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MENINGITE

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by

Guilherme Miranda

on 3 October 2013

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Transcript of MENINGITE

Alunos: Anna Terra, Caíque Pinto, Guilherme Badejo, Luiza Horta, Mariana Meirelles, Rafael Mendes, Stephanie Miranda e Thomaz Aquino
Orientador: Carlos Magno
Turma: 4002

Agentes Etiológicos
A meningite pode ser causada por diversos agentes infecciosos, como bactérias, vírus e fungos, dentre outros, e agentes não-infecciosos (ex: traumatismo).
Epidemiologia

Fisiopatologia
Tratamento
MENINGITE
"A meningite é um processo inflamatório das meninges, membranas que envolvem o cérebro e medula espinhal." (MS, 2011).
Definição
Modo de Transmissão
Em geral, a transmissão é de pessoa a pessoa, através das vias respiratórias, por gotículas e secreções da nasofaringe, havendo necessidade de contato íntimo ou contato direto com as secreções respiratórias do paciente (MS, 2005).
Foi analisado, no período entre maio/1986 e set/2002, 694 casos de meningites em um hospital público do Rio de Janeiro. (ECOSTEGUY, 2004).
1 - O antígeno invade o SNC, seja pela corrente sanguínea, seja por contato direto (cavidade nasal ou pele)
O antígeno atinge o espaço subaracnóideo, onde circula o LCR, que garante ao microambiente as condições necessárias para a reprodução desse microorganismo.
Células de defesa não conseguem combater a infecção.
O microorganismo instala-se e coloniza a região, causando quadro inflamatório e caracterizando a meningite.
Neisseria meningitidis
Epidemiologia
Casos de meningite a cada 100.000 habitantes (WHO, 2002).
Diagnóstico Clínico
Alterações Patológicas

Sinais e Sintomas
Hiperemia dos vasos meníngeos;
Aumento da pressão intracraniana;
Edema do tecido cerebral;
Reação inflamatória generalizada;
Exsudação dos leucócitos para o espaço subaracnóideo, podendo gerar hidrocefalia pela obstrução de canais ventriculares.
Sinais e Sintomas
Exame laboratorial (sérico);
Exame de imagem (TC ou RMN);
Punção lombar: Análise do LCR;
PCR.
Diagnóstico Clínico
Adaptado de Guia de Vigilância Epidemiológica 2010 – 7ª edição
Crianças
Febre;
Rigidez de nuca;
Confusão mental;
Cefaleia;
Choro Meníngeo (neonatos);
Náuseas;
Agitação.
Adultos
Febre;
Rigidez de nuca;
Confusão mental;
Cefaleia;
Diplopia;
Fotofobia;
Náuseas;
Vômitos em jato;
Letargia.
PUNÇÃO LOMBAR
Recomenda-se antibioticoterapia imediata, associada a outros tipos de tratamentos
de suporte, como reposição de líquidos e cuidadosa assistência. (MS, 2005)
"Méningites bactériennes : facteurs associés au délai d’instauration d’une antibiothérapie adaptée aux urgences"

(Meningite Bacteriana: fatores associados à demora na instalação da antibioticoterapia apropriada à emergências).
1. Introdução
A 17 Conferência de Consenso organizada em 2008 pela Sociedade de Patologia Infecciosa de Língua Francesa (SPILF) fez recomendações claras para o tratamento de Meningite Bacteriana Aguda (MBA).

Em comparação às recomendações anteriores (1996), as principais alterações dizem respeito à antibioticoterapia empírica (vancomicina não recomendada, o uso de altas doses de ceftriaxona ou cefotaxima) e corticoterapia.

É fundamental a rápida introdução de antibióticos apropriados "no prazo de três horas, de preferência na primeira hora após a chegada ao hospital".

O artigo quis avaliar sua aplicação na gestão das MBA nas emergências adultas do CHU de Rennes durante os três anos após a Conferência.

Foram estudados os quesitos associados ao principal fator prognóstico modificável: o prazo para ministrar os antibióticos apropriados no momento da internação.
2. Materiais e Métodos
Estudo retrospectivo observacional de pacientes adultos internados na emergência e quando a MBA tenha sido documentada (2009-2011).
Foram excluidos: pacientes com menos de 16 anos, ou que não foram submetidos a punção lombar (PL) nas emergências e pacientes nos quais bactéria alguma foi detectada.
Questionário padronizado a partir dos registros de médicos e enfermeiros, com foco, em especial, no tempo entre a admissão administrativa e o tempo-chave de cuidados, bem como o tratamento pré-hospitalar.
A avaliação da adequação das práticas em relação às recomendações foi realizada levando-se em conta as informações disponíveis no momento da prescrição.


A busca de variáveis associadas ao tempo entre a admissão administrativa e os seguintes momentos:
• Realização da punção lombar;
• Prescrição de um tratamento com antibióticos de acordo com as recomendações;


3. 1. CARACTERÍSTICAS DOS PACIENTES.
31 pacientes, com idades de até 54 anos.
Antecedentes: quebra neuro-meníngea e/ou intervenção neuro-cirúrgica (n=10), imunodepressão (n=3), tratamento anticoagulante (n=3).
Na admissão da emergência, somente 13 pacientes apresentavam a tríade de febre, rigidez de nuca e alteração de consciência, porém, todos os pacientes apresentavam ao menos dois desses três sinais.

