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Abordagem Sócio-Cultural / Epistemologia da Ação Docente

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Fernanda Borges

on 21 May 2013

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Transcript of Abordagem Sócio-Cultural / Epistemologia da Ação Docente

A cultura popular é a fonte do desenvolvimento de um povo A interação homem-mundo, sujeito-objeto é consiste em um elemento essencial para que o ser humano se desenvolva e se torne sujeito elaborador e criador do conhecimento. Deve-se considerar as reais condições em que o educando vive, e ajudá-lo a partir da sua realidade, se tornar sujeito através da reflexão sobre seu ambiente concreto, tomando consciência de sua realidade para assim, intervir e mudá-la. Sendo o homem sujeito de sua própria educação, toda e qualquer ação, inclusive a educativa deve promover o próprio indivíduo, deixando de ser apenas um instrumento de ajuste à sociedade. Sociedade-cultura: o homem cria sua cultura integrando-se às condições reais do contexto de vida, refletindo sobre elas e respondendo aos desafios postos. A cultura constitui-se na aquisição sistemática da experiência humana, uma aquisição crítica e criadora. História: se constitui das respostas dadas às circustâncias postas, bem como na sucessão de épocas, caracterizadas por valores, aspirações, necessidades, motivos. Uma época só se cumprirá na medida em que seus temas forem captados e suas tarefas realizadas. Conhecimento: o homem se constrói e chega a ser sujeito na medida em que, integrando em seu contexto, reflete sobre ele e se compromete. A resposta dada pelo homem aos desafios, além de modificar a realidade em que está inserido, modificará o próprio homem cada vez mais e de maneira sempre diferente (perspectiva interacionista). Educação – toda ação educativa requer do educador, a priori, reflexão sobre o homem e seu contexto histórico. O homem torna-se sujeito da educação e não meramente objeto dela. Conhecimento: “permitir ao homem chegar a ser sujeito, construir-se como pessoa, transformar o mundo e estabelecer com os outros homens relações de reciprocidade, fazer a cultura e a história...” A tomada de consciência é o objetivo primeiro de toda a educação “provocar e criar condições para que se desenvolva uma atitude crítica, de reflexão, que se comprometa com na ação”. Escola: deve ser tida como um local onde seja possível crescimento mútuo, do professor e dos alunos, no processo de conscientização. A escola é uma instituição que existe num contexto histórico-social-econômico e político de uma dada sociedade. A sua compreensão requer a compreensão de como o poder se constitui na sociedade e a serviço de quem está atuando. Ensino-aprendizagem: buscará a superação da relação opressor-oprimido e isso só será possível através da educação problematizadora ou conscientizadora, aquela que educa para a liberdade e a consciência crítica como meio de superação das contradições da educação bancária e responde à essência de ser da consciência, que é a sua intencionalidade. A dialogicidade é a alma dessa educação. Educador e educando são sujeitos do processo em que crescem juntos, como aponta Freire:
“ninguém educa ninguém, ninguém se educa; os homens se educam entre si, mediatizados pelo mundo” Professor: desmitificar e questionar com o aluno a cultura dominante, valorizando a linguagem e cultura do aluno, afim de que o próprio aluno seja capaz de analisar e produzir cultura. Avaliação do processo: auto-avaliação e/ou ainda na avaliação mútua e permanente, entre professor e alunos, da pratica educativa.
“A avaliação é da prática educativa”, logo a prática envolve todo o processo ensino-aprendizagem, para além da mera nota formal dos exames. ABORDAGEM SÓCIO-CULTURAL
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