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OFICINA DE INTRODUÇÃO À FOTOGRAFIA - CDI Comunidade 2013

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Daniela Bianchin Betti

on 16 October 2014

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OFICINA DE INTRODUÇÃO À FOTOGRAFIA CDI Comunidade 2013
Apresentação do curso
-Por que fui me apaixonar
-Brevíssima história da fotografia
-Regras de composição
-Fundamentos da exposição
-Distância focal
-Balanço de Branco
-Princípios da iluminação
-Conhecendo a minha câmera
-Desnaturalização do olhar
(Mergulho na Comunidade)
-Fotografia Digital

Toda a diversidade, todo o encanto, toda a beleza da vida é feita de sombra e de luz.

Linguagem fotográfica
A linguagem fotográfica muitas vezes é confundida com composição fotográfica, pois ambas possuem elementos em comum.

A maior diferença de linguagem e composição encontra-se em elementos como sombra, textura, linha, grafismo e cor, além dos recursos técnicos aplicados à criação artística, como foco, velocidade e corte.

Estes elementos são encontrados no cenário a ser fotografado: figuras da natureza e figuras criadas pelo ser humano.


“ As coisas das quais nos ocupamos, na fotografia, estão em constante desaparecimento, e, uma vez desaparecidas, não dispomos de qualquer recurso capaz de fazê-las retornar. Não podemos revelar e copiar uma lembrança. “


Henri Cartier-Bresson

Fundamentos da exposição
Dan Bianchin


Liev Tolstói
A fotografia é uma lição de amor e ódio ao mesmo tempo. É uma metralhadora, mas também é o divã do analista. Uma interrogação e uma afirmação, um sim e um não ao mesmo tempo. Mas é sobretudo um beijo muito cálido

Henri Cartier-Bresson

Os recursos técnicos aplicados à linguagem são os oferecidos pelo equipamento fotográfico. O foco e a profundidade de campo, por exemplo, servem para dar maior nitidez ao primeiro plano ou ao objeto principal da composição. Mas também são aliados fantásticos para fugir da "poluição visual" que muitas vezes estraga uma boa foto.

A velocidade é outro recurso importante – e talvez seja o mais difícil de ser usado, além de exigir maior concentração e domínio das técnicas fotográficas. Com o controle da velocidade da câmera pode-se "congelar" uma imagem ou criar um "efeito de movimento".

O corte nada mais é do que a forma de utilizar um enquadramento desejado pelo fotógrafo. Um corte diferenciado pode tirar uma foto do lugar-comum.

Sombra
Cor
Grafismo

Linhas
Texturas:

Corte:

Foco
Congelamento e movimento
Retrato
Linguagens
Fotojornalismo
Publicidade
Editorial de moda

Book
Paisagem
Natureza
Arquitetura
Ciências
Diane Arbus
Nascida em uma família burguesa em Nova York em 1923, Diane foi aprender a fotografar com o marido Allan Arbus, com quem casou-se aos 18 anos. Durante algum tempo trabalhou com fotografia de moda.

Após a separação, migrou para o fotojornalismo e publicou em importantes revistas como a Esquire, a The New York Times Magazine, Harper`s Bazaar, Sunday Times, entre outras. Nesta mesma época (início dos anos 1960), opta por uma rolleiflex médio formato com dupla objetiva para seus trabalhos autorais e ganha duas bolsas da Fundação Guggenheim para subsidiar seus trabalhos. Em 1964 expôs pela primeira vez no Museu de Arte Moderna e passou a ensinar fotografia na Parsons School of Design Nova York e no Hampshire College Amherst, em Massachusetts.

Sofrendo de depressão, em Julho de 1971 suicidou-se tomando barbitúricos e cortando os pulsos. O catálogo da exposição retrospectiva concebido pelo curador John Szarkowski tornou-se num dos mais influentes livros de fotografia do mundo e sua exposição foi vista por sete milhões de pessoas.

A obra de Diane Arbus carrega um teor extremamente provocador. Avessa a aristocracia e ao mundo fashion, a autora consegue causar um estranhamento em qualquer pessoa que olhe pra suas fotografias através da busca pela excepcionalidade da experiência humana. Num universo que busca o tempo todo a perfeição, dar de cara com imigrantes, travestis, anões, gigantes, deficientes mentais, circenses e nudistas expostos cruamente no contexto em que ela estava inserida, desafiava mesmo qualquer tipo de convenção.

