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AS PERFORMANCES DISCURSIVAS DE MULHERES NEGRAS EM UMA COMUNIDADE PARA NEGROS NA ORKUT

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Glenda C Melo

on 26 November 2013

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Transcript of AS PERFORMANCES DISCURSIVAS DE MULHERES NEGRAS EM UMA COMUNIDADE PARA NEGROS NA ORKUT

As Performances Discursivas de Mulheres Negras em uma Comunidade na Orkut
Investigar
performances
identitárias
encenadas por
mulheres negras
em uma
comunidade da Orkut
Censo 2010:
último segmento da pirâmide social,
inferiores aos homens,
às mulheres brancas e aos homens negros.


Muitas vezes:
vivendo na invisibilidade e à margem da sociedade;

Venturi & Recaman (2009):
as desigualdades entre brancas e negras
estão em todos os campos da sociedade.

Ribeiro (2009:89),
a perpetuação do machismo
e do racismo produz diversos
“estigmas de objeto sexual,
serviçal e subserviente”
sobre estas mulheres.
Teorias Queer
Estudos Linguísticos e questão racial
Lacuna

Exceções:
Ferreira (2009 e 2006) e
Moita Lopes (2003)

Pensamento de Venn (2000) e Santos (2004)
Visível as mulheres negras
como sujeitos sociais.


Moita Lopes (2006a) e Pennycook (2006):
Linguística Aplicada Mestiça

Bastos & Moita Lopes (2010)
ótica sem binarismos,
sem identidades fixas e estanques
Henrique (2007:02):
mito da convivência pacífica
entre o índio, o negro e o branco.
Sodré (1999:76),
no Nordeste, família grande com filhos, parentes diversos e na senzala,

“à sombra da casa-grande, vivia o escravo, escala mais baixa da pirâmide social”.
Telles (2003:50),

Casa Grande & Senzala, de Gilberto Freyre,
influenciou toda a construção social e discursiva de miscigenação e de democracia racial no Brasil,
dos anos 30 até o início dos anos 90.
Telles (2003) e Sodré (1999),
a propagação dos discursos de democracia racial durante o Regime Militar, especificamente entre 1967 e 1974, apagou-se o racismo e singularizaram-se as diferenças e as possibilidades de ser negro
Segundo Telles (2003),

a realidade da democracia racial ganha outro contorno quando o racismo é revelado nas Ciências Sociais pelo trabalho de Florestan Fernandes (1964).
Temos uma quebra de paradigma que questiona os discursos da democracia racial.
Na perspectiva de Derrida (1988[1972]), poderia se compreender que esses atos de fala performativos da democracia racial foram assimilados por muitos brasileiros e reforçados a cada enunciação durante séculos.

A repetição de tais atos de fala ocasionaria a assimilação de que a igualdade racial no Brasil existiria, as visões de que os negros não seriam inferiores aos não-negros e as oportunidades seriam para esses grupos idênticas.

Os efeitos dessas tentativas de escamotear a hegemonia branca racial e controlar os negros e as negras geraram sofrimentos e dores que se propagaram ao longo dos anos.

Os discursos essencialistas , de defesa dos negros são estratégicos e necessários em situações diversas como a de combate ao racismo ou aos discursos de igualdade social.

Pensar em teorias queer é refletir sobre uma política pós-identitária, um movimento fluído despreocupado com a fixidez, a estabilidade, as normalizações; para Sullivan (2003), Wilchins, (2004), Loxley (2007)
Uma perspectiva teórica que almeja questionar as regras cristalizadas, independentemente se ela for de sexualidade, de gênero ou de raça (SOMMERVILLE, 2000; SULLIVAN, 2003; BUTLER, 2004; BARNARD, 2004; LOURO, 2004, WILCHINS, 2004).
Uma teorização da pós-identidade, que visa a contestar os significados, as verdades, as subjetividades e os binarismos cristalizados trazidos pelos diversos discursos da Modernidade.
A linguagem é central nesta discussão, porque é por ela que os corpos
são constituídos nas práticas sociais,
o discurso é central na reinvenção do outro e de nós mesmos.
Por meio da linguagem, compreendida como ação no mundo, ou seja,
como performativa, agimos nas práticas sociais
e podemos nos reinventar (PENNYCOOK, 2007).
Sommerville, 2000; Sullivan, 2003; Barnard, 2004 e Wilchins, 2004

contesta o conceito de raça difundido pela ciência da raça.
determinada biologicamente e de que as características físicas/psicológicas são as únicas determinantes na constituição do sujeito.
raça é uma construção social, discursiva e performativa, assim como a sexualidade e o gênero. Fazendo um paralelo com Butler (2004) que entende o gênero como performativo, ou seja, a repetição de atos de fala é institucionalizada pelo corpo; na questão racial, teríamos o mesmo processo performativo.
o sujeito social seria resultado dos efeitos dos discursos que o constituem (SULLIVAN, 2003); sendo assim, ser negra ou amarela ou branca seria o resultado dos diversos atos de fala performativos a que os corpos ébanos, amarelos e brancos são expostos desde seu nascimento.
Raça e Teoria Queer
Em outras palavras,
segundo Wilchins (2004),
a raça estaria
relacionada à identificação e à política.

