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ICCA- Artigo

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by

Sara marques

on 7 June 2013

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Transcript of ICCA- Artigo

Minde, K., Roy, J., Bezonsky, R., Hashemi, A. (2000) The Effectiveness of CBTin 3-7
Year Old Anxious Children:
Preliminary Data Introdução teórica Resultados Implicações e limitações Método Discussão Amostra e Medidas Avaliação e Tratamento Referência Bibliográfica Duração total do tratamento: em média
8,3 sessões, espaçadas ao longo de uma
média de 17,2 semanas. Resultados - GAF Resultados - SDQ As perturbaçoes de ansiedade são a forma mais comum de psicopatologia em crianças e adolescentes A de ansiedade de
separação tem início, maioritariamente,
na primeira
infância, enquanto a fobia social
é mais comum
na adolescência
(Wittchenet al., 1999) Egger e colegas utilizaram Avaliação
psiquiátrica em Idade pre-escolar(PAPA) para
avaliar 307 crianças de 2-5 para 8 diagnósticos e encontrou uma taxa
de 9,5% para perturbaçoes de
ansiedade Apenas um estudo empírico validado de tratamentos de ansiedade em crianças mais pequenas! (Monga et al., 2009)

As capacidades cognitivas das crianças mais pequenas é ainda imatura, sendo necessária uma abordagem que envolva capacidades mais concretas e suporte externo (vide van der Bruggen et al., 2008 - associação entre a ansiedade nas crianças e o controlo parental). 20 e 17 , com média de 71,1 meses (37-89 meses) subamostra de 250 crianças
14 excluídas – Mutismo Selectivo;
32 viviam com os pais biológicos, de classe média 35 etnia cigana;
SDQ (Goodman,1997) pais e professores;
Sintomatologia clínicaperturbação de ansiedade e referenciação clínica;
Equipa multidisciplinar (6 pessoas) na avaliação : 2 h; história detalhada da doença actual; historial psiquiátrico, social e médico da família; história desenvolvimental; exame do estado mental da criança e formulação do processo;

Tratamento modelo CBT modificado exposição ou exposição e prevenção da resposta; “talk back to the brain” e psicoeducação parental Ênfase: formas de superar medos e vulnerabilidades emocionais;
Sessões semanais 40 min (autor); +20 min pais

1ª Sessão: análise da entrevista e identificação das preocupações individuais e sua hierarquia (0-10)

"Teste String" Sessões seguintes 'boas' e 'não tão boas' experiências (semana anterior) e “recalibrar” as ansiedades

Trabalho em 1 ou 2 ansiedades ou medos específicos (pela hierarquia); “talking back to the brain” e distracções específicas

Desenho da “morte de um pensamento assustador”, fantoches e técnicas de respiração Amostras maiores e follow-ups a longo-prazo
Distribuiçao aleatoria entre CBT vs terapia de suporte
Autores predizem que o envolvimento dos pais vai continuar a ser um aspecto-chave

Importância de desenvolver intervenções baseadas na evidência e desenvolvimentalmente apropriadas. Futuros estudos (?) Não existiu entrevista de diagnóstico estandardizada Estudo piloto que requer
replicação, para dados
mais concretos Follow-up da GAF foi feito
apenas pelo autor Algumas crianças
receberam medicação Um desafio adicional no diagnóstico da ansiedade em crianças mais novas O que limita a utilização de ferramentas de avaliação tradicionais, como o MASC (March et al., 1997) em crianças pequenas e podem também afectar a validade do PAPA (Egger & Angold, 2004), por ter por base a avaliaçao pelos cuidadores O presente estudo estudo piloto para avaliar a eficácia de
uma versão modificada da CBT em crianças com <8 anos Hipótese : As crianças pré-escolares irão mostrar uma
diminuição significativa de sintomas de ansiedade
e uma melhoria do seu funcionamento
psicológico global, na sequência de 2-3 meses de TCC semanal Avaliação Medicação: 2 casos - medicação (fluoxetina) e psicoterapia;
Outros casos - medicação se não fossem vistas melhorias após 4/5 semanas;


A visita de acompanhamento 4 a 6 semanas após a última consulta regular;


Pais e professor da criança convidados a completar outra SDQ. Presença de diagnóstico psiquiátrico nos pais Não associada a resultados superiores no SDQ nem resultados inferiores no GAF dos seus filhos

Associada a uma melhoria tanto na pontuação GAF como no SDQ Relação entre a idade da criança e o resultado pós-tratamento Relação do estado civil e estado de empregabilidade com outras variáveis Relação entre o uso de medicamentos e variáveis da família Variáveis preditivas do sucesso Somente a variável da presença de um diagnóstico psiquiátrico
dos pais no passado relacionada significativa com o sucesso do tratamento,
existindo um efeito de previsão positiva Pais com história psiquiátrica
têm uma melhor compreensão
da ansiedade e maior motivação para
colaborar Viabilidade e eficácia clínica da CBT em crianças ansiosas, <7,5 anos Todos os participantes concluíram o programa de tratamento individual; resultados significativos no nível de ansiedade e comportamento Tratamento efectuado por equipa multidisciplinar, à excepção das crianças
mais pequenas; conduzido pelo autor Algumas estratégias:

auto-afirmações positivas, modelagem,
reforços e exposição, i.e.,
dessensibilização e moldagem “teste da corda” :

evidência da mudança dos
comportamentos
através do pensamento Historial de ansiedade e depressão é concordante com a literatura (Beidel &Turner, 1997) e a comorbilidade das crianças (Merikangas, 2005), suporta a correlação dos sintomas da ansiedade de base familiar. Não comparadas as crianças com
CBT e crianças com tratamentos
de combinação Não foi possível estudar
efeito de transferência MD, K., Roy J., Bezonsky, R. & Hashemi A., (2010). The Effectiveness of CBT in 3-7 year old Anxious Children: Preliminary Data. In Anderson, K. & Davidson, J. (Eds.). Journeys to Engagement: Families as Partners for child and Youth Mental Health (109-115). Ângela Santos, Daniela Semanas, Sara Cardoso, Sara Marques, Teresa Coutinho
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