Na década de 50, o que estava em voga era o milagre econômico americano, as estrelas de porte e os corpos perfeitos e inalcançáveis de Hollywood, as donas de casa em cozinhas e sorrisos impecáveis, começa-se a perceber então, o alcance até mesmo político do trabalho de Diane. Num mundo obcecado com a perfeição, retratar o que sempre fora escondido, marginalizado, é um trauma. Ainda hoje seu trabalho choca, nossa sociedade marcadamente fissurada pela imagem, que ignora, exclui e despreza os que não se encaixam, é impactada por aquilo que não quer ver.

A inquietação começa quando cada um se identifica nessas imagens intencionalmente macabras, é como se conseguíssemos enxergar o que tentamos esconder por muito tempo e que nos remete aos nossos próprios traumas e pesadelos. A questão da identidade é percebido nos modelos por ela fotografados, que apesar de inseridos em contextos muitos específicos, buscavam nos detalhes mostrar qualquer tipo de diferenciação em relação ao grupo a que pertenciam. Você é o que é ou que parece ser?


ISO - sensibilidade da luz
Obturador - tempo de exposição
Diafragma - profundidade de campo
ISO - Sensibilidade do filme ou do sensor à luz

Quanto menor o número, menor é a sensibilidade. Consequentemente, é preciso muito mais luz para a fotografia ficar clara. Se o ISO é aumentado, a sensibilidade do filme, ou sensor, aumenta também e com menos luz é possível captar a cena desejada.

Porém, existem consequências. Um ISO baixo capta pouca luz, porém quase não apresenta ruído (aqueles pontinhos granulados, geralmente nas áreas mais escuras da foto) e os contornos ficam mais nítidos. Já um ISO maior, apesar de permitir fotografar com pouca luz, gera um ruído perceptível e prejudica a nitidez dos detalhes, o que pode arruinar uma boa fotografia.
A velocidade nada mais é do que o tempo em que o obturador fica aberto. Ela é medida em frações de segundo e obedece a uma seqüência determinada, comum a todas as câmeras fotográficas, que deve ser regulada de acordo com a disponibilidade de luz no ambiente e com o tipo de assunto que se está fotografando. A regulagem da quantidade de luz está associada à abertura do diafragma da lente e à sensibilidade do sensor (ISO).

O obturador é a estrutura responsável pelo controle do tempo em que a luz irá incidir sobre a película fotográfica. Quanto mais tempo o obturador estiver aberto, mais luz incide sobre a película, e vice-versa
Todas as objetivas profissionais permitem variar a abertura do diafragma, através de lâminas sobrepostas que abrem e fecham a exemplo de uma íris, determinando o diâmetro da abertura e controlando a quantidade de luz, que entra em contato com o sensor, num determinado intervalo de tempo. Esta regulagem é o primeiro controle da luminosidade que será registrada pela película fotográfica, além de possibilitar o controle da profundidade de campo da área focada.

ENQUADRAMENTO
Para pensarmos em um registro fotográfico bem feito, é preciso levar em conta a composição e o enquadramento. Para isso, será preciso que conheça bem o significado de ambos os termos. Comecemos pela composição.
A composição é a arte de distribuir os elementos de uma imagem (pessoas, objetos, linhas, formas e até cores) de forma equilibrada e agradável ao olhar.
Sugestão: no início comece com apenas um assunto principal, pois fica mais fácil compor a imagem e conseguir o impacto desejado.
Para garantir a qualidade da sua composição recorte suas fotos visualmente antes de tirá-las. Olhe para os cantos do visor e remova, ou seja, recorte tudo que não deseja que apareça, para tanto, estabeleça maior aproximação do objeto retratado. Além disso, se posicione sempre no nível do objeto retratado, se for fotografar criança, abaixe-se na altura dela, caso seja alguém mais alto do que você busque um apoio e suba, isso garantirá o melhor ângulo de visualização, a isso chamamos posição da Câmera.

POSIÇÕES DA CÂMERA
Plongée (expressão própria do cinema) ou plano picado: De cima para baixo, tende a diminuir o objeto ou modelo.

Contre-plongée (expressão própria do cinema) ou contra-picado: De baixo para cima, tende a aumentar o objeto ou modelo.

Normal: Quando você se posiciona na altura do objeto retratado.

Perspectiva, distorção, motivação do autor
Iluminação
A Iluminação é matéria-prima da fotografia. Em cinema ou fotografia ela nada mais é do que o trabalho de moldar imagens através do contraste entre a luz e a sombra existente na natureza. A iluminação da fotografia, tanto estática como para cinema, trabalha com uma única referência: o Sol.

