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O Uso de Drogas Ilicitas no Tratamento

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Tarcilla Andrade

on 11 July 2014

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Transcript of O Uso de Drogas Ilicitas no Tratamento

O Uso de Drogas Ilícitas no Tratamento de Doenças
Definição
Atualmente, a definição sobre drogas promovida pela Organização Mundial da Saúde (OMS), é qualquer substância não produzida pelo organismo que tem a propriedade de atuar sobre um ou mais de seus sistemas, produzindo alterações em seu funcionamento.
O que varia é como atua no organismo de cada indivíduo, bem como a finalidade, pois, quando a droga é empregada com finalidade terapêutica, ela passa a denominar-se medicamento.
No Brasil são classificados como drogas ilícitas mais de 21 substâncias. Entre elas: maconha, cocaína, crack, ecstasy, LSD, inalantes, heroína, barbitúricos, morfina, skank, chá de cogumelo, anfetaminas, clorofórmio, ópio e outras.
As drogas ilícitas são substâncias proibidas de serem produzidas, comercializadas e consumidas.

Em alguns países, determinadas drogas são permitidas sendo que seu uso é considerado normal e integrante da cultura. Tais substâncias podem ser estimulantes, depressivas ou perturbadoras do sistema nervoso central, o que perceptivelmente altera em grande escala o organismo.

Dentre as consequências que as drogas ilícitas trazem pode-se dar ênfase à violência gerada por elas em todas as fases de produção até o consumidor final.

As demais consequências são: arritmia cardíaca, trombose, AVC, necrose cerebral, insuficiência renal e cardíaca, depressão, disforia, alterações nas funções motoras, perda de memória, disfunções no sistema reprodutor e respiratório, câncer, espinhas, convulsões, desidratação, náuseas e exaustão.


Drogas Ilícitas no Tratamento de Doenças
Professora Janice Simpson de Paula
Disciplina Bioética
Seminário de Bioética
Tema: O Uso de Drogas Ilícitas no Tratamento de Doenças
7º /2014
Glauciane Pricila de Assis
Lilith Conceição Silva
Tarcila de Andrade Azevedo
Consequentemente
Portanto, todo medicamento é uma droga,
mas nem toda droga é medicamento.
Drogas Ilícitas
AIDS
A cura definitiva para a Aids ainda não foi encontrada. Mas os portadores da doença podem conseguir um efeito importante no corpo usando a erva natural: o aumento de apetite.

Pacientes com Aids podem perder até quatro quilos por mês e morrer por desnutrição. Mas a maconha não é indispensável, já que existem outros medicamentos que produzem o mesmo efeito.

Câncer
A
cannabis sativa
não cura o câncer, mas alivia o sofrimento causado pela quimioterapia, diminuindo as crises de náusea e vômitos. Isso pode ser essencial no tratamento, já que muitos pacientes desistem dele por não aguentar as reações causadas no organismo.

Em uma pesquisa feita em 1991 pela Universidade Harvard (EUA), 70% dos médicos que tratam câncer afirmaram que recomendariam o uso de maconha se ela fosse legalizada nos EUA. Nesse mesmo ano, a OMS reconheceu a maconha como medicamento.

Medicamentos baseados em
cannabis
podem aliviar a dor sem efeitos psicóticos.
Dor crônica
No início dos anos 90, foi descoberta uma substância na
cannabis
que é muito eficiente no combate à dor (CBD).

A erva natural é tão eficaz, que há relatos chineses de mais de quatro mil anos, que comprovam seu uso e efeitos.

Um americano chamado Burton Aldrich, tetraplégico, afirmou que a maconha foi a única solução para o fim das dores insuportáveis que ele sentia. “Depois de cinco minutos fumando maconha, os espasmos foram embora e a dor neuropática desapareceu”, afirmou.
Glaucoma
O glaucoma faz com que a pressão no olho aumente, o que torna a doença a maior causa de cegueira no Brasil.

A maconha diminui essa pressão na órbita ocular, pois o THC – substância química que compõe a planta – controla a ação dos líquidos que correm na córnea e na íris.
Ansiedade
Chocolate, cigarro, chicletes… muitas pessoas tentam combater a ansiedade com essas substâncias. A maconha é proibida, mas também pode ser usada para tentar diminuir a agitação.

