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Preconceito Linguístico

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Transcript of Preconceito Linguístico

Preconceito Linguístico
Sob o império de Napoleão
Um festival de asneiras
Beethoven não é dançado
O círculo vicioso do preconceito linguístico
Para ensinar a escrita e a língua padrão devemos nos livrar de certos mitos:

• De que existe uma forma “correta” de se falar;
• A fala de uma região é melhor que a de outras;
• A fala “correta” é a que se aproxima da língua escrita;
• Brasileiro fala mal português;
• O português é uma língua difícil;
• É preciso “consertar” a fala do aluno para que ele não escreva errado;

O preconceito linguístico é perpetuado por três elementos:
Gramática tradicional
Livros didáticos
Ensino tradicional
Os três elementos que são quatro
Comandos paragramaticais
(Todos os meios de consulta a gramática)
Napoleão Mendes de Almeida
Napoleão Mendes de Almeida
Não acredita no Modernismo.
Direciona-se a linguística de forma pouco sabida e insana.
Comete em seu livro vários deslizes em relação à gramatica vista por ele como algo que seria mundial.
Ingenuo e a desestruturado em sua formação.
Sacconi aplica o preconceito em seu livro “Não erre mais” como se ele fosse o dono da verdade e apenas ele soubesse o certo e o errado.

O autor fortifica o mito 3 (Português é difícil) ao não explicar as regras da língua dizendo "Não perca tempo em perguntar por quê , caro leitor: Basta não esquecer que estamos estudando a língua portuguesa".
Beethoven não é dançado
Afirma ainda que precisamos ter compromisso com a gramática portuguesa, reforçando, assim um dos elementos do círculo vicioso, a gramática tradicional.
Existem três critérios de análise:
Sintático
Semântico
Pragmático
Sacconi relaciona as influências africanas na Bahia às mudanças na linguagem. Uma afirmação equivocada pois verificou-se essas mudanças na história do Francês, Castelhano e países da América Central e Sul, que não sofreram influências “negras” nem “baianas”.
Voz passiva analítica utiliza-se o verbo “ser”.
João é aclamado pelos outros.

Voz passiva sintética – utiliza-se o pronome “se”.
Procura-se felicidade.

Truque de Dad: “Vende-se casas” ou “Vendem-se casas”?



Na analítica seria no plural “casas são vendidas”, logo “vendem-se casas” seria o correto por também estar no plural.
Esse truque não pode ser utilizado porque trocar a frase por outra troca o efeito visado. Exemplo:
1. “Com este método, mistura-se água com a areia.”
Voz ativa, sujeito indeterminado, objeto é “água”

2. “Com este método, a água mistura-se com a areia.”
Voz reflexiva, sujeito é água e o “se” é um verbo reflexivo.

Essa regra do pronome “se” ainda é rejeitada pelos gramáticos prescritivistas.
Ex.: Ferra-se cavalos.
Os gramáticos tradicionais diriam que está errado pelo fato do sujeito ser “cavalos” e estarem no plural e que o certo seria: “Ferram-se cavalos”.
Porém, não leva em conta o sentido semântico, alguém já viu um cavalo por ferradura em si mesmo?


Bibliografia

Livro “Preconceito Linguístico” de Marcos Bagno.
O preconceito é nada mais que uma
forma de exclusão daqueles que não se adequam ao "padrão" imposto pela sociedade. É preciso reconhecer os diferentes dialetos e respeita-los. Na língua não há certo ou errado, há adaptações de cada parte da sociedade.
Dad Squarisi acusa todos os brasileiros de serem "caipiras" e alega que apenas ele e o ex-presidente Fernando Henrique Cardoso sabem português.

Em sua coluna manifesta preconceitos sociais, étnicos e linguísticos contra a sociedade.
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