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Saúde e Meio Ambiente

Aula
by

Mateus Habermann

on 17 April 2015

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Transcript of Saúde e Meio Ambiente

Saúde e Meio Ambiente
Interações ser humano-ambiente-ser humano.

Mateus Habermann

Preocupa-se com questões referentes a
Desenvolvimento sustentável
Saneamento básico;
Poluição ambiental;
Saúde Ambiental
“Conjunto de condições, leis, influências e interações de ordem física, química e biológica, que permite, abriga e rege a vida de todas as suas formas.” (Lei Federal 6.938/1981)

A saúde tem como fatores determinantes e condicionantes, entre outros, a alimentação, a moradia, o saneamento básico, o
meio ambiente
, o trabalho, a renda, a educação, o transporte, o lazer e o acesso aos bens e serviços essenciais; os níveis de saúde da população expressam a organização social e econômica do País (Lei Federal 8.080/1990)
Meio Ambiente
A partir dos anos 50 e mais intensas a partir da década de 70;
Aumento populacional e da urbanização
1970 - Europa - Ano de Conservação da Natureza;
1972 - Estocolmo - Conferência das Nações Unidas sobre o Meio Ambiente;
Novo entendimento político-jurídico e social do ambiente e da co-responsabilidade mundial na sua proteção;
Criação do Programa das Nações Unidas para o Ambiente (PNUMA), como sede em Nairobi.
Séc. XIX - Novo Hipocratismo: reforço dos laços entre geografia e medicina.
Condições sociais de vida e trabalho (Séc. XIX)
Doença causava pobreza
Reforma sanitária
Pasteur/koch - Era bacteriológica/ flexeriana
Doenças infecto-contagiosas
Unicausalidade
Vacinas e antibióticos
Aspectos Históricos
Poluentes ambientais
Substâncias cuja concentração pode tornar-se imprópria, nociva
a) prejudicar a saúde, a segurança e o bem-estar da população;
b) criar condições adversas às atividades sociais e econômicas;
c) afetar desfavoravelmente a biota;
d) afetar as condições estéticas ou sanitárias do meio ambiente;
e) lançar matérias ou energia em desacordo com os padrões ambientais estabelecidos.
Agricultura e saúde
Décadas de 60 e 70 - fase áurea dos agrotóxicos no Brasil.
Carcinogênicos
Mutagênicos
Teratogênicos
Uso excessivo de adubos nitrogenados/macronutrientes
poluição de mananciais e >acidez no solo
Principais Poluentes Ambientais
Saúde ambiental: Aspectos Históricos
Séc. V a.C. Grécia - Escola hipocrática "Sobre os ares, as águas e os lugares".
1º trabalho sistemático sobre relação causal entre fatores ambientais e doenças
Roma - sistema de coleta de esgotos, rede de abast. de água, drenagem de pântanos;
Idade Média - valorização de fontes espirituais no processo saúde-doença.
Séc. XVI a XVIII - período de transição
navegações
renascimento
experimentação científica
Inglaterra Sec. XVII: tentativa de métodos estatísticos na saúde pública
Teoria dos miasmas - transmissão das doenças pelo ar e odores
Saneamento básico
É constituído por 04 serviços
Drenagem urbana (galeria de água fluvial);
