, arandelas e spots direcionados
para iluminação de tarefa. Devem-se planejar
circuitos independentes
de modo a atender as diversas funções ao ambiente atribuído, tornando o ambiente versátil e multifuncional. Interruptores em paralelo auxiliam na boa utilização do espaço pelos usuários.
4. Conforto visual

Aspectos técnicos:
São os aspectos que objetivam o conforto físico do usuário: ergonomia, antropometria, circulação, acústica, luminotécnica, conforto térmico.

Aspectos estéticos:
São os aspectos que objetivam o conforto visual do usuário em busca de uma organização harmônica e criativa do espaço: formas, linhas, texturas, luzes e cores.

Aspectos psicológicos:
São os aspectos subjetivos do projeto que quando aplicados de forma correta podem auxiliar na estabilidade psíquica ao usuário

ELEMENTOS DO DESIGN
O espaço é o elemento essencial sem este não o projeto inexiste. É o ponto de partida para desenvolver-se o projeto, que quando corretamente trabalhado com os elementos compositivos pode propiciar diferentes sensações:
abertos / fechados, livres / enclausurados, seguro/ vulnerável.
ESPAÇO
FORMA
Retilínea -
criam a sensação de monotonia, devem ser usadas de forma criativa para explorar a pureza do ângulo reto.

Angular -
criam a sensação de movimento, mas quando utilizadas em demasia criam a sensação de irrequietação. Paredes inclinadas parecem mais longas.

Curva -
criam a sensação de continuidade, de constante movimento. Sua repetição em excesso leva a sensação de monotonia.

Reta -
quando predominante proporciona um caráter mais mais masculino ao ambiente.

Vertical -
aumenta a altura do ambiente, da dignidade e formalidade ao espaço, sensação de frescura e altivez : pé-direito alto, portas e janelas altas, pilares.
Horizontal -
linha relaxante e mais informal. Aumenta a largura ou comprimento dos ambientes: vigas, pisos em régua, móveis.

Diagonal -
sugere movimento, é mais dinâmica que as demais. Quando longa aumenta o espaço: paredes oblíquas, tetos inclinados.

Curva -
linha feminina, dá mais suavidade e movimento ao ambiente. Quando suave proporciona relaxamento: escadas, paredes de destaque, balcões e piscinas.

LINHA
Texturas visuais -
são bidimensionais, aquelas que reveladas por determinadas superfícies, embora lisas: veios de madeira, trompe l’óeil.

Texturas táteis -
são tridimensionais, com mais de uma altura de superfície. Destacam-se mais se dispostas em contraste com superfícies lisas: pisos de pedra, paredes de tijolo, veludo cotelê,

TEXTURA
Não há cor, forma, linha, e demais elementos compositivos.
Natural ou artificial pode transformar qualquer ambiente e criar diferentes atmosferas.
Com o domínio de suas propriedades podem-se conseguir soluções criativas e originais.
LUZ
Elemento que pode
propiciar a dissimulação espacial do ambiente:
aumenta / diminui o pé-direito, alarga / encurta o ambiente, esconde / evidencia elementos.
COR
PRINCÍPIOS DO DESIGN
Equilíbrio simétrico bilateral -
Quando o arranjo é equilibrado de elementos semelhantes e equivalentes dos dois lados opostos de um eixo mediano.

Equilíbrio assimétrico -
Quando a composição é equilibrada pelo peso visual dos elementos, independentemente de seus atributos estéticos.

Equilíbrio radial -
Quando a composição volta-se ao centro desta.

Desequilíbrio -
proporciona uma sensação de instabilidade, não é repousante e causa intranqüilidade.

