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Literatura na Escola..?

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by

Priscila Navarro

on 22 May 2014

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Transcript of Literatura na Escola..?

Ensino Médio
Parâmetros Curriculares Nacionais
“O texto literário constitui uma forma peculiar de representação e estilo em que predominam a força criativa da imaginação e a intenção estética.”
(BRASIL, 1998, p. 26)
A família, as tecnologias e a literatura
As dificuldades, o lúdico e a literatura
3. Que dificuldades você encontra para trabalhar com literatura?
Falta de hábito de leitura;

Não incentivo da família e da escola;

Desinteresse e preguiça por parte dos alunos;

Uso de celulares e fones de ouvido;

Falta de maturidade para todos os temas;

Escassez cultural da maioria dos alunos;

Escolas literárias;

Vocabulário.
Indicações dos Professores e o Gosto dos Alunos
Professores
Ensino Fundamental
Ensino Fundamental
Rede pública

Falta de hábito de leitura;

Não incentivo da família e da escola;

Presença de celulares.
3.
Que dificuldades você encontra para trabalhar com literatura?
Rede particular

Preguiça e desinteresse;

Influência (negativa) das tecnologias.
Rede pública

Todos os autores ou tipos de textos;

Textos que se aproximam do cotidiano dos alunos (mais interesse por ficção científica, terror, suspense etc.);

Propagandas, tirinhas, pinturas, filmes e vídeos (textos literários?)

Poesias – Vinícius de Moraes, Cecília Meireles. José Paulo Paes

Prosa – Sherlock Holmes (Arthur Conan Doyle)

4.
Que textos ou autores resultam, em sua visão, um melhor aproveitamento por parte dos alunos?
Rede particular

Textos dinâmicos que possam despertar curiosidades.

“Claro que os textos que os autores que são melhores assimilados pelos alunos são aqueles cujo meu esforço, minha chamada, meu apelo grite mais alto. Há um bom exemplo: “Profissão de fé do Olavo Bilac, artificial, talvez frio, mas se eu tento tirar leite daquela bela pedra eu consigo, sem querer ser pretensiosa e já sendo. No meu ponto de vista, tudo depende da paixão que o professor de literatura tem como sua própria matéria.”
Rede pública

Valorização e interesse;

Desligamento da realidade;

Troca de ideias entre alunos e uso da imaginação;

Importância da criticidade, criatividade e sensibilidade como elementos essenciais para o desenvolvimento do aluno.
5.
Qual a importância do aspecto lúdico da linguagem no seu trabalho com textos literários?
Rede particular

"O lúdico é a alma do sucesso."
Ensino Médio

Rede pública

Desinteresse dos alunos;

Uso de celulares e fones de ouvido;

Falta de maturidade para todos os temas.
3.
Que dificuldades você encontra para trabalhar com literatura?
Rede particular

Escassez cultural da maioria dos alunos;

Escolas literárias;

Vocabulário.
Rede pública

Textos mais atuais e multimodais;

Contos de Machado de Assis, Fernando Pessoa e Clarice Lispector (influência do
Facebook
);

Crônicas e contos (sem cobrança de romance);

Sugestão de romances (Luiz Fernando Veríssimo, Stanislau Pontepreta, Rubem Braga, Fernando Sabino, Arthur de Azevedo, Machado de Assis etc.)

Clarice Lispector (contos), Carlos Drummond de Andrade e Manuel Bandeira (poesia)
4.
Que textos ou autores resultam, em sua visão, um melhor aproveitamento por parte dos alunos?
Rede particular

Textos realistas e do gênero dramático;

Não há texto específico;

Crônicas (Luis Fernando Veríssimo), contos (Rubem Fonseca), sonetos (Vinicius de Moraes), textos mais contemporâneas até mesmo (ou principalmente) os micro e minicontos garantem um efeito mais imediato.

Inocência - Visconde de Taunay
Rede pública

Importância total;

O lúdico não faz parte da vida dos alunos;
5.
Qual a importância do aspecto lúdico da linguagem no seu trabalho com textos literários?
Rede particular

O lúdico é essencial;

Inserção do texto literário em um ambiente prazeroso;
“O importante é que os alunos percebam a paixão que o professor sente pelos textos e pelos autores. Isso pode servir de fagulha para acender um desejo no jovem.”
"A importância do aspecto lúdico está na preparação do espírito e predisposição à leitura [...]"
“O aspecto lúdico é fundamental. É um dos alicerces da Literatura. A função do professor é fazer com que o aluno perceba como foi possível um determinado autor alçar a palavra ao status de arte.”
Em relação à profundidade, não houve uma disparidade entre professores de escola pública e particular;

