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Vacina Hasumi

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by

Diana Marto

on 17 August 2013

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Transcript of Vacina Hasumi

Vacina anti-cancro Hasumi 1º Grupo Diana Marto nº 8
Cristina Lopes nº 7
Silvana Nunes nº 28 Questão problema?! Discussão/Resultados Realizado por: Procedimento geral Será que a vacina Hasumi é eficaz no combate ao cancro? Teoria: Descontrolo do sistema imunitário Princípios: O que é o cancro, como surge e como se prolifera?

De que forma atua o sistema imunitário face ao cancro?

O que é e como atua a vacina Hasumi? Procedimento experimental: 1º - Inocular 2 grupos (controle e tratado) de ratos Wistar fêmeas com 1,0x10^6 de células do carcinossarcoma de Walker 256, via subcutânea, na região da axila.

2º - Vacinar imediatamente o grupo controle com 500 µL de uma solução salina e o grupo tratado com 500 µL da vacina Hasumi.

3º - Reforçar as doses acima indicadas, em dias alternados, até sua morte. 1º Grupo 2º Grupo 1º - Inocular 2 grupos (controle e tratado) de ratos Wistar com 1,0x10^6 de células do carcinossarcoma de Walker 256.

2º - Fazer uma excisão cirúrgica do tumor 5 dias após a sua inoculação.

3º - Reforçar as doses acima indicadas, em dias alternados, até sua morte. Avaliar o crescimento tumoral e a sobrevida, de todos os grupos, durante o período de tratamento.

Retirar amostras de sangue dos animais de controle e tratados para a obtenção do hemograma e leucograma. 3º Grupo 1º - Inocular quatro grupos de Camundongos C57BL/6 com 1,0x10^6 células de melanoma B/16 mantido em cultura, por via subcutânea.

2º - Vacinar imediatamente: três grupos com 1 µL, 10 µL, 100 µL de vacina Hasumi (0,006 µg, 0,06 µg, e 0,6 µg de peptídeos), diluídos em 200 µL de solução salina, e o quarto grupo apenas com 200 µL de solução salina.

3º - Reforçar as doses acima indicadas a cada 7 dias até a sua morte 1º - Inocular quatro grupos de Camundongos C57BL/6 com 1,0x10^6 células de melanoma B/16 mantido em cultura, por vacinação intraperitoneal.

2º - Vacinar imediatamente: três grupos com 1 µL, 10 µL, 100 µL de vacina Hasumi (0,006 µg, 0,06 µg, e 0,6 µg de peptídeos), diluídos em 200 µL de solução salina, e o quarto grupo apenas com 200 µL de solução salina.

3º - Reforçar as doses acima indicadas a cada 7 dias até a sua morte 4º Grupo 5º Grupo Para a avaliação da imunogenicidade (identificação de anticorpos anti-peptídeos) da vacina Hasumi:
1º - Imunizar 5 grupos de 10 camundongos Swiss, por via subcutânea com 100 µL (0,6 µg de peptídeos) de vacina Hasumi
2º - Reforçar a dose 21 dias depois. Conclusão: Discussão/Resultados: Formação de cancro: Ocorrem mutações génicas em: Proto-oncogenes sofrem uma ativação errada, devido às mutações, transformando-se em oncogenes.
Gene supressor tumoral, ficando inativo . - Núcleos com tamanho e forma muito diferentes
- Crescimento desordenado das células cancerosas
- Divisão descontrolada
- Metástases Origina: Existem mais de 100 tipos de cancro! Apenas 10 a 20% são genéticos Sistema imunitário VS cancro: O sistema imunitário deteta os tumores como: Imunogénicos - reconhecidas como malignas
Não imunogénicos - não identificadas Células cancerígenas produzem substâncias químicas Crescimento dos vasos sanguíneos Produção de enzimas digestivas que hidrolizam células vizinhas Inserem-se nos vasos sanguíneos e linfáticos Invasão de outros tecdos Controle tumoral: Feito principalmente pela imunidade celular - linfócitos T, macrófagos e células NK
A imunidade humoral não é capaz de produzir uma resposta adequada Prognóstico a partir de aglomerado de células imunes. A imunidade tumoral tem início com a apresentação dos antigénios aos linfócitos Th (CD4+).










Os linfócitos Tc (CD8+) ativos reconhecem e destroem as células que expressam peptídeos derivados de proteínas celulares mutantes - "vigilância imunológica"
Também podem ser ativados pelas próprias células tumorais. Melanoma - cancro de pele Células apresentadoras: Macrófagos: Células apresentadoras - específica
Apresentam capacidade citotóxica tumoral - não específica Células Dendríticas: Principais células apresentadoras
Capazes de ativar linfócitos B para sintetizar anticorpos Uma boa vacina anti-cancro deve induzir uma ampla resposta imune Vacinas de peptídeos: Constituídas por: Peptídeos de superfície de membrana - pequenas proteínas endógenas que se ligam ao MHC para apresentação aos linfócitos Th

Adjuvante - são substâncias necessárias para desencadear uma resposta imune precoce elevada e duradoura
- Quebrar a barreira da tolerância imunológica imposta pelo tumor Elevado potencial antigénico Baixo poder imunogénico dos peptídeos Vacina Hasumi Como surgiu? Desenvolvida em 1935 pelo médico Kiichiro Hasumi, sendo o seu uso clínico iniciado no Japão em 1948.
Usada à mais de 50 anos em mais de 100.000 pacientes. Adjuvante - extratos celulares do baço de bovino (bezerro) - Vitamina A e prostaglandinas, entre outros
Antigénios tumorais - obtidos de extratos da membrana de células neoplásicas de cada tipo de cancro - peptídeos O que é? Imunoterápico, composto por: Porque é que surgiu? Era apenas usada sob prescrição e acompanhamento médico. Recentemente, a Shukokai Incorporated, encorajou-se a preencher todas as exigências requeridas para o seu registo em diversos países.