1) Quando a luz do sol atinge um assunto diretamente. Dizemos que é uma luz "dura", ou seja, luz direta.
2) Quando a luz do sol atinge um assunto indiretamente. Dizemos que é uma luz "suave", difusa.

LUZ DURA OU CONCENTRADA
Trata-se da luz que deixa uma sombra muito nítida e um contorno de sombras visíveis por contraste. Quanto mais pontual for a fonte de luz, mais dura será a luz.

LUZ SEMI-DIFUSA
Característica intermediária entre a luz dura e luz difusa. Os contornos ainda são nítidos mas há maior suavidade na passagem da luz para a sombra, aumentando a região de penumbra.

LUZ DIFUSA OU SUAVE
Depende da fonte de luz. Geralmente, é a luz que precisa de um filtro difusor para tornar-se suave. Mas, o grau máximo de difusão é conseguido quando a luz é REBATIDA, ou seja, luz refletida de maneira indireta para o assunto.
LUZ DE PREENCHIMENTO
É uma luz geral que permeia todo o ambiente, ou parte dele, mas que apenas mantém a estabilidade dos contrastes nos assuntos enquadrados, ou seja, preenche espaços escuros e ameniza as sombras. Por vezes a luz Principal e a Luz de preenchimento, se bastante difusa, são suficientes para ambientes mais neutros e sem contrastes excessivos.



Enviar 10 fotos de autoria própria para dbianchin@ymail.com


Pesquisar e apresentar oralmente a biografia de um(a) fotógrafo(a) renomado(a) e trazer 5 fotos dele(a) para serem comentadas na próxima aula
Lição de Casa =D
Brevíssima História
da Fotografia
Há quem diga que a fotografia nasceu das tentativas de aperfeiçoamento dos métodos de impressão sobre papel, amplamente dominado pelos chineses já no século VI, e que vieram a ser difundidos mais tarde na Europa. Historicamente, a fotografia, resulta do aproveitamento de sucessivas abservações e pesquisas científicas no campo da óptica e da química: as primeiras caracterizadas pelo emprego da câmera obscura ou câmara escura, e as demais pela utilização de diversas substâncias químicas como o nitrato de prata que revelou-se sensível à luz. A câmera obscura era usada no século XVI para observação de eclipses e ainda no auxílio para artistas e desenhistas. Ela consistia num compartimento fechado e sem iluminação, em que uma pequena quantidade de luz transpassava através de um orifício ou fresta. Projetando assim, na parede oposta, a imagem externa de forma invertida. Foi uma grande invenção no campo da óptica, decrita por Leonardo da Vinci (1452-1515) que fez significativas análises científicas em seu livro de Notas.
Durante grande parte dos séculos XVII e XVIII, a câmara escura foi largamente usada para o estudo da perspectiva na pintura, só que já munida de avanços tecnológicos típicos da ciência renascentista, como lentes e espelhos para reverter a imagem. A câmara escura só não podia estabilizar a imagem obtida. Foi somente em meados so século XIX, o “século das ciências” que tornou-se possível a conservação das impressões luminosas, ou o registro das sombras, ou seja, a fixação das imagens. A foto é uma sombra impressionada e fixada. Niepce, Daguerre e Talbot e suas insistentes pesquisas nos permitiram a conhecer uma imagem impressa pela ação direta da luz. A fotografia surge oficialmente pela primeira vez em 1839, através da daguerreotipia, processo inventado pelo francês Louis-Jacques-Mandé Daguerre. O daguerreótipo era uma peça única que possibilitava uma única imagem que era produzida sobre uma placa de cobre revestida de prata e sensibilizada com iodo, ainda não existia o negativo
Podemos dizer que a fotografia teve vários inventores, pois em 1839, antes do anúncio oficial de Daguerre foi realizada uma exposição de fotografias organizada pelo francês Hippolyte Bayard, com cópias sobre papel. Somente um ano depois que foi inventado o processo que utiliza o negativo pelo inglês Henry Fox Talbot, chamado calotopia, mas na verdade, a fotografia foi inventada, quase vinte anos antes disso tudo, em 1826 por Joseph Nicéphore Niepce, cientista francês. Niepce foi a primeira pessoa a produzir uma imagem pela ação direta da luz. No Brasil a fotografia também teve um inventor, só que esse fato se deu isoladamente, em 1833 pelo francês Hércules Florence, que desconhecendo o que realizavam seus contemporâneos, inventou seu próprio processo fotográfico, o qual chamou de polygraphie. A fotografia teve início com o retrato, que é e sempre será o mais popular dos temas fotográficos. Praticamente a história da fotografia é a história do retrato, inclusive os primeiros fotógrafos eram chamados de retratistas. Esses fotógrafos, em seus retratos, obedeciam as composições plásticas/ estéticas da pintura (de retrato). Nessa época surgiram grandes fotógrafos como Gaspard-Félix Tournachon, conhecido profissionalmente como Nadar. De lá para cá a fotografia evoluiu rapidamente, passando por vários processos: desde os negativos de vidro, de ferro (chapa de ferro), chapa de gelatina, celulóide transparente até a fotografia digital, porém sua essência - fixar um instante do mundo visível – continua a mesma em quase dois séculos de existência.
Daguerreótipo
Primeira imagem do mundo, registrada através da heliografia em 1826, dos telhados e das chaminés da casa de Niepce em Chalon-sur-Saône na França.

