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Qual a relação entre os indicadores locais e globais segundo a Teoria das Restrições (TOC – Theory of Constraints)

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Adriana Cardoso

on 29 September 2012

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Transcript of Qual a relação entre os indicadores locais e globais segundo a Teoria das Restrições (TOC – Theory of Constraints)

Adriana Fagundes Cardoso
Ana Cristina Paixão
Neusa Nonnenmacher
Régis Bortoncello
Samara Seidler Qual a relação entre os indicadores locais e globais segundo a Teoria das Restrições (TOC – Theory of Constraints) * Foi introduzida por Eliyahu M. Goldratt e Jeff Cox, em 1984, no livro A Meta.

* Objetivo principal dos autores era que o alvo das empresas deve ser ganhar mais dinheiro agora e no futuro.

* Para tornar isso possível, Goldratt coloca como necessidade conhecer o processo e identificar cada restrição do mesmo.

* Para ele, restrição é qualquer coisa que limita um melhor desempenho de um sistema. Teoria das Restrições - TOC A TOC possui dois aspectos fundamentais para seu entendimento:

1. A empresa é um sistema, um conjunto de elementos entre os quais existe uma relação de interdependência, onde “cada elemento depende do outro de alguma forma e assim, o desempenho global do sistema depende dos esforços conjuntos de todos os seus elementos” (CORBETT NETO, 2003);

2. A existência de pelo menos uma restrição Teoria das Restrições - TOC 1. Identificar a restrição do sistema.
Numa empresa industrial, a restrição pode ser o tempo disponível ou a capacidade de uma máquina, de um departamento ou de uma estação de trabalho. Para empresas de serviços ou de alta tecnologia, a restrição pode ser o tempo disponível dos funcionários mais capacitados.

2. Calcular a rentabilidade por unidade de recurso consumida na restrição.
Este valor é obtido pela divisão da rentabilidade ou margem de contribuição unitária pelo consumo de recursos da restrição para produzir um produto. A chave para maximizar o lucro é concentrar na produção e na comercialização de produtos com a maior rentabilidade por unidade de recurso consumida na restrição. Os 5 Passos para Aplicação daTeoria das Restrições (TOC) 3. Subordinar o sistema à restrição.
Os recursos e estoques devem ser gerenciados de modo a prover exatamente o necessário para atingir os objetivos definidos para a restrição. Este passo pode implicar na ociosidade de recursos que não são restrições. Normalmente o
sistema é subordinado a restrição através de um método de programação e
controle da produção chamado de Tambor-Pulmão-Corda (Drum-Buffer-Rope
ou DBR).

4. Romper ou elevar a restrição do sistema.
Através da melhoria contínua das operações, da aquisição de capacidade ou de flutuações na demanda, por exemplo, a restrição do sistema pode ser rompida ou elevada, de modo que a esta restrição deixe de sê-lo. Uma nova restrição física ou não física, interna ou externa, assumirá o papel da restrição anterior. Os 5 Passos para Aplicação daTeoria das Restrições (TOC) 5. Identificar a nova restrição do sistema caso a restrição seja rompida.
Deve ser observado, no entanto, que a implementação da TOC pode exigir uma mudança substancial na maneira com que a empresa opera. Por exemplo, suponha que, numa empresa, produzir e comercializar o produto de menor preço unitário e maior demanda maximize o lucro (objetivo). Se a empresa remunera sua força de vendas com base em comissões como um percentual da receita, pode existir um incentivo implícito para vender os produtos mais caros. Este cenário demandaria uma nova política de remuneração da força de vendas. Os 5 Passos para Aplicação daTeoria das Restrições (TOC) Lucro Líquido (LL)
é uma medida absoluta, representando quanto dinheiro a empresa está gerando.

Retorno Sobre o Investimento (RSI)
mensura relativamente o LL pela quantidade de investimento absorvido pela empresa.

Fluxo de Caixa (C)
é um parâmetro de sobrevivência. Segundo Goldratt e Fox (1993), “o fluxo de caixa é uma medida de liga-desliga. Quando temos caixa suficiente, ela não é importante. Quando não temos caixa suficiente, nada mais importa”. Indicadores Globais Ganho (G) ou Rentabilidade
é a taxa pela qual a empresa constrói seu lucro através da comercialização de seus produtos. Em essência, a rentabilidade de um produto poderia ser aproximada pela margem de contribuição (preço de venda - custo variável das matérias-primas). Os custos de mão de obra e outros custos fixos são considerados como parte das despesas operacionais.

Inventário (I) ou Estoque
é todo o dinheiro imobilizado pela empresa em coisas que podem ou poderiam ser comercializadas. Os estoques incluem não apenas os itens convencionais (matérias-primas, produtos em processamento e produtos acabados), mas também edifícios, terras, veículos, equipamentos. Não é incluído nos estoques, portanto, o valor do trabalho adicionado aos estoques dos produtos em processamento.

Despesa Operacional (DO)
todo o dinheiro gasto pela empresa na conversão de seus estoques em margem de contribuição. Indicadores Locais Goldratt (1992)3 faz a relação com as medidas globais (LL e RSI) e Locais (G, I, DO) e além do mais, extrai o índice de produtividade (P) e giro (Gi) como apresentado nas equações a seguir:

Equação 1. LL= G - DO

Equação 2. RSI= (G - DO )/ I

Equação 3. P = G / DO

Equação 4. Gi = G / I Relação entre os Indicadores segundo a Teoria das Restrições De acordo com Goldratt, para garantir a sobrevivência da empresa é necessário potencializar os indicadores globais. Para tanto é necessária uma forte gestão sobre os indicadores locais:

1. Aumentar os ganhos (G) e manter as despesas operacionais (DO) baixas, com isso, garante-se o lucro líquido (LL) elevado.

2. Além disso, ao minimizar o inventário (I) o retorno sobre o investimento (RSI) será aumentado; Relação entre os Indicadores segundo a Teoria das Restrições Relação entre os Indicadores segundo a Teoria das Restrições 3. Buscar o aumento dos ganhos (G) e reduzir o inventário (I) para que, assim, possamos obter uma maior produtividade (P) e melhor giro (Gi).

4. O fluxo de caixa (C) é um indicador medido automaticamente, ou seja, não é calculado diretamente através dos indicadores locais, contudo, é impactado pelas suas variações. De acordo com Goldratt, os indicadores são fundamentais para determinar o bom andamento da empresa. Pois eles são o termômetro que facilitará a tomada de decisão.

Podemos então, dizer que tendo indicadores confiáveis e sabendo utilizá-los, podemos encontrar as restrições e a partir daí, executar os passos que a TOC propõe para melhorar a lucratividade da empresa. Conclusões 1. GOLDRATT, E. M. e COX, J. A meta. São Paulo: Educator, 1993;

2. CORBETT NETO, T. Contabilidade de Ganhos e Activity-Based Costing: curto prazo versus longo prazo? 2003.
Disponível em:http://www.corbett.pro.br/cgxabc.pdf;

3. GOLDRATT, E. M. A síndrome do palheiro: garimpando informação num oceano de dados. São Paulo, Educador, 1992; Referências Bilbliográficas
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