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Fenomenologia e Existencialismo

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Silvia Beltrane Cintra

on 3 September 2014

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Transcript of Fenomenologia e Existencialismo

EXISTENCIALISMO
FENOMENOLOGIA
Escola filosófica fundada por Edmund Husserl, que começou na Alemanha, no fim do século 19 e na primeira metade do século 20; portanto fenomenologia é uma filosofia.
Reflexão sobre um fenômeno ou sobre aquilo que se mostra.
Nós é que buscamos o significado, o sentido daquilo que se mostra para nós.
Qual o significado desta imagem para você?
O que você sente ao observar uma obra de arte?
E ao ouvir uma música?
Todas as coisas que se mostram para nós as tratamos como fenômenos que conseguimos compreender o sentido. O que mais interessa a nós pessoas humanas é compreender o sentido delas e não o fato delas se mostrarem.
Principais teóricos:
Husserl (1859 - 1938)
Merleau-Ponty (1908-1961)
Em meio às turbulências sociais das décadas de 1920 e 1930 na Alemanha (nazismo), o pensamento existencialista aproxima-se da Fenomenologia e vai compor uma visão diferenciada, mas não distanciada, da fenomenologia de Husserl ou husserliana.
É baseado nas raízes da existência humana…
O que há de estranho no homem é que ele existe e é esta estranheza que mobiliza os existencialistas na sua reflexão sobre a existência. É desta tensão com a estranheza da existência que surge o pensamento de Soren A. Kierkegaard, pastor protestante dinamarquês que marcará o primeiro momento da história do Existencialismo. Assim como a fenomenologia está para Husserl, o Existencialismo está para Kierkegaard.
O homem existente, portanto, não pode ser assimilado por um sistema de ideias, afirma ainda Sartre, “por mais que se possa dizer e pensar sobre o sofrimento, ele escapa ao saber , na medida em que é sofrido em si mesmo, para si mesmo, onde o saber permanece incapaz de transformá-lo”.
Não interessa falar sobre o sofrimento e sim sobre o sofrimento de alguém em particular. Em Kierkegaard, o Existencialismo é a expressão de uma experiência singular, individual, pois existência é uma tensão entre o que o homem é e o que ele não é.
É na relação com o divino e através da fé, que Kierkegaard acredita que compreenderemos melhor o peso desta falta do homem, falta perante um Deus para com o qual tem uma dívida. Para Kierkegaard o existir apenas tem algum sentido enquanto nele está a presença divina, esse enigma não pode ser resolvido pela reflexão, segundo ele.
Sites consultados:
http://www.profdias.com.br/2012/11/11/a-fenomenologia-como-um-instrumento-de-terapia-psicologica-parte-i/
http://www.slideshare.net/amandacprado/existencialismo-pronto-presentation
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