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O Semeador e o Ladrilhador \ O homem cordial - Sérgio Buarque de Holanda (UEPB)

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by

Carlos Miranda

on 29 June 2015

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Transcript of O Semeador e o Ladrilhador \ O homem cordial - Sérgio Buarque de Holanda (UEPB)

Sérgio Buarque de Holanda
Universidade Estadual da Paraíba

Centro de Ciências Biológicas e Sociais Aplicadas
Campus V - João Pessoa
Bacharelado em Arquivologia
Raízes do Brasil
O Semeador e o Ladrilhador
Formação da Sociedade Brasileira
Prof°. Vancarder Brito
Equipe: Carlos Alexandre; Glauciele Gomes; Lilian Pontes; Mayra Miranda
Capítulo 4
O Homem Cordial
Capítulo 5
Capítulo 4


~
*
O Semeador e o Ladrilhador
Sérgio Buarque de Holanda análisa as distintas formas de colonização Espanhola e Portuguesa da América por meio de metáfora.

Semeador
Ladrilhador
Metáfora
Portugueses
Espanhóis
Visto como aventureiros em busca de riquezas fáceis
Visto como trabalhador
que tinha vontade criadora de edificar um novo mundo na América
A fundação de cidades como instrumento de dominação
Os espanhóis tinham uma grande preocupação na busca do lugar que se iria povoar como, regiões mais saudáveis, locais planos, e etc.

Para eles a “construção da cidade começaria sempre
pela chamada praça maior.” (p. 97)

Enquanto os portugueses não estavam preocupados com esses aspectos, e com isso realizavam construções desleixadas.

Administração Portuguesa


Mais Liberal com a livre entrada de estrangeiros para trabalhar como mercadores.

Administração Espanhola
Não liberal com a entrada de estrangeiros durante
o domínio Espanhol nos anos 1600, por Felipe II.

“Na realidade o
exclusivismo
dos
castelhanos
,
em contraste com a relativa
liberalidade
dos
portugueses
, constitui parte obrigatória, inalienável de seu sistema.”

(p. 108, grifo nosso)
"[...] prejudicial à boa disciplina dos súditos, o
trato e convívio de estrangeiros em terras de tão recente conquista [...]"
(p. 108)
Zelo urbanístico dos castelhanos: o triunfo completo da linha reta
"A fantasia com que em nossas cidades, comparadas às da América espanhola, se dispunham muitas vezes as ruas ou habitações [...]"
(p. 109)
"[...] ao edificarem a cidade de Salvador, tivessem os portugueses escolhido uma colina escarpada "cheia de tantas quebras e ladeiras", quando ali, a pouca distância, tinham um sítio "talvez dos melhores que haja no mundo para fundar uma cidade [...]"
(p. 110)
O espírito da expansão portuguesa
"A cidade que os portugueses construíram na América não é produto mental [...]"
(p. 110)
"desleixo" ou "saudade" - Aubrey Bell
(p. 110)
"A expansão dos portugueses no mundo representou sobretudo obra de prudência, de juízo discreto, de entendimento [...]"
(p. 110)
A nobreza nova do Quinhentos
"[...] o processo de ascensão da burguesia mercantil [...]"
(p. 111)
"A "nobreza nova" do Quinhentos era-lhes particular-
mente adversa."
(p. 112)
- Flexibilidade social
- Desejo de se tornar parte da nobreza

- Consolidação de padrões éticos
Papel da Igreja
"A Igreja transformara-se, por esse modo, em simples
braço do poder secular
, em um departamento da administração leiga [...]"
(p. 118, grifo nosso)
"Os maus padres, isto é, negligentes, gananciosos e dissolutos, nunca representaram exceções em
nosso meio colonial
"
(p. 119, grifo nosso)
Formação do Estado e a construção da família
“O Estado não é uma ampliação do círculo familiar e, ainda menos, uma integração de certos agrupamentos, de certas vontades particularistas, de que a família é o melhor exemplo”

(p. 141)
Antígona e Creonte
Tragédia grega de Sófocles
A representação do conflito entre o Estado e a família
Pedagogia moderna e as virtudes antifamiliares
A esfera doméstica impõe a sua lógica efetiva a esfera pública
Abolição da velha ordem patriarcal e suas relações sociais
Separar família de Estado
Patrimonialismo
O funcionário "patrimonial" e o Estado Burocrático
“[...] o predomínio constante das vontades particulares que encontram em seu ambiente próprio em círculos fechados e pouco acessíveis a uma ordenação impessoal”

(p. 146)
O "Homem Cordial"

“traços do caráter brasileiro”

Civilidade

"homem cordial" é antes um viver nos outros, de certo modo, uma libertação da angústia que sente em viver consigo mesmo.

Aversão ao ritualismo
Desejo de estabelecer a intimidade
Ex: uso do diminutivo, tratar os Santos com intimidade,possuir sua própria capela
A cordialidade "dribla" a distância
A religião e a exaltação dos valores cordiais
“A pouca devoção dos brasileiros e até das brasileiras
se impõe aos olhos de todos os viajantes estrangeiros...”


“A vida íntima do brasileiro nem é bastante coesa, nem bastante disciplinada, para envolver e dominar toda a
sua personalidade... Ele é livre...”

Referência
HOLANDA, Sérgio Buarque de. O semeador e o ladrilhador. In:
Raízes do Brasil
. 3° Ed. Editora Companhia das Letras, 1997. p. 93 - 138
HOLANDA, Sérgio Buarque de. O homem cordial. In:
Raízes do Brasil
. 3° Ed. Editora Companhia das Letras, 1997. p. 139 - 151
Capítulo 5
~
O Homem Cordial
“Creonte encarna a noção abstrata, impessoal da Cidade em luta contra essa realidade concreta e tangível que é a família. Antígona, sepultando Polinice contra as ordenações do Estado, atrai sobre si a cólera do irmão, que não age em nome de sua vontade pessoal, mas da suposta vontade geral dos cidadãos, da pátria”
(p. 141)
“É a característica de um Estado que não possui distinção entre os limites do público e do privado”.
(WIKIPÉDIA)
(p. 150)
(p. 151)
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