Loading presentation...

Present Remotely

Send the link below via email or IM

Copy

Present to your audience

Start remote presentation

  • Invited audience members will follow you as you navigate and present
  • People invited to a presentation do not need a Prezi account
  • This link expires 10 minutes after you close the presentation
  • A maximum of 30 users can follow your presentation
  • Learn more about this feature in our knowledge base article

Do you really want to delete this prezi?

Neither you, nor the coeditors you shared it with will be able to recover it again.

DeleteCancel

Make your likes visible on Facebook?

Connect your Facebook account to Prezi and let your likes appear on your timeline.
You can change this under Settings & Account at any time.

No, thanks

AIDS

No description
by

vanessa yamada

on 11 March 2015

Comments (0)

Please log in to add your comment.

Report abuse

Transcript of AIDS

MECANISMO DE ENTRADA
Universidade Federal
de Mato Grosso do Sul

Rosário Boltaña
Vanessa Yamada

Anemia na Infecção por HIV
Energia
Na AIDS, a fadiga é um sintoma proeminente. a fadiga pode originar-se de múltiplas causas incluindo:

imunossupressão, anemia, disfunções endócrinas ,disfunções hepáticas, anormalidade do cortisol, disfunções hormonais, deficiênciasnutricionais, solidão, medicação, infecções oportunistas,estresse,problemas do sono e/ou depressão e ansiedade.

Depressão
A depressão deve ser diagnosticada e tratada

Causa um grande sofrimento ao paciente

É uma patologia incapacitante

Aumenta o risco de redução da adesão ao tratamento

Contribuem à progressão da infecção do HIV para AIDS

Dor
Os pacientes HIV positivos tendem a apresentar muitas dores nos braços e pernas.

Esta dor pode ter várias origens, podendo ser procedente de um problema vascular, ou muscular,
ou nervoso ou ainda o stress frente à infecção.

Apetite
A perda de peso em pacientes HIV é um sintoma clínico específico da síndrome.

Alterações do metabolismo e do estado nutricional podem afetar a qualidade de vida desses pacientes.

A desnutrição e suas complicações podem tornar o indivíduo soropositivo mais suscetível a infecções oportunistas

AIDS
Conhecendo o vírus
Período de Incubação
Sistema Imune e HIV
Sinais e Sintomas
AIDS e Ética
Estigma
Na década de 60, o sociólogo Erwin Goffman escreveu um livro acerca do estigma Goffman (1975)
O que você sabe sobre a AIDS?
http://wiki.sj.ifsc.edu.br/wiki/images/2/2e/Bio6.swf
Há uma certa inabilidade do sistema imune em eliminar o vírus do organismo de forma que a replicação viral continua, provendo dessa forma uma fonte permanente de vírus nas células infectadas, apresentando também vírus extracelulares e antígenos virais solúveis.
Alterações nas funções imunes associadas ao HIV
A infecção pelo HIV induz uma profunda imunossupressão do sistema imune.
ANORMALIDADES IMUNOLÓGICAS PRINCIPAIS INDUZIDAS PELA INFECÇÃO DO HIV:
HUMORAL
Diminuição de células B: ativação policlonal da célula B

Aumento da produção de imunoglobulinas G, A M não específicas

Perda da resposta específica dos anticorpos
Linfócitos
Linfopenia de CD4/diminuição do fenótipo e sua linfoproliferação

Diminuição da hipersensibilidade em resposta ao reconhecimento te antígenos (de novo)
Monócitos
Diminuição da fagocitose, da quimiotaxia, da morte intracelular e da expressão de citocinas
Neutrófilos
Neutropenia/diminuição da fagocitose e morte intracelular
Células NK
Diminuição da citotoxidade
CELULAR
A anemia, em pacientes HIV, é geralmente normocítica normocrômica

Deficiência de Ferro, Vitamina B12 ou Folato são comuns

Deficiência de Ferro está correlacionada a perda de sangue e a deficiência de vitaminas são devido à má absorção e infecção gastrointestinal severa

Pacientes infectados pelo HIV sofrem depleção de quatro componentes básicos (selênio, cisteína, glutamina e triptofano).Estes, em troca, são os responsáveis pela principal sintomatologia do HIV:

Colapso do sistema imune
Aumento da susceptibilidade ao câncer e infarto do miocárdio
Depressão
Diarréia
Psicoses e demência
Os sinais característicos da depressão são:

Alterações do apetite e do sono
Perda de interesse pelas atividades normais
Diminuição do interesse sexual
Cansaço excessivo
Agitação psicomotora ou retardamento
Sentimento de culpa ou inutilidade
Tristeza e insônia
Dificuldades em concentrar
Idéias recorrentes de morte
O médico Dirceu Greco acredita que o HIV trouxe contribuições importantes para a implementação de práticas mais éticas nas unidades

