Loading presentation...

Present Remotely

Send the link below via email or IM

Copy

Present to your audience

Start remote presentation

  • Invited audience members will follow you as you navigate and present
  • People invited to a presentation do not need a Prezi account
  • This link expires 10 minutes after you close the presentation
  • A maximum of 30 users can follow your presentation
  • Learn more about this feature in our knowledge base article

Do you really want to delete this prezi?

Neither you, nor the coeditors you shared it with will be able to recover it again.

DeleteCancel

Make your likes visible on Facebook?

Connect your Facebook account to Prezi and let your likes appear on your timeline.
You can change this under Settings & Account at any time.

No, thanks

Santa Missa parte por parte:

No description
by

Carlos Eduardo

on 21 September 2013

Comments (0)

Please log in to add your comment.

Report abuse

Transcript of Santa Missa parte por parte:

Santa Missa parte por parte:
Importância e Dignidade

Capítulo I:

Dignidade e Importância
16. A celebração da Missa, como ação de Cristo e do povo de Deus hierarquicamente ordenado, é o centro de toda a vida cristã, tanto para a Igreja, quer universal quer local, como para cada um dos fiéis.
Nela culmina toda a ação pela qual Deus, em Cristo, santifica o mundo, bem como todo o culto pelo qual os homens, por meio de Cristo, Filho de Deus, no Espírito Santo, prestam adoração ao Pai [23].
Nela se comemoram também, ao longo do ano, os mistérios da Redenção, de tal forma que eles se tornam, de algum modo, presentes [24]. Todas as outras ações sagradas e todas as obras da vida cristã com ela estão relacionadas, dela derivam e a ela se ordenam [25].
20. Deve haver o máximo cuidado em escolher e ordenar as formas e os elementos propostos pela Igreja que, atendendo às circunstâncias de pessoas e lugares, mais intensamente favoreça a participação ativa e plena e mais eficazmente contribuam para o bem espiritual dos fiéis.
“Onde estiverem dois ou três reunidos em meu nome, aí estou Eu no meio deles” (Mt 18, 20). Com efeito, na celebração da Missa, em que se perpetua o sacrifício da cruz[38], Cristo está realmente presente: na própria assembleia congregada em seu nome, na pessoa do ministro, na sua palavra e, ainda, de uma forma substancial e permanente, sob as espécies eucarísticas[39].
Capítulo II:
A Estrutura da Santa Missa
A estrutura da santa missa é construída sobre dois grandes pilares: a LITURGIA DA PALAVRA, precedida dos ritos iniciais, e a LITURGIA EUCARÍSTICA, seguida dos ritos finais.
O rito eucarístico que detalhamos a seguir é o Rito Romano na sua forma ordinária, que é aquele que nos toca.
Há, no mundo inteiro, vários outros ritos eucarísticos reconhecidos pela santa Igreja, que se mantiveram por sua antiguidade e fidelidade à doutrina católica: o rito ambrosiano, celebrado em Milão, o moçárabe, em partes da Espanha, o melquita, o maronita, o braguense, a sagrada liturgia de São João Crisóstomo, etc.
Capítulo III:
Ritos Iniciais
A finalidade dos ritos inciais, precedem a liturgia da palavra e têm o caráter de exórdio, introdução e preparação. Sua finalidade é fazer com que os fiéis, reunindo-se em assembléia, constituam uma comunhão e se disponham para ouvir atentamente a palavra de Deus e celebrar dignamente a Eucaristia.
1.2 O Beijo do Altar
O beijo foi introduzido na missa para significar a união e a caridade. O padre, quando beija o altar, significa que beija a Cristo, a pedra angular, fundamental da Igreja. Nesse beijo, o sacerdote está amando, entrando em comunhão com Cristo, pois "o que é o altar de Cristo senão a imagem do Corpo de Cristo?" (Santo Ambrósio). O beijo no altar era para expressar o respeito às relíquias dos mártires que estavam sob o altar.
Comungar com Cristo é escutar e viver a sua Palavra. Portanto, o padre beija o altar porque é sinal da presença de Cristo e beija o Evangelho como presença real de Cristo no Evangelho. Tudo isso representa respeito, veneração, caridade, amor, afeição, ternura, amizade e lealdade, no culto e na comunhão.
1.1 Entrada
A celebração começa com o canto de entrada, cuja finalidade é inserir os fieis no mistério do tempo litúrgico ou da festa, e acompanhar a procissão do sacerdote e dos ministros.
1.3 Saudação Inicial
Executado o canto da entrada, o sacerdote junto com toda a assembleia, faz o sinal da cruz; a seguir, pela saudação, expressa à comunidade reunida a presença do Senhor.
1.4 Ato Penitencial
Realizado por toda a assembleia, por meio de uma confissão geral, e concluído pela absolvição do sacerdote (que não alcança pecados graves). Aos domingos, particularmente, no tempo pascal, pode-se optar pela bênção e aspersão da água em recordação do Batismo.
1.5Canto do Glória
Entoado pelo sacerdote ou, se for o caso, pelo cantor ou o grupo de cantores, é cantado por toda a assembleia. Se não for cantado, deve ser recitado por todos juntos ou por dois coros dialogando entre si. O Glória é próprio aos domingos (exceto no Advento e na Quaresma) e nas solenidades e festas.
1.6 Oração da Coleta
Ao convite do sacerdote ('Oremos'), este diz a oração que se costuma chamar 'coleta', pela qual se exprime a índole da celebração. Conforme antiga tradição da Igreja, a oração costuma ser dirigida à Trindade Santa.

