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CAPITALISMO

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by

Daniel de Sousa

on 24 October 2013

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Transcript of CAPITALISMO

ETAPAS E DOUTRINAS
O Processo de Desenvolvimento do Capitalismo
Geografia

CAPITALISMO COMERCIAL / MERCANTILISMO
CAPITALISMO INDUSTRIAL / LIBERALISMO
CAPITALISMO FINANCEIRO / KEYNISIANISMO
CAPITALISMO INFORMACIONAL / LIBERALISMO
CAPITALISMO COMERCIAL
A doutrina mercantilista surgiu com os estados absolutistas. Defendia a intervenção do estado na economia e o protencionismo. Seus obejetivos principais: Fortalecer o Estado via acúmulo de metais preciosos (ouro e Prata) e obtenção de superávit comerciais.
TEÓRICOS
Thomas Mun (1571 -1641) foi um escritor inglês de economia que tem sido chamado o último dos primeiros mercantilistas. Ele foi um dos primeiros a reconhecer a exportação de serviços, ou itens invisíveis, como comércio valioso, tendo feito argumentações precursoras em forte apoio ao capitalismo.
TEÓRICOS
Jean - Baptiste Colbert (1619-1683) Foi um político francês que ficou conhecido como ministro de Estado e da economia do rei Luís XIV. Instalou o Colbertismo na França, onde teve uma grande importância no desenvolvimento do mercantilismo ou da teoria mercantilista, bem como das práticas de intervenção estatal na economia, que o mercantilismo advocava.
POTÊNCIAS
No início, Espanha e Portugal; depois, Inglaterra,Paises Baixos e França.
PROCESSOS E FATOS MARCANTES
1500 a 1700 / Colonialismo: Partilha e exploração da América; comercio com a Ásia e Africa.
1494 / Tratado de Tordesilhas
1498 / Viagem de Vasco da Gama às Indias via Atlântico
1500 a 1600 / Mundialização do comercio; Utilização do trabalho escravo na América; Acumulação Primitiva de capitais na Europa.
1688 a 1700 / Revolução Gloriosa (Inglaterra)
TRATADO DE TORDESILHAS
VIAGEM DE VASCO DA GAMA
REVOLUÇÃO GLORIOSA
A Revolução Gloriosa foi uma revolução, em grande parte não-violenta (por vezes chamada de "Revolução sem sangue"), que teve lugar no Reino Unido em 1688-1689, na qual o rei Jaime II, da dinastia Stuart, católico, foi removido do trono de Inglaterra, Escócia e País de Gales, sendo substituído por sua filha, Maria II e pelo genro, o nobre neerlandês Guilherme, Príncipe de Orange.
Durante o seu reinado de oito anos, Jaime II tornou-se vítima da batalha política entre católicos e protestantes, bem como entre os direitos seculares da coroa e os poderes políticos do Parlamento.

