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TE2016/2_AULA01_IMPORTANCIA_ESTUDOTEORIA_E_HISTÓRIA

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by

isabela ferrante

on 9 October 2016

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Transcript of TE2016/2_AULA01_IMPORTANCIA_ESTUDOTEORIA_E_HISTÓRIA

PARTE 1
A História e Teoria na História da Arquitetura
POR QUE ESTUDAMOS HISTÓRIA E A TEORIA DA ARQUITETURA ?
VITRÚVIO
"A ciência do arquiteto é ornada de múltiplas disciplinas e conhecimentos vários e por seu juízo vêm aprovadas todas as obras feitas pelas outras artes. Ela nasce da prática e da teoria. Prática é o continuo e ponderado exercício da experiência, pelo qual vêm manualmente executados na matéria quaisquer gêneros de obras segundo o propósito em forma. Teoria é o que permite explicar e demonstrar as coisas realizadas proporcionalmente à acuidade prática e à disposição racional” (De Architecture Livro I Cap.I).
INTRODUÇÃO À HISTÓRIA E TEORIA DA ARQUITETURA
PONTIFÍCIA UNIVERSIDADE CATÓLICA DE GOIÁS
ESCOLA DE ARTES E ARQUITETURA
ARQUITETURA E URBANISMO
Disciplina: TEORIA DA ARQUITETURA E URBANISMO
Profa. Isabela Ferrante
Os saberes e a formação do arquiteto
RENASCIMENTO
A História como legitimação da prática do presente e legitimação da Arquitetura enquanto ciência e disciplina
Arte liberal - necessidade de um corpus teórico e de uma história.

Origem da arquitetura como arte maior - Arquitetura Greco-Romana

Tratados - Leitura de Vitrúvio e a leitura dos exemplos da história
A volta às origens clássicas e a arquitetura como Arte e Ciência
A questão do ensino da Arquitetura e da História
O nascimento da História e da Historiografia como domínios do saber científico, no século XIX
No Neoclassicismo – volta-se o olhar para a história e para a autoridade clássica – volta-se também a ideia de MIMESIS ou IMITAÇÃO – Mas agora uma imitação que tem duas fontes – uma imitação da lógica e ordem da natureza, mas também uma imitação da arquitetura do Renascimento, dos Romanos, dos Gregos, que foram pródigos dessa imitação da ordem da natureza.

Johann Joachim Winckelmann (1717 - 1768) - pioneiro em uma história da arte e da arquitetura
LUZES - Século XVIII e XIX
A imitação à natureza e a imitação da arquitetura clássica
Winckelmann:
O Gosto e a Imitação
"História da Arte Antiga" (1764) - Winckelmann descreve a história da arte Grega e os princípios em que acreditava que ela era baseada, apresentando uma imagem radiante do ambiente político, social e intelectual da época que, em sua opinião, favorecia a criatividade na Grécia Antiga.

Novo ambiente social e político - favorecia uma retomada dos princípios da arquitetura Antiga

Gosto e o Prazer estético - Antigo

Fazer moderno / do novo - passa pela imitação dos antigos
Outro sentido de imitação
Princípios históricos - quais podem ser utilizados de acordo com seu tempo presente, e as ideias de seu tempo.
Compreender o que é da essência da arquitetura, o que lhe é original
ARGH!
A arquitetura moderna funcionalista ficou conhecida por duas ideias principais, a primeira é aquela da importância do repertório tecnológico-construtivo e aquela de ruptura com a tradição e a história.

PROGRESSO X TRADIÇÃO

HISTÓRIA LEGITIMA O NOVO - evidencia uma prática historicista, mesmo que ela seja de ruptura, essa ruptura só é justificada porque há um posicionamento em relação à história. Negação também é uma postura em relação ao passado - NOVO SÓ PODE EXISTIR PORQUE EXISTIU O ANTIGO E O PASSADO.
ARQUITETURA MODERNA
A suposta ruptura com a História na
PROGRESSO - EVOLUÇÃO - Novo que vem do Antigo:
Na verdade vamos encontrar nos modernos uma visão positiva em relação à história: arquitetura moderna rejeita as linguagem histórica, mas ela aceita muito de sua essência, princípios e normas, que tem suas origens clássicas.
NA VERDADE SÃO PRINCÍPIOS QUE ESTÃO NA ESSÊNCIA DA ARQUITETURA, DA PRÁTICA DA DISCIPLINA.
Ex. Firmitas, utilitas, venustas...
Mies no Teatro Epidaurus (1959)
Parthenon - Atenas (séc.V a.C.)
Altes Museum - Berlim - Karl Friedrich Schinkel (1823 to 1830)
Crown Hall - Campus do IIT - Mies van der Rohe (1956)
Villa Rotonda -
Andrea Palladio (1508 - 1580)
Villa Savoye - Le Corbusier (1928)
Repertório Histórico - Referência Beaux-Arts - Atemporalidade da arquitetura
LOUIS I. KAHN
entre moderno e pós-moderno
ARQUITETURA
PÓS-MODERNA
Retorno à História como Crítica na
ALDO ROSSI
Estruturas constituitivas da cidade - permanência histórica da forma - Crítica Tipológica
ROBERT VENTURI
Elementos históricos - complexidade da arquitetura - Semiótica - Capacidade associativa e comunicativa
Crítica e Revisão da Arquitetura do Movimento Moderno - Racionalista e Funcionalista