Em 1874, Eastman ficou intrigado com a fotografia, achando o processo desagradável e demorado. Era necessário revestir uma placa de vidro com uma emulsão líquida, que tinha de ser utilizado rapidamente antes de secar. Após três anos de experimentação com emulsões de gelatina britânica, Eastman desenvolveu uma chapa fotográfica seca e patenteou-a na Inglaterra e nos E.U.A Em 1880 ele começou um NEGÓCIO fotográfico

1924 – Leica - A câmera era extremamente compacta, com velocidade fixa em 1/40 seg. e de mecânica simples e impecável, mas seu maior trunfo era sua lente: resultado do trabalho de Ernst Leitz, fabricante de microscópios e telescópios e de Oskar Barnack.
Dessa sociedade, o resultado foi uma câmera amadora com uma qualidade óptica extraordinária, e que aos poucos foi ganhando mercado, sendo usada largamente no fotojornalismo. Já em 1930, a Leica era tão popular que o formato 35mm começou a ser progressivamente preferido para o uso amador, estourando como formato após a Segunda Guerra Mundial.

Fotografia Digital
Mergulho na Comunidade
Balanço de Branco
Você já reparou que, muitas vezes, fotografias tiradas no mesmo ambiente apresentam colorações diferentes? Algumas ficam mais amareladas e outras, muitas vezes, com um tom mais azulado. Você sabe o que causa esse efeito?

Essas variações de cor são resultado do balanço de branco feito pela câmera. Ou seja, muitas vezes a lente não consegue traduzir corretamente o que é branco no ambiente e distorce as cores na fotografia.





As configurações pré-programadas mais encontradas são: luz solar (para dias com sol em ambientes abertos), dia nublado (para dias chuvosos, em ambientes abertos), luz fria (ambientes fechados com luzes em tons mais azulados), luz de tungstênio (lâmpada comum incandescente) e, nas máquinas mais novas, luz de flash e sombra. Teste todos eles em diferentes ambientes para ter uma ideia do que é melhor para cada situação.
Nenhuma regra é absoluta e existem para serem desrespeitadas. Se gosta de uma cena, fotografe-a, seja o que for que as regras digam sobre o assunto.
A imagem deve ser simples para manter a atenção do espectador no assunto.
Quando fotografa pessoas tente evitar ao máximo cortar as articulações.
Deve utilizar fundos simples para que não roubem a atenção do assunto principal.
São as cores que dão o clima apropriado. As cores quentes transmitem energia, os tons baixos dão um aspecto harmonioso e estável.
O tamanho dos objectos também tem um peso visual. Assim como os tons escuros são mais pesados que os claros.
Evite colocar elementos desnecessários. Cada elemento deve representar algo e fazer parte de um conjunto

Regras de Composição
Regra dos terços

A regra dos terços é uma maneira simples de conseguir uma boa composição, e todos os que têm algum relacionamento com a fotografia já ouviram falar desta regra. Esta está em todos os livros de fotografia e até se encontra no manual da sua máquina fotográfica devido à sua importância

Ao fotografar coloque o assunto principal e outros motivos de interesse nos pontos de intercepção das linhas ou segundo as mesmas.
As linhas hoDe forma imaginária, divida a imagem observada no visor da sua câmara em três partes, tanto horizontais como verticais. Os quatro pontos de intercepção chamados pontos de interesse, são os pontos de maior impacto visual na sua fotografia horizontais podem ser utilizadas para colocar, por exemplo a linha do horizonte, esta deve ficar para baixo ou para cima da linha média consoante se pretende realçar o céu ou não. As linhas verticais são usadas por exemplo para colocar árvores e edifícios


