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COMUNICAÇÃO EMPRESARIAL

ADM. Recursos Humanos
by

Isvi Brandão

on 7 December 2012

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Transcript of COMUNICAÇÃO EMPRESARIAL

ADM. Recursos Humanos Comunicação Empresarial COMUNICAÇÃO comunicação é PERCEPÇÃO "Se uma árvore cair numa floresta e não houver ninguém para ouvir, produz-se som?" Professora Thaís Vieira Nogueira co.mu.ni.ca.ção Comunicação ¹ Ação, efeito ou meio de comunicar.
² Aviso, informação; participação; transmição de uma ordem ou reclamação. BRENDA DE FÁTIMA RIBEIRO MENDES
GERMANO PRATA GURGEL
ISVI BRANDÃO ARAÚJO
JOÃO PAULO DA SILVA COSTA
LUCAS ALBUQUERQUE FREITAS LIMA
TAMIRIS MENDES MAIA EQUIPE Comunicação Empresarial O QUE É? "Compreende um conjunto de atividades, ações, estratégias, produtos e processos desenvolvidos para reforçar a imagem de uma organização junto aos seus públicos de interesse ou junto à opinião pública." O QUE É? fonte: http://www.priberam.pt/dlpo/comunicacao fonte: http://www.comunicacaoempresarial.com.br/comunicacaoempresarial/conceitos/comunicacaoempresarial.php HISTÓRICO Primeira Guerra Mundial Quando os documentos diplomáticos de 1914 nos arquivos germânicos e russos foram publicados logo após o fim do combate, ficou comprovado, para espanto geral, que a catástrofe havia sido causada, em grande parte, por falhas de comunicações, apesar da profusão de informações confiáveis. A própria guerra - principalmente o estrondoso fracasso de seu único conceito estratégico, a Campanha de Galípoli, de Winston Churchill, entre 1915 e 1916 - tornou patente a tragicomédia da comunicação. O período imediatamente posterior à Primeira Guerra Mundial - um período de disputa insdustrial e de total falta de comunicação entre o mundo ocidental e os comunistas "revolucionários" (e, um pouco mais tarde, os facistas igualmente revolucionários) - revelou a necessidade e a ausência de uma teoria válida ou uma prática funcional de comunicação nas instituições e sociedades existentes e na relação entre os diversos grupos de liderança com seus diferentes "públicos-alvo". RESULTADO A comunicação tornou-se, de uma hora para outra - isso há 90 anos, aproximadamente - o ponto de interesse de estudiosos e profissionais da área. Antigo enigma proposto pelos místicos zenbudistas, dufis islâmicos e rabinos do Talmude. NÃO! Produzem-se ondas sonoras, mas não som. Para haver som, alguém precisa ouvi-lo. O som é criado pela percepção. Som é comunicação. O receptor [da mensagem] é quem cria a comunicação. . O emissor [da mensagem] emite a comunicação, não comunica. Se não houver alguém para ouvir, não há comunicação. A percepção nada tem a ver com a lógica. É uma experiência. O comunicador fala, escreve ou canta, mas não se comunica. Ele se pronuncia. A única coisa que ele pode fazer é possibilitar - ou não - a perecpção por parte do receptor. Em primeiro lugar, o que percebemos é sempre um conjunto de coisas. Não temos como perceber elementos isolados. Tudo sempre faz parte de um quadro amior. A linguagem silenciosa - isto é, os gestos, o tom de voz e o meio, sem falar nas referências culturais e sociais - não pode ser dissociada da linguagem oral.
Na verdade, sem ela a palavra falada não tem significado e não comunica. "É impossível comunicar apenas palavras. Todo o nosso ser acaba se manifestando através delas" Provérbio da Escola de Relações Humanas O estímulo não resulta em comunicação.
Pois só percebemos o que somos capazes de perceber. comunicação é EXPECTATIVA [geralmente, percebemos o que esperamos perceber.] Enxergamos, em grande medida, o que esperamos enxergar, e ouvimos, geralmente, o que esperamos ouvir. Ou seja, o que é inesperado, de modo geral, nem é percebido. Não é visto ou ouvido, mas ignorado ou incompreendido, isto é, visto ou ouvido de maneira diferente da esperada. "A mente humana procura classificar impressões e estímulos de acordo com uma estrutura de expectativas, resistindo firmemente a qualquer tentativa de mudança, ou seja, perceber o que não espera perceber ou não perceber o que espera perceber." Antes de nos comunicar, portanto, precisamos saber o que o receptor espera ver e ouvir. Só então saberemos se a comunicação pode utilizar suas expectativas - e que expectativas são essas - ou se existe a necessidade do "choque de alienação" de um "despertar" que desmonte as expectativas do receptor e o force a perceber que o inesperado está acontecendo. comunicação é ENVOLVIMENTO A comunicação sempre cria demandas. O receptor precisa se tornar alguém, fazer alguma coisa, acreditar em algo. O apelo sempre é a motivação. Quando a comunicação condiz com as aspirações, valores e propósitos do receptor, ela tem força. Quando a comunicação contradiz as aspirações, valores e motivações do receptor provavelmente não será sequer recebida, ou será rejeitada. Comunicação e informação:
dois assuntos completamente diferentes, porém interdependentes. [comunicação empresarial] conclusão CIMA BAIXO A COMUNICAÇÃO DE: Esse tipo de comunicação concentra-se no que o [emissor] quer dizer, ou seja, parte do princípio de que é o emissor quem comunica, mas, na verdade, ele só emite. A COMUNICAÇÃO DEPENDE DO [RECEPTOR]! O que muitas organizações tentam fazer até hoje é trabalhar no emissor - especificamente gerentes, administradores, comandantes - para que eles sejam melhores comunicadores.