“Acredito que o debate sobre ética foi mais difundido mais pela banalização da aids, a quantidade de pacientes atendidos, do que por uma mudança de comportamento provocada pelo conhecimento”

Dirceu Greco de saúde, como o sigilo, a confiabilidade, o respeito pelo indivíduo e a melhoria da relação entre profissional de saúde e paciente

   O aparecimento da Síndrome da Imunodeficiência Adquirida (SlDA ou AIDS), no inicio da década de 80, trouxe uma natural preocupação, no mundo todo, com essa nova doença, ainda na época com mecanismos de transmissão não bem esclarecidos. Os profissionais de saúde, inclusive médicos, não ficaram imunes a esses temeres. Não é de se estranhar, portanto, que os primeiros problemas éticos relacionados com a AIDS foram de recusa de atendimento a pacientes, da realização de exames que incluíssem manipulação de seus fluidos e tecidos e até de realização de necropsia dos falecidos com essa patologia.
A queixa do diretor de um hospital público de São Paulo relativa à recusa dos patologistas de sua instituição em realizar exames necroscópicos de indivíduos falecidos em conseqüência da AIDS levou o Conselho Regional de Medicina do Estado de São Paulo (Cremesp) a solicitar a dois de seus conselheiros, Antônio Ozório Leme de Barros e Guido Carlos Levi, a preparação de um parecer mais amplo, que enfocasse todos os aspectos mais importantes na época quanto à ética médica e AIDS. Optaram esses autores por uma normatização do assunto apresentada conjuntamente com uma série de informações científicas que ajudassem os médicos a conhecer melhor a doença e a compreender e aceitar mais facilmente as decisões do parecer.
Já era sabido, na época, por experiências de outros países, em particular os EUA, que a melhor maneira de deter a propagação da epidemia era por informação e orientação, para toda à população e, em particular, para os membros dos citados grupos, para que mudanças de comportamento, no sentido de uma maior segurança e cuidados corretos, levassem a um menor número de novas infecções. Para tanto, era necessário que houvesse um maior número possível de diagnósticos dos infectados, para que fossem orientados sobre como evitar transmitir o vírus para outras pessoas e mesmo para informar aos não infectados sobre como evitar futuras contaminações. Para que isso se tornasse possível, no entanto, era necessário garantir aos indivíduos que procurassem centros onde o diagnóstico era possível, que eles não ficariam sujeitos a prejuízos graves de sua vida pessoal (ver mais adiante também item relativo ao sigilo). Evidentemente, a segregação dos infectados produziria efeito totalmente oposto, além de ser medida inócua do ponto de vista epidemiológico, pois já então era sabido que para cada doente havia várias dezenas de infectados, muito mais perigosos em termos de disseminação do que aqueles já com sintomas decorrentes da patologia
O respeito ao paciente é condição básica para uma relação médico-paciente adequada. Face à enorme carga emocional que se vincula à condição de infectado pelo HIV, o parecer ressaltou a necessidade de o médico ter em mente a condição fragilizada deste tipo de paciente, e do seu dever de atuar de forma a atenuar seu sofrimento e a ajudá-lo a restaurar o respeito próprio.
Também foi destacada a necessidade de informá-lo de maneira cuidadosa, porém correta, quanto às suas condições e perspectivas, a fim de que possa exercer plenamente o direito de tomar decisões pessoais, incluídas aqui aquelas que dizem respeito ao seu bem estar, quanto à sua situação presente e futuro.
É óbvio, também, que a não ser em casos especiais, que configurem justa causa, não poderá o médico abandonar o paciente por se tratar de doença ainda incurável. Deverá dar prosseguimento ao atendimento visando a prolongar a quantidade e a qualidade de vida do paciente, ainda que seja apenas atenuando seu sofrimento físico e/ou psíquico.
Finalmente, ponto básico na relação médico-paciente, o parecer foi muito enfático na lembrança da obrigatoriedade do respeito ao direito ao sigilo. Este é fundamental tanto do ponto de vista legal e ético, quanto, como já anteriormente ressaltado, do ponto de vista epidemiológico
Exclusão social e Preconceito
TIPOS DE ESTIGMA
Deformidades Físicas
A pessoa com HIV/AIDS pode em função de determinada doença oportunista, como nos casos de citomegalovirose que, por vezes, gera cegueira.