Ela ganharia existência
através dos vários atos de fala; assim, como postula Butler (2004) sobre o gênero, sem esses atos não haveria raça.


Além disso,
ela seria construída culturalmente,
em momentos históricos
específicos de modos
diferentes.
Considerando o contexto brasileiro,
em que a construção discursiva de raça
está permeada pelos atos de fala
performativos de democracia racial
e miscigenação,
desconstruir os discursos de inferioridade
da mulher negra passaria
por contestar os efeitos desses atos de fala



Seria também, mesmo com a dificuldade e complexidade indicada
por Henrique (2007) ao falar de questões
raciais neste país, analisar as diversas denominações para a cor da pele tais como:
morenas (jambo, clara, escura), mulatas,
mestiças, ‘marrom bombom’, ‘chocolate’,
mameluca, vermelha, pretas, negras,
café com leite, dentre outras.
É de dentro desta lógica que
precisamos olhar para as
questões raciais brasileiras.

Tendo como suporte o que Butler (2004)
diz sobre a sedimentação da ideia de gênero pela repetição dos atos de fala.

Ao sedimentar esses discursos de democracia racial e/ou
ideias sobre miscigenação,
a raça como entendida aqui
passaria a existir pela
repetição de discursos da democracia racial e convivência harmônica entre as raças.
Sommerville (2000) e Barnard (2004),
a sexualidade não
poderia ser estudada
independentemente da raça e vice-versa.
Wilchins (2004:115) complementa dizendo que uma análise que contempla a raça isoladamente propiciaria uma visão incompleta do negro ou do não-negro.

Como vimos, a teoria queer busca contestar a questão racial perpassada por determinantes da biologia
ou da ciência da raça e chancela a
compreensão do sujeito social pela integração
entre raça, gênero e sexualidade,
classe social e nível de escolaridade.
De acordo com Moita Lopes (2010:398),
“a tela do computador deixa de ser somente
um local
onde se busca informação e passa a ser principalmente um lugar de construção, de disputa, de contestação de significados”.
Neste prisma, os novos letramentos digitais são compreendidos, segundo Lankshear & Knobel (2008:64) como “modos socialmente reconhecidos de gerar, comunicar e
negociar conteúdo significativo por meio de textos codificados
dentro de contextos de participação
em Discursos
(ou como membros de Discursos)”.
Novos Letramentos Digitais
Contexto e
Metodologia de Pesquisa
Comunidade da Orkut, CN
Criada em 2004 por negra
Quatro moderadores negros.
29.129 membros.
Negros e negras
de diferentes classes sociais,
estados brasileiros,
graus de escolaridade.

Fórum 07 de julho de 2011
O título: Mulheres Negras Brasileiras
Sou novata nesta comunidade e tenho acompanhado as discussões por aqui. Tenho três aspectos que gostaria de apresentar:

1) À medida que a mulher negra estudaria e ascenderia socialmente, ela encontraria dificuldades para se colocar no mercado de trabalho, já que estaria disputando o mesmo espaço que a mulher não-negra. Ocorre, então, uma luta constante para que ela se insira e se mantenha nesse mercado.

2) Além disso, essa mulher, ao sair da invisibilidade e ocupar cargos mais altos, teria que provar sua competência o tempo todo, nas situações mais diversas possíveis e com salários muitas vezes desiguais.

3) Quando essa mesma mulher ascende socialmente, é bem-sucedida depois de muito lutar, ela enfrentaria a solidão e seria excluída de relacionamentos com homens negros e não-negros.

O que vocês pensam sobre isso?

abraços!

Segundo Hines (2000),

essa etnografia nos permitiria responder alguns questionamentos ocorridos no ambiente online, tais como: as experiências vivenciadas na rede, como são as performances de identidade neste espaço, entre outras.
uma nova perspectiva de presença, de temporalidade e de espaço
o papel transformador da tecnologia
Cunho Etnográfico Virtual

Instrumento de geração de dados:

mensagens trocadas entre as participantes citadas e a pesquisadora.

Arcabouço Analítico:

Enquadre e Alinhamento de Goffman ([1979], 1998).

Podem contribuir para a compreensão das interações que ocorrem em ambientes virtuais.
Participantes do Fórum:
15 membros,
6 negras e 9 negros.
ativos na comunidade.