EQUILIBRIO
RITMO
Pode ser definido como um
movimento organizado e contínuo,
a fim de criar movimento no espaço e torná-lo menos monótono. Torna o ambiente dinâmico.
HARMONIA
UNIDADE
ESCALA
PROPORÇÃO
CONTRASTE
CENTRO DE INTERESSE
VARIEDADE
PRINCÍPIOS DE ORDEM
É a disposição bem ordenada entre dos elementos de forma a propiciar um conjunto uníssono que se relacionam e se interagem.
O design de interior deve seguir o mesmo caráter da edificação que o contém, a edificação e os elementos que compõe os interiores devem ser correlatos.
Refere-se ao tamanho absoluto de um elemento comparado a outros tamanhos absolutos (grandes móveis devem estar distribuídos em grandes espaços). A escala do design de interiores é a escala humana.
É a relação estabelecida entre as partes de um todo, uma parte e o todo, ou entre um todo e outro todo (uma sala que não possua uma boa proporção entre largura e comprimento pode parecer um corredor).
O contraste entre opostos deve ser explorado, pois desta forma obtém-se efeitos mais ricos (brilhante / fosco, claro / escuro, liso e texturizado).
Estabelecer pontos focais valoriza a composição como um todo. O espaço será mais valorizado com centros de interesses que chamem a nossa atenção.
É sempre perigoso cair na monotonia ao elaborar-se um projeto; utilizar-se de diferentes linhas, formas, texturas, cor e luz são fundamentais para conseguir um resultado interessante.
Eixo, Simetria, Hierarquia, Ritmo, Dado, Transformação.
O QUE COMBINA COM O QUE?
propiciar aos
olhos equilíbrio
mas, a alma deve transmitir
harmonia.

ao iniciar um novo projeto de design de interiores deve sempre vir a mente ‘O que combina com o que’, mas principalmente de que forma pode-se traduzir a alma humana dos ocupantes do espaço em questão, utilizando-se de determinados elementos compositivos que são inerentes ao design de interiores: cor, luz, textura, linha, volume, padronagem, textura de forma harmônica e equilibrada.
COR
83% de nossa percepção de mundo nos é dado pela visão, desta forma faz-se necessário observar o IRC da lâmpada para uma boa reprodução da cor.
Cores da Luz, no qual a presenta um círculo cromático composto po 7 cores, atualmente utilizamos um círculo cromático de 12 cores.
ILUMINAÇÃO
CIRCULO CROMÁTICO
MATIZ:
são as cores puras, sem acréscimo do branco ou preto

NUANÇA:
são matizes acrescidas de branco

TONALIDADE:
são matizes acrescidas de preto

INTENSIDADE CROMÁTICA:
slide cor fria / quente


CORES QUENTES:
transmitem sensações de calor, alegria, movimento. Coordenam bem com madeiras escuras e dourados.

CORES FRIAS:
transmitem sensações de frescor, intimidade, introspecção, amplitude. Coordenam bem com madeiras claras e cromados em geral.


VERMELHO
Estimulante
Acelera as batidas
cardíacas
, elevando a
pressão
arterial
Provoca
inquietação
Gera
agressividade
•Cor dos imperadores romanos
Fortalecimento do corpo e energia física (
impulso sexual)
Força de vontade, conquista,
liderança
e senso de auto-estima
•Deve ser empregada em
detalhes de acabamento
, para esquentar uma composição
Sensação de
sucesso, força, aproximação de pessoas.
AMARELO
Luminosidade, sol
Alegria
Fartura

Desperta fome
•Cor dos imperadores chineses
Sensação de riqueza, intelectuo, otimismo
Reflete o hemisfério esquerdo do cérebro e com isso ligada a
inteligência e criatividade
;
Atrai dinheiro e poder
•Cor mais próxima do branco,
amplia e clareia o ambiente.
Dourado (variação) vibração elevada, vigor, intectualidade, nobreza.
LARANJA
Possui características do vermelho e do amarelo
Movimento e pressa
Sucesso, agilidade, boa sorte, prosperidade, cor associada a adolescencia
Cansaço visual
quando utilizado em grandes áreas.
AZUL
Equilibrio
Forma suave no
sistema nervoso
Repousante, tendencia a melancolia e consequentemente depressão
Reduz o stress, traz
saúde emocional
Meditação
Deve ser
evitada por pessoas com tendência a depressão.
VERDE
VIOLETA
Cor da
cura e esperança

Natureza, perserverança, satisfação e fertelidade
Características do
azul e amarelo
Equilíbrio e frescor
Em excesso determina
orgulho, superioridade e arrogância.
••Características do vermelho e azul
• Força
• Paz
• Nobreza
• Luxo

BRANCO
•Assepsia
•Paz
•Pureza
•Vibrante como o vermelho, gerando cansaço visual.
PRETO
Tristeza.
Depressão.