A partir da década de 1960, seja pelo seu caráter abstrato e intelectual que não atente às exigências de identidade cultural do habitante com seu habitat, seja pela desconfiança em relação à tecnologia e aos avanços construtivos, como capazes de resolverem os problemas sociais e o bem-estar da humanidade. Proclamava-se então, o esgotamento de sua linguagem formal, considerada excessivamente racional, fria e objetiva. O movimento pós-moderno, que se consolida ao final dos anos 60, assume tais críticas e propõe uma retomada da tradição, do passado e dos estilos históricos da arquitetura.

Volta Histórica como caminho de Revisão - Rebatimento no Ensino e na Historiografia
Louis Kahn - Salk Insitute (1959-1965) e Parlamento em Dacca (1962-1974)
Teatro Mundo - Veneza - Aldo Rossi (1979)
Casa Vanna Venturi - Filadélfia (1962)
Por que estudamos história e teoria da arquitetura?
PARTE 2
Rudin House - França - Herzog & De Meuron (1996-1997)
Schaulager - Bassel-Suiça - Herzog & De Meuron (1998-2003)
História:
conjunto de conhecimentos relativos ao passado da humanidade e sua evolução, segundo o lugar, a época, o ponto de vista escolhido
Disciplina - ciência que estuda eventos passados com referência a um povo, país, período ou indivíduo específico
História da arquitetura - Conjunto produção da arquitetura ao longo do tempo, relacionado aos fatos e contexto histórico, bem como o pensamento de cada época.
Teoria:
Pensamento, as ideias, o saber que constituem um campo do conhecimento e no caso da arquitetura, orientam sua prática;
Conjunto de regras ou leis, mais ou menos sistematizadas, aplicadas a uma área específica

Venustas, firmitas, utilitas, concinittas, decoro, symetria, proporcio,
etc... porque estudar?
Tratado De Architectura - Busca de sistematizar o campo da arquitetura e seus saberes;
Olhar retrospectivo - Para a Grécia
O HOMEM VITRUVIANO
Fillipo Brunelleschi e Leon Battista Alberti
Michael Graves, Sede administrativa do Walt Disney
Os sete anões como as cariatides... (?!?)
Joachin Winckelmann
Modernos parecem ter compreendido melhor as propostas de Winckelman
Por que estudamos história e teoria da arquitetura?
(e do urbanismo também)
a. Porque está na grade curricular da faculdade e eu tenho que estudar para me formar;
b. Porque a Isabela disse que sim;
c. Não sei;
d. Acho que não precisa;
e. Todas acima;
f. Nenhuma das alternativas.
01. Contríbui para a prática
A teoria não pode ser desligada da prática e dos problemas de projeto,
Adquire-se repertório,
Apura o olhar,
02. O presente sempre se relacionará com a história :
A arquitetura é uma disciplina, seus princípios, seus mecanismos essenciais, são encontrados e repetidos na história, o saber histórico permite entender o contemporâneo;
03. Vamos construir sobre a cidade, lidar com o construído e com a história;
04. Com a história, demostra-se que a arquitetura ultrapassa a formação tecnicista, cultiva o cidadão, o permite dialogar com outros campos do saber.
Mies van der Rohe, Pavilhão de Barcelona
Goetz Collection, Munich, 1989-1990
Fachhochschule Eberswalde's library, 1998
Algumas razões...
05. Compreender a arquitetura em relação ao seu contexto;
06. Evitar riscos da anacronia, compreender o passado e as lições históricas mas permanecer no seu próprio tempo, no presente - compreender o que é essêncial,
A arquitetura lida com conceitos universais, sefaz por aprofundamento, ressemantização, reflexão;
07. Desenvolver espírito crítico,
08. Compreender que precisamos fundamentar, justificar, imprimir conceitos nos nossos projetos;

Etc...
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