Para este artigo
o foco na interação entre Nina, Lívia,
Nara e a pesquisadora.
única participação masculina,
não ratificada pelas participantes.
Enquadre:
a atividade estaria sendo encenada
e os sentidos dados pelos falantes ao que dizem, nos permite analisar que performances identitárias são encontradas nos fóruns.

Alinhamento

Goffman ([1979], 1998:70): “... a postura, a posição, a projeção do “eu” de um participante
na sua relação com o outro, consigo próprio e com o discurso em construção.

Pelos enquadres e alinhamentos: analisar as performances.
De acordo com a Unesco (2010),
África ‘branca’: a tradição antiga de exportar escravos para países árabes, especialmente para o Sudão.

Até o século XVI, nas escravarias européias era possível encontrar em grande quantidade, segundo Henrique (2007), de listas de escravos árabes, turcos, gregos, búlgaros, eslavos, dentre outros.

No século IX, os negros africanos começaram a ser vendidos como escravos para a região do Mediterrâneo, Oriente Médio e regiões da Ásia.

Esse comércio neste contexto continuou por vários séculos, finalizando por completo no início do século XX.

Final do século XVII: escravidão era automaticamente relacionada ao negro.
10 milhões para América; 3,6 a 4 milhões para o Brasil;
a mesma quantia morta no trajeto.
A interação: comentário da pesquisadora, se apresenta como uma mulher negra recém-chegada à comunidade. Acompanha as discussões, mas não explicita de quais delas tem participado.
Questiona os membros sobre 3 temas, os dois primeiros estão relacionados às mulheres negras e o mercado de trabalho.
Verbos no futuro do pretérito (estudaria, ascenderia, encontraria e estaria) e o presente do subjuntivo (insira e mantenha) para caracterizar uma ideia hipotética.
Quanto ao terceiro tópico, relacionamentos afetivos: presente do indicativo, relatando uma ação cotidiana e o futuro do pretérito reforçando a mesma ideia hipotética e aparentemente distanciando a pesquisadora do discurso citados anteriormente.
Ao final da instrução, há uma clara interpelação às participante: pronome vocês e pelo verbo achar.
Enquadre:
conversa on-line entre 4 mulheres negras
sobre trabalho e relacionamentos afetivos.

Nina e Lívia que cumprimentam a pesquisadora pelo tópico, se posicionam favoravelmente aos temas sugeridos, concordando com as questões apresentadas e complementando com exemplos ou explicações.

As duas participantes se engajam na discussão, defendendo a postura pró-negritude presente nos discursos da comunidade.
Como indicado por Wilchins (2004), a raça estaria relacionada à identificação e à política.
Nas mensagens, as participantes se identificam como mulheres, negras, solteiras e bem sucedidas.
Elementos linguísticos: pronomes pessoais como nós ou eu (como sujeito oculto ou claramente marcado no texto), você, nos e o termo a gente.
3 tópicos interacionais: o tempo verbal predominante nas mensagens é o presente do indicativo (concordo, estou, sou, tenho, estão, conheço, é, sei, etc).
Ideia de cotidiano, o expressar opinião ou crenças sobre as mulheres negras brasileiras.

Tópico interacional sobre o trabalho,

Nina, Lívia e Nara se alinham em concordância à pesquisadora
e entre elas.
Todas refutam o estigma de “... serviçal e subserviente”, citados por Ribeiro (2009:89).
Nesse alinhamento, Nina introduz uma reflexão e uma indagação trazendo a responsabilidade da profissionalização para as mulheres negras,
Colocando a questão apenas como um problema que deve ser resolvido pelas raças negras, sem considerar a influência de outras raças na constituição do sujeito social.
Em relação à identificação e política (Wilchins, 2004), Nina aborda também a importância de mulheres negras se identificarem com outras negras bem sucedidas ao procurarem emprego nas linhas de 4 a 10.
Nara se alinha à Nina ao mencioná-la e ratificar o que a segunda disse sobre a formação, os cargos de chefia e o empreendedorismo para as mulheres negras.
Nara introduz as questões do racismo e dos estereótipos diversos ao avaliar as performances das mulheres negras.
Segundo Barnard (2004) e Sommerville (2000), a raça perpassada por categorias.
as participantes parecem reconhecer que as mulheres são constituídas por raça, gênero e classe social
(linhas 2, 3, 20, 21) e 50).
Microenquadre:
Denúncia de Racismo

A participação de Sérgio.

Primeiro, ele sugere que membros
participem da ‘conversa’;

depois, introduz tópico afrociberativismo
por meio de um link que direciona
para fórum da mesma comunidade.
Enquadre:
Conversa online
de mulheres negras sobre o trabalho e relacionamentos afetivos

O tópico interacional:
Mulheres negras e relacionamentos afetivos se torna o principal do fórum.

