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Inserção nas Redes Transeuropeias

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on 16 February 2016

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Inserção nas Redes Transeuropeias
Cláudia Carvalho Nº5 Marta Almeida Nº13 Rute Castro Nº19
As Redes Transeuropeias (RTE) foram criadas pela União Europeia pelos artigos 154-156 do Tratado de Roma (1957), com o objetivo de criar um mercado interno e reforçar a coesão económica e social.
O que são Redes Transeuropeias?
O ‘’encurtamento’’ do espaço comunitário esta desde o Tratado de Maastricht, assiociado à criação e ao desenvolvimento das redes transeuropeias ao nível dos transportes, das telecomunicações e da energia, visando:

- desenvolver o mercado interno
- reforçar a coesão económica e social
- ligar as regiões insulares, isoladas e periféricas às regiões centrais da União Europeia.
- tornar o território da EU mais acessíveis aos países vizinhos.

Importância das Redes Transeuropeias
A rede transeuropeia de transportes constitui então um meio para o bom funcionamento do mercado interno e para o reforço da coesão económica e social.
OBJETIVO DA REDE TRANSEUROPEIA DE TRANSPORTES
A rede transeuropeia de transportes (RTE-T) é uma rede europeia de transportes que afeta cerca de metade dos passageiros da União Europeia.

Esta é constituida por várias infra-estruturas e pelos serviços que fazem a mesma funcionar.

As infra-estruturas em causa são: estradas, vias férreas, portos, aeroportos, meios de navegação, plataformas intermodais e condutas de transporte de produtos.
O que são Redes Transeuropeias de Transportes
Na ‘’Politica Europeia dos Transportes no Horizonte 2010’’, definidos no Livro Branco dos Transportes de 2001, foram definidos, entre outros, dois domínios estratégicos, a saber:

-Suprimir os estrangulamentos existentes nas redes de transporte, através das redes transeuropeias de transportes (RTE-T), que assentara no desenvolvimento de corredores multimodais, sobretudo no transporte de mercadorias por via ferroviária e, numa rede ferroviária de alta velocidade para passageiros;

-Controlar a globalização dos transportes, através por exemplo, da ligação dos atuais e futuros Estados-membros às redes transeuropeias de transportes.
Ainda de acordo com o Livro Branco dos Transportes:

- a actividade de transportes é fundamental para a economia e a sociedade e a mobilidade é vital para o mercado interno e para a qualidade de vida dos cidadãos, a quem garante a possibilidade de se deslocarem livremente. O transporte é fonte de crescimento económico e a criação de emprego: importa, pois, promover a sua sustentabilidade.

- a prosperidade futura do continente europeu dependera da capacidade de todas as regoes para se manterem integradas e competitivas na economia mundial. Para o conseguir, são vitais transportes eficientes.
Assim, em 2011 o objectivo central da politica europeia de transportes consiste:
Em promover um sistema de transportes que sustente o progresso económico, reforce a competitividade e proporcione serviços de mobilidade de alta qualidade na Europa, em paralelo com uma utilização mais eficiente dos recursos disponíveis.
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DESAFIO: tornar o sistema de transportes menos dependentes de petróleo, sem sacrificar a sua eficiência nem comprometer a mobilidade.

Assim, em 2011 o objectivo central da política europeia de transportes consiste:

