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A perda da independência de Portugal

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on 13 December 2014

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A Perda da Independência de Portugal
Trabalho realizado por: Jessica Mingotti
João Pinheiro da turma 401 de Multimédia 2ºAno
Disciplina de: Português - Prof. Joana Segurado

A morte do jovem rei de Portugal D. Sebastião na Batalha de Alcácer-Quibir levou a uma crise de sucessão já que o primeiro não teria deixado descendência pela sua tenra idade.

• O Cardeal-Rei D. Henrique I, filho de D. Manuel I;
• Rainúncio I Farnésio, Duque de Parma;


• Catarina, Duquesa de Bragança

• Filipe II, de Espanha

• Emanuel Felisberto de Saboia

• João I, Duque de Bragança

• D. António, afastado por ser tido como ilegítimo, se não o fosse estaria mesmo antes do cardeal D. Henrique na linha de sucessão;

Introdução da Situação
De entre os pretendentes ao Trono, era o Cardeal D. Henrique o mais chegado a el-Rei por um grau, mas a sua idade (e por ser religioso) não oferecia a segurança da descendência, pelo que a solução da crise seria meramente provisória. Assim, quando este falecesse, passaria o Trono a ser disputado por el-Rei D. Filipe, pelo Duque de Saboia e pela Duquesa de Bragança, todos parentes em quinto grau.
Introdução da Situação
O povo aclamou D. António como Rei de Portugal. A situação era melindrosa, já que D. António se antecipava à decisão dos governadores nomeados pelo cardeal D. Henrique que tinham por missão designar, de entre os vários netos de D. Manuel I, o herdeiro legítimo da coroa.

A Aclamação Popular do Prior de Crato
Foi a dinastia real que reinou em Portugal durante o período de união pessoal entre este país e a Espanha, isto é, em que o Rei de Espanha era simultaneamente o Rei de Portugal.
Os três reis da dinastia filipina pertenciam à Casa de Habsburgo e governaram em Portugal entre 1580 e 1 de dezembro de 1640.

• Filipe I de Portugal e II de Espanha 1580-1598
• Filipe II de Portugal e III de Espanha 1598-1621
• Filipe III de Portugal e IV de Espanha 1621-1640


Início da dinastia filipina
1 de Dezembro de 1640
A morte de D. Sebastião, em Alcácer Quibir, sem deixar descendência e outros motivos de natureza vária que não cabem neste pequeno resumo, concorreram para a perda da Independência de Portugal. Sem um sucessor direto, a coroa passou para Filipe II de Espanha. Da-se a tomada de posse, nas cortes de Leiria, em 1580. As promessas foram sendo desrespeitadas, os cidadãos nacionais foram perdendo privilégios e passaram a uma situação de subalternidade em relação a Espanha. Esta situação leva a que se organize um movimento conspirador para a recuperação da independência, onde estão presentes elementos do clero e da nobreza.

Esta situação leva a que se organize um movimento conspirador para a recuperação da independência, onde estão presentes elementos do clero e da nobreza.
A 1 de Dezembro de 1640, um grupo de 40 fidalgos introduz-se no Paço da Ribeira, onde reside a Duquesa de Mântua, representante da coroa espanhola, mata o seu secretário Miguel de Vasconcelos e vem à janela proclamar D. João, Duque de Bragança, rei de Portugal. Termina, assim, 60 anos de domínio espanhol sobre Portugal.Para o efeito, foram mandados alistar todos os homens dos 16 aos 60 anos e
fundidas novas peças
de artilharia.

1 de Dezembro de 1640
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