Alinhamentos:

de concordância entre as participantes quanto aos temas propostos pela pesquisadora:
Linhas 20, 47
de cumplicidade e de brincadeira entre Nina e Lívia:
linhas 24 à 32
de discordância de Nara com Lívia e Nina:

Símbolos da Internet:
empregad@s - linha 6
\o/ - linha 1 = uhul!
XD - linha 26 = morri de rir ou de vergonha.
Rir mostrando a língua
pq = porque
tb= também
td = tudo
vc = você
he he he= risada
Segundo a proposta de Butler ([1990] 2003),
contestar a relação
de poder que os binarismos
expõem e os efeitos disso nas
práticas sociais diversas.
Nara é a participante que questiona
a postura essencialista adotada
pelas outras colegas.
"me referi a namorar uma pessoa não-negra,
pq sei que o histórico da comunidade é tender a apoiar os relacionamentos entre negros, o que eu super aprovo tb, desde que não joguem pedra em quem não escolheu o mesmo.
lembra do post do MVbill que o povo reclamava de ele ser casado com uma branca? assim com já falaram de outros lideres negros na mesma situação... isso pra mim não diminui a consciência de ninguém, desde que a pessoa seja consciente de verdade e o MVBill no caso, é. daí ele vai fazer o que? divorciar pq a mulher é branca e procurar uma negra? aahh, o buraco é mais embaixo, né..." (Nara, 2011)
Performances discursivas/identitárias
Trabalho, no enquadre citado:
intersecção entre raça, gênero, classe social e nível de escolaridade.
Questionam a lógica de que à raça negra são destinadas as carreiras de invisibilidade.
Comentam que as negras precisariam ocupar outros cargos e serem empreendedoras.

Por outro lado, essas mesmas mulheres, pelo fato se serem negras, teriam de lutar ainda mais por seus direitos e contra os preconceitos/estereótipos diversos.

Sobreposição da raça em relação às outras categorias:
Ao mesmo em que Nara, Lívia e Nina se aproximam de uma posição mais queer, por encenarem performances identitárias que contestam os sentidos normatizados e cristalizados sobre as mulheres negras e trabalho,
elas também destacam que a questão racial é central
Relacionamentos afetivos,

projetam performances de mulheres negras, críticas, solteiras, bem sucedidas e que em sua maioria apoiam relacionamentos afetivos apenas com homens negros conscientes.

Notamos o discurso reproduzido na Modernidade de posição essencialista e político em defesa da valorização da mulher negra e do homem negro, vistos como sujeitos sociais unos e com identidades fixas.
performances encenadas: mulheres negras são heteronormativas e se casariam com homens negros heteronormativos e conscientes.
Nina e Lívia encenam performances de solteiras, mulheres, negras e bem sucedidas que teriam relacionamentos heteronormativos e com negros conscientes.
Performances discursivas de relacionamentos afrocentrados, como mostram as linhas de 25 a 31.

Retomando Wilchins (2004:115), uma análise que contempla apenas a raça isoladamente pode propiciar uma visão incompleta das mulheres negras.
Na contramão: Nara a encenar performances discursivas que defendem uma postura mais maleável apoiando relacionamentos interraciais ou intraraciais.
Por outro lado,
no contexto digital em que estão inseridas,
ou seja, na comunidade CN da Orkut, as participantes, estão,
segundo hooks (1994:130),
movendo-se “... além das fronteiras” e tendo o direito de dizer ao encenar performances contestadoras e questionadoras,
além de exercerem
“consciência crítica” ao abordarem o machismo ou outras questões que
coloquem as mulheres
negras em situação
de inferioridade aos homens
negros e não-negros.
Considerações Finais
Novos Letramentos Digitais: contestar as lógicas que permeiam o mundo offline e online.
Participação coletiva de mulheres cujas performances discursivas/identitárias são encenadas como mulheres, negras, solteiras, bem sucedidas, heterossexuais, questionadoras, articuladas, críticas, com uma postura política sobre as mulheres negras e que defendem um caminho de visibilidade para essas mulheres no trabalho e na vida.
Participantes projetam sentidos ora racializados, ora mais próximos às propostas das Teorias Queer.
Considerando o contexto da Pesquisa, avanço.
Considerações Finais
A instabilidade (entre uma forma e outra) nos mostra,
na perspectiva de Hall (2006), identidades contraditórias,
em diferentes contextos e momentos,
co-construídas
socio-culturalmente pelo outro, pela linguagem e pela história.

Algumas Contribuições da Pesquisa:

desconstruir os discursos de democracia racial
que nos deparamos até o presente.

ganhos epistemólogicos nos estudos
que relacionam raça e linguagem.

possibilidades diversas de
constituição das mulheres negras.
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