Ideias Mercantilistas sobreviventes
Pode afirmar-se que as críticas de Adam Smith ao mercantilismo foram aceitas no Império Britânico, mas recusadas nos Estados Unidos por figuras tão importantes quanto Alexander Hamilton, Friedrich List, Henry Clay, Henry C. Carey e Abraham Lincoln.
Ideias Mercantilistas sobreviventes
No século XX, a maioria de economistas de ambos os lados do Atlântico chegaram a aceitar que em algumas áreas as teorias mercantilistas eram corretas. O mais importante foi o economista John Maynard Keynes, que explicitamente apoiou algumas das suas teorias.
Ideias Mercantilistas sobreviventes
Adam Smith recusara a ênfase que até então os mercantilistas puseram na quantidade de dinheiro argumentando que os bens, a população e as instituições eram as causas reais de prosperidade. Keynes argumentou que a quantidade de dinheiro em circulação, a balança comercial e os tipos de interesse tinham uma grande importância na economia.
A Revolução Comercial
Foi um período de grande expansão econômica da Europa, movido pelo colonialismo e mercantilismo que durou aproximadamente do século XVI ao século XVIII. A moeda tornou-se fator primordial da riqueza e as transações comerciais foram monetarizadas. A produção e a troca deixaram de ter caráter de subsistência, visando atender aos mercados das cidades.
As Companhias Mercantis
Aplicavam técnicas contábeis e adotavam novas formas de comercializar, como as cartas de crédito e de pagamento. As minerações de ouro e prata conheceram o auge. Intensificou-se a busca frenética por novas minas em África e nas Índias. A navegação e o comércio de alto-mar ganharam impulso com a construção de novos tipos de embarcação e o aperfeiçoamento da cartografia e de instrumentos como a bússola.
Adam Smith
É o pai da economia moderna, e é considerado o mais importante teórico do liberalismo econômico. Autor de "Uma investigação sobre a natureza e a causa da riqueza das nações", a sua obra mais conhecida, e que continua sendo usada como referência para gerações de economistas, na qual procurou demonstrar que a riqueza das nações resultava da atuação de indivíduos que, movidos inclusive (e não apenas exclusivamente) pelo seu próprio interesse (self-interest), promoviam o crescimento econômico e a inovação tecnológica.
Alexander Hamilton
Algumas vezes considerado o patrono da escola americana de filosofia econômica que, de acordo com certos historiadores, dominou a política econômica dos Estados Unidos desde 1861.1 Hamilton apoiou firmemente a intervenção do governo em favor dos negócios, tal como Jean-Baptiste Colbert na França.
John Maynard Keynes
Economista britânico cujos ideais serviram de influência para a macroeconomia moderna, tanto na teoria quanto na prática. Ele defendeu uma política econômica de Estado intervencionista, através da qual os governos usariam medidas fiscais e monetárias para mitigar os efeitos adversos dos ciclos econômicos - recessão, depressão e booms. Suas ideias serviram de base para a escola de pensamento conhecida como economia keynesiana.
Com a Revolução Comercial
O eixo comercial do Mediterrâneo foi transferido para o Atlântico, rompendo o monopólio das cidades italianas no comércio com o Oriente e iniciando o mercantilismo. Seus principais fatores foram o Metalismo , Saldo Positivo na Balança Comercial , Colonialismo , Industrialismo , Protecionismo, dentre outros.
Com a mudança do eixo comercial do Mediterrâneo para o Atlântico e rompimento do monopólio das cidades italianas no comércio com o Oriente, resultou de três grandes fatores:

1. Europa em transição
2. Expansão Ultramarina
3. Mercantilismo

Mudança de Eixo
Mar Mediterrâneo
É um mar do Atlântico oriental, compreendido entre a Europa meridional, a Ásia ocidental e a África setentrional com aproximadamente 2,5 milhões de km² .
Europa em Transição:
Comércio e crise. O renascimento comercial e urbano surgiu junto com uma nova classe, burguesia - que completam o quadro de transformações do feudalismo. As maiores transformações foram tanto no setor agrícola como nas relações sociais: novas técnicas,maior produtividade, crescimento demográfico, etc.

Pode se definir que existiram três importantes fatores para a crise e comércio:
Politico
Economico e
Natural
Político: Guerra dos 100 anos - afetou as rotas comerciais terrestres que cruzavam a França, importante rota na articulação do comércio;

Econômico: Monopólio da Itália sobre o Mediterrâneo - comércio de especiarias (açúcar, cravo, canela, gengibre, etc.) dominado pelos italianos;

Natural: Peste Negra (1347-1350) - matou 1/3 da população europeia, assim também o mercado consumidor.

Fatores para Crise e Comercio
Expansão Ultramarina
Devido a vários problemas, a solução encontrada seria com a expansão marítimo comercial, na qual inaugurou o "capitalismo comercial". Seria a quebra do monopólio comercial do Mediterrâneo, assim estabelecendo contato direto com as especiarias. O primeiro Estado à inaugurar as Grandes Navegações foi Portugal com a tomada de Ceuta em 1415.Logo após, demais Estados também partiram para abrir "novos caminhos" as fontes das especiarias, mudando o eixo comercial do Mediterrâneo para o Atlântico.
Mercantilismo
O mercantilismo não é um sistema econômico, mas sim uma doutrina, um conjunto de ideias aplicadas no setor econômico. Baseado no "Metalismo", que corresponde a ideia de "quanto mais metal, mais rico será o país". Suas características são: metalismo,balança comercial favorável,industrialismo e colonialismo.
As consequências da Revolução Capitalista Comercial
São o afluxo de metais;alta nos preços;ascensão da burguesia;retomada da escravidão e a mudança do eixo comercial do Mediterrâneo para Atlântico.
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