Em promover um sistema de transportes que sustente o progresso económico, reforce a competitividade e proporcione serviços de mobilidade de alta qualidade na Europa, em paralelo com uma utilização mais eficiente dos recursos disponíveis.
DESAFIO
Tornar o sistema de transportes menos dependente de petróleo, sem sacrificar a sua eficiência nem comprometer a mobilidade.
Assim, os seus objectivos são:
Assegurar uma mobilidade sustentável das pessoas e mercadorias, numa Europa sem fronteiras, nas melhores condições sociais, ambientais e de segurança, de forma a que haja um bom funcionamento do mercado interno e um reforço da coesão económica e social.
OBJETIVO 1
OBJETIVO 2
Oferecer aos passageiros infraestruturas de qualidade.
Combinar todos os modos de transporte.
OBJETIVO 3
Permitir a melhor utilização possível das capacidades existentes.
OBJETIVO 4
OBJETIVO 5
Ser interoperacional em todos os seus elementos.
Cobrir a totalidade do espaço comunitário.
OBJETIVO 6
Prever a sua extensão aos Estados-membros da EFTA*, países da Europa central e oriental e países mediterrânicos.
OBJETIVO 7
Características da rede transeuropeia de transportes
Rede Rodoviária;
Rede Ferroviária;
Rede de vias navegáveis e dos portos de navegação do interior;
Rede Rodoviária
Composta por auto estradas e estradas de alta qualidade, sendo completada por ligações novas ou renovadas;
Engloba a gestão da circulação e um sistema de informação dos utentes, com base numa cooperação ativa de sistemas de gestão da circulação à escala europeia, nacional e regional.
Garante aos utentes um nível elevado de serviços, conforto e segurança, homogéneo e constante.
Rede Ferroviária
Composta pela rede de alta velocidade e pelas linhas convencionais;
Oferece aos utentes um elevado nível de qualidade e segurança graças à sua continuidade e interoperabilidade a um sistema harmonizado de controlo e comando.
Rede Aeroportuária
Rede de Transporte Combinado
Rede de Gestão e de Informação
Rede de Gestão de Tráfego Áereo
Rede de vias navegáveis e dos portos de navegação interior
Engloba uma rede de rios e canais , uma rede de ligações e ramificações, infraestruturas portuárias e sistemas eficientes de gestão do tráfego;
Os portos permitem a interconexão entre o transporte marítimo e os outros modos de transporte. Oferecem equipamentos e serviços para passageiros e mercadorias.
Rede Aeroportuária
Constituída pelos aeroportos de interesse comum situados no território de comunidade e abertos ao tráfego aéreo comercial.
As componentes regionais da rede facilitarão o acesso ao núcleo da rede e contribuirão para a quebra do isolamento das regiões periféricas e isoladas.
Rede de Transporte Combinado
Composta por vias navegáveis e vias férreas, que, combinadas com percursos rodoviários iniciais e/ ou terminais, permitem o transporte de mercadorias a longa distancia entre todos os estados- membro.
A rede engloba ainda as instalações de transbordo entre as diferentes redes.
Rede de Gestão e de Informação
Abrange os serviços costeiro ou portuário de tráfego marítimo e os sistemas de localização e determinação da posição de navios que transportam mercadorias perigosas, de comunicações de socorro e segurança marítima.
Rede de Gestão de Tráfego Aéreo
Engloba o plano de navegação aérea (espaço destinado ao tráfego aéreo em geral, rotas aéreas e instrumentos de auxílio à navegação aérea), o sistema de gestão dos fluxos de tráfego e o sistema de controlo de tráfego aéreo.
Corredores RTE-T
Portugal juntamente com Espanha e França está inserido no corredor atlântico.
Este corredor liga a parte ocidental da península Ibérica e o porto de Havre a Paris e a Mannhein a Estarsburgo, através de linhas ferroviárias de alta velocidade e de via fluviais navegáveis. Os portos marítimos têm uma extrema importância neste corredor. Em Portugal, o porto de Sines está ligado por via ferroiária a Madrid e os portos de Aveiro e de Leixões a Valladolid.
Qual a importância das auto-estradas do mar?
Em 1 de Outubro de 2003, a Comissão Europeia anunciou a extensão das RTE-T para contribuir para o êxito do alargamento, para reduzir a congestão incentivando a intermodalidade e para reduzir
“É proposto um novo mecanismo de apoio às auto-estradas marítimas a fim de incentivar as iniciativas conjuntas entre o Estados-Membros para lançar novas ligações transaccionais marítimas regulares da frete (…). O seu objetivo é, no âmbito da rede transeuropeia, dar ao lançamento de novas linhas marítimas transacionais - que permitam uma melhor ligação doa países isolados por barreiras naturais como os Alpes, os Pirenéus e o mar Báltico, bem como dos insulares e de outros periféricos - uma importância idêntica às autoestradas ou aos caminhos de ferro."
Qual a importância da inserção das redes de transporte nacionais nas redes europeias?
