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Untitled Prezi

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by

Joana Casimiro

on 28 May 2013

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Transcript of Untitled Prezi

Com a globalização os direitos fundamentais do ser humano enquanto cidadão no mundo passaram a ter uma maior relevância sendo por isso importante refletir sobre problemas atuais como a fome , a pobreza , a proliferação de diferentes formas de terrorismo , a progressiva diminuição dos recursos naturais etc.... A “ética da discussão” de Apel e Habermas O “consenso de sobreposição de doutrinas abrangentes razoáveis” de Rawls Convicção,tolerância e diálogo Mas o que é a tolerância? o que significa ser tolerante? De inspiração Kantiana, esta ética pretende ser universal mas centrada na intersubjetividade própria da comunicação. John Rawls entende que numa sociedade verdadeiramente democrática, todos os intervenientes estão interessados em cooperar porque todos se reconhecem como iguais. Trabalho realizado por:
André Pedro
Joana Casimiro
Pedro Diogo Escola Secudária Dr. Solano de Abreu Contudo sabemos que é difícil encontrar maneira de os resolver pois estão diversos valores e interesses em jogo. Todavia, não deixamos de perguntar: Haverá alguma forma de resolver os conflitos atuais? Será possivel globalizar valores? As questões politicas do nosso tempo implicam repensar a tolerância no seio do pluralismo de convicções ( religiosas, , filosóficas, politicas, etc...) [Ser tolerante é] " abstermo-nos de agir contra o que reprovamos, contra o que nos é politicamente contrário ou contra o que é diferente de nós." O problema da tolerância não é um problema atual, já no século 17 Jonh Lock na carta sobre a tolerância apelava à tolerância entre os homens, neste caso no domínio religioso pois na altura opunham-se duas grandes convicções religiosas- ortodoxa e católica. Hoje em dia a tolerância não se coloca apenas no domínio da fé, na aceitação de diferentes cultos e religiões mas também no domínio político, onde cada vez se fala mais em liberdade (religiosa, de consciência, de opinião, etc...) e não tanto em tolerância dessas mesmas coisas. Hoje em dia a tolerância é tida como a total aceitação e respeito pelas diferenças e não apenas como uma mera permissão. Apesar do reconhecimento da tolerância como principio regulador do pluralismo cultural existem problemas de coexistência de diferentes convicções. Na realidade os problemas tendem a subsistir porque as convicções genuínas tendem a esquecer a tolerância. Parte-se da ideia de situação ideal de comunicação onde os intervenientes partilham iguais condições de diálogo (todos podem problematizar qualquer afirmação, cada um deve exprimir os seus pontos de vista…) conseguindo entender-se. Reconhecer os direitos humanos significa que “somos todos iguais”. Manter e respeitar as diferenças implica aceitá-las e reconhecê-las em prol da liberdade e dignidade de todos e de cada um. Mas tal comunidade não existe. Na comunidade real as opiniões são diferentes assim como a capacidade argumentativa dos sujeitos. Defender a convicção A ou B não significa que sejamos intolerantes perante outras convicções. Apesar disto é ainda difícil resolver determinadas questões socioculturais o que torna necessário reafirmar o diálogo.

A democracia implementada pelos gregos promove o diálogo, debate, discussão… assim o diálogo é o que garante o bom funcionamento das democracias, a condição de razoabilidade.(ver melhor esta parte) Assim, na maior parte das vezes será possível apenas atingir consensos provisórios ou estabelecer compromissos negociados.

A este propósito, deve-se recordar a importância que duas conceções filosófico-políticas, atuais atribuem ao diálogo e ao consenso. Apel e Habermas defendem a ideia de uma participação necessária dos indivíduos no espaço público, sobretudo pela expressão e pela discussão pública. Mas alertam no entanto para a indispensável existência de um Estado de direito democrático que exerça plenamente as suas funções (legislativa e coerciva), garantindo os direitos fundamentais dos cidadãos. Mas Rawls, não se esquece que as sociedades democráticas actuais são plurais e que os indivíduos manifestam não só objectivos (pessoais) diferentes mas também convicções e ideias distintas. Uma sociedade justa só será estável se conseguir reunir um conjunto de doutrinas razoáveis com vista a um consenso duradouro. Se dada doutrina não for razoável (pondo em causa os interesses e direitos fundamentais dos indivíduos), então não poderá ser admitida no seio da sociedade justa. Pelo que as doutrinas não-razoáveis não teriam lugar dentro da sociedade justa proposta. Como outrora os gregos é no diálogo que hoje encontramos a resolução dos conflitos e questões públicas. Estes encontraram na democracia a melhor forma de gerir os assuntos comuns e na cidadania, a expressão da liberdade e da igualdade. Apesar dos vários significados ao longos dos tempos, pode-se afirmar que ser cidadão é pôr em acção a sua liberdade e igualdade e empenhar-se na defesa dos interesses comuns (autodeterminar-se). Nos dias de hoje, a participação dos cidadãos na vida política, é por vezes muito reduzida, havendo um grande desinteresse dos jovens pelos assuntos políticos, levando-nos a questionar o actual estado das democracias e o papel do cidadão dos dias de hoje. Para caraterizar o cidadão contemporâneo, podemos referir algumas das seguintes ideias-chave:
- Como cidadão do mundo, é sujeito de deveres fundamentais, como a liberdade e igualdade;
- É portador de identidade e dignidade próprias;
- Tem poder de deliberar e participar democraticamente nos assuntos da esfera pública;
- Como cidadão do mundo, tem o dever de ser solidário e responsável à escala planetária;
- Deve construir a paz, usando como instrumento privilegiado o diálogo;
- Deve contribuir para a construção de uma sociedade melhor e mais justa

Para além de sermos cidadãos inseridos num determinado país com determinadas caraterísticas, somos acima de tudo seres humanos, com direitos e deveres que devem ser respeitados. Daí, encontramos nos conceitos de cidadão do mundo uma referência à cidadania que é desejável construir e que se deve manter como um ideal a seguir no mundo contemporâneo. FIM
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