Enquadramentos em enquadramentos
Os enquadramentos dentro de outros enquadramentos são um artifício frequentemente explorado em fotografia. Não só concentram a atenção do observador no motivo como muitas vezes sugere um contexto mais amplo em relação ao motivo. As cores poderão também fornecer pistas sobre a intenção do fotógrafo.
Servem também para outros fins, como por exemplo, a técnica que pode ser uma maneira de esconder pormenores em primeiro plano que distraem, é também uma maneira de ajudar a criar uma sensação de profundidade na imagem.

Composição simétrica
A composição simétrica significa solidez, estabilidade e força, é também eficaz na organização de imagens com detalhes elaborados. Uma das estratégias oferecida por uma apresentação simétrica é a simplicidade dos elementos de um tema

Composição radial
Composições radiais transmitem uma sensação de vida, mesmo que o motivo seja estático, isto é, são aquelas em que os elementos principais se espalham a partir do meio da imagem.

Sobreposição
A sobreposição de elementos no motivo tem como objectivo mostrar o aumento da profundidade e da perspectiva, como também convidar à observação dos contrastes no motivo

Composição horizontal
A composição horizontal numa imagem, é um enquadramento largo e estreito que se adequa a certos motivos e conduz o olhar através das linhas em direcção ao assunto. Normalmente a composição horizontal é utilizada para transmitir estabilidade e/ou descanso.
Se quer transmitir calma e tranquilidade nas suas fotografias faça composições na horizontal e mantenha sempre o assunto na parte direita da imagem fazendo com que os olhos corram da esquerda para a direita.

Composição horizontal
A composição horizontal numa imagem, é um enquadramento largo e estreito que se adequa a certos motivos e conduz o olhar através das linhas em direcção ao assunto. Normalmente a composição horizontal é utilizada para transmitir estabilidade e/ou descanso.
Se quer transmitir calma e tranquilidade nas suas fotografias faça composições na horizontal e mantenha sempre o assunto na parte direita da imagem fazendo com que os olhos corram da esquerda para a direita.

Composição vertical
Ao contrário de uma composição na horizontal, a composição na vertical é uma composição alta e estreita que realça um panorama vertical, é também uma imagem que apenas pode ser captada erguendo a cabeça e olhando para cima.

Composição diagonal
As linhas na diagonal conduzem o olhar de uma parte da imagem para outra e transmitem uma maior energia, dinamismo e movimento, e criam um caminho que conduz o nosso olhar de um canto ao outro da imagem.
O primeiro ponto para o enquadramento é a questão se a imagem deve ser feita na vertical ou horizontal. A maioria das pessoas tem a tendência de tirar sempre fotografias com a câmara na mesma posição.
Da mesma maneira que um motivo parado ao centro da imagem torna a fotografia vulgar e sem interesse, também uma imagem com linhas paralelas aos lados do enquadramento constitui uma fotografia sem vida ou vulgar, mas existem ocasiões em que a composição assim o exige

Composição em círculo
Os motivos fotografados podem ter todas as formas e tamanhos, mas muitas vezes são as formas mais simples que se encontram numa composição fotográfica e as que têm maior interesse visual.
Os círculos produzem harmonia numa imagem, e se incluirmos numa composição uma forma redonda dominante, podemos verificar que ela não só atrai de imediato a atenção como também a nossa vista dificilmente se abstrai dela.
A perfeita simetria de círculos não pode conflituar com outros ângulos do próprio enquadramento, por isso, pode ser incluído praticamente em qualquer enquadramento sem prejudicar a imagem.

Sombras
As sombras podem por vezes esconder detalhes importantes, tornando necessário que o fotógrafo diminua estas áreas escuras na fotografia. Existem alturas em que as próprias sombras se podem tornar num motivo, com efeito, estas são uma parte importante de muitas fotografias. Uma sombra permite-nos ver uma imagem de outra maneira, o tamanho e a visibilidade da sombra do motivo depende do ângulo da luz existente.
Ao fotografar sombras, o método mais frequente, é enquadrar a imagem de modo a que o motivo e a sombra criem uma composição simétrica, mas, um passo mais usado é enquadrar a imagem para que a própria sombra seja o centro da atenção

