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A influência da Bíblia na sociedade

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A INFLUÊNCIA DA BÍBLIA NA SOCIEDADE
As traduções bíblicas e os idiomas nacionais
Impacto linguistico: atualmente, mais de 2500 idiomas e dialetos já receberam traduções do Texto Sagrado

Mesmo línguas tradicionais devem duas estruturas modernas às traduções bíblicas: o inglês de Tyndale, o alemão de Lutero; o francês de Lefèvre d'Étaples; o esloveno de Jurij Dalmatin; o português de Camões, do Pe. Figueredo e de Almeida.
A influência da Bíblia na Sociedade
De acordo com uma pesquisa nos EUA, 66% das pessoas conda que a Bíblia ensina o que se precisa saber para uma vida significativa, mas 57% nunca leem mais que 5 textos por ano!!!
A Bíblia na Teologia de Calvino
Como a Palavra de Deus ajudou a mudar...
...idiomas
...leis
...e a vida intelectual
de tantos povos através do tempo
A influência da Bíblia na Sociedade
88% dos lares americanos possuem mais que um exemplar da Bíblia, mas em somente 13% a Palavra de Deus é lida diariamente. Apenas 43% das pessoas dizem que ler a Bíblia as leva para mais perto do Senhor. E os Salmos são a leitura bíblica predileta.
A influência da Bíblia na Sociedade
12% dos evangélicos americanos se sentem confusos ao ler as Escrituras, e 23% dos católicos não compreendem o que leem!
A influência da Bíblia na Sociedade
Para 56% dos americanos a influência da Bíblia sobre a sociedade é pouca, e 13% a consideram danosa!
Nas leis
Valores como a vida, ideias como a reparação de danos e institutos punitivos ao rapto estavam presentes no texto bíblico, e influenciaram o direito dos povos.

O jurita Moraes cita fragmentos do Êxodo que identificam-se com o senso comum contrário à corrupção, esta praga que está consumundo a nossa nação: “Não espalharas (ou receberás, se juiz) boatos sem fundamento. Não tomes o partido de um culpado, dando um testemunho falso. Não seguirás uma maioria que quer o mal, e não intervirás num processo inclinando-te a favor de uma maioria parcial. Não favorecerás com parcialidade um fraco no seu processo (...) Não falsificarás o direito do teu pobre no seu processo. Manterás a distancia de uma causa mentirosa (...) Não aceitarás propinas, tais a propina cega as pessoas lúcidas e compromete a causa dos justos
A vida intelectual
A mais tradicional universidade do mundo iniciou-se como uma escola que servia aos congregacionais americanos. Harvard inicou ensinando Bíblia.

Embora seja atualmente uma instituição laica, Princeton era uma escola presbiteriana.

A ultra tradicional Universidade de Genebra foi, no princípio de tudo um seminário teológico.
As Escituras, e somente elas

Considerado o sistematizador do pensamento de Reforma, Calvino foi um estudioso sistemático das doutrinas bíblicas. Fora como nenhum outro foi. Ao mesmo tempo, mostra sua condição de estadista em Genebra, que ele não cometia o erro de isolar-se em uma torre de marfim. Era um pastor que contemplava o povo ao escrever suas obras teológicas.
Calvino, o teólogo bíblico

O pincípio e a fonte formal do sistema teológico de Calvino se podem resumir na sentença "sola Scriptura". Ele era primariamente um teólogo bíblico. Sua exgese era gramático-histórica, e ele buscava conhecer o que as Escrituras diziam. Exegese. Nunca eisegese.
O método alegórico caiu em má reputação durante a Reforma, mas espiritualizar permaneceu sendo um método aceitável da interpretação bíblica. Quando o zelo da Reforma cedeu ao formalismo morto, alguns cristãos sinceros, chamados pietistas, procuraram novo vigor na sua vida espiritual por meio de ressaltarem uma experiência religiosa emocional. O fervor espiritual deles era louvável e eles contribuíram para um rejuvenescimento da fé verdadeira. Ao mesmo tempo, porém, tendiam a exaltar a autoridade da experiência pessoal acima da revelação bíblica. A Bíblia não era desconsiderada, mas a experiência era elevada até uma posição igual à das Escrituras.
Essa abordagem mística à interpretação é prima-irmã da interpretação alegórica, posto que ambas as abordagens pressupõem e aceitam um segundo significado que é estranho para o significado natural e original do texto. A autoridade da experiência versus a das Escrituras, ainda está acossando a igreja. Muitos evangélicos deixam de lado o significado simples de um texto bíblico, no afã de descobrirem uma bênção pessoal. Infelizmente, o método alegórico ainda consegue lugar em muitos púlpitos, especialmente nas explicações de textos históricos do AT.
Calvino rejeitou a interpretação medieval que permitia a alegorização, a espiritualização e a moralização, insistindo em que o significado literal das palavras devia ser entendido no contexto histórico. Nesta base, procurou desenvolver uma teologia que demonstrasse de forma sistemática o ensino da Escritura.
Mas ele não era um racionalista frio, pois ressaltava que há o mistério do divino Ser e do Seu conselho, que nenhum pensamento humano pode penetrar (Dt 29.29, recorrentemente citado por ele).
Sua ênfase nas Escrituras era resultado da crença de que elas eram a Palavra de Deus, e portanto, eram a derradeira autoridade para a fé e ação cristãs. Não acreditava na doutrina das Escrituras ditadas, embora, ocasionamente, se referisse aos escritores como amanuenses de Deus. Mas sustentava que o Espírito Santo de modos diferentes e misteriosos, revelava a vontade e a obra de Deus, orientando o registro.
Tinha a Bíblia como autoriadade em todas as questões das quais trata, mas assegurava que ela não tratava de todas as coisas. Isso, fora de seu contexto, rende problemas até hoje.

Finalmente, afirmava que o indivíduo chega a reconhecer a Bíblia como Palavra não por conta da lógica do texto, mas principalmente pela iluminação operada pelo testemunho do Espírito Santo no homem.
É... Calvino conhecia as Escrituras que defendia
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