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SEMINÁRIO DE HISTÓRIA - POLÍTICA INTERNA DO SEGUNDO REINADO

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Arthur Sena

on 3 December 2014

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Transcript of SEMINÁRIO DE HISTÓRIA - POLÍTICA INTERNA DO SEGUNDO REINADO

GRUPO: Arthur Sena, Luiza Braga, Maria Eugênia, João Vítor e Lucas Figueiras
SEMINÁRIO DE HISTÓRIA -
POLÍTICA INTERNA DO SEGUNDO REINADO

A declaração de maioridade de Dom Pedro II, realizada no dia 23 de julho de 1840, ocorreu quando o jovem imperador tinha apenas quatorze anos.
Alcançou o posto máximo do poder executivo nacional graças a um golpe promovido pelos grupos políticos liberais, que não queriam que os conservadores tivessem espaço no governo. A ordem tinha que ser estabelecida e fazia-se necessário o fortalecimento da autoridade do poder central e a cessação dos movimentos que conduziram as pessoas às ruas, nem sempre conscientes do porquê que estavam lutando.




O Golpe da
Maioridade
Partido Liberal

Constituiu-se no ano de 1837, protegia os interesses dos indivíduos que formavam a classe média da sociedade urbana e comercial, a ambição dos advogados, os ideais políticos e sociais avançados das classes não comprometidas diretamente com a escravidão, e cuidava também do que era importante para os donos de terras.

Partido Conservador

Pregava a conservação do poder político nas mãos dos grandes donos de escravos campestres. Não defendia o caráter revolucionário ou democrático do regime. No decorrer do segundo reinado, liberais e conservadores se revezaram no poder.


Partidos políticos - Saiba um pouco mais
Revolução Praieira
Regências
Eleições do Cacete
O governo das regências
Política interna do
segundo reinado

O segundo reinado foi um período que veio depois do conturbado primeiro reinado. Essa época da história do Brasil foi marcada por diversas disputas políticas, muitas revoltas e outros acontecimentos. Agora iremos falar sobre esse tema tão importante para a nossa história.
O início
Essa nova era começou com a abdicação de D. Pedro I, que já não tinha mais apoio popular por parte da colonia americana.
Para não perder ainda mais o poder nas terras brasileiras, ele passou o comando para seu filho , D. Pedro II, na época com apenas 5 anos de idade.
Até que Dom Pedro II, herdeiro legítimo do trono, completasse a sua maioridade, os deputados da Assembléia Geral resolveram instituir um governo provisório. É nesse contexto de transição política que observamos a presença do Período Regencial
Para manter a ordem do país, foi instituida uma era de regências, que eram formadas por três membros (regência trina) ou um membro (regência una) que era nomeado pela assembléia geral.
O período regencial durou de 1831 até 1840.
Foi uma política instalada durante a o amadurecimento das discussões sobre quem tomaria posse na Regência trina premanente. A Regência Trina Provisória durou apenas dois meses.
Regência Trina Provisória
Permaneceu de 1831 até 1834.
Foi composta por dois civis e um militar.
Promoveu reformas das escolas de medicina do Rio e de Salvador, convertendo-as em faculdades e reorganizou o Poder Judiciário, onde foi estabelecido o tribunal do júri
Regência Trina Permanente:
Regência una de Feijó
Os partidos do período regencial

