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9B - 2ª Guerra Mundial

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Ensino Fundamental II EFII

on 22 June 2017

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2ª Guerra Mundial
Período de 1939 - 1941

2ª Guerra Mundial
Período de 1939 - 1941

A guerra começa: 1939

Em 1939, as agressões alemãs na Europa finalmente provocaram a guerra aberta.
Avanços alemães, 1940-1941
Em 1940, a Alemanha rapidamente ocupou a maior parte da Europa e invadiu a União Soviética. Somente a Grã-Bretanha se manteve no Ocidente, e os Estados Unidos foram gradualmente atraídos para o conflito.
Blitzkrieg


A ideia de Guerra Relâmpago surgiu na época da Segunda Guerra Mundial pelos militares alemães que buscavam com essa nova e efetiva estratégia militar obter resultados mais profundos e velozes em seu avanço na conquista de grande parte da Europa.

A noção de Guerra Relâmpago surgiu na década de 1940 graças ao interesse que Adolf Hitler tinha para fazer de seu avanço e conquista sobre a Europa algo efetivo e imediato. Assim, junto aos líderes militares do Terceiro Reich, Hitler idealizou uma estratégia militar que se caracterizaria pela realização de diversas colunas militares de maneira simultânea com o objetivo de gerar danos irreversíveis e profundos não só nos territórios inimigos, mas também em todos aqueles que desejassem dominar. Desta forma, a Guerra Relâmpago significava a mobilização da infantaria, naves, aviões militares, tanques e outros veículos de maneira simultânea. Esta mobilização tomaria forma de pontas de lança que avançariam sobre os diferentes territórios sem deixar nada a seu passo.


Outro elemento característico da Guerra Relâmpago, e é por causa disso seu nome, é a ideia de que todas essas colunas militares deviam ser mobilizadas de maneira rápida, atuando com decisão e eficiência para não dar tempo ao inimigo responder. Esta tática militar foi utilizada para avançar e dominar a Polônia, talvez uma das conquistas mais importantes de Hitler.
VEJA ANIMAÇÃO ILUSTRANDO A Blitzkrieg clicando no link abaixo.

http://segundaguerra.net/blitzkrieg-a-temida-guerra-relampago/
Invasão da Polônia

A 1ª fase da ofensiva Nazi-fascista

Em setembro de 1939, as tropas alemães cruzam a fronteira polonesa e marcham em direção a Varsóvia que será a primeira capital européia a conhecer as agruras do bombardeio aéreo. Apesar dos esforços, os poloneses não têm condições de deter a poderosa máquina militar germânica.

A Inglaterra e a França enviam ultimatos, exigindo a retirada imediata das forças alemãs do território polonês - dando-lhes um prazo de vinte quatro horas - findo os quais automaticamente se declarariam em guerra com a Alemanha. A 3 de setembro, chegam a Chancelaria alemã as declarações de guerra. A Polônia resistiu por pouco mais de um mês, terminando por render-se incondicionalmente.
Dinamarca e Noruega

Em abril de 1940 as divisões alemãs ocupam a Dinamarca (praticamente sem resistência) e a Noruega - onde conseguem expulsar um corpo expedicionário anglo-francês em Narvik. A ocupação do Frente Norte, deveu-se a necessidade de evitar uma ofensiva inglesa pelo Báltico, como também preservar o abastecimento de matérias-primas estratégicas vindas da Suécia.
Linha Maginot

Os Franceses temiam um ataque surpresa da Alemanha e para tentar se defender criaram a chamada linha Maginot um complexo com 112 fortes, 406 casas de infantaria, 90 abrigos e 135 postos de observação. Mesmo a ideia sendo boa não atingiu seu objetivo principal já que os Alemães escolheram outra região para iniciar a invasão.

Dominação de Paris

Os franceses haviam concentrado suas mais eficientes tropas na fronteira com a Bélgica, pois fora dali que os alemães iniciaram a invasão em 1914. Estavam confiantes na segurança que a Linha Maginot lhes dava e se preocuparam com a região das Ardenas, ocupadas por florestas e extremamente acidentada. Por via das dúvidas colocaram à saída da floresta, um dos seus menos capazes exércitos, o 9º.

Foi exatamente nessa região que se deu o golpe de força alemão dividindo o exército francês em dois, fazendo com que o flanco esquerdo se retirasse juntamente com o corpo expedicionário britânico para a costa do Atlântico. O pânico estabeleceu-se na retaguarda francesa. Milhares de refugiados entupiam as estradas e impediam o deslocamento de tropas necessárias para tapar as brechas. A estrada para Paris abriu-se para os alemães. Enquanto isso, mais de seiscentos mil homens estavam sitiados na Linha Maginot, assistindo impotentes o desastre militar e político de seu país. O exército francês pulverizou-se em menos de três semanas, surpreendendo inclusive os alemães.
Bombardeios a Inglaterra

Os Alemães após vencerem a França dedicaram-se a bombardeios diários à Inglaterra sem, no entanto intimidar os Ingleses a ponto deles se renderem.

Pearl Harbor

O ataque a Pearl Harbor fazia parte do projeto de expansão territorial que o Japão havia colocado em prática desde a década de 1930, quando havia iniciado a invasão da China. O imperialismo japonês foi consequência do crescimento do nacionalismo, do militarismo e da doutrinação que aconteceu no país após a Restauração Meiji e a reformulação do ensino. Essa doutrinação defendia que o Japão era uma nação superior às outras e que tinha direito de construir um grande império a partir da conquista de outros territórios por meio da guerra.

O almirante Yamamoto, responsável por planejar o ataque a Pearl Harbor, sabia das limitações impostas pela falta de recursos japoneses e acreditava que o Japão estava subestimando os Norte Americanos e foi um dos poucos que tiveram coragem de se posicionar contra o militarismo histérico do Japão durante a década de 1930. O objetivo do Japão com o ataque realizado em 7 de dezembro de 1941 era a destruição completa da frota naval americana no Pacífico, o que garantiria ao Japão caminho livre para expandir-se.

O ataque – comandado por Chuichu Nagumo – a Pearl Harbor, apesar de ter pego os americanos de surpresa e gerado um número alto de destruição e mortes foi mal executado. O ataque afundou alguns importantes navios americanos, mas esteve longe de destruir totalmente a frota naval no Havaí.
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