3. 2. TEMPO DE TRATAMENTO NA EMERGÊNCIA.
O tempo médio entre a admissão e a PL foi de 2h43min para todos os pacientes.
O tempo foi de 1h35min em 10 pacientes nos quais a suspeita de meningite foi mencionada na ficha de admissão e 4h20min em 15 pacientes nos quais foi realizada TC antes da PL.
O LCR estava turvo em 19 pacientes, hipoglicorráquico em 25 pacientes e hiperproteinorráquico em 30 pacientes.
As principais bactérias identificadas foram pneumococo (n = 14), meningococo (n = 6), Haemophilus influenzae (n = 2) e Listeria monocytogenes (n = 2).
29 pacientes receberam ceftriaxona ou cefotaxima por via intravenosa na emergência, com um tempo médio de 3h21min (02h52min quando a suspeita de meningite foi mencionada na ficha de admissão e de 03h28min quando a TC foi realizada antes da PL).
4. Discussão
Base de dados utilizada: PubMed.
Palavras-chave: Meningite, Tratamento
Autores: C. Delanglea, J. Bougeta, M. Vérinb, A. Belloua, C. Buscailc, M. Perennesa,S. Patrat-Delond, P. Tattevind
Revista: "Médecine et maladies infectieuses" (Medicina e doenças infecciosas).
Publicado em Junho/2013.
Adaptado de Guia de Vigilância Epidemiológica 2010 – 7ª edição
Adaptado de Guia de Vigilância Epidemiológica 2010 – 7ª edição
Adaptado de Guia de Vigilância Epidemiológica 2010 – 7ª edição
Adaptado de Guia de Vigilância Epidemiológica 2010 – 7ª edição
3. Resultados
3.3. ADEQUAÇÃO DO TRATAMENTO ÀS RECOMENDAÇÕES DA CONFERÊNCIA DE CONSENSO.
Dois pacientes não receberam antibiótico durante a sua passagem pela emergência.
Os outros 29 pacientes receberam ceftriaxona (n = 19) ou cefotaxima (n = 10), em combinação com outro antibiótico em alguns casos, principalmente vancomicina (n = 6) ou de gentamicina (n = 4).
Para 9 pacientes (29,0%), as recomendações relativas à corticoterapia não foram seguidas.

3.4. BUSCA DE FATORES ASSOCIADOS AOS PRAZOS DE REALIZAÇÃO DA PUNÇÃO LOMBAR, DA PRESCRIÇÃO DE ANTIBIÓTICOS E DE SUA ADMINISTRAÇÃO.
A busca de fatores associados aos prazos de tratamento foca-se em cinco variáveis:
• Relacionada ao paciente e à meningite: idade (> 60 anos vs ≤ 60 anos), presença de rigidez de nuca no momento da admissão;
• Relacionada ao seu tratamento: ficha de admissão, menção de suspeita de meningite na ficha e horário de entrada na emergência ("dia", 8:30-18h30 vs "noite", 18:30-8h30).

• Indicações dos principais tratamentos (antibióticos e corticoterapia sistêmica) e testes complementares estão geralmente em conformidade com as recomendações da Conferência de Consenso, de acordo com os requisitos em 93,5% dos casos para antibioticoterapia, 83,9 % para tomografia e 71,0% para o corticoterapia;
• Tempo médio para a realização da PL (02h43min) e para a administração do antibiótico adequado (03h21min);
• Um fator diferencial para um melhor tratamento é a menção da suspeita de meningite no atendimento inicial.

5. Conclusão
A menção de suspeita de meningite na ficha de admissão, foi associado a uma realização mais rápida da PL, com tendência ao início mais precoce do tratamento antibiótico adequado.
Bibliografia
Guia de Vigilância Epidemiológica 2010 – 7ª edição;
Delangle C, et al. Méningites bactériennes : facteurs associés au délai d’instauration d’une antibiothérapie adaptée aux urgences. Med Mal Infect (2013), http://dx.doi.org/10.1016/j.medmal.2013.05.009;
BRANCO, Ricardo G.; AMORETTI, Carolina F. and TASKER, Robert C.. Meningococcal disease and meningitis. J. Pediatr. (Rio J.) [online]. 2007, vol.83, n.2, suppl., pp. S46-S53. ISSN 0021-7557;
http://www.who.int/topics/meningitis/en/ (acessado em: 02/08/2013);
http://www.who.int/nuvi/meningitis/en/ (acessado em: 02/08/2013).
ESCOSTEGUY, Claudia Caminha et al. Vigilância epidemiológica e avaliação da assistência às meningites. Rev. Saúde Pública [online]. 2004, vol.38, n.5, pp. 657-663. ISSN 0034-8910.


Conclusão do grupo
A Meningite é uma doença grave e de ligeira progressão, podendo levar ao óbito;
É importante um diagnóstico rápido e a eficácia de uma antibioticoterapia apropriada, podendo ou não estar associada ao uso de corticóides;
Uma anamnese detalhada e a menção da suspeita de Meningite na ficha de admissão é um fator essencial para o tratamento precoce e melhor prognóstico;
É necessário o esclarecimento dos sinais e sintomas prevalentes na Meningite entre os profissionais da saúde, para reconhecimento mais eficaz da doença.

Metodologia
Rigidez de nuca
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