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Corporeidade, gênero e sexualidade: formas de ser

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Eduarda Mello

on 15 December 2014

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Transcript of Corporeidade, gênero e sexualidade: formas de ser

A Dimensão Humana da Corporeidade
Pressão: padrão de beleza; preocupação estética

Sociedade pós-moralista; bem estar individual na sociedade

Alcançar a felicidade; busca de uma imagem por particularidades individuais
Platão: ideias e sentidos
As ideias não são criadas pelos seres humanos por meio de pensamentos, as ideias são eternas e perfeitas.

O corpo humano é parte do mundo sensível, enquanto a alma é parte do mundo ideal

O ser humano é uma união de um corpo fisico mortal com uma alma ideal imortal e é por meio do cuidado com o corpo que podemos cuidar da alma, para Platão, então, a alma é o recheio do corpo.
Aristóteles: Materia e Forma
Defendeu a noção de hilemorfismo, todas as coisas são resultantes de dois principios diferentes e complementares: a materia e a forma.

Matéria = aquilo de que a coisa é feita

Forma = faz com que a coisa seja aquilo que é

A matéria e a forma são inseparáveis, entretanto distintas, pois uma só age em conjunto com a outra

A concepção de Aristóteles diz que a alma é aquilo que anima o corpo, por isso é chamado de organica, pois o corpo e a alma formam um organismo

Então para Aristóteles a alma continua sendo o recheio do corpo
Espinosa: Corpo e Mente
Contrariando a tradição filosófica, Espinosa afirma que corpo e mente não são a mesma coisa

Ele nega que a mente prevaleça sobre o corpo

Nem o corpo obriga a mente a pensar, nem a mente pode forçar o corpo a agir. Tanto pensar e agir tem a mesma condição: corpo-mente

As ações do corpo dependem dos estimulos que elas recebem=afecções

Não há um recheio para o corpo, ele é o proprio recheio


A Filosofia na História
A filosofia na história grega antiga dava grande importância ao corpo.

A contemplação pela força e beleza do corpo produziu disputas, as quais os guerreiros eram belos, fortes, agéis e astutos, mantendo um padrão de beleza da época.

Para os gregos, o ser humano é contituído de soma (corpo), quantia de matéria e, PSIQUE (alma), o sopro que anima a matéria.
Corporeidade, gênero e sexualidade: formas de ser
Novos conceitos da Filosofia do Corpo
No século XX a filosofia recebeu contribuições de Maurice Merleau- Ponty e Michel Foucault

Ponty desenvolve o conceito de Corpo Próprio. Ele criticou a filosofia e a fisiologia por serem mecanicistas, em outras palavras, o corpo é pura materialidade e só ganha sentindo se for recheado por uma mente ou alma.

O corpo próprio é a sede da percepção do mundo e de si mesmo, possibilidade única de existencia concreta.
Foucault reflete o corpo como um lugar em que o poder atua. O desprezo pelo corpo é apenas aparente .

Durante a idade moderna, foi feito grande esforço para manter o corpo controlado (usado como instrumento de trabalho).

A não preocupação com o corpo era uma forma de não perceber sua submição e os mecanismos de controle aos quais estava submetido. Tecnologia de controle = Poder disciplinar = atua individualizando os corpos.


O sexo é biológico, mas as maneiras de vivê-lo são culturais, por isso se modificam de pessoa para pessoa, de cultura para cultura, de uma época para outra.
Sexualidade: entre o biológico e o cultural
Sexo: como prazer x Sexo: como reprodução
Segundo Focault, foram encontrados dois caminhos= arte erótica e conhecimento cientifico.
A dimensão simbólica = universo da cultura (que diz respeito a como representamos e como vivemos a corporeidade e que se coloca para além do biológico).
A moralidade do sexo está em reprimir certas prática e legitimar outras.
A vivência da sexualidade é uma mistura e conjunção dos fatores biológico e cultural.

Simone de Beauvoir
Construção da sexualidade = biológica, cultural e histórica.

A “porção mulher” que traz em si é aquilo que o faz viver.= o ser humano não pode ser simplesmente dividido em homem/mulher, maculino/feminino.

Para ser plenamente humano é preciso ser masculino/feminino ao mesmo tempo. Essa postura é um combate ao machismo, mas também uma crítica ao feminismo.

Afirmou que “Ninguém nasce mulher, mas torna-se mulher” conforme vive. O “ser mulher” não é uma essência, que se realiza, mas uma construção que cada mulher faz em sua vida.


Gênero e Sexualidade - Flap Jack
Falta alguma coisa!
Bruna Tamujo, Eduarda Mello, Ingrid Becker e Luíza Santos
Turma 4m
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