Reflexos
A maneira como as superfícies absorvem e reflectem a luz é o que nos permite vê-las. A luz reflectida é também uma parte integrante de qualquer cena em exteriores, iluminando áreas que de outra forma estariam na sombra. Porém, na maior parte das vezes, não vemos estes reflexos directamente.
No entanto, algumas superfícies são tão boas reflectoras que criam as suas próprias imagens, espelhando as coisas que estão á sua volta. A água, o vidro, e os metais polidos oferecem a oportunidade de fotografar coisas de uma maneira indirecta, resultando numa visão mais oblíqua do mundo
Enviar para danbianchin.foto@gmail.com até dia 16/10/2013

Ao menos uma fotos de cada uma das 11 regras de composição =)

e mais 5 "livres"
Exercício

Testar todos os esquemas de luz possíveis com os objetos e em retratos dos colegas (flash conjugado, luz lateral, lanterna vinda de cima, lanterna vindo de baixo, alterando o balanço de branco da câmera, enfim - criem possibilidades).

"Fucem" no próprio equipamento, utilizem os conhecimentos adquiridos até aqui, perguntem. Vamos descobrir juntos!
FOTOGRAFIA DIGITAL
O Pixel é a menor unidade de uma Imagem, e quanto maior for o número de pixeis, melhor a resolução que a imagem terá.

Megapixel é o termo utilizado nas câmeras digitais para dizer o quanto uma imagem poderá ser ampliada. O mínimo recomendável para se revelar uma fotografia digital no formato 10x15 cm é de 1.3 Megapixels. Hoje em dia, câmeras digitais avançadas tem a resolução de até 13 Megapixels. Os celulares com câmera digital têm cerca de 0.3 a 6 Megapixels de resolução.

Uma resolução de 1,3 Megapixels significa que existem aproximadamente 1.300.000 pixels na imagem, ou seja, uma imagem de 1280 pixels de largura por 1024 pixels de altura que tem exactamente 1.310.720 pixels.

Para uma boa definição é preciso que a imagem tenha 300DPIs (dots per inch, ou, pontos por polegada), isso permite que se faça uma cópia de alta qualidade em papel fotográfico, o tamanho desta cópia (10x15 - 15x18) vai depender de quantos pixels a imagem possui na vertical e quantos na horizontal.

Ao invés de utilizar a película fotossensível (filme) para o registro das imagens, que requer, posteriormente à aquisição das imagens, um processo de revelação e ampliação das cópias, a câmara digital registra as imagens através de um sensor que entre outros tipos podem ser do tipo CMOS ou do tipo CCD, armazenando as imagens em cartões de memória.

Em teoria, quanto maior a quantidade de megapixels, melhor a qualidade da foto gerada, pois o seu tamanho será maior e permitirá mais zoom e ampliações sem perda de qualidade. Entretanto, a qualidade da foto digital não depende somente da resolução em megapixels, mas de todo o conjunto que forma a câmara digital. Os fatores que mais influenciam a qualidade das fotos/vídeos são a qualidade das lentes da objetiva, o algorítmo (software interno da câmara que processa os dados capturados) e os recursos que o fotógrafo pode usar para um melhor resultado, ou até mesmo eventuais efeitos especiais na foto. No entanto, dependendo do uso que será dado à fotografia, um número excessivo de megapixels não trará benefício adicional à qualidade da imagem e onerará o custo do equipamento.

Normalmente as câmaras voltadas ao uso profissional são dotadas de maior quantidade de megapixels, o que lhes permite fazer grandes ampliações. Já para o usuário amador, máquinas com resolução entre três e cinco megapixels geram excelentes resultados.

JEPG - Joint Photographic Experts Group:
A extensão em DOS é "JPG". É o formato mais utilizado e conhecido atualmente. Quase todas as câmaras dão esta opção para guardar as imagens. Arquivo muito utilizado na Internet e em multimidia, por ter uma compactação excelente, algo fundamental ao meio, e por suportar até 16.777.216 cores distintas.

TIFF- Tagged Image File Format:
Arquivo padrão para impressão industrial (offset, rotogravura, flexogravura); também muito usado como opção nas câmaras fotográficas.

GIF - Graphics Interchange Format:
Criado para ser usado extensivamente na internet suporta imagens animadas e 256 cores por frame. Foi substituído pelo PNG.

BMP - Windows Bitmap:
Normalmente usado pelos programas do Microsoft Windows. Não utiliza nenhum algorítmo de compreenssão, daí esse formato apresentar as fotos com maior tamanho.
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