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severino porto

ciclos
by

Edgar de Souza

on 7 November 2012

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Transcript of severino porto

Severiano Mário Vieira de Magalhães Porto Severiano Porto nasceu em Uberlândia, Minas Gerais, em 1930. Mas mudou-se para o Rio de Janeiro aos 5 anos de idade. Formou-se arquiteto na Faculdade Nacional de Arquitetura da Universidade do Brasil, atual UFRJ, em 1954.

Entretanto, foi reconhecido nacional e internacionalmente por suas obras na Amazônia, onde residiu por muitos anos. “A obra de Severiano Porto é comumente referida como relativamente inaugural e manifestação genuína de uma idéia de regionalismo brasileiro.”


Em todos os trabalhos deixou evidente a preocupação em contextualizar a obra de acordo com as necessidades do entorno. Observando os povos da floresta, também soube como integrar o homem em seu habitat.
 
Preocupava-se com a arquitetura bioclimática.


Inaugurado em 1970.

Capacidade para 43 mil pessoas, sendo apenas 31 mil lugares liberados.

Integrado ao setor esportivo da cidade

Localizado no principal eixo do transporte público, próximo do aeroporto, do centro histórico e de hotéis, e dentro de um complexo que engloba a vila olímpica, a arena poliesportiva e o sambódromo, além de um centro de convenções.
ESTÁDIO VIVALDO LIMA (VIVALDÃO)
MANAUS – AMAZONAS
PLANTA DE COBERTURA. FONTE - http://www.vitruvius.com.br/revistas/read/projetos/11.121/3742 PERSPECTIVA - http://www.vitruvius.com.br/revistas/read/projetos/11.121/3742 “O desenho do Vivaldão conseguia ser ao mesmo tempo marcante e delicado. O arquiteto aproveitou uma cratera que existia no local – consequência da retirada de terra para aterros – e assentou o prédio no chão com suavidade, razão pela qual tinha pouco impacto externo.” ACESSO PRINCIPAL. FONTE - http://www.vitruvius.com.br/revistas/read/projetos/11.121/3742 TERRENO ONDE ESTAVA IMPLANTADO O VIVALDÃO . FONTE - http://www.vitruvius.com.br/revistas/read/projetos/11.121/3742 “Evitava um dos grandes pecados de estádios com má arquitetura: suas arquibancadas não davam as costas para a cidade. Eram encaixadas na topografia, como o Pacaembu.

Tratava-se de uma presença tão discreta quanto elegante. O desenho gracioso da meia cobertura que protegia um dos hemisférios do estádio lembrava uma lua crescente. [...]

Também se apropriou de elementos regionais, como atestam os grafismos originais que adornavam o Vivaldão, a lembrar criações indígenas.” EXTERIOR DO ESTÁDIO. FONTE - http://www.vitruvius.com.br/revistas/read/projetos/11.121/3742 INTERIOR DO ESTÁDIO. FONTE - http://www.vitruvius.com.br/revistas/read/projetos/11.121/3742 INTERIOR DO ESTÁDIO. FONTE - http://www.vitruvius.com.br/revistas/read/projetos/11.121/3742 Campus da UFAM Universidade do Amazonas - 1973 Manaus, Amazonas A UFAM, Universidade Federal do Amazonas foi projetada em 1973 por Severiano Porto na cidade de Manaus.

A obra se adapta à topografia e foi concebida de modo a integrar-se ao meio amazônico, tirando proveito do clima e do vento local.

Possui diversos aparelhos culturais, como 15 bibliotecas, o Museu Amazônico, o Centro de Artes Hahnemann Bacelar (ou CAUA), auditórios, videoteca e anfiteatro.

O campus localiza-se em uma área de 6.700 km², cercado por uma grande vegetação e é composta de vários módulos distribuídos e interligados por vias.
UFAM - Fonte: http://www.arquitetonico.ufsc.br/severiano-mario-porto
“Sua cobertura isolante impede que o sol equatorial esquente demais os ambientes, e a distância entre os módulos propõe o aproveitamento dos ventos, tudo para não tornar o clima quente um incômodo.” MÓDULOS COM FORMA DE TRONCO DE PIRÂMIDE OCA - Fonte: http://www.arcoweb.com.br/
Ventilação natural - No projeto original, os blocos de salas de aulas possuíam aberturas zenitais na laje de concreto, que visavam dissipar o calor vindo da incidência de radiação sobre a cobertura. Porém, atualmente, refrigeradores de ar artificiais foram instalados em todos os ambientes fechados do campus.

Ventilação cruzada - através das aberturas laterais localizadas em paredes opostas (norte-sul), o vento chega oblíquo em relação ao plano da abertura de entrada do ar, proporcionando uma ventilação bem distribuída. As esquadrias foram desenhadas estrategicamente, do tipo pivotante. Sala de Aula - Fonte: www.arcoweb.com.br
Fachada - Fonte: www.arcoweb.com.br
Detalhe da janela, folhas opaca e transparente - Fonte: www.arcoweb.com.br As fachadas leste-oeste são menores e a incidência de radiação solar é reduzida. Expõe as fachadas norte-leste onde há predominância de vento.

