Loading presentation...

Present Remotely

Send the link below via email or IM

Copy

Present to your audience

Start remote presentation

  • Invited audience members will follow you as you navigate and present
  • People invited to a presentation do not need a Prezi account
  • This link expires 10 minutes after you close the presentation
  • A maximum of 30 users can follow your presentation
  • Learn more about this feature in our knowledge base article

Do you really want to delete this prezi?

Neither you, nor the coeditors you shared it with will be able to recover it again.

DeleteCancel

Make your likes visible on Facebook?

Connect your Facebook account to Prezi and let your likes appear on your timeline.
You can change this under Settings & Account at any time.

No, thanks

A Administração como ciência, apresentação e necessidade de

No description
by

Jose Roberto Oliveira

on 6 February 2014

Comments (0)

Please log in to add your comment.

Report abuse

Transcript of A Administração como ciência, apresentação e necessidade de

Administração como ciência, apresentação e necessidade de emprego
Revolução Industrial
A Administração tornou-se fundamental na condução da sociedade moderna. Ela não é um fim em si mesma, mas um meio de fazer com que as coisas sejam realizadas da melhor forma, com o menor custo e com a maior
eficiência e eficácia
ANTECEDENTES HISTÓRICOS DA ADMINISTRAÇÃO
O que é Administração?
"A palavra administração vem do latim
ad
(direção, tendência para) e
minister
( subordinação ou obediência) e significa aquele que realiza uma função sob o comando de outrem, isto é, aquele que presta um serviço a outro. Chiavenato, (2003 p. 11)
EFICIÊNCIA


FAZER BEM E CORRETAMENTE
EFICÁCIA
manufatura
a indústria mecânica
empresários
proprietários
operários
proletários
trabalhadores
ATINGIR OS OBJETIVOS E RESULTADOS
É A MANEIRA DE GOVERNAR ORGANIZAÇÕES OU PARTE DELAS. É O PROCESSO DE PLANEJAR, ORGANIZAR, DIRIGIR E CONTROLAR O USO DE RECURSOS ORGANIZACIONAIS PARA ALCANÇAR DETERMINADOS OBJETIVOS DE MANEIRA EFICIENTE E EFICAZ. CHIAVENATO (2003 p.22)
5.000 a.C. surge a arte e o exercício de administrar
Egito - Ptolomeu planejou e dimensionou um sistema econômico que só foi possível devido a uma administração pública sistêmica e organizada
500 a.C. Constituição de Chow com 8 Regras de Administração Pública de Confúcio:
1. O alimento
2. O Mercado
3. Os ritos
4. O Ministério do Emprego
5. O Ministério da Educação
6. A administração da Justiça
7. A recepção dos Hospedes
8. O Exército
Os romanos conheceram tres sistemas diferentes de governo (realeza, república e império) em seu auge Roma controlava uma população de 50 milhões de pessoas.
Organzações militres: Há mais de 3.000 anos o Exército vem buscando soluções adminstrativas para solucionar operações complexas e arriscadas em que se envolvem os contingentes de pessoas.
HÁ 2.500 anos,Sun Tsu,um general filósofo chinês - reverenciado ainda nos dias de hoje -escreveu um livro sobre a arte da guerra onde relata a preparação dos planos,espda embainhada ,manobras,terreno,pontos fracos e fortes do inimigo e a organização do exército.
estrutura linear, logística e hierarquia
Na evolução histórica da administração a Igreja Católica Romana pode ser considerada a organização formal mais eficiente da civilização ocidental.

A Igreja Católica absorveu ao longo do tempo normas administrativas e princípios de organização pública das Instituições de Estado como Atenas, Roma, etc. Empregou na sua organização, a hierarquia de autoridade, o estado maior (assessoria) e a coordenação funcional.

Segundo James O. Mooney, “entre todas as formas de atividades humanas, a Igreja Católica constitui um dos exemplos mais destacados de aplicação e funcionamento de todos os princípios de organização”.

Ela aproveitou e aperfeiçoou toda a técnica administrativa que os romanos desenvolveram para fazer administração à distância. Como exemplo de eficiência e de coordenação administrativa e departamental. Através dos séculos vem mostrando e provando a força de atração de seus objetivos, a eficácia de suas técnicas organizacionais e administrativas, espalhando-se por todo mundo e exercendo influência, inclusive sobre os comportamentos das pessoas, seus fiéis.

Platão (429 a.C. 347 a.C.) preocupou-se com os problemas de natureza política e social relacionados ao desenvolvimento do povo grego. Aristóteles impulsionou o pensamento da Filosofia e no seu livro Política estudou a organização do Estado.
Nicolau Maquiavel (1469 – 1527) historiador e filósofo político italiano, seu livro mais famoso, O Príncipe (escrito em 1513 e publicado em 1532) refere-se à forma de como um governante deve se comportar.

René Descartes (1596 – 1650) filósofo, matemático e físico francês, considerado fundador da Filosofia Moderna, celebrizado pela sua obra “O Discurso do Método”, em que descreve os principais preceitos do seu método filosófico, hoje denominado “método cartesiano” cujos princípios são:

- Princípio da Dúvida Sistemática ou da Evidência – não é verdadeiro até que se saiba com evidência, ou seja, como realmente verdadeiro.

- Princípio da Análise ou da Decomposição - dividir e decompor cada parte de um problema para analisar as suas partes separadamente.

- Princípio da Síntese ou da Composição – processo racional que consiste no ordenamento dos pensamentos, dos mais fáceis e simples para os mais difíceis e complexos.

- Princípio da Enumeração ou da Verificação – em tudo fazer recontagens, verificações e revisões de modo a tornar-se seguro de não ter havido qualquer omissão durante o processo de raciocínio (checklist).
Thomas Hobes (1588 – 1679) filósofo e teórico político inglês, segundo o qual o homem primitivo era um ser anti-social por definição, atirando-se uns contra os outros pelo desejo de poder, riquezas e propriedades – “o homem é o lobo do próprio homem”. O Estado surge como a resultante da questão, que, de forma absoluta, impõe a ordem e organiza a vida social.
Karl Marx (1818 – 1883) e Friedrich Engels (1820 – 1895) propuseram uma teoria da origem econômica do Estado. Chiavenato (1983, p.23) escreve que, de acordo com Marx e Engels a dominação econômica do homem pelo homem é a geradora do poder político do Estado, que vem a ser uma ordem coativa imposta por uma classe social exploradora. No Manifesto Comunista, ainda segundo Chiavenato, Marx e Engels afirmam que a história da humanidade sempre foi a história da luta de classes, resumidamente, entre exploradores e explorados.
Adam Smith (1723 – 1790) filósofo e economista escocês, considerado como criador da Escola Clássica da Economia, em 1776 publica a sua obra “Uma investigação sobre a natureza e as causas da riqueza das nações”, mais conhecido como A Riqueza das Nações, já abordava o princípio da especialização dos operários e o princípio da divisão do trabalho em uma manufatura de agulhas para destacar a necessidade da racionalização da produção. Conforme Chiavenato (1983, p.30), para Adam Smith, a origem da riqueza das nações reside na divisão do trabalho e na especialização das tarefas, preconizando o estudo dos tempos e movimentos, pensamento que, mais tarde, Frederick Winslow Taylor e o casal Frank e Lilian Gilbreth viriam a desenvolver, fundamentando a Administração Científica.
Fonte: http://www.administradores.com.br/artigos/economia-e-financas/a-influencia-dos-filosofos-na-administracao/25128/
Full transcript