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Iniciação à leitura e à escrita

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Paula Alves

on 11 December 2012

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Transcript of Iniciação à leitura e à escrita

Universidade da Madeira
Centro de Competências das Ciências Sociais
2º Ciclo - Mestrado em Educação Pré-Escolar e Ensino do 1º Ciclo do Ensino Básico
Unidade Curricular de Metodologia do Ensino Básico I Iniciação à leitura e à escrita A Evolução das Perspectivas sobre a Aprendizagem da
Leitura e da Escrita Aspectos construtivos A aprendizagem da leitura e da escrita, durante um longo período, foi entendida como uma atividade particularmente percetiva. Para a criança desenvolver a capacidade de leitura e escrita é necessário ser detentora de: A consciência fonológica é vista como a causa e a consequência da aprendizagem da leitura. Para as crianças adquirirem um código escrito com sucesso é necessário que tenham um nível mínimo de consciência fonológica.
A aprendizagem fónica ajuda a criança na:

Enumeração dos sons nas palavras;
Discriminação entre palavras e sons;
Segmentação oral das palavras;
Entre outros.



(Gombert, 1990, citado por Martins e Silva, 1999). A consciência fonológica e a aprendizagem
da leitura O processo de aprendizagem da leitura e da escrita deve ocorrer precocemente e não somente quando existe ensino formal (Mata, 2008).
De acordo com Whitehurst e Lonigan (2001), a literacia emergente é o aglomerado de atitudes, competências e conhecimentos prévios à aprendizagem da leitura e da escrita. Literacia emergente No âmbito da Educação Pré-Escolar, o educador deve proporcionar meios para que a criança contacte com palavras. A implementação destas estratégias permitirá à criança associar a importância da compreensão da leitura, encontrar algumas convenções e características do sistema da escrita, e desenvolver estratégias de leitura. Emergência da leitura e da escrita no Pré-Escolar Os aspetos construtivos são também deveras importantes para uma correta compreensão de todo o processo. De acordo com Mata (2008), progressivamente as crianças são dirigidas por dois critérios. Primeiramente em critérios quantitativos ao qual se referem a algum controlo na quantidade de leras utilizadas; em critérios qualitativos que se ligam com a diversidade de carateres usados. Neste decurso de apreensão da linguagem escrita, segue-se a fase da compreensão de que a escrita traduz uma representação do oral. Docente: Prof.ª Helena Freitas
Discentes: Nicole Silva
Paula Alves
Tatiana Camacho Boa discriminação visual e sonora;
Plena organização percetivo-motora
e esquemo-corporal;
Bom desenvolvimento da linguagem
e intelectual;
Adequado nível de estruturação
espácio-temporal. (Ministério da Educação, 1992 e Mialaret, 1974) A consciência fonológica Vários autores ( Mata, 2008; Martins e Silva, 1999) definem a consciência fonológica como uma capacidade que está particularmente ligada à compreensão de que as palavras são compostas por sons. Atribuem, também, à consciência fonológica a capacidade de controlar as componentes sonoras das palavras proferidas oralmente. A consciência fonológica e a escrita Segundo Horta e Martins (2004), o ato de escrever emergiu da precisão de se codificar a linguagem oral, de maneira a se conservar a mensagem que se pretendia transmitir.
A linguagem escrita exige especificamente uma aprendizagem formal, desta forma torna-se pertinente conhecer os processos intrínsecos a essa aprendizagem. O papel do educador como mediador do processo de leitura e escrita De acordo com Alves Martins e Niza (1998) é fundamental que os educadores estejam a par das ideias que as crianças têm sobre a leitura e a linguagem escrita, de maneira a que possam ajudá-las a progredir para situações de representação e conceptualização. A leitura em idade Pré-Escolar A aprendizagem da leitura é um processo natural e contínuo. A aprendizagem da leitura varia de acordo com o desenvolvimento da criança e, portanto, derivado a esse factor, os processos implícitos na leitura alteram consoante o nível de leitura e idade da criança (Viana e Teixeira, 2002). A escrita em idade Pré-Escolar Para Vygotsky (1998), as crianças devem sentir necessidade de ler e escrever, da mesma forma que falar. Para que tal ocorra, a escrita deve ser ensinada naturalmente como uma atividade cultural e não como uma capacidade motora.
As crianças, em idade Pré-Escolar, procuram identificar as características da escrita, bem como as suas funções, interessam-se por compreendê-la, e ainda entender o seu funcionamento e as suas regularidades. É através da descoberta da funcionalidade da linguagem escrita que a criança constrói fundamentos e motivos para querer aprender a ler e a escrever. A aprendizagem da leitura e da escrita
no 1º Ciclo do Ensino Básico No 1º Ciclo do Ensino Básico, o grande desafio que as crianças se deparam, no que diz respeito à leitura e à escrita, é a aprendizagem da descodificação. O processo de descodificação implica a identificação das palavras escritas, constituindo uma ligação entre a sequência de letras e sons, respetivas a essas mesmas letras na referente língua (Sim-Sim, 2009). O processo de apropriação da leitura O processo de apropriação da leitura inicia-se, na maior parte dos casos, no Pré-Escolar embora, em alguns casos, se evidencie apenas com o ingresso da criança no 1º Ciclo do Ensino Básico (CEB).
O processo de apropriação da leitura é contínuo e, gradualmente, a criança adquire a percepção da dimensão da palavra ou da frase escrita. Métodos de ensino da leitura A aprendizagem da leitura não é uma aquisição espontânea, como o da linguagem oral. O ensino da decifração baseia-se na acomodação de estratégias, exigindo aos professores, que ensinem de uma forma sistematizada, consistente e explícita.
André (1996) e Sim-Sim (2009) referem duas metodologias a utilizar no ensino da leitura e da escrita:

Método fónico ou sintético;
Método global ou analítico. Processo de apropriação da escrita Segundo Mata (2008), o processo de apropriação da escrita considera duas competências a ser desenvolvidas, a primeira refere-se à diferença de diversos códigos escritos e a segunda está voltada para a utilização da escrita. Aspetos figurativos Na opinião de Mata (2008), a primeira aquisição do código escrito é a distinção entre a escrita e o desenho. Progressivamente, as crianças vão aprendendo a diferenciar as letras do nosso sistema de escrita de outros tipos de carateres e por meio da identificação de algumas letras, as crianças associam a letra ao respetivo nome. Reflexão Final Para uma criança fazer uma aprendizagem correta da leitura e da escrita é necessário que, primeiramente, compreenda o que é a leitura e a escrita, para que mais tarde perceba as características dos símbolos gráficos que advêm da escrita e como se relacionam com a oralidade.
A criança, para aprender a ler e a escrever, tem que perceber o porquê de aprender, qual o objetivo e qual a natureza da linguagem escrita.
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