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Antropologia Jurídica: para uma filosofia antropológica do d

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by

Marlon Delpino

on 7 September 2014

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Transcript of Antropologia Jurídica: para uma filosofia antropológica do d

Ordem, juízes e julgamentos
ordem
josé manueL de sacadura rocha
Antropologia Jurídica: para uma filosofia antropológica do direito
Família
comunidade
direito público
conselho
decisões
sanções restaurativas
direito repressivo (durkheim)
ressociabilização
formatação familiar
controle familiar
doença?
espiritos ruins?
estrutura jurídica
sociedades simples possuem leis e ordem?
julgamento
personalidade
filosofia
série de atos
antropologia
e
poder:
Desdobramentos
práticas políticas
política
práxis
concentração do poder
mãe natureza
prestígio holístico e místico
poder
poder e autoridade
poder e violência
sociedades mais simples
sociedades mais complexas
sociedades modernas industriais
poder e violência
em
hannah arendt
política e poder


força e violência

espaço público
participação
omissão
bestialidade
eichmann
preparação para a coletividade
sócrates

a sociedade
contra o estado
http://www.anarca-bolo.ch/a-rivista/riviste/Arivista/381/img/p37_2.jpg.
pierre clastres
sociedades primitivas
estrutura econômica
economia
de
subsistência indígena
civilização ocidental
questões norteadoras:
a verdadeira sociedade se desenvolve sob a sombra protetora do estado.
é necessário trabalhar.
força externa
poder político
http://outraspalavras.net/wp-content/uploads/2013/08/arendt.jpg.
hannah arendt
déspotas
densidade demográfica
Capítulo 08
Capítulo 07
Capítulo 06
brasil:
uma utopia nacional
semióforos
e
"verdeamarelismo"
O que é a antropologia?
A Antropologia é o estudo do homem como ser biológico, social e cultural.

Alteridade e Colonização
http://upload.wikimedia.org/wikipedia/commons/thumb/b/bd/Lewishenrymorgan.jpg/200px-Lewishenrymorgan.jpg.
Antropólogos Científicos
Importantes
Lewis Henry
Morgan
http://upload.wikimedia.org/wikipedia/commons/f/f6/Bronislawmalinowski.jpg.
Bronislaw Kasper
Malinowisk

http://3.bp.blogspot.com/-7evcIp2d4pQ/T7kvh3lT4uI/AAAAAAAAAGo/VX0ElaJZ1v8/s1600/41802_99442538470_4851_n.jpg.
Alfred Reginald
Radcliffe-Brown

http://graphics8.nytimes.com/images/2009/11/03/obituaries/03cnd_strauss/articleInline.jpg.
Claude Lévi-Strauss
Maurice Godelier

http://upload.wikimedia.org/wikipedia/commons/thumb/b/be/Godelier.jpg/220px-Godelier.jpg.
Darcy Ribeiro

http://www.nosrevista.com.br/wp-content/uploads/2010/05/darcy_ribeiro_jpg.jpg.
Roberto DaMatta
http://3.bp.blogspot.com/-CXVyh_tVsrE/TVwlONqwzcI/AAAAAAAAAHA/7Nnb1_O49_M/s1600/roberto_damatta_galeria230x330_jpg.gif.
Capítulo 01
capítulo 02
Antropologia do Direito: O que é?
A Antropologia jurídica é a observação e a comparação entre as modernas instituições do direito do Estado moderno.

capítulo 03
Escolas Antropológicas
Escola Evolucionista
Escola Funcionalista
Escola Estruturalista
Escola Marxista

capítulo 04
O homem e o caminho da Dominação
Liberação da mãos
Produção da linguagem
Desenvolvimento
do cérebro humano

Homo Sapiens
O homem moderno evoluiu do Homo sapiens arcaico na África durante o Paleolítico Médio, há cerca de
200.000 anos

Natureza, Proibição de Incesto
e
Reciprocidade
A dominação da natureza esta relacionada com o trabalho humano, pela elaboração dos instrumentos,
como caça e pesca
Pensamento, Existência
e
Dominação
O homem passa a trabalhar com o cérebro e deixa de trabalhar a mão livre, começa a pensar antes de agir. Ele começa a pensar para saber como agir quando as adversidades viessem para a sua sobrevivência
capítulo 05
 Magia, Poder
e
Direito
capítulo 09
capítulo 10
capitulo 11
A Antropologia do Dilema Brasileiro
O Dilema brasileiro é a revolução individualista, a qual se espera comportamentos diferenciados de acordo com a realidade de cada casa e família em sua vida privada, e quando em Público os indivíduos devem se comportarem com civilidade e tolerância, como forma de inclusão social.

A cultura relacional brasileira: de cidadão a pessoa
Nos estados modernos é valorizado o cidadão como uma parte homogênea, igualitária, individualista e exclusiva, ao passo que no Brasil o que vale é relação fundada em uma comunidade heterogênea, desigual, relacional, e inclusiva, pois cria relações de dependências, laços de simpatia, lealdades pessoais, sem compromissos legais ou ideológicos que permitam a dinâmica da filiação social.

A Inconsciência de classe e o mito da Cultura conciliadora
As relações pessoais se mostram muito mais como fatores estruturais do sistema do que como sobrevivência do passado que a modernidade tecnicocientífica e o regime liberal burguês, dito democrático, deveriam banir de nossa realidade o meio caminho entre os universos jurídicos e morais e o relativismo das relações pessoais.

Para uma filosofia Antropológica do Direito
Entre dever-ser e dever do ser
Dever-ser: Hans Kelsen acreditava que o dever-ser era a possibilidade de o ato humano se tranformar em um ato juridico, sujeito a julgamento, sanção ou absolvição.
Dever do Ser: para Immanuel Kant o dever do ser orientava eticamente as ações do homem. Sendo assim, conclui-se que enquanto Kant apregoa o dever do ser pondo como centralidade o homem, Kelsen define o dever-ser tendo como centralidade a norma e assim o homem como simples meio.

A contribuição da cultura relacional brasileira
No Brasil o poder não é respeitado, como se verifica em outros países, a grande diferença esta em que aqui no Brasil criar a cidadania significa usufruir do poder para se tornar mais cidadão do que os outros ou se diferenciar para garantir privilégios, as elites brasileiras buscam esvaziar e perverter a cidadania de todos os indivíduos, tornando-os apenas “indivíduos” que precisam de algo para “reentrarem” ou serem incluídos na sociedade brasileira.

ANTROPOLOGIA, DIREITO E A ÉTICA DESOBEDIENTE
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