1.1 Leituras Bíblicas
1.2 Salmo Responsorial
O salmo responsorial deve responder a cada leitura e normalmente será tomado do lecionário. De preferência, será cantado, ao menos no que se refere ao refrão. Se não puder ser cantado, seja recitado do modo mais apto para favorecer a meditação da palavra de Deus.
1.3 Aclamação ao Evangelho
1.4 Leitura do Evangelho
É o ponto alto da liturgia da palavra. A própria liturgia ensina que se lhe deve manifestar a maior veneração, uma vez que a cerca mais do que as outras, de honra especial. O Evangelho é lido pelo sacerdote.
1.5 Homilia
É proferida pelo próprio sacerdote celebrante ou por ele delegada a um sacerdote concelebrante ou, ocasionalmente, a um diácono, nunca, porém, a um leigo. Em casos especiais e por motivo razoável a homilia também pode ser feita pelo Bispo ou presbítero que participa da celebração sem que possa concelebrar
1.6 Credo
Ao rezar o Credo, os fieis respondem à palavra de Deus anunciada da Sagrada Escritura e explicada pela homilia, bem como, proclamando a regra da fé através de fórmula aprovada para o uso litúrgico, recordar e professar os grandes mistérios da fé, antes de iniciar sua celebração na Eucaristia.
1.7 Oração Universal
Capítulo IV: Liturgia da Palavra
A liturgia da palavra deve ser celebrada de tal modo que favoreça a meditação. Integram-na também breves momentos de silêncio, pelos quais, sob a ação do Espírito Santo, se acolhe no coração a Palavra de Deus.
As leituras conservam a unidade dos dois Testamentos e da história da salvação. Não é permitido trocá-las por outros textos não bíblicos. Por tradição, o ofício de proferi-las é ministerial: deve ser feito pelo leitor. Na ausência deste, pode ser feito pelo sacerdote. Após cada leitura, quem a leu profere a aclamação, respondida pelos demais.
Após a leitura que antecede o Evangelho, canta-se o Aleluia, conforme exigir o tempo litúrgico. Tal aclamação constitui um rito ou ação por si mesma, por meio do qual os fieis acolhem o Senhor que lhes vai falar no Evangelho.
Cabe ao sacerdote dirigir a oração. Ele a introduz com breve exortação, convidando os fiéis a rezarem e depois a conclui. As intenções são pelas necessidades da Igreja, pelos poderes públicos, pela salvação de todo o mundo, pelos que sofrem e pela comunidade local.
Capítulo V:
Liturgia Eucarística

1.1 Preparação das oferendas
1.2 Oração sobre as oferendas
1.3 Oração Eucarística
1.4 Pai Nosso
O sacerdote profere o convite, todos os fiéis recitam a oração com o sacerdote, e o sacerdote acrescenta sozinho o embolismo. (Livrai-nos de todos os males ó Pai...)

1.5 Rito da Paz
Oração dita somente pelo sacerdote, por meio da qual a Igreja implora a paz e a unidade para si mesma e para toda a família humana. A saudação entre os fieis há de ser sóbria e apenas aos que lhe estão mais próximos.
É a parte central da missa. Traz presente a última ceia, quando Cristo instituiu o sacramento eucarístico. A Igreja dispôs toda a celebração eucarística de modo a corresponder às palavras e gestos de Cristo.
O sacerdote prepara o altar colocando nele o corporal, o purificatório, o missal e o cálice, a não ser que se prepare na credência. A seguir, trazem-se as oferendas, que podem ser levadas pelos fieis, até o sacerdote. O canto do ofertório acompanha a procissão das oferendas e se prolonga pelo menos até que os dons tenham sido colocados sobre o altar.
Depositadas as oferendas sobre o altar e terminados os ritos que as acompanham, conclui-se a preparação dos dons e prepara-se a Oração eucarística com o convite aos fieis a rezarem com o sacerdote, e com a oração sobre as oferendas. O povo, unindo-se à oração, a faz sua pela aclamação 'amém'.
O sacerdote convida o povo a elevar os corações ao Senhor na oração e ação de graças e o associa à prece que dirige a Deus Pai, por Cristo, no Espírito Santo. A oração eucarística exige que todos a ouçam respeitosamente e em silêncio.
A Oração Eucarística está dividida da seguinte forma:
Ação de Graças;
Santo;
Epiclese;
Consagração;
Anamnese;
Oblação;
Intercessões;
Doxologia Final
1.6 Fração do Pão
O sacerdote parte o pão eucarístico, ajudado, se for o caso, pelo diácono ou um concelebrante. O sacerdote coloca uma parte da hóstia no cálice, para significar a unidade do Corpo e do Sangue do Senhor. Entoa-se, então, o Cordeiro de Deus, respondido pelos fieis.
1.7 Comunhão
A seguir, o sacerdote mostra aos fiéis o pão eucarístico sobre a patena ou sobre o cálice e convida-os ao banquete de Cristo; e, unindo-se aos fiéis, faz um ato de humildade, usando as palavras prescritas do Evangelho. Enquanto o sacerdote recebe o sacramento, entoa-se o canto da comunhão que se estenderá à comunhão dos fieis.
Ritos Finais
Nos ritos de encerramento temos breves comunicações, se forem necessárias; saudação e bênção do sacerdote, que em certos dias e ocasiões é enriquecida e expressa pela oração sobre o povo, ou por outra fórmula mais solene; despedida do povo pelo diácono ou pelo sacerdote.
"O martírio não é nada em comparação com a Santa Missa. Pelo martírio, o homem oferece à Deus a sua vida; na Santa Missa, porém, Deus dá o seu Corpo e o seu Sangue em sacrifício para os homens. Se o homem reconhecesse devidamente esse mistério, morreria de amor. A Eucaristia é o milagre supremo do Salvador; é o Dom soberano do Seu amor."

SANTO TOMÁS DE AQUINO
Full transcript