Loading presentation...

Present Remotely

Send the link below via email or IM

Copy

Present to your audience

Start remote presentation

  • Invited audience members will follow you as you navigate and present
  • People invited to a presentation do not need a Prezi account
  • This link expires 10 minutes after you close the presentation
  • A maximum of 30 users can follow your presentation
  • Learn more about this feature in our knowledge base article

Do you really want to delete this prezi?

Neither you, nor the coeditors you shared it with will be able to recover it again.

DeleteCancel

Make your likes visible on Facebook?

Connect your Facebook account to Prezi and let your likes appear on your timeline.
You can change this under Settings & Account at any time.

No, thanks

Copy of PESCA DE MAMIFEROS MARINHOS NAS ZONAS POLARES

No description
by

tamiris ferreira

on 4 November 2013

Comments (0)

Please log in to add your comment.

Report abuse

Transcript of Copy of PESCA DE MAMIFEROS MARINHOS NAS ZONAS POLARES

Background photo by t.shigesa
PESCA DE MAMIFEROS MARINHOS NAS ZONAS POLARES
UNIVERSIDADE FEDERAL DE SÃO PAULO
Pesca de mamíferos em regiões polares
Tamiris Ferreira 76856
Lais Conceição 76747
Caroline Vitório 76563
Introdução
As regiões polares estão divididas em Ártica que se estende do circulo Polar Ártico até o Polo Geográfico Norte e Antártica que se estende do circulo Polar Antártico até o Polo Geográfico Sul. A região Ártica atinge as terras do Alasca (EUA), Canadá, Federação Russa, Finlândia, Groelândia (Dinamarca), Noruega e Suécia. Já a região Antártica, é um vazio demográfico.
PINÍPEDES
Essa subordem pertence à Ordem Carnivora, e estão divididos entre três famílias:
Otariidae(lobos e leões marinhos); Odobenidae. (morsas) e Phocidae(focas).
Entre todos, inclui atualmente, cerca de 33 espécies de mamíferos;
Os primeiros registros fósseis de Pinípedes foram encontrados no Pacífico Norte, tempos depois, apareceram no Atlântico Norte. A primeira família a aparecer foi a Phocidae, seguida da Odobenidae e por conseguinte, Otariidae. Algumas espécies são encontradas no Brasil.
As principais adaptações morfológicas foram: - corpo alongado(fusiforme),para um melhor deslocamento na água; - camada de gordura para suportar as baixas temperaturas(temperatura corpórea cerca de 36ºC); - orifícios respiratórios na parte frontal.
A ordem dos cetáceos (grego ketos, baleia) compreende os golfinhos, botos e baleias. Possuem a cabeça longa, maciça, muitas vezes pontuda, unida diretamente ao corpo sem pescoço, como os peixes. Os membros anteriores são largos como remos não possuindo os posteriores. A larga cauda termina em dois lobos transversais e só possuem pelos em volta da boca.
Conseguem mergulhar a grandes profundidades, pois, além de terem alta concentração de Hemoglobina, possuem Mioglobina, uma proteína especial que se assimila melhor com o oxigênio.
Costumamos dividir os Cetáceos em Baleias e Golfinhos, o que fica bem mais fácil de assimilar. Na realidade, a ordem divide-se em três subordens, Arqueocetos (extintos), Odontocetos e Misticetos.
CETÁCEOS
PESCA E CAÇA DE MAMÍFEROS MARINHOS



Contextos Históricos de pesca/caça de baleias

A caça a estes “gigantes do mar” é uma atividade que perdura desde o século XI . No Brasil, a caça artesanal das baleias remonta à época colonial, principalmente na região sul do País, onde se encontrava a maioria das baleias brancas.
A principal substância utilizada durante a Idade Média era a gordura do animal, convertida em óleo para abastecer os lampioes.
Com o passar do tempo, os métodos de pesca foram evoluindo e as baleias foram caçadas de uma forma devastadora, claramente oposta ao conceito de desenvolvimento sustentável.
No presente, o extermínio das baleias é massivo na região norte do globo, principalmente por atividades patrocinadas pelos Estados Unidos, Japão, Noruega, Rússia e a Inglaterra. Além da caça predatória, o risco de extermínio de algumas espécies agrava-se em razão da diminuição do krill que lhes serve como alimento .
Além disso, arpões manuais deram lugar a arpões mecânicos e posteriormente a arpões com granadas explosivas. Igualmente, começaram a serem utilizados navios-fábricas que permitem retirar óleo e dilacerar a carne das baleias em menos de duas horas.
As orcas tornaram-se alvo da caça comercial a partir de meados do século XX devido ao esgotamento das reservas de espécies de maior porte.
O país que mais orcas caçava era a Noruega que capturou, em média, 56 animais por ano, de 1938 a 1981. O Japão capturou, também em média, 43 orcas por ano, de 1946 a 1981. (não há dados fiáveis sobre os anos de guerra, mas supõe-se que tenham sido caçados menos exemplares). A União Soviética caçava uma pequena quantidade de animais todos os anos no Antártico, à exceção de uma época extraordinária de caça, ocorrida em 1980, durante a qual se capturaram 916 orcas.
Hoje em dia, não é realizada caça substancial à espécie. O Japão captura alguns indivíduos quase todos os anos, no âmbito de um programa de "pesquisa científica" controverso. É prosseguido um nível de captura igualmente baixo pela Indonésia e Gronelândia. Além de caçadas para servirem de alimento humano, as orcas são também mortas porque alguns defendem que entram em competição com os pescadores.
Pesca no Japão
Um dos alvos mais frequente são as baleias no Japão, onde a atividade da pesca é mais intensa e controvertida, a própria indústria se tornou insustentável já no final dos anos 1970. No entanto, a caça persegue implacável, com os japoneses alegando que têm direito a uma cota de pesca como material de “pesquisa.”
Em fevereiro desde ano, O Fundo Internacional para o Bem-Estar Animal (International Fund for Animal Welfare, ou IFAW) publicou um relatório sobre a atual situação do comércio de carne de baleia no Japão. Segundo o relatório, a indústria baleeira japonesa está à beira do colapso econômico, e só consegue sobreviver por conta do dinheiro de impostos dos contribuintes japoneses.
Segundo o relatório, no entanto, a própria população japonesa já não tem tanto interesse pelo consumo de baleias.
Pesca na Noruega
Em 2006, a Noruega anunciou a liberação da caça de duas espécies de focas marinhas e a captura de até 2.046 exemplares de outros dois gêneros desse mamífero em 2007.
O conselho também propôs manter uma cota anual de capturas de 860 focas comuns, equivalente a 13% da população do mamífero na Noruega.
A caça às baleias também é prática corrente nas pescas norueguesas. As capturas norueguesas de baleias pequenas têm consistido principalmente em baleias-anãs. A caça à foca na Noruega tem incidido, essencialmente, sobre duas espécies, a foca da Groenlândia e a foca de mitra. Podem ser caçadas focas com 1 ano ou mais, bem como crias já desmamadas. As focas são caçadas para fins comerciais, recreativos e de investigação. As quotas para a caça à foca são fixadas com base nas recomendações científicas feitas pelo Conselho Internacional de Exploração do Mar (CIEM) e pela Organização das Pescarias do Noroeste do Atlântico (NAFO).
CONCLUSÃO
Se alimentam de peixes e crustáceos.
Predadores naturais: orcas, tubarões e homem.
Full transcript