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Copy of Ano Letivo 2013/2014

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on 10 July 2015

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Transcript of Copy of Ano Letivo 2013/2014

Eva Azevedo, Francisca Cunha, Mariana Travassos, Mariana Leitão
Docente: Catarina Ribeiro

Roberts Apperception Test for Children (RATC)

Avaliação Psicológica e Diagnóstico 2013/14
1. Versão
2. Autor
3. População
4. Idades
5.Aplicação
6. Duração:

7. Adaptação e normas para portugal
8. Principais características psicométricas
9. Utilidade; potencialidades e limitações
10. Cotação
11. Indicação de artigos científicos

20-30 min. | 30 - 40 min. (administrar e cotar)
1ª | 2ª

Roberts e McArthur, 1995 | Roberts e Gruber, 2005

  Individual

Avalia genericamente a perceção que a criança tem do seu mundo interpessoal (McArthur & Roberts, 1995)

Como
Elicitação de histórias a partir de 16 cartões que evocam diferentes temáticas interpessoais, depois codificados de acordo com categorias pré-definidas pelos autores (Teste projetivo)



População Al
Crianças | Crianças e adolescentes dos 6 aos 18 anos
(pode ser problemática a utilização nos extremos do intervalo etário).

“Tenho algumas imagens que te vou mostrar, uma de cada vez, e gostava que construísses uma história acerca de cada uma. É importante que digas o que está a acontecer e o que Aconteceu antes, o que é que eles estão a sentir, o que estão a pensar e como acaba a história”.

Pede-se que a criança use a imaginação, de acordo com as instruções sugeridas pelos autores.

Cartão 1- Confronto famíliar

11 com versão masculino/feminino

5 comuns a ambos os sexos

27 cartões

Material

Adaptação e normas para Portugal





-80 crianças “bem ajustadas”
avaliadas em meio escolar
-6 aos 9 anos de idade
-Masculino/ feminino, 20 de cada
género x faixas etárias; 6/7 e 8/9 anos
-Escola de Braga
-Considerada a variável socioeconómica
-Considera a variável área urbana-rural


 



(Gonçalves, Morais, Pinto e Machado, 1999)


-44 crianças que tinham procurado ajuda
psicológica nas zonas de Braga ou Porto

Perturbações de comportamento (6)
P. de ansiedade (15)
P. de Humor (9)
Dificuldades de aprendizagem (3)
PHDA (2)
P. de eliminação (2)
Diagnósticos múltiplos (7)
Amostra clínica
Amostra não-clínica


Amostra não clínica

a) Precisão/fidignidade
Grau médio de acordo interjuízes 97,9%

b) Validade
Temáticas 92,4%
Na generalidade foi possível categorizar as respostas da amostra com as categorias americanas

c) Variáveis Modeadoras
Género: Raparigas níveis mais elevados de ansiedade
Idade: Não há redução de exigências (Ansiedade,
Agressão, Rejeição) mas há um aumento de recursos
(Pedido de ajuda e suporte)
NSE: Não há diferenças estatisticamente significativas



Características Psicométricas
Amostra clínica

a) Precisão/fidignidade
Grau médio de acordo inter-juízes 89%;

Resultados esperados: Escalas clínicas mais elevadas na amostra clínica e escalas adaptativas mais elevadas na amostra adaptativa

A maioria das diferenças ocorre em variáveis de resolução de problemas
Características Psicométricas
Utilidade

Avalia genericamente a perceção que a criança tem do seu mundo interpessoal (McArthur & Roberts, 1995)

Concretamente no RATC pressupõe-se que quando são apresentados às crianças desenhos ambíguos de crianças e adultos em interacção diária elas projectarão os seus pensamentos, preocupações, conflitos e estilos de coping nas histórias que criam (Gonçalves et al, 1999).




Utilidade; potencialidades e limitações

-Recursos disponíveis 
-Identificação de problemas 
-Resolução de problemas
-Emoções
-Resultado/Consequência
Versão:
Autor:
Aplicação:
O que avalia:
Como?
Administração:
População Alvo:

-Amostra portuguesa apenas duma região do país (Braga);

-Natureza da amostra clínica: diagnósticos de um único terapeuta;

-Risco de hiper-interpretar os conteúdos presentes nas respostas -
conjugar com outros dados de avaliação, recolhidos através de outro instrumentos e junto de diferentes interlocutores

-Especialmente construído para crianças e adolescentes

-Acontecimentos quotidianos significativos (estudos)

-Codificação e interpretação estruturados com acordo interjuízes elevado

-Permite pensar em metas terapêuticas (Outras informações)


Potencialidade/Vantagens

Limitações
Cada história é codificada separadamente

Conversão em notas T (Tabelas).

8 escalas adaptativas
5 escalas clínicas
3 indicadores.

1.Escalas Adaptativas
Pedido de ajuda (REL)
Suporte de outros (SUP-O)
Suporte da criança (SUP-C)
Limites do comportamento (LIM)
Identificação do problema (PROB)
Resolução (RES)
RES-1
RES-2
RES-3
2. Escalas Clínicas
Ansiedade (ANX)
Agressão (AGG)
Depressão (DEP)
Rejeição (REJ)
Não resolvido (UNR)

3. Indicadores Clínicos
Resposta atípica (ATY)
Resposta mal-adaptada (MAL)
Recusa (REF)
Sem pontuação (SEM SCORE)


Cotação
Nome: Diferenças no funcionamento emocional, comportamental e social (Roberts Aperception Test for Children) e na autoestima (Rosenberg Self Esteem Scale), entre jovens institucionalizados e não institucionalizados
Autores: João Canais, 2012
Objetivos: verificar a existência de diferenças entre uma amostra de jovens institucionalizados e uma amostra de jovens não institucionalizados
Resultados: Suporte aos outros, identificação de problemas, resolução 2, problema não resolvido.

Nome: The Roberts Apperception Test for Childre: An Exploratory Study of Its Use with Sexually Abused Children
Autores: William Friedrich e Mechael Share, 1997
Objetivos: Comparação de respostas de crianças vítimas de abuso sexual/ sem evidencias de abuso sexual /Possível abuso sexual ao cartão 15 (Nudez/Sexualidade)
Resultados: Crianças que foram sexualmente abusadas têm maior probabilidade de perceber uma componente sexual nas relações interpessoais

Indicação de artigos científicos que tenham estudado a prova

Canais, J. (2012). Diferenças no funcionamento emocional, comportamental e social (Roberts
Aperception Test for Children) e na autoestima (Rosenberg Self Esteem Scale), entre jovens
institucionalizados e não institucionalizados (Dissertação de mestrado não publicada). Instituto
Superior Miguel Torga, Coimbra

Gonçalves, M., Morais, A., Pinto, H. & Machado, C. (1999). Teste aperceptivo e Roberts para
crianças (R.A.T.C). Universidade do Minho: Instituto de Educação e Psicologia.

Friedrich, W., Share, M., (1997). The Roberts Apperception Test for Childre: An Exploratory
Study of Its Use with Sexually Abused Children. Journal of child abuse, 6, 83-91

Referências bibliográficas
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