Culpas de Caráter Individual
Inferidas a partir de casos de, por exemplo, homossexualismo, vícios, desemprego, tentativas de suicídio
Mesmo havendo a possibilidade de um indivíduo poder contrair o vírus em função de, por exemplo, uma transfusão de sangue ou através de uma transmissão vertical – de mãe para filho –, existe a possibilidade de haver-se contaminado através de contato homossexual ou compartilhamento de droga.

Estigmas Tribais
Relacionados com a identidade racial, nacional ou religiosa
O número de casos de AIDS notificados aumentou entre os negros e diminuiu entre os brancos (Ministério da Saúde, 2006). Então, na população mais pobre, que tem dificuldade para encontrar emprego, para ler, para comprar preservativo, para ir à escola, para ver televisão, é que a AIDS tem crescido. Este grupo social é formado em sua grande maioria, no Brasil, por pessoas de cor negra e parda, que representam 63% dos pobres e 68% dos indigentes

Apesar de o Brasil ter um dos melhores tratamentos de Aids em todo mundo, a questão do preconceito ainda é um grande entrave para o tratamento. Duas pesquisas comprovam isso.
Direitos Fundamentais
Pela Constituição brasileira, os portadores do HIV, assim como todo e qualquer cidadão brasileiro, têm obrigações e direitos garantidos. Entre eles:dignidade humana e acesso à saúde pública

Em 1989, profissionais da saúde e membros da sociedade civil criaram, com o apoio do Departamento de DST, Aids e Hepatites Virais, a Declaração dos Direitos Fundamentais da Pessoa Portadora do Vírus da Aids.

PENSAMENTOS DAS PESSOAS DOENTES
Bernardo tem 23 anos
Nunca aceitou seu diagnóstico, pensou até em se matar e diz que ainda não acredita que esteja infectado. Queria manter segredo sobre a doença, Quer se dedicar agora aos filhos, pois não sabe quanto tempo ainda tem de vida. Porém, procura acreditar que a cura da doença chegará logo.

Bartolomeu tem 36 anos
A família desconhece a doença e o tratamento. O entrevistado diz sentir medo de desestruturá-la. Mostra-se desesperançoso quanto ao tempo de vida que ainda lhe resta, apesar de estar com baixa carga viral e saber disso.

Diogo tem 43 anos
Relata que, quando recebeu o diagnóstico, “sua auto-estima baixou”, entrou em uma “profunda depressão” e teve dificuldades em relacionar-se com os colegas: “imaginava o que os outros iriam pensar de mim"

Josivaldo tem 51 anos
Revelou o fato de estar infectado pelo HIV a toda a família e aos amigos mais próximos e tem constantes quadros de depressão, mas que agora “não tem mais tempo para isto”.

Escola de Enfermagem
Universidade Federal de Minas Gerais

6
o
Taxa de Deteção de HIV em Gestantes
2004 - 2,0 casos para mil NV
2013 - 2,5 casos para mil NV
25%
Taxa de Prevalência Segundo Populações
Últimos 5 anos: 39,7 mil casos
Últimos 10 anos: 20,5 casos x 100 mil hab
74%
45,5%
8,6%
28,1% ---
Taxa de Detecção de Aids Segundo Sexo e Razão de Sexo
1980 a Junho 2014
65%
Homens
35% Mulheres
16%
187,5%
1980-2008:
2009 - 2013:
2004 - 2013: 4,3% 14%
Breve Histórico
1977 - 1978: EUA, Haiti, África Central
1980: Brasil
1982: Doença dos 5H
H
omossexuais
H
emofílicos
H
aitianos
H
eroinômanos
H
ookers
Grupo populacional de maior vulnerabilidade
1,3
2,2
1,9
Idade
Razão de sexo
mais jovens
mais velhos
O que é Razão
de Sexo?
É a razão entre o número de casos de aids em homens e mulheres.

20+
Taxas de Detecção de Casos de Aids Segundo Faixa Etária
Concentração dos casos de Aids no Brasil
Indivíduos entre 25 a 39 anos

Idade:


15 a 19


20 a 24

30 a 34


35 a 39 40 a 44
Homens (2004-2013)
120%

75,9%
----
21,9%

23,6%
Mulheres (2004-2013)
Idade:


15 a 19


20 a 24

30 a 34

35 a 39 40 a 44
55 a 59 60+

10,5% 24,8% 40,4%
Distribuição dos Casos de Aids em Homens
34,6%
43,2%
53,4%
}
2x
CTE 68,1%
53,0%
75,1%
83,6%
Mortalidade por Aids
1980 a Dezembro 2013

Aids - causa básica


278.306 óbitos

26,3%
75,0%
41,9%
CTE
6,6%
Representações Sociais de Homens Infectados pelo HIV acerca da AIDS
Conclusões
Full transcript