Recolhimento e destinação de resíduos sólidos;
Tratamento de água;
Coleta e tratamento de esgoto sanitário.
Referências
AYACH LR, GUIMARÃES STL, CAPPI N, AYACH C. Saúde, saneamento e percepção de riscos ambientais urbanos. Caderno de Geografia. 2012; 22(37):47-64.
BARCIOTT ML, SACCARO JR NL. A importância da educação ambiental na gestão dos resíduos sólidos. Desafios do Desenvolvimento. 2012; 74. Disponível em: <http://desafios.ipea.gov.br>. Acesso em Jan/2013.
BARCELLOS C, MONTEIRO AMV, GURGEL HC, et al. Mudanças climáticas e ambientais e as doenças. Epidemiol Serv Saúde. 2009; 18(3):285-304
BRASIL/MINISTÉRIO DA SAÚDE. Sala de situação para atendimento à região serrana do Rio de Janeiro. Brasília: Vigidesastres/CGVAM/DSAST/SVS/MS. 2011.
BRASIL – Fundação Nacional de Saúde (FUNASA). Manual de Saneamento. Brasília: Fundação Nacional de Saúde, 2007.
CARMO EH, BARRETO ML, SILVA JR. JB. Mudanças nos padrões de morbimortalidade da população brasileira: os desafios para um novo século. Epidemiol Serv Saúde. 2003; 12(3):63-75.
FERNANDO, P. Mudanças Climáticas – Sociedade de Risco. Desafios do Desenvolvimento. 2012; 74. Disponível em: <http://desafios.ipea.gov.br>. Acesso em Jan/2013.
INSTITUTO BRASILEIRO DE GEOGRAFIA E ESTATÍSTICA (IBGE). Atlas de Saneamento 2011. Rio de Janeiro: IBGE, 2011.
GOUVEIA N. Saúde e Meio Ambiente nas cidades: os desafios da saúde ambiental. Saúde e Sociedade. 1999; 8(1):49-61.
GÜNTHER WMR. Áreas Contaminadas no Contexto da Gestão Urbana. São Paulo em Perspectiva. 2006; 20:105-117.
NUCKOLS JR, WARD MH, JARUP L. Using geographic information systems for exposure assessment in environmental epidemiology studies. Environ Health Perspect. 2004 Jun;112(9):1007-15.
ORGANIZAÇÃO PANAMERICANA DE SAÚDE (OPAS). Mudanças climáticas e ambientais e seus efeitos na saúde: cenários e incertezas para o Brasil. Brasília: OPAS, 2008.
RIBEIRO H. Saúde pública e meio ambiente: evolução do conhecimento e da prática, alguns aspectos éticos. Saúde e Sociedade. 2004; 13(1):70-80.
SECRETARIA DO VERDE E DO MEIO AMBIENTE DA CIDADE DE SÃO PAULO (SVMA). Manual: promovendo a comunicação e a participação social e institucional no planejamento urbano. São Paulo: 2012.
UNHABITAT. Climate change strategy 2010-2013. Disponível em: <www.unhabitat.org>. Acesso em Jan/2013.
World Health Organization. Definition of Environmental Health developed at WHO consultation in Sofia, Bulgaria. 1003.
Saneamento básico
Fundamental importância para a saúde das populações.
Sua inexistência provoca contaminação do solo, da água e do ar, proliferação de vetores e a consequente disseminação das doenças.
menos da metade dos domicílios brasileiros (45,7%) tem acesso à rede de esgoto (Atlas do Saneamento IBGE, 2011)
Inúmeras doenças de veiculação hídrica (doenças diarreicas agudas, hepatite A, verminoses - esquistossomose, ascaridíase, teníase, oxiuríase e ancilostomíase)
Cada R$ 1 investido em saneamento evita R$ 4 de gastos na área de medicina curativa (FUNASA, 2007)

