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Aula 07 - Epilepsia

Anticonvulsivantes
by

Viviana Neder Arantes

on 12 October 2012

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Transcript of Aula 07 - Epilepsia

Epilepsia Do Grego: "SER INVADIDO"

DESCARGAS ELÉTRICAS ANORMAIS, EXCESSIVAS E TRANSITÓRIAS DAS CÉLULAS NERVOSAS,
RESULTANTE DE CORRENTES ELÉTRICAS QUE SÃO FRUTO DA MOVIMENTAÇÃO IÔNICA
ATRAVÉS DA MEMBRANA CELULAR. CONCEITOS

INCIDÊNCIA ANUAL
40-70 por 100.000 nos países industrializados
100-190 por 100.000 em países com poucos recursos
• FAIXA ETÁRIA
< 2 anos e > 65 anos
• MORTALIDADE
Quatro problemas principais:
status epilepticus (mais frequentemente associados ao abandono anticonvulsivante)
o suicídio associado à depressão
trauma de ataques
súbito morte inesperada em epilepsia (SUDEP)
• FATORES DE RISCO
- Predisposição Genética
- Tocotrauma
- Infecção do SNC
- AVC
- TCE
- Doenças Neuro-Degenerativas
- TU EPIDEMIOLOGIA CONVULSÃO: CRISE EPILÉPTICA QUE SE MANIFESTA COMO UM FENÔMENO MOTOR
EPILEPSIA: DOENÇA QUE TEM EM COMUM CRISES EPILÉPTICAS QUE RECORREM NA
AUSÊNCIA DE UMA CONDIÇÃO TÓXICO-METABÓLICA OU FEBRIL.
CRISES EPILÉPTICAS: SÃO EVENTOS QUE REFLETEM DISFUNÇÃO TEMPORÁRIA DE UM CONJUNTO DE NEURÔNIOS DE PARTE DO ENCÉFALO OU DE ÁREA MAIS EXTENSA.

- ANAMNESE
- EXAME FÍSICO GERAL E NEUROLÓGICO
- EXAMES COMPLEMENTARES:
• EEG/POLISSONOGRAFIA
• NEUROIMAGEM
• SPECT e PET
• TESTE DO AMITAL SÓDICO (WADA) DIAGNÓSTICO TERMOS POPULARES:
ATAQUES
ACESSOS
DESMAIOS DIAGNÓSTICO DIFERENCIAL Síncope, perda de fôlego,
pseudocrise, enxaqueca,
distúrbios do sono, tiques,
refluxo gastroesofágico etc. Etiologias não epilépticas das crises Deficiência de oxigênio.
Traumatismo craniano.
Hipoglicemia
Intoxicações.
Abuso de álcool.
Abuso de cocaína.
Abstinência alcoólica. “Nem toda convulsão é
causada por epilepsia.
Nem toda epilepsia tem
convulsão.” Por que alguns indivíduos têm náuseas,
perda de consciência, formigamentos,
sensações estranhas e outros têm
movimentos anormais???? Porque a descarga vai do cérebro para o corpo.
Portanto, a resposta corporal vai depender da região cerebral que foi estimulada •“Parciais ou focais”, em que a
descarga se limita a uma área
cerebral.
• “Generalizadas”, que envolvem
todo o cérebro. CLASSIFICAÇÃO DAS CRISES
Crises generalizadas.
Crises parciais secundariamente
generalizadas. Crises parciais ou focais
- Simples
- Complexa Manifestação clínica envolve uma porção de um hemisfério cerebral sintomas resultantes de descargas limitadas a uma área muito restrita do cérebro e que, por isso, não causam perda de consciência. Distorção dos sentidos da visão, do olfato, do gosto, da audição;
Experiências relacionadas à memória como a sensação de “já visto” (déjà vu) e “nunca visto” Crises Parciais Simples Sensação desagradável no epigástrio, às vezes ascendendo até a garganta
Formigamentos, arrepios
Manifestações motoras (movimentos localizados) Quando as descargas envolvem áreas do cérebro responsáveis pelo movimento, haverá manifestações motoras. Descargas epilépticas surgindo em uma parte do cérebro originam crises parciais (ex. lobo occipital que origina manifestações visuais). São convulsões caracterizadas por descargas epileptiformes focais, originando-se de uma porção de um hemisfério cerebral, com rebaixamento da consciência. Sem evidência de início localizado, descargas eletrográficas são desde o início bilaterais, a consciência geralmente está comprometida
Manifestações clínicas indicamenvolvimento de ambos os hemisférios cerebrais. • Crise tônico-clônica
• Crise de ausência típica Descargas iniciadas em uma parte do cérebro (ex. lobo occipital) podem se propagar rapidamente, levar à perda de consciência e manifestações motoras bilaterais pelo envolvimento de ambos os hemisférios
Neste caso, a pessoa será capaz de se recordar das manifestações iniciais. ingestão de álcool,
privação de sono,
cansaço físico,
suspensão abrupta da medicação antiepiléptica,
emoções fortes (?) FATORES DESENCADEANTES
EM EPILÉTICOS FENITOÍNA, CARBAMAZEPINA, LAMOTRIGINA, TOPIRAMATO, VALPROATO
Bloqueio de canais de Na, inibindo a propagação.
VALPROATO
Efeito fraco sobre a GABA-transaminase e sobre os canais de Na
VALPROATO
Efeito fraco sobre a GABA-transaminase e sobre os canais de Na
FENOBARBITAL
Potencialização do GABA
BENZODIAZEPÍNICOS
Potencialização do GABA
VIGABATRINA
Inibe a GABA-transaminase, aumenta o GABA no cérebro.
ETOSUXIMIDA, VALPROATO
Canais T de cálcio ANTICONVULSIVANTES MECANISMO DE AÇÃO aumento da atividade sináptica inibitória
diminuição da atividade sináptica excitatória
controle da excitabilidade da membrana neuronal e da permeabilidade iônica.
• fenobarbital: sonolência
• fenitoína: aumento das gengivas; hirsutismo
• valproato: náuseas, vômitos, aumento de peso
• carbamazepina: tontura, sonolência, dispepsia
• oxcarbazepina: sonolência, tonturas
• vigabatrina: agitação, irritabilidade
• topiramato: sonolência, parestesias
• lamotrigina: tonturas, alterações cutâneas
•Benzodiapepínicos: sonolência, hipersecreção br EFEITOS ADVERSOS
DOS ANTIEPILÉTICOS
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