A inserção de Portugal na rede transeuropeia de transportes é fulcral, pois Portugal é a porta de entrada e saída da Europa, e de Espanha/Península Ibérica e por isso deve ter na Península Ibérica o acesso ao centro do espaço comunitário.
Os portos e aeroportos portugueses apresentam uma posição central em relação ao Atlântico no cruzamento de corredores marítimos e aéreos, o que potencializa a localização geográfica de país na integração nos mercados ibéricos, europeus e intercontinentais.
Período 2007-2013
No âmbito da conetividade do território nacional, inscrito no Quadro de Referência Estratégico Nacional (QREN), para o período 2007-2013, o objetivo estratégico geral era "inserir Portugal nas redes transeuropeias de transporte e de comunicações, nas diferentes escalas nacional, ibérica e europeia".
Projetos
Rede Ferroviária de Alta Velocidade/Velocidada Elevada, de ligação a Espanha e Europa
Objetivo:
construir uma rede ferroviária de alta velocidade, interoperável com as demais integradas nas RTE-T.
Novo Aeroporto de Lisboa (NAL)
Objetivo:
-colocar NAL no conjunto dos principais hubs aeroportuários europeus, incluídos nas principais rotas transcontinentais;
-oferecer condições de operacionalidade suscetíveis de colocar o NAL no ranking das infraestruturas aeroportuárias de tipo A+.
Construir uma rede nacional de plataformas logísticas intermodais
Objetivo:
criar condições para o reforço da intermodalidade e da competitividade dos modos de transporte ambientalmente sustentáveis.
Completar os eixos rodoviários de integração metropolitana
Objetivo
: conclusão da malha rodoviária na área metropolitana de Lisboa de itinerários principais e complementares da coesão e solidariedade internas.
Período 2014-2020
Neste período a prioridade dos investimentos em transportes é para as ligações internacionais ferroviárias e marítimas e para as plataformas logísticas.
Assim, duas das principais prioridades de investimento, previstas no
Objetivo Temático 7
, que está presente no acordo de parceria 2020 "Portugal 2020", são:
-Promover transportes sustentáveis;
-Eliminar estrangulamentos nas redes de infraestruturas.
Prioridades de Investimento
7.1
Apoio ao espaço único europeu de transportes multimodais, mediante o investimento na rede transeuropeia de transportes (RTE-T).
7.2
Melhoria da mobilidade regional, com a ligação dos nós secundários e terciários à infraestrutura da RTE-T.
A rede nacional de plataformas logísticas
A criação de uma Rede Nacional de Plataformas Logísticas foi, como referido, um dos objetivos fulcrais, no âmbito do QREN para 2007-2013 e que continua presente para o período 2014-2020.
Principais objetivos estratégicos da Rede Nacional de Plataformas Logísticas
Urbanas Nacionais:
-Dinamizar a atividade económica do país;
-Reordenar o sistema logístico e os fluxos de transporte.
Maia/Trofa
Portuárias:
Leixões;
Aveiro (Aveiro/Cacia/porto de Aveiro); Lisboa (Bobadela/Castanheira do Ribatejo);
Sines
-Potenciar a atividade portuária e expandir a sua área de influência, nomeadamente para Espanha;
-Fomentar a intermodalidade e a utilização dos modos ferroviário e marítimo.
Transfronteiriças:
Valença;
Chaves;
Guarda;
Elvas/Gaia
-Dinamizar a economia regional;
-Captar fluxos e investimento industrial espanhol;
-Expandir o hinterland dos portos nacionais.
Regionais:
Tunes
-Garantir a coesão da rede;
-Reordenar o sistema logístico e dos fluxos de transporte.
Importância da existência de uma rede nacional de Plataformas logísticas
A existência de uma rede nacional de Plataformas logísticas é então fundamental, e mesmo uma prioridade, para que:
Haja uma integração eficaz entre os vários transportes.
Se crie uma nova centralidade de Portugal face ao espaço ibérico, à Europa e ao resto do mundo.
ou seja
Transformar Portugal numa plataforma atlântica de entrada de movimentos intercontinentais no mercado ibérico e elevar o país no ranking dos centros de distribuição logística europeus.
INTRODUÇÃO
CONCLUSÃO
BIBLIOGRAFIA
A inserção de Portugal nas redes Transeuropeias éimportante, pois assim desenvolve as infraestruturas, tecnologias e transportes do país; e aumento a competitividade de Portugal em termos económicos, políticos e sociais no contexto nacional, ibérico e europeu.
"Raio X11" Geografia A 11ºano Ensino Secundário, Areal Editores. Cláudia Lobato, Simone Oliveira e Jorge Arroteia.
O desenvolvimento dos transportes tem sido vital para a dinamização de todas as atividades económicas, no aumento da mobilidade da população e da acessibilidade, no desenvolvimento rgional e na organização e coesão territorial.
Desde 1989 que Portugal investe no sistema de transportes nacional, e portanto, a sua inserção nas redes transeuropeias de transportes são altamente vitais para o desenvolvimento económico, social e político de Portugal.
*EFTA (European Free Trade Association), é um bloco económico europeu do qual Portugal fez parte.
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