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A África subsaariana - 7° ano

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by

Jessica Nunes

on 11 August 2016

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Transcript of A África subsaariana - 7° ano

A África subsaariana
As regiões da África
Reinos africanos
O REINO DE GANA
Localização:
Sahel - África Ocidental;

Território atual:
Mauritânia e Mali;

Formação do reino de Gana:
Século IV: união de vários povos e aldeias;
domínio de um rei :
Gana
;
Meios para garantir o poder de influência do rei:
- casamento com mulheres de várias aldeias;
- invasão de territórios e dominação dos povos;
- conhecimento da metalurgia: superioridade militar (ferro).
GANA: TERRA DO OURO
O reino do ouro:

conhecida como "terra do ouro";
relatos de viajantes falam sobre a abundância de ouro: armas de guerra, adornos, etc.
intenso comércio com o norte da África;
trocado por sal (extraído no saara), utilizado como moeda de troca e conservante de alimentos;

A África pode ser dividida em duas grandes regiões:

África do norte;
África subsaariana.


Sahel:

Região entre o Saara e a África subsaariana;

No Sahel formaram-se algumas sociedades que sobreviviam do comércio e atravessavam o deserto para levar e trazer mercadorias. Exemplo: Reino de Gana.

Entre as mercadorias mais vendidas no comércio que atravessava o deserto,
podemos destacar as
bijuterias, vidro,
objetos de marfim,
perfumes, tâmaras,
entre outros.

O ouro foi a
maior riqueza do
Reino de Gana.

O REINO DE GANA
As duas capitais:
Koumbi Saleh e Gaba;
Koumbi Saleh:
cidade de ricos mercadores muçulmanos;
Gaba:
cidade real, lá vivia o gana (rei).
O comércio de caravanas no deserto do saara
Ruínas de Koumbi Saleh
Representação de Koumbi Saleh
O FIM DO REINO DE GANA
Motivos:
guerras entre grupos étnicos diferentes (XI);
algumas regiões se separaram de Gana;
enfraquecimento do império;

Takrur separa-se de Gana:
pequeno reino de reis convertidos ao islã;
separa-se de Gana e assume o controle das minas de ouro;
substituiu Koumbi Saleh como centro comercial;

Koumbi Saleh é invadida (século XII):
Koumbi Saleh é invadida por árabes do norte da África;
Gana em declínio: absorvida pelo
Reino do Mali.
Vídeo resumo sobre o Reino de Gana
Sundiata Keita,
o rei do Mali
O REINO DO MALI
Localização:
África Ocidental;

Território atual:
Mali;

Formação do Reino do Mali:
até o século XII, o povo
mandinga*
habitava a região dominada por Gana;
com o declínio de Gana, vários clãs não tinham mais um poder unificado (rei);
no entanto, por volta de 1230, um dos líderes dos clãs estabeleceu um comando único:
Sundiata Keita
.
os antigos chefes ainda exerciam o governo de seus clãs, mas cederam o título de
rei (mansa)
a

Sundiata Keita. Assim nasceu o Reino do Mali.

* Mandinga:
povos de diferentes etnias da África Ocidental que falam uma língua com características comuns, o mandê.
O REINO DO MALI
O mansa:
nome dado os reis do Mali;
considerados
mais do que seres humanos
;
muitos acreditavam que o mansa tinha o
poder de interferir
favoravelmente nas colheitas, clima e fertilidade das mulheres;
utilizavam um porta-voz para se comunicar com os súditos;
seguidores do islamismo.

Expansão do Reino do Mali:
conquistou o antigo reino de Gana;
controlou as
reservas de ouro
e rotas de comércio do Sahel;
dominío a leste, ao longo do Níger, e a oeste, até o Oceano Atlântico;
Para garantir que todos pagassem impostos, o mansa era tolerante com as diferenças de costumes de cada parte do reino.
O REINO DO MALI
Mansa Musa (século XIV):
apogeu do reino Mali;
Mansa Musa era muçulmano, embora tolerasse os cultos tradicionais dos povos sob seu domínio;
peregrinação de Musa à Meca:
jornada famosa, passou a ser chamado de Senhor do ouro;
Aproximou seu império da cultura muçulmana: fazer do
Mali um centro de cultura islâmica.
O declínio do reino do Mali
A morte de Mansa Musa:

unidade do reino era frágil: os governantes locais deveriam aceitar a autoridade do mansa;

um século após a morte de Musa, governantes locais manifestam desobediência ao mansa;

disputas internas pelo poder real;

enfraquecimento e queda do Mali (XV/XVI).
Os iorubas
Iorubas:
localização:
atual Nigéria;
organização social:
conjunto de povos unidos por traços culturais e linguísticos;
acreditavam na mesma origem ancestral.
Desenvolvimento da civilização ioruba:
aldeias e cidades independentes entre si;
reinos com costumes e tradições próprias;
governo autônomo de um
obá
;
controlavam importantes rotas de comércio que ligavam o litoral africano ao interior;
Ilê Ifé: centro político e religioso.
A civilização ioruba
O papel dos obás:
descendentes de Oduduá e considerados de origem divina;
governo realizado com auxílio de um conselho formado por chefes de família;
caso o obá falhasse, poderia ser forçado a abdicar.
A civilização ioruba
Religião:
babalorixás: sacerdotes;
orixás: divindades ligadas à natureza;
quando uma criança nasce, ela é levada ao babalorixá para a determinação do orixá que irá orientá-la por toda a vida.
Os iorubas no Brasil:
Século XVI: africanos trazidos a força e na condição de escravos para a América;
Candomblé:
religião de matriz africana, exemplo de permanência da cultura ioruba no Brasil.
Os bantos
Banto:
grupo de povos que falam línguas de origem comum;

Localizaçao original
: Camarões e Nigéria;

Organização social e política:
formaram comunidades independentes e também grandes reinos, como o Grande Zimbábue (XIV) e Manicongo (XV);

Presença no Brasil:
trazidos na condição de escravos;
influência cultural:
alimentação (canjica, angu, pirão, quiabo, dendê);
língua: maracutaia, moleque, marimbondo, lenga-lenga, caçula;
festividades: congada, bumba meu boi;
música: samba e intrumentos musicais como a cuica e o reco-reco.
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