Loading presentation...

Present Remotely

Send the link below via email or IM

Copy

Present to your audience

Start remote presentation

  • Invited audience members will follow you as you navigate and present
  • People invited to a presentation do not need a Prezi account
  • This link expires 10 minutes after you close the presentation
  • A maximum of 30 users can follow your presentation
  • Learn more about this feature in our knowledge base article

Do you really want to delete this prezi?

Neither you, nor the coeditors you shared it with will be able to recover it again.

DeleteCancel

Make your likes visible on Facebook?

Connect your Facebook account to Prezi and let your likes appear on your timeline.
You can change this under Settings & Account at any time.

No, thanks

As Bibliotecas na Antiguidade e na Idade Média

No description
by

J. H.

on 17 June 2015

Comments (0)

Please log in to add your comment.

Report abuse

Transcript of As Bibliotecas na Antiguidade e na Idade Média

As Bibliotecas na Antiguidade
e na Idade Média

Pérgamo
Alexandria
Nínive
Turquia
Iraque
Egito
Mesopotâmia
Assíria
Fundada no século VII a. C., localizada no Palácio do Rei assírio Assurbanipal, é a mais conhecida das bibliotecas da Mesopotâmia.

Cerca de 25 mil tabuletas de argila, que continham obras religiosas e de magia, históricas e de astrologia, catálogos de plantas e de animais, mapas e estipulações de todas as espécies, hoje no Museu Britânico.

Descoberta em 1854.

As Bibliotecas Medievais são prolongamentos das Antigas: as mudanças foram insignificantes em relação à composição, à organização, à natureza e ao funcionamento.


Bibliotecas Antigas: minerais, vegetais e animais.

Leitor: Figura moderna, inexistente até a Idade Média.

O clérigo era o letrado: o homem que sabia ler e escrever. Monopólio de todos os conhecimentos, religiosos e literários.

Os progressos da leitura foram lentos.

Fundada por Ptolomeu I, sucessor de Alexandre, o grande.

Cerca de 700 mil volumes;

Enriquecida com o acervo da Biblioteca de Pérgamo;

Possuía manuscritos únicos de grandes obras da Antiguidade que com ela desapareceram.
Biblioteca de Alexandria
Controversos.

47 a. C - acidental, na ocasião da entrada de César em Alexandria. Prédio no Brunchium foi incendiado, sobrando os volumes de Serápio.

400 - Serápio foi destruída pelo Bispo Teófilo, para a supressão dos templos pagões.

642 - muçulmanos de Omar, por motivos religiosos.
INCÊNDIOS
Fundada por Atalo I (241-197 a.C.), rei de Pérgamo, como resposta ao sucesso da Biblioteca de Alexandria.

Cerca de 200 mil volumes.

A rivalidade entre as duas leva o Egito a cortar-lhe o fornecimento de Papiro.

Origem a um novo suporte, o pergaminho.

Em 30 a. C., Marco Antônio ofereceu o espólio da biblioteca de Pérgamo a Cleópatra, contribuindo para enriquecer ainda mais a sua rival.

Fisicamente, a biblioteca compreendia uma grande sala de leitura, com cerca de 180 m2, muito bem ventilada, com prateleiras em todos os lados e uma estátua de Atena no centro.
Biblioteca de Pérgamo
Rolos eram dispostos nas estantes.

Cada obra, composta de várias partes (tomos), era fechada em um tubo, uma capsa. Cada tomo era escrito em um pergaminho separado (rolos distintos).

Colocavam-se etiquetas penduradas nos rolos de papiro e pergaminho.

Até o renascimento, os livros eram guardados deitados em prateleiras e mesas.

Manuscrito enrolado até 300 d.C.
Organização das Bibliotecas Antigas
Calímaco de Cirene (310-240 a.C.). Durante meses fez um catálogo bibliográfico dos clássicos mais relevantes da Biblioteca de Alexandria.

Reunia todos os títulos que foram eminentes na literatura em todos os gêneros (instrumento para a RI).

Dividia os autores em gêneros: retóricos, legisladores, miscelâneos, filósofos, historiadores, médicos, poetas, épicos, poetas trágicos e poetas cômicos.

