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Para Wilss e Baker: a competência tradutória estende-se para

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Michelle De Abreu Aio

on 27 August 2014

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Transcript of Para Wilss e Baker: a competência tradutória estende-se para

Para Wilss e Baker: a competência tradutória estende-se para o conhecimento da língua e a sensibilidade quanto ao seu uso:

Conhecimento acumulado pelo tradutor
Estratégias textuais relevantes
Conhecimento de campos semânticos para situações de não-equivalência
Conhecimento do contexto e da cultura

O fator da competência tradutória

Prática + teoria = conhecimento de ferramentas

leitura do texto e/ou textos paralelos
convenções de gênero
gerenciamento de terminologia
dicionários especializados

Para Baker: a teoria oferece segurança ao profissional e ao aluno quanto às decisões que deve tomar, minimizando riscos de falsas interpretações

O fator da competência tradutória

Para Aubert: não há fidelidade à mensagem (inacessível)
do autor; a mensagem efetiva provém da leitura do tradutor




Arrojo: “[...] nossa tradução de qualquer texto, poético ou não, será fiel não ao texto ‘original’, mas àquilo que considerarmos ser o texto original, [...] à nossa interpretação do texto de partida, que será [...] sempre produto daquilo que somos, sentimos, pensamos.

A (im)possibilidade da (in)visibilidade do tradutor

Para Azenha, o tradutor projeta sobre
o texto uma visão “subjetiva, situacional
e culturalmente marcada”.



Objetivos + condições de trabalho + cultura de chegada = reconstrução de uma rede de relações para os leitores na língua de chegada

A questão da fidelidade

Fidelidade: tida como medida para avaliar a qualidade das traduções ao longo da história

Para Schleiermacher, dois métodos de tradução:
Levar o leitor para o autor
Levar o autor para o leitor

Para Nord:
Loyalität (lealdade ao destinatário)
Treue (fidelidade ao texto-fonte)
Assim, o tradutor atua como gerenciador
das variáveis do texto, dentro do contexto de recepção


A questão da fidelidade

Equivalência na tradução = línguas iguais = mesmas experiências culturais

Língua e cultura: aliados naturais

Diferentes definições de equivalência (em nível textual, frasal, cultural, funcional)

Para Werner Koller, os níveis de equivalência são:
Denotativa (escolhas lexicais, ou equivalência estilística)
Conotativa (contexto extralinguístico)
Texto-normativa (comportamento e normas de
tipos de textos)
Pragmática ou normativa (voltada ao receptor)
Formal (forma e estética do texto)


A problemática da equivalência

Colocando em prática...

Tradução juramentada = invisibilidade parcial (aproxima-se mais do formato original)

Senso comum: traduções boas são aquelas que não são percebidas como tal

Para Venuti: a interferência do tradutor é fundamental e inevitável

Para Nord: contextos de produção (TF e TA) diferentes = situação comunicativa não padronizada

A (im)possibilidade da (in)visibilidade
do tradutor

Equivalência: dependente de inúmeros fatores (linguísticos, de recepção do texto, etc.)

Afinal, como agir?
Ser fiel ao texto-fonte?
Ser fiel ao leitor final?
Procurar equivalentes sintáticos e lexicais o máximo possível?
Adequar culturalmente para o leitor-alvo?

A problemática da equivalência

Para Peter Newmark: equivalência ao nível do efeito produzido no leitor


Para Rosemary Arrojo: questionamento do logocentrismo – TF como repositório sagrado de significados


Para Snell-Hornby: o tradutor escolhe “equivalentes ótimos” dentre “equivalentes potenciais” na língua


Para Vermeer e Reiss: equivalência ancorada no skopos da tradução

A problemática da equivalência

Para Venuti, a tradução é:

Estigmatizada como forma de escrita
Desencorajada pela lei dos direitos autorais
Depreciada pela academia
Explorada pelas editoras e empresas, organizações governamentais e religiosas

Apagamento do tradutor = domesticação, “fluidez” da tradução
Muitas vezes considerado uma competência tradutória

A (im)possibilidade da (in)visibilidade
do tradutor

Para Wilss: TRADUÇÃO = MANIPULAÇÃO
Manipular: dar forma, feição; influenciar, conseguindo que se comporte de determinada maneira
Afinal, quais os interesses do tradutor nessa manipulação do texto?
Traduzir com vistas ao leitor final e à sua cultura?
Fidelidade ou mudança em algum nível do texto original?
Permanecer invisível ou usar estrangeirismos?
Se existir, como entender essa manipulação? Em que nível? Aspecto?

A (im)possibilidade da(in)visibilidade
do tradutor

Amparo Hurtado: “Embora qualquer falante bilingue possua competência comunicativa nas línguas que domina, nem todo bilingue possui competência tradutória.”


Competência = conhecimento:
Declarativo (saber o quê)
Procedimental (saber como)


O fator da competência tradutória

This is just to say I have eaten the plums that were in the icebox and which you were probably saving for breakfast. Forgive me, they were delicious: so sweet and so cold.

William
This is just to say
I have eaten
the plums
that were in
the icebox
and which
you were probably
saving
for breakfast

Forgive me
they were delicious
so sweet
and so cold

William Carlos Williams

Mas, afinal, o que é tradução?

Profa. Me. Michelle de Abreu Aio
Elementos constitutivos
das teorias de tradução

Pense em seu próprio conceito de tradução.

Relembre o que você escreveu no início do curso e compare a sua visão com a de alguns autores que pensam e teorizam a tradução.
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