Loading presentation...

Present Remotely

Send the link below via email or IM

Copy

Present to your audience

Start remote presentation

  • Invited audience members will follow you as you navigate and present
  • People invited to a presentation do not need a Prezi account
  • This link expires 10 minutes after you close the presentation
  • A maximum of 30 users can follow your presentation
  • Learn more about this feature in our knowledge base article

Do you really want to delete this prezi?

Neither you, nor the coeditors you shared it with will be able to recover it again.

DeleteCancel

Make your likes visible on Facebook?

Connect your Facebook account to Prezi and let your likes appear on your timeline.
You can change this under Settings & Account at any time.

No, thanks

Aspectos demográficos e estrutura da população brasileira

No description
by

Maria Elisa dos Santos Guther

on 17 August 2015

Comments (0)

Please log in to add your comment.

Report abuse

Transcript of Aspectos demográficos e estrutura da população brasileira

A estrutura da população brasileira
Segunda-feira, 02, agosto 2015
Vol XCIII, No. 311
Crescimento vegetativo e transição demográfica
Aspectos demográficos e estrutura da população brasileira
O crescimento vegetativo ou natural, corresponde à diferença entre as taxas de natalidade e de mortalidade.
No Brasil, foi somente a partir de 1960 com a urbanização acelerada que o crescimento vegetativo passou a diminuir, embora ainda apresente índices muito altos, típicos de paises subdesenvolvidos.
Se a taxa de mortalidade apresentar uma queda maior que a da natalidade, o crescimento vegetativo aumentou. Para que ela diminua, a queda de natalidade tem que ser mais acentuada que a de mortalidade.
A taxa de mortalidade brasileira já atingiu um patamar próximo a 6 % tendendo a estabilizar-se por algumas décadas e, posteriormente, crescer, chegando a 8% ou 9%, por causa do aumento de idosos na população.
O Brasil, portanto, está passando por uma transição demográfica que acelerou bastante a partir da década de 1980. Vem se reduzindo a participação da população jovem e aumentando a de idosos no conjunto da população, o que é fruto da redução nas taxas de natalidade e aumento da expectativa de vida.

Desnutrição e obesidade
O Brasil, assim como outros países em desenvolvimento, convive atualmente com a transição nutricional, determinada freqüentemente pela má-alimentação. Os inquéritos populacionais mostraram a tendência contínua de redução da desnutrição no país, associada ao aumento do excesso de peso em diferentes fases da vida. O monitoramento do perfil nutricional permite a geração de uma atitude de vigilância e o direcionamento das ações de promoção de saúde. A Estratégia Saúde da Família, em conjunto com diversos aspectos conjunturais do país, mostrou resultados concretos para a redução da desnutrição; contudo, a má-alimentação contribuiu de forma expressiva para o aumento da prevalência de obesidade e de outras doenças crônicas não transmissíveis, que, além de ter grande impacto na qualidade de vida do indivíduo, oneram significativamente o Sistema Único de Saúde. Para atuar nesse dilema da saúde pública contemporânea, é necessário priorizar uma agenda única de nutrição, no enfoque do curso da vida, quebrando um ciclo vicioso que se inicia ainda no período intra-uterino e se perpetua ao longo da vida.
A PEA e a distribuição de renda no Brasil
A estrutura etária de uma população costuma ser dividida em três faixas: os jovens, que são do nascimento até 19 anos; os adultos, dos 20 anos até 59 anos e os idosos, que vai dos 60 anos em diante.
As nações que possuem há varias décadas baixos índices de natalidade e de mortalidade, e uma expectativa de vida elevada têm a grande maioria de sua população na faixa etária dos adultos, uma porcentagem de idosos relativamente alta e a faixa dos jovens entre 30 a 35% do total da população. Já os países subdesenvolvidos, têm a maioria da população na faixa jovem e a faixa dos idosos bastante reduzida.

No Brasil, segundo os dados de uma pesquisa realiza em 2005, a faixa etária dos jovens é de 46,5% do total, a dos adultos de 46,4% e a dos idosos de 7,1%.
A estrutura etária de uma população não se divide apenas nas três faixas (jovens, adultos, idosos), pode-se também dividir a população através de um gráfico, que se denomina pirâmide etária, esse gráfico não informa apenas informações sobre a faixa etária, mas também da proporção dos sexos em cada idade.

A pirâmide etária do Brasil tem sua base larga e vai estreitando-se até atingir o topo, isso que dizer que o numero de idosos é relativamente pequeno. O gráfico do Brasil, mostra que mesmo com todo o crescimento, continuamos a ser um país jovem, pois no caso dos países mais desenvolvidos, a base da pirâmide costuma ser menos larga e o topo mais dilatado.

O Brasil apresenta um dos piores índices de distribuição de renda do mundo. Isso se deve ao processo inflacionário de preços. Os reajustes nunca foram totalmente repassados aos salários.


20,6% da população economicamente ativa trabalha em atividades agrícolas, o que retrata o atraso de parte da agricultura brasileira. Na maior parte do pais a agricultura é praticada na forma tradicional e ocupa muita mão-de-obra.

O país possui um grande parque industrial, comparado ao de países desenvolvidos. No entanto, esse dado, isoladamente, não reflete a produtividade do trabalhador e o grau de desenvolvimento tecnológico do parque industrial.

O Índice de desenvolvimento humano( IDH)
O Índice de Desenvolvimento Humano (IDH) é um dado utilizado pela Organização das Nações Unidas (ONU) para analisar a qualidade de vida de uma determinada população. Os critérios utilizados para calcular o IDH são:

- Grau de escolaridade: média de anos de estudo da população adulta e expectativa de vida escolar, ou tempo que uma criança ficará matriculada;

- Renda: Renda Nacional Bruta (RNB) per capita, baseada na paridade de poder de compra dos habitantes. Esse item tinha por base o PIB (Produto Interno Bruto) per capita, no entanto, a partir de 2010, ele foi substituído pela Renda Nacional Bruta (RNB) per capita, que avalia praticamente os mesmos aspectos que o PIB, no entanto, a RNB também considera os recursos financeiros oriundos do exterior;

- Nível de saúde: baseia-se na expectativa de vida da população, reflete as condições de saúde e dos serviços de saneamento ambiental.

O Índice de Desenvolvimento Humano varia de 0 a 1, quanto mais se aproxima de 1, maior o IDH de um local.
De acordo com dados divulgados em novembro de 2010 pela ONU, o Brasil apresenta IDH de 0,699, valor considerado alto, e atualmente ocupa o 73° lugar no ranking mundial. A cada ano o país tem conseguido elevar o seu IDH, fatores como aumento da expectativa de vida da população e taxa de alfabetização estão diretamente associados a esse progresso.
Full transcript