MARROM
Pesar
Melancolia
Resistência
Cor da
disciplina, regras e uniformidade.

Unidade I
PROJETO DE INTERIORES RESIDENCIAL
COMPOSIÇÃO DE PROJETO?
Revestimento
Luminotécnico
Paginação de gesso
Paisagismo
Decoração
LAYOUT
Base dos nossos serviços (como em qualquer ramo de projeto de interiores) será a partir do
esboço de definição do espaço, a partir da distribuição ergonomicamente correta,
que poderemos desenvolver as atividades complementares.

Lembre-se sempre, a necessidade de validação por parte do cliente desta etapa de projeto, inviabiliza a definição de um projeto executivo, sem a confirmação do cliente de que está atendendo a demanda de necessidades.

Utilizar-se do
3D
é um método assertivo de venda do projeto, nesta fase esboçar como o projeto irá começar por meio de técnica tridimensional, possibilita ao cliente o
entendimento "completo" da composição de projeto.
Trataremos da paginação dos revestimentos (onde inicia o assentamento e/ou aplicação do material especificado) para que possa ser minimizado e/ou previsto os recortes dos materiais, junções, colagens, trocas de cores...
Para cada material especificado, devem conter em projeto nome do material, acabamento previsto, quantitativo, onde começa e onde termina, composições completas.
Revestimento não refere-se APENAS a pisos e azulejos, consideramos ainda, pastilhas, porcelanatos, laminados, vinílicos, papel de parede, madeira, tecidos, pintura, entre outros. Qualquer material aplicado em parede, piso e teto.
Deve-se definir paginação de paredes de
drywall e gesso rebaixado.

Essa etapa é associada ao
projeto luminotécnico
, pela necessidade de locação dos pontos e luminárias.

Para parades de drywall:
especificar tipologia das placas, espessura das mesmas, cotar as áreas internas e prever amarração de locação das paredes.

Para forro de gesso:
orientar as sancas, molduras, juntas de dilatação (se houver), cotar as áreas e prever amarração dos forros.
Projeto que garante
efeitos e destaque.

Uso de iluminação
geral
(total),
indireta
(embutidas) e
direta
(pontual e direcional).

Associado ao
projeto elétrico
(contemplar a locação de tomadas e interruptores). *se constar em escopo de contrato.
Tratativa referente aos
elementos de paisagem.

Caminhos, iluminação, revestimentos, mobiliário, vegetação, entre outros.
* quase um novo projeto
Trata-se dos
elementos pontuais
, "móveis", que garantem a humanização dos ambientes.

Vasos, cortinas, roupas de cama, cabeceiras, tapetes, quadros, entre outros.

É etapa de projeto de interiores residencial (merece material técnico!)
Detalhamento de móveis
sob medida:
conforme a necessidade do ambiente e parcularidades do cliente a fim de aproveitar os espaços (é necessário o detalhamento prévio da marcenaria para encaminhar ao profissional que irá desenvolve-la).

planejado:
não é personalizado, é modular, formatado por peças modulares, e a necessidade da paginação e locação das peças.
PAINEL DE COORDENAÇÃO
Prancha onde os materiais de
revestimentos
são expostos de forma harmônica de modo a propiciar uma visão da composição proposta pelo interior design para um determinado espaço.
••

O que vai ser exposto na prancha são as amostras dos materiais que serão empregados no projeto. Estas
amostras devem ser numeradas
para podermos relaciona-las no memorial descritivo ou no próprio desenho.
PAINEL ARQUÉTIPO
PAINEL SEMÂNTICO
Modelo ou padrão passível de ser reproduzido em simulacros ou objetos semelhantes referente a sensação.

Representação por meio de imagens de informações/premissas pessoais e necessidades do cliente (vínculo afetivo).
Modelo ou padrão passível de ser reproduzido em simulacros ou objetos semelhantes referente a texturização.

