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Sínodo Diocesano

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by

Guilherme Melo Sanches

on 3 December 2016

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Transcript of Sínodo Diocesano

3. O que se requer para participar do Sínodo?
5. Sínodo e História.
8. Qual o espírito que deve permear o Sínodo?
9. Qual é o fundamento teológico do Sínodo?
1. O que vem a ser um Sínodo?
12. Relação entre Sínodo e autoridade.
11. Experiência do Sínodo na vida da Igreja
10. Quais são as expressões da sinodalidade na Igreja?
7. Qual a relação entre Sínodo e Igreja?
A sinodalidade é (junto com a colegialidade e a
conciliariedade) uma expressão fundamental da comunhão eclesial.

Colegialidade/Conciliariedade expressa o caráter corporativo dos apóstolos (cf. LG 19 – 22) e consequentemente dos seus sucessores os bispos, sob o primado do Papa.

Os concílios, onde se exerce a colegialidade de forma plena, são acontecimentos extraordinários da vida da Igreja. Os sínodos diocesanos fazem parte da vida normal da Igreja.
2. Sinodalidade, colegialidade e conciliariedade, o que é?
Os Atos dos Apóstolos relatam a primeira ação sinodal para deliberar sobre a necessidade ou não de circuncidar os cristãos oriundos do paganismo (At 15) e após a deliberação decidir unanimemente: “aprouve ao Espírito Santo e a nós”(At 15,28).

Este assim chamado “Concílio de Jerusalém”, tornou-se modelo para a necessidade futura de resolver questões em comum.
4. Qual é a fundamentação bíblica?
O Vaticano II revalorizou o princípio sinodal dentro
da Igreja ( LG 22), especialmente com a criação
do Sínodo dos Bispos (CD 5; Paulo VI - Apostolica Sollicitudo,1965) .

O Código de Direito Canônico prescreve o Sínodo Diocesano (cân. 460 ss.), as Conferências Episcopais, os Conselhos de Pastoral em vários níveis, o Conselho para Assuntos Econômico, Conselho de Presbíteros e Colégio de Consultores entre outros.

A sinodalidade é dimensão constitutiva da Igreja.
6. O que diz o Conc. Vatic. II sobre o Sínodo?
Sinodalidade
Sínodo (caminhar ou viajar juntos):
Reunião de representantes qualificados de uma Igreja, ou de várias, para colocar em comum experiências e problemas, a fim de chegar a soluções comuns.
É um momento central de uma Igreja diocesana para ouvir, deliberar e tomar decisões, manifestar sua unidade e celebrar sua comunhão.
O objetivo do Sínodo é o discernimento comunitário.

Todos membros da Igreja são corresponsáveis por amadurecer as escolhas e planejar o caminho comum a percorrer.

O discernimento vai requerer dos participantes do Sínodo: maturidade humana, capacidade de ler os sinais dos tempos, afinidade com a missão evangelizadora da Igreja, vida interior, espiritualidade alimentada pela Palavra de Deus e abertura à ação do Espírito Santo.
Dom Pedro Carlos Cipollini
Nos quatro primeiros séculos da Igreja os sínodos foram frequentes: Arles (314), Cartago (418), Toledo (400). A tradição sinodal foi revitalizada pelo Concílio de Trento (e São Carlos Borromeu) (+1584).

O Sínodo na história da Igreja sempre representou uma busca de conversão estrutural e pastoral, com a finalidade de obter a união da Igreja e a eficácia na sua missão.
O sínodo, sob a presidência do bispo, deve desenvolver-se no diálogo e na busca do consenso.

Nem sempre a maioria pode determinar as questões, principalmente se esta maioria não leva em conta a opinião da minoria.

Uma Igreja como povo sinodal tem uma só preocupação, aquela de seguir a Jesus Cristo, mestre e pastor, com a humilde disposição de ir onde ele a enviar em missão.
A Igreja brota da Trindade.

Todos os ensinamentos do Vaticano II sobre a Igreja trazem o selo da Trindade.

Proveniente do mistério da Trindade, a Igreja traz em si a índole trinitária:
a comunhão.

A Igreja é o povo reunido na unidade do Pai, do Filho e do Espírito Santo (LG 4). A Igreja é Povo de Deus Pai...Corpo de Cristo e Templo do Espírito Santo (LG 17).
A sinodalidade é imitação eclesial da comunhão trinitária.
Sínodo não pode ser visto somente no aspecto jurídico, mas indica o modo de ser Igreja: de comunhão e participação, ex-cêntrica e con-cêntrica, coleta e partilha...

A sinodalidade é uma dimensão essencial da Igreja porque revela o seu ser.
Os cristãos não conseguirão ser testemunhas de uma sociedade nova fundada nos princípios do Evangelho do Reino de Deus, se não experimentarem na comunidade
a co-responsabilidade
e a subsidiariedade que são marcas da sinodalidariedade.
A forma sinodal da Igreja não pode ser reduzida às formas de participação política existente (monarquia constitucional, aristocracia, democracia). Também o conceito de autoridade na Igreja tem uma peculiariedade que não se pode comparar a outras autoridades.

A autoridade na Igreja se compreende segundo a lógica sacramental do ministério ordenado, o qual é serviço de representação da pessoa de Jesus Cristo o único Salvador e Senhor.
12 Pontos
“As estruturas colegiadas ou sinodais na Igreja, não são um problema puramente exterior de estrutura, nem uma questão puramente organizacional.

Elas tampouco são uma questão de simples repartição do poder na Igreja: pelo contrário, elas estão ancoradas na essência da Igreja como communio, e devem cunhar a sua vida e seu estilo de modo geral”(W. KASPER, A Igreja Católica. Essência, realidade, missão., Ed. Unisinos, S. Leopoldo, 2012, p.343).

O contrário de uma Igreja sinodal é uma Igreja clerical!
“Igreja é sinônimo de Sínodo”
(S. João Crisóstomo, Exp. In Psalm., 149, 1).
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