"Se a universalização da rede de abastecimento de água, coleta de esgoto e de manejo de resíduos sólidos constitui parâmetro mundial de qualidade de vida já alcançado em grande parte dos países mais ricos, no Brasil a desigualdade verificada no acesso da população a esses serviços ainda constitui o grande desafio posto ao Estado e à sociedade em geral nos dias atuais” (Atlas do Saneamento IBGE, 2011).
Saneamento básico no Brasil
Resíduos Sólidos
Diariamente, são produzidos 125.281 toneladas de lixo no Brasil;
68,5% dos resíduos gerados nas grandes cidades brasileiras são jogados nos lixões e alagados;
Existem pelo menos 24.340 catadores de lixo nos lixões brasileiros;
22% têm menos de 14 anos;
7.264 pessoas residem nos lixões espalhados pelo Brasil;
Apenas 451 municípios têm coleta seletiva de lixo;
Dos 3.466 que coletam lixo hospitalar, 1.193 não fazem nenhum tipo de tratamento, como incineração;
38% da água distribuída na região Norte não recebe nenhum tipo de tratamento
Esgotamento Sanitário
Coleta e tratamento pouco difundidos no país
Tratamento ocorre mais no estado de SP e no DF;
o fato de um município dispor de serviço de esgotamento sanitário não significa que todos os seus domicílios estejam conectados ao sistema;
Outros municípios podem utilizar a fonte hídrica à jusante do descarte;
Problemas causados pela urbanização
desordenada no saneamento
Ocupações de várzeas e mananciais
Esgoto doméstico, lixo e carga difusa de poluição
Comprometimento da qualidade da água bruta
macronutrientes em corpos d'água (N, P) e
eutrofizaçãoAumento do custo do tratamento da água
Ameaça de inviabilização do uso do manancial
Impermeabilização do solo agrava enchentes
Implantação de avenidas de fundo de vale
Saúde Ambiental
Saúde ambiental são todos os aspectos da saúde humana, incluindo a qualidade de vida, que são determinados por fatores físicos, químicos, biológicos, sociais e psicológicos no meio ambiente. Também se refere à teoria e prática de valorar, corrigir, controlar e evitar aqueles fatores do meio ambiente que, potencialmente, possam prejudicar a saúde de gerações atuais e futuras (WHO, 1993).
Mudanças globais e impactos
no meio ambiente e saúde
Queima de biomassa altera ciclos hidrológicos nas regiões tropicais e reduzem volume pluviométrico;
Aumento do nível do mar: salinização de aquíferos subterrâneos;
Expansão das áreas de transmissão de doenças relacionadas a vetores: dengue, febre amarela, filariose, leishmanioses, malária etc.;
Aumento dos riscos de doenças de veiculação hídrica: esquistossomose, hepatite, leptospirose, gastroenterites etc.;
Pressão do consumo devido ao aumento da temperatura pode gerar colapso do sistema de abastecimento;
Mudanças climáticas levam movimentos migratórios: urbanização não planejada e precarização do saneamento;
Aumento da temperatura nas cidade: vulnerabilidade para tempestades e enchentes;
Aumento do consumo - maior geração de resíduos
Possíveis impactos das mudanças
climáticas na saúde
Otimização do uso do solo urbano
Áreas com potencial de aproveitamento
Antigas áreas industriais e infra-estruturas urbanas (portos, estações etc.)
Brownfields: propriedades abandonadas ou subutilizadas cuja reutilização é dificultada pela presença real ou potencial de substancias poluentes ou contaminantes
Áreas degradadas e/ou contaminadas
Necessidade de revitalização
Otimização do espaço urbano
Mudança de uso do solo: residencial, comercial
Operação urbana consorciada
Previstas no Estatuto da Cidade (Lei Fed. 10.257/2001)
Intervenções e medidas coordenadas pelo poder público
Transformações urbanísticas estruturais, melhoria socioambientais e valorização ambiental
Exemplos na cidade de SP: Operação urbana Brás-Lapa, Água Branca, Mooca-Vila Carioca
Reflexo do uso otimizado do solo urbano na saúde da população
Menor tempo dispendido no tráfego
Menor exposição a poluição atmosférica,
acidentes de trânsito,
estresse
Arborização e parques/áreas verdes
Conforto térmico,
<poluição atmosférica,
< emissão GEE,
> permeabilidade e < risco de enchentes
Uso da infraestrutura já estabelecida
Manutenção das áreas de interesse ambiental (mananciais) > cobertura do saneamento básico e < ocorrência de doenças de veiculação hídrica e causada por vetores
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