Algumas pessoas, principalmente as que não estão habituadas à erva, podem ter o efeito oposto, entretanto. A maconha é usada também para o tratamento da depressão e insônia – que podem surgir em decorrência da ansiedade em excesso.
Curso Superior em Licenciatura em Ciências Biológicas
Existem pessoas que sentem dor constantemente e não há remédio, fisioterapia ou atendimento psicológico que ajude a amenizar o problema.

Nesse cenário, o uso
medicinal
da maconha aparece como uma alternativa, porém ainda se sabe pouco sobre sua verdadeira eficácia no combate a dor.

Em 2000, um grupo de pesquisadores da Universidade de Oxford (Inglaterra) testou os efeitos da maconha (mais precisamente do THC, seu componente psicoativo) em voluntários e concluiu: a substância pode ajudar, mas isso depende muito do organismo da pessoa.
Pontos Positivos x Pontos Negativos
Pontos positivos
No estudo, 12 voluntários foram testados com combinações de quatro substâncias diferentes (um tablete de 15 mg de THC; um placebo; um creme de 1% de capsaicina, que causa dor e sensação de queimadura; e um creme sem efeito) e monitorados via ressonância magnética.
Embora o efeito seja significativo, houve uma grande variação de resposta entre os voluntários: dos 12, apenas seis relataram ter ficado consideravelmente menos incomodados com a dor – diferença analisada também por meio de ressonância magnética.


“Pedimos aos participantes que contassem a intensidade e o desagrado da dor: quanto queimava e quanto os incomodava”, explica o médico Michael Lee. “Nós descobrimos que, com o THC, em geral as pessoas não relataram qualquer mudança na sensação de queimadura, mas a dor as incomodou menos”.
pontos negativos
- Taquicardia;
- Secura na boca;
- Vermelhidão nos olhos;
- Pode produzir variações que vão da euforia ao mal-estar e à sensação de infelicidade.
Uso Recreativo
- Tem poucas chances de viciar;
- Controla náuseas e vômitos provocados pelos remédios usados na quimioterapia, em casos de câncer,
- Diminui os sintomas da caquexia – enfraquecimento extremo, comum para portadores do vírus da aids,
- Além das doenças crônicas como a esclerose múltipla e o glaucoma.
Uso Terapêutico
"Tudo pode gerar dependência. Na maconha o vício é muito menor, ela não tem poder indutor forte. Está escrito na literatura médica casos de dependência de cenoura. Ninguém sabe os motivos, mas esse relato existe desde 1920. Dependência é uma coisa que ocorre com qualquer droga quando há o uso recreativo. No uso médico esse risco é
raro
. Não temos nenhum relato em que o uso terapêutico provocou dependência química."
Segundo Elisaldo Carlini,
psicofarmacologista, professor da
Faculdade Federal de Medicina
de São Paulo, (Unifesp), diretor do Centro Brasileiro de Informações sobre Drogas Psicotrópicas (Cebrid) e membro do comitê de peritos da Organização Mundial da Saúde (OMS) sobre álcool e drogas.
Uso Medicinal
-
Pode
gerar dependência
Conclusão
O uso de drogas ilícitas como alternativa para o tratamento de determinadas doenças apresenta-se como sendo vantajoso.

Mais vale ressaltar, que possuimos a visão atraves do uso medicianal/ terapêutico das drogas, e não do consumo descrimidado, sem acompanhamento médico.
Referências Bibliográficas
http://www.paho.org/bra/
http://www.brasilescola.com/drogas/drogas-ilicitas.htm
http://www.unifesp.br/dpsicobio/drogas/defini.htm
http://www.humanus.pt/download.php?id=13
http://www.anvisa.gov.br/medicamentos/conceito.htm
http://saude.ig.com.br/maconha+e+alternativa.../n1237623624649.html
http://www.uniad.org.br/desenvolvimento/index.php/.../dependencia-quimica?
http://maconhamedicinal.blogspot.com/2012_07_01_archive.html
http://www.sbemrj.org.br
http://www.abcdasaude.com.br
http://revistavivasaude.uol.com.br/saude-nutricao/29/artigo27356-1.asp/
Acessos feitos no período entre 05/07/2014 a 10/07/2014
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