Primeiro catálogo de livros que se tem notícia.
Catálogo de Calímaco

Do latim, rolo ou algo enrolado;
as folhas eram colocadas e, na sequência, enroladas;
por serem frágeis, os papiros eram enrolados para não quebrar.
Diferenças entre Códex e Volumen

Volumen
Do latim, denota originalmente o tronco de árvore e o emprego da madeira como material de escrita, mas é a denominação genérica do livro no sentido moderno;
modifica a forma de leitura;
mais importante revolução da história do livro;
utilizado a partir do séc. IV;
substitui o rolo de papiro: mais fácil de armazenar, transportar e utilizar.
Códex
REFERÊNCIAS
LER PARA CRER, um blog sobre livros, leitura e literacia. Disponível em:
<http://lerparacrer.wordpress.com/2008/09/10/bibliotecas-famosasbiblioteca-de-pergamo/> Acesso: 12 set. 2013.
Vaticano
Veneza
Itália
França
Paris
Biblioteca de Saint-Martin-des-Champs
Mosteiro Saint-Germain-de-Prés
Limonges
Biblioteca de Saint-Martial
Bibliotecas de São João e São Paulo.
Annaberg
Alemanha

Monacais (como a Vaticana);
- Bibliotecas Bizantinas
particulares;
de universidades.

Bibliotecas Idade Média - tipos
Arquitetura dos mosteiros:
armários embutidos em enormes paredes;
estantes de leitura para permitir o manuseio cômodo dos manuscritos medievais;
a utilização do Códex obriga a adoção de móveis adaptados.
Surgiram no início da Idade Média.

Séc IV: as obras em maço de folhas de papiro dobradas e frouxamente costuradas. Devido ao custo elevado do pergaminho, os monges passaram a utilizar os palimpsestos.

Por volta do ano 600, por falta de outros suportes, os monges utilizavam cacos de cerâmica ou ostras para registrar suas cópias de clássicos antigos.

Pouco tempo depois, os monges copistas passaram a utilizar tabuinhas enceradas.

Em cada mosteiro tinha um scriptorium.
Bibliotecas Monacais
Séc.XV
Cluny
Bibliotecas Particulares
Mantidas por imperadores e grandes senhores e, posteriormente, transformadas em bibliotecas oficiais.

No geral, eram grandes - cerca de cem mil volumes.

Biblioteca do sábio Fócio, que compunha-se de 280 obras de valor inestimável.

O Rei Carlos V da França reuniu cerca de mil e duzentos volumes, um número considerável no seu tempo.
Universidade de Paris
Maior demanda de livros em função dos estudantes.

Como importantes Bibliotecas Universitárias, pode-se
citar: a Biblioteca Jurídica de Orléans, a Biblioteca Médica
de Paris, a Biblioteca de Oxford (fundada em 1334, na Inglaterra) e a de Cambridge (fundada em 1444).

As bibliotecas também se laicizam: destaca-se desde
logo a da Universidade de Oxford. Seu fundador, Richard de Bury doou-lhe todos os livros que possuía. Humprey, duque de Gloucester, legou-lhe mais 600 volumes, e Thomas Bodley ampliou e enriqueceu esta universidade.
Bibliotecas Universitárias
Oxford
Biblioteca da Universidade de Oxford
Cambridge
Biblioteca da Universidade de Cambridge
Biblioteca Médica
Orléans
Biblioteca Jurídica
Com a tomada de Constantinopla pelos turcos em 1453, os monges fugiram para o ocidente e levaram consigo seus manuscritos e seus conhecimentos.

Possuíam muitas obras da cultura helênica.

Contribuiram para a Renascença (obras profanas), o que representou também o acesso deste conhecimento para o Ocidente.

Imperadores empregaram copistas encarregados de multiplicar os manuscritos das bibliotecas bizantinas.
Bibliotecas Bizantinas
MARTINS, Wilson. As Bibliotecas na Antiguidade e na Idade Média. In:______. A Palavra Escrita: história do livro, da imprensa e da biblioteca. 
3 ed. São Paulo: Ática, 1998. Cap. 2, p. 71 -89.
Inglaterra
Obrigada ;)

jimenamello@gmail.com
Full transcript