Na reforma, as fachadas que mais recebiam luz solar ganharam brises verticais móveis SALA DE AULA - Fonte: www.arcoweb.com.br BRISES - Fonte: www.arcoweb.com.br Os materiais e técnicas construtivas estão de acordo com o contexto local.

Utiliza concreto e madeira.

As coberturas-tipo são de estrutura metálica modular, de fácil montagem e para garantir flexibilidade para ampliações e manutenções futuras.

Funciona também como um elemento integrador entre os prédios.

A cobertura é a mais atingida pela radiação solar, sendo assim, os ambientes fechados são protegidos por uma alvenaria independente da estrutura principal, formando um sistema de dupla cobertura.

Jardins são dispostos entre os prédios, criando áreas de sombreamento COBERTURA QUE INTEGRA OS EDIFÍCIOS - Fonte: http://www.arcoweb.com.br/ BEIRAIS E SOBREAMENTO - Fonte: http://www.arcoweb.com.br/ Residência Robert Schuster (1978)
Manaus, Amazônia Localiza-se às margens do Igarapé de Tarumã Açu, em Manaus, em um terreno de vegetação densa e fechada de floresta – o sol quase não incidia neste lugar; Porto aderiu, portanto, a um partido que considera-se as condições climáticas do local e que fosse inserido harmonicamente com a paisagem circundante; Para minimizar os impactos na área, projetou a casa em três níveis;

Há um grande vazio na parte central da casa, permitindo uma circulação integrada dos ambientes, além de possibilitar que o vento circule por toda ela; Construída com madeira da região;

Possui grande quantidade de portas e janelas muxarabi (significa local fresco);

Esquadrias de venezianas móveis; Marcação estrutural em plano vertical (pilares/ pilotis) “[...] assume a geometria de um bloco único formado por módulos estruturais que organizam o espaço construído” Fernado de Medeiros Galvão, p. 68

Interessante relações entre cheios e vazios Linhas tracejadas em vermelho – modulação das colunas
Azul – Vazios
Amarelo - Cheios Centro de Proteção Ambiental de BalbinaPresidente Figueiredo - Amazonas O Centro de Proteção Ambiental de Balbina originou-se da necessidade de estudos sobre os impactos da
Usina Hidrelétrica de Balbina.

A proposta contemplava: laboratórios de pesquisa, espaço de coletas de dados e alojamentos. Alguns espaços nunca foram construídos e outros funcionam mal.

Hoje utiliza-se o espaço mais para o turismo do que o objetivo inicial.
Terreno: 40.000m², área construída: 6.100m²

Porto apropriou-se da declividade natural do terreno para a disposição dos edifícios.

Aproveitamento dos ventos predominantes da região que são leste a oeste. Os alojamentos são agrupados de dois em dois e têm a mesma forma.

Os laboratórios possuem formas diferentes com o intuito de distinguir as funções.

A conexão ocorre através da grande cobertura. Os blocos são estruturados em alvenaria.

Grande destaque na cobertura que é toda estruturada em madeira.

Revestimento da cobertura é feito com cavacos que segundo o arquiteto: “da uma liberdade muito grande, pois pode ser trabalhado da forma que se desejar, fazendo a curva que quiser, ao contrário da telha plana, que possui uma certa rigidez.” A mesma liberdade expressa na cobertura encontra-se nos pilares. Pois, são dispostos sem uma lógica física. A cobertura caracteriza-se como símbolo da obra, destacando-se de qualquer vegetação que possa dificultar a sua leitura.

Esta obra de Porto torna-se exemplo de união arquitetônica juntamente com a simplicidade e naturalidade do nativo. Fonte: http://bdtd.bczm.ufrn.br/tedesimplificado/tde_arquivos/22/TDE-2009-09-16T105435Z-2208/Publico/FernandoMGcapa_ate_pag77.pdf
http://www.advivo.com.br/blog/luisnassif/o-abandono-do-centro-de-protecao-ambiental-de-balbina

Referencias histórico Severiano Porto

http://www.piniweb.com.br/construcao/noticias/obra-pioneira-79819-1.asp
 
WWW.vitruvius.com.br/revistas/read/arquitextos/09.105/76

http://www.arcoweb.com.br/tecnologia/leticia-neves-a-arquiteta-07-04-2008.html
http://www.arquitetonico.ufsc.br/severiano-mario-porto

http://www.teses.usp.br/teses/disponiveis/18/18141/tde-03012007-232857/pt-br.php

http://www.vitruvius.com.br/revistas/read/arquitextos/04.047/594

http://www.vitruvius.com.br/revistas/read/projetos/11.121/3742



http://www.itaucultural.org.br/aplicexternas/enciclopedia_ic/index.cfm?fuseaction=artistas_biografia&cd_item=1&cd_idioma=28555&cd_verbete=6425 BIBLIOGRAFIA
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