Também conhecidos como “caramurus” eram os mais conservadores da época. Formado essencialmente pela figura de comerciantes portugueses, burocratas e militares, estes defendiam o retorno do imperador Dom Pedro I para o Brasil. Defendiam também um regime monárquico fortemente centralizado e criticavam fortemente os demais partidos políticos da época.
Restauradores
Não simpatizavam com o regime absolutista e contavam com a presença de aristocratas da porção centro sul do país. Apesar de não concordarem com o absolutismo, defendiam a manutenção de um regime monárquico capaz de defender os interesses da elite agroexportadora do país.
Os liberais moderados
Acreditavam que a autonomia das províncias deveria ser aumentada. Integrado por pequenos comerciantes e homens livres em posses, esse partido tinha uma relativa influência entre as camadas populares urbanas do território nacional. Entre outras coisas, eles reivindicavam reformas políticas mais amplas, o fim do Conselho de Estado e do Poder Moderador e, em alguns casos mais extremos, a criação de uma República.
Liberais exaltados
Houve uma junção de partidos políticos (Os liberais moderados e exaltados se uniram criando o grupo dos liberais e os restauradores se juntaram à outra ala de moderadores e formaram o grupo dos conservadores) o que ocasionou disputas políticas. Quem acabou ganhado a disputa foi o padre Antônio de Feijó, um dos lideres liberais. Essa foi a primeira regência onde só houve um membro.
Após a queda do Padre Feijó, o pernambucano e ministro de justiça, Pedro de Araújo Lima, assumiria interinamente, nomeando um novo gabinete composto por políticos regressistas, que ficou conhecido como Ministério das Capacidades. Em abril de 1838 ocorreu a segunda eleição para Regente Único, onde Araújo Lima lançou-se como candidato, enfrentando o "progressista" Holanda Cavalcanti de Albuquerque. Araújo Lima foi eleito com grande maioria dos votos e assim instalaram-se os regressistas no centro do poder.
Regência de Araújo Lima
Parlamentarismo
No ano de 1847 foi implantado o Parlamentarismo, forma de governo na qual o poder responsável por criar as leis – o Legislativo - passou a desempenhar um cargo muito respeitado. O parlamentarismo no Brasil iniciou-se com a instituição da presidência do corpo consultivo de ministros e quem tinha o nome do eleito era D. Pedro II. O sistema parlamentar brasileiro tinha uma característica própria, oposta ao do regime da Inglaterra – já que lá o povo tinha o direito de indicar o seu parlamentar, a quem cabia optar pela escolha do primeiro-ministro e sua demissão, caso necessário. No Brasil era o presidente do conselho quem estabelecia o quadro de ministros, motivo pelo qual historicamente ficou conhecido como Parlamentarismo às avessas.
D. Pedro II tinha absoluto poder sobre a Assembléia, tendo força suficiente para demitir todo o ministério e escolher outro presidente do conselho, ou até mesmo dissolver a Câmara e convocar novas eleições, conforme os acontecimentos políticos do momento.
Poder Moderador
As tropas imperiais foram acionadas para conter as primeiras revoltas contra a autoridade de Dom Pedro II. Na província de Pernambuco, um grupo anti-imperial realizava intensos ataques contra a estrutura de poder vigente por meio do jornal recifense “Diário Novo”.

O órgão de imprensa instalado na rua da Praia acabou deixando esse grupo liberal conhecido de “praieiros”. Sob o aspecto ideológico esse grupo esteve fortemente influenciado pela literatura socialista utópica.

A deflagração do conflito se iniciou na cidade de Olinda, e logo em seguida se estendeu para a região interiorana com o apoio de boiadeiros, arrendatários, negros e mulatos.
Fontes de Pesquisa
http://www.suapesquisa.com/historiadobrasil/segundo_reinado.htm

http://www.trabalhosfeitos.com/ensaios/Brasil-Da-Reg%C3%AAncia-Ao-Segundo-Reinado/30989216.html

http://historiavivi.blogspot.com.br/2010/10/periodo-das-regencias-e-segundo-reinado.html

http://www.historiadobrasil.net/resumos/regencias_brasil.htm

http://www.brasilescola.com/historiab/periodo-regencial.htm

http://www.suapesquisa.com/historiadobrasil/periodo_regencial.htm

http://www.infoescola.com/historia-do-brasil/periodo-regencial/

http://educacao.globo.com/historia/assunto/imperio-brasileiro/segundo-reinado-1840-1889.html
http://www.infoescola.com/historia/golpe-da-maioridade/

http://www.brasilescola.com/historiab/o-golpe-maioridade.htm

http://www.estudopratico.com.br/golpe-da-maioridade-1840/

http://www.suapesquisa.com/historiadobrasil/revolucao_praieira.htm

http://www.brasilescola.com/historiab/revolucao-praieira.htm

http://www.infoescola.com/historia/revolucao-praieira/

http://rachacuca.com.br/educacao/historia-do-brasil/revolucao-praieira/
http://www.historiabrasileira.com/brasil-imperio/eleicoes-do-cacete/

http://www.historiasemlimites.com.br/index.php/brasil/imperio/55-eleicoes-do-cacete-no-brasil

http://www.colegioweb.com.br/trabalhos-escolares/historia-brasil/brasil-imperio-ii/segundo-reinado.html

Livro: Como estudar história, editora ática.


D. Pedro II
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