Mas tudo o que se pode comunicar de cima para baixo são comandos - sinais predeterminados. Não sendo possível comunicar nenhum tipo de aprendizagem, muito menos motivação. Para que se comunique algum tipo de aprendizagem e motivação, precisamos da comunicação de baixo para cima: daqueles que percebem para aqueles que querem alcançar sua percepção. "Evidentemente, para haver comunicação tem de haver escuta [o ouvir], mas isso não basta." A escuta parte do princípio de que o superior entenderá o que lhe dizem.
Em outras palavras, que os subordinados serão capazes de comunicar.

Mas por que os subordinados deveriam conseguir fazer algo que seus superiores não conseguem? Mais quantidade e qualidade de informações não resolve o problema da comunicação, não preenche essa lacuna.

Pelo contrário; quanto maior o número de informações, maior a necessidade de uma comunicação eficaz. Ou seja, quanto maior a quantidade de informações, maior a lacuna de comunicação.

A assustadora lacuna de comunicação - entre gerentes e funcionários, empresas e governo, universidade e alunos, produtores e consumidores etc. - reflete, em parte, o grande aumento do número de informações, sem aumento proporcional na comunicação. Podemos, então, dizer algo construtivo sobre comunicação? Podemos fazer alguma coisa? Podemos dizer que a comunicação deve partir do receptor, não do emissor. No contexto das organizações tradicionais, temos de começar de baixo para cima. A comunicação de cima para baixo não funciona. Ela só pode funcionar depois que a comunicação de baixo para cima for estabelecida com sucesso. Esse tipo de comunicação é uma reação, não uma ação; é um resultado, não uma iniciativa. "Se comunicação é percepção, informação é lógica." Como tal é algo puramente formal, sem significado.
É impessoal, não intrepessoal. Quanto mais livre estiver do componente humano, isto é, de elementos como emoções e valores, expectativas e percepções, mais válida e confiável será. Aliás, será mais eficiente. "Os requisitos para a eficácia da informação são contrários aos requisitos para a eficácia da comunicação." Percebemos uma configuração estruturada na comunicação, mas transmitimos dados individuais específicos no processo de informação. A informação é, acima de tudo, um princípio de economia. Quanto menos dados forem necessários, melhor a informação. E um exesso de informação, leva a um blecaute. Em vez de nos enriquecer, nos empobrece. " Ao mesmo tempo, a informação pressupõe o uso da comunicação." Qualquer informação vem sempre codificada. Para ela ser recebida e usada, o código precisa ser decifrado pelo receptor, o que requer um acordo prévio, ou seja, comunicação.

"O receptor precisa, pelo menos, saber a que contexto pertencem os dados." " A comunicação é mais eficaz quanto mais níveis de significação tiver e, portanto, quanto mais difícil for quantificá-la."
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