Assim, foi feito no Brasil um estudo pré-clínico da vacina Hasumi. A vacina é um líquido incolor estéril, acondicionado em duas ampolas de vidro, no volume de 0,5 mL, acondicionada separadamente. Análise da eficácia da vacina Hasumi 6º Grupo Para a avaliação da imunogenicidade, como grupo de controlo positivo:
1º - Imunizar 2 grupos de camundongos Swiss, por via subcutânea com 100 µL de ovalbumina - induz produção de anticorpos
2º - Reforçar a dose 21 dias depois. Os ratos do 1º grupo (inoculados com carcinosarcoma de Walker 256) apresentaram o seu tumor parcialmente inibido.
A figura 10 revela que não foi possível obter uma diferença estatística significante em nenhum dos casos. Enquanto um dos animais teve cura total após 50 dias, o outro morreu 62 depois. O leucograma e o hemograma revelaram, que após 10 dias da inoculação:
Aumento da quantidade de leucócitos e diminuição dos níveis de hemácias e hemoglobina 10, característico da doença - nos grupos de controlo.
Nos grupos vacinados, os valores mantiveram-se todos inalterados, o que revelou uma grande atividade anti-inflamtória da vacina. Conceitos: Sobrevida - tempo de sobrevivência 2º Grupo Grupos 1 e 2 Grupos de animais apenas vacinados:
O grupo controle apresentou aumento de sobrevida média, com 2 animais apresentando cura total.
Grupos de animais vacinas e que receberam cirúrgia:
Os animais vacinados tiveram também um aumento de sobrevida média, mas menos significativa, tendo 1 animal apresentado cura total.

O desvio padrão foi semelhante nos dois casos (com e sem cirúrgia). Os ratos do 2º grupo (que sofreram uma excisão cirúrgica do tumor) apresentaram inibição do crescimento do tumor - crescimento semelhante ao do 1º grupo.
A figura 15 revela que não foi possível obter uma diferença estatística significante em nenhum dos casos. 3º Grupo A análise ds figura 16 revela os níveis de inibição do melanoma B/16, imunizados por via subcutânea:
Os camundongos aos quais foram administradas três doses maiores, não conseguiram induzir uma inibição muito significativa e diferença estatística. A dose mais baixa, que apresentou diferença significante na inibição do volume tumoral.
Apesar de não haver diferença significativa nas outras doses, observa-se uma tendência para a inibição do tumor apesar de, em todas as doses, a inibição ser mais significativa nos primeiros dias.
Tal como nos outros grupos, o tumor iniciou o seu crescimento ao 8º dia, mas já no 12º dia os animais começaram a morrer.
A sobrevida dos animais aumentou pouco, com aproximadamete 4 dias de diferença dos vacinados, em relação ao controlo. 4º Grupo A análise ds figura 18 revela os níveis de inibição do melanoma B/16, imunizados por via intraperitoneal:
Os camundongos do 4º grupo tiveram o crescimento do tumor inibido de forma significativa em todas as doses, contrariamente ao grupo anterior.
O desvio padrão foi também menor nesta de imunização do que por via subcutânea. A imunização intraperitoneal estimula os linfócitos T circulantes, ainda nativos da recente maturação do timo, permitindo assim obter uma resposta mais adequada. Grupos 5 e 6 Não foi possível detetar uma resposta imune humoral anti-Hasumi no método de ELISA.

É possível que a vacina contenha substâncias (desconhecidas por ser um produro patenteado) que impeçam a correta execução deste método

Como era esperado, foi observado uma síntese de anticorpos anti-OVA, O método de PCA detetou a presença de anticorpos IgG1 anti-Hasumi, o que justifica a resposta anti-inflamatória. 1.A vacina Hasumi inibiu o crescimento tumoral, embora de forma não linear em ratos inoculados com o carcinossarcoma de Walker 256, em ambos os grupos. Esse resultado é considerado normal quando se trabalha com antigénios autólogos em animais não-isogénicos, pelo que se pode considerar o efeito da vacina bastante positivo.

2.A vacina Hasumi parece ter conseguido prolongar o período de latência do crescimento do melanoma, mas não foi capaz de manter essa inibição por muitos dias, possivelmente devido à:
Agressividade do tumor
Dose utilizada neste trabalho não ter sido a mais indicada
Os mecanismos de "escape" que o melanoma exerce no sistema imunológico serem demasiado agressivos

2.Os peptídeos da vacina induziram síntese de anticorpos IgG1 específicos, pelo que podemos indentificar uma propriedade anti-inflamatória.

3. Conclui-se que o mecanismo de acção da vacina Hasumi parece ser feito através da estimulação dos linfócitos Th, que acionam uma resposta humoral. Professora: Maria João Lima Escola Secundária Francisco Rodrigues Lobo Imunização intraperitoneal Imunização subcutânea Tumor maligno:
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