Representação por meio de imagens de informações/premissas/gostos projetuais cliente (vínculo projetual).
Até que ponto o lar é o reflexo da sociedade?
É no lar que as pessoas desenvolvem
diferentes tipos de relações,
um refúgio onde os objetos e elementos podem se tornar facilitadores das relações. Este conceito (Hiperrelacional) é tema do quarto artigo da série Living Trends, que aborda as tendências apresentadas pelo pesquisador italiano Francesco Morace durante o 5º Fórum Internacional de Arquitetura e Construção.


O lar é um espelho da estrutura social.
Esta suposição simples constitui a base da tendência de Hyperrelational, marcando um novo limite entre o indivíduo e o coletivo. "A casa é vista como uma plataforma do convívio social, com a família e diferentes situações", explica Francesco Morace.

O conceito entre público e privado de alguma forma se misturam
. A casa como um espaço social exige flexibilidade e objetos multifuncionais. Para isso, os espaços devem ser abertos e permitir rapidamente a alteração do layout. Torna-se, assim um local funcional e plástico para se viver junto, onde é possível compreender melhor as exigências da vida em sociedade e no cotidiano.
A tendência de morar
Hyperceptive

Este conceito está relacionado ao desejo das pessoas de
experimentar novas qualidades perceptivas e também ao retorno hedonista (pautado pelo prazer) dos anos 80.
Supõe que a
experiência sensorial
é uma fonte poderosa para alcançar uma introspecção psicológica mais alta. De acordo com ele, a experiência individual é o resultado de uma interação constante entre o mundo externo e interno, que se torna mais eficaz quando desperta
os cinco sentidos e o poder de intuição (sexto sentido)
. "Vivemos num mundo cada vez mais sensorial, sobretudo na forma como as pessoas se relacionam com os objetos", explica Morace. Não se trata, necessariamente, de algo que proporcione status ou luxo, mas do aspecto emocional. "O mundo do Design mudou, será focado na matéria, nas texturas, no macio e envolvente", completa Morace.


CINCO SENTIDOS
O valor do mundo sensorial, os comportamentos hedonísticos e o prazer individual; a procura pelas qualidades escondidas em seu próprio mundo interior, a procura pela magia nos prazeres cotidianos pequenos, e equilíbrio harmônico entre o que é novo e o que é familiar.

SEXTO SENTIDO
O uso da tecnologia autoriza a experiência sensorial, objetos tornam-se mediadores em direção a um mundo sensorial, objetos equilibram os mundos externo e interno, o papel principal do espaço doméstico é o enriquecimento pessoal.

As cores...
O uso correto das cores pode
alterar a atmosfera de um mesmo ambiente.

A definição das cores é
subjetivo.

As mulheres tem
percepções mais aprofundadas
do que os homens.

Possibilita-se várias
combinações
(monocromáticas, primárias, policromáticas, entre outros).

Cromoterapia, Signos, Feng Shui.
ROSA
Cor do
romance e do amor espiritual
(sem conotação sexual)
Vermelho com tempero do branco
Afasta as energias negativas e promove a
fraternidade.
CINZA / PRATA
Cor do equilíbrio e da estabilidade
Medo e depressão
Evite usar em paredes.
As cores e os efeitos que produzem...
Para o corredor/circulação parecer mais curta
Orienta-se adotar a pintura da parede ao fundo com uma cor mais quente ou escura.
Para o pé direito parecer mais baixo e aconchegante
Orienta-se adotar a pintura do forro com uma cor mais quente ou escura.
Para dar a sensação de mais fresco/arejado
Orienta-se adotar a pintura mais fria e o teto com uma tonalidade mais clara, a fim de simular que o teto é mais alto do que é.
Para dar a sensação de o ambiente maior
Orienta-se adotar cores frias de tonalidade claras possibilitando maior permeabilidade de luz.
Para dar ocultar elementos construtivos
Torna-lo elemento de fundo na composição, adotando a mesma cor da parede ou teto.
Para dar destaque em elementos
Orienta-se adotar cores de contraste.
Cores frias: afastam as superfícies utilizadas para ampliar ambientes pequenos, os ambientes ficam mais repousantes.

Cores claras: reflexão da luz, aumentando a claridade.

Cores quentes: aproximam as superfícies proporcionando espaços mais aconchegantes.

A mesma cor do piso integra e cria sensação de continuidade espacial.
PROJETO EXPRESS
Mãos a obra!
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