Respostas mais rasas, sem entrar em detalhes em relação ao que era perguntado.
O que fazer?
"Tomando como ponto de partida as obras apreciadas pelo aluno, a escola deve construir pontes entre textos de entretenimento e textos mais complexos, estabelecendo as conexões necessárias para ascender a outras formas culturais. Trata-se de uma educação literária, não com a finalidade de desenvolver uma historiografia, mas de desenvolver propostas que relacionem a recepção e a criação literárias às formas culturais da sociedade."
(BRASIL, 1998, p. 71)
"[...] é desejável adotar uma perspectiva multicultural, em que a Literatura obtenha a parceria de outras áreas, sobretudo artes plásticas e cinema, não de um modo simplista, diluindo as fronteiras entre elas e substituindo uma coisa por outra, mas mantendo as especificidades e o modo de ser de cada uma delas, pois só assim, não pejorativamente escolarizados, serão capazes de oferecer fruição e conhecimento, binômio inseparável da arte."
(BRASIL, 2006, p. 74)

"Estamos, assim, privilegiando o contato direto com a obra, a experiência literária, e considerando a história da Literatura uma espécie de aprofundamento do estudo literário, devendo, pois, ficar reservado para a última etapa do ensino médio ou para os que pretendem continuar os estudos especializados."
(BRASIL, 2006, p. 77)
Há livros?
"[...] tudo depende da paixão que o professor de literatura tem como sua própria matéria."
Interessante...
79% dos alunos de escolas particulares acrescentaram quantidade grande de livros (20 a 80) ou algum marcador de intensidade (muitos, em boa quantidade) o que ocorreu muito pouco nas escolas públicas, que, em contrapartida, apresentaram quantidade de 7 a 30 livros.

Interessante...
“Em minha casa eu não tenho livros guardados, eu passo os livros que termino de ler para meus primos, e meus primos passam para mim!”

Há leitura?
Quem lê?
"As mulheres leem mais no Brasil, como demonstra a pesquisa Retratos da Leitura no Brasil, do Instituto Pró-Livro. Os dados revelam que 55% dos leitores brasileiros são mulheres – elas consomem, em média, 5,3 livros por ano contra os 4,7 livros anuais lidos pelos homens. Um outro estudo, conduzido pelo Instituto QualiBest, revelou que as mulheres internautas também leem mais: 55% leem pelo menos um livro por mês contra 42% dos homens. Nessa pesquisa, 65% afirmaram que leem por prazer, sendo ficção e romance os gêneros preferidos."
(Disponível em: http://www.saraivaconteudo.com.br/Blogs/Post/20802)

“Sim! Eu leio livros infantil para meu irmão de 3 anos, tento fazer ele se interessar cada vez mais com a leitura.”
 

“...vem da minha parte incentivando meu irmão.”

Interessante...
Interessante...
“Sim, por parte dos meus pais e minha irmã, mas a leitura é praticada com frequência em livros de lições morais de vida, jornais, revistas e não muito os literários.”
 
“Não muito só do meu pai pois ele trabalha com isso e tem um firma e precisa ler documentos e contas.”

Interessante...
“Muito, o sonho do meu pai era se formar em letras, na sua época fez um curso técnico que lhe permitia dar aulas de 1ª a 4ª série. Agora minha irmã mais velha está cursando Letras na unifal que também era o que ela desejava fazer.”

Onde os livros são guardados?
Quartos
Sala
Armário
Estante
Guarda-roupa dos pais
Guarda-roupa do aluno
Gavetas
Escritório
Cômodas
Em baixo do colchão
Pasta
Escrivaninha


O que os professores acham?
O incentivo familiar
Quais textos?
Todos os tipos
Aventura
Jornais
Contos
Quadrinhos
Notícias
Livros
Revistas
Lições de vida
Matéria Escolar

Professores
Todos os professores salientaram a importância do incentivo e a influência familiar nas práticas de leitura.

Foram recorrentes os termos:
Noção cultural
Educação por excelência
Motivação
Exemplo
Estrutura
Consequência

Interessante...
“... núcleos familiares com vínculos religiosos bem estabelecidos, aparentemente, prenunciam possibilidade de leitores mais assíduos à prática de leitura.”

“Não há valores ideológicos, eles se esquecem de tudo o que é necessário a vida em sociedade, delegando as professores essa função.”

Tecnologias
Professores...
Velocidade e imaturidade;
Acostumados com alguns gêneros e com dificuldades em outros ;
Estimula e desestimula;
Meio atraente;
Apego ao resumo;
Muitas possibilidades, mas não sabem lidar com elas. Muita forma pouco conteúdo;
Positivo na bagagem cultura, negativo na ortografia;
Só há leitura quando é algo “conveniente”.

“[...] mediação de sentidos entre o sujeito e o mundo, entre a imagem e o objeto, mediação que autoriza a ficção e a reinterpretação do mundo atual e dos mundos possíveis.” (BRASIL, 1998, p. 26)
“O tratamento do texto literário oral ou escrito envolve o exercício de reconhecimento de singularidades e propriedades que matizam um tipo particular de uso da linguagem. É possível afastar uma série de equívocos que costumam estar presentes na escola em relação aos textos literários, ou seja, tomá-los como pretexto para o tratamento de questões outras (valores morais, tópicos gramaticais) que não aquelas que contribuem para a formação de leitores capazes de reconhecer as sutilezas, as particularidades, os sentidos, a extensão e a profundidade das construções literárias.”
(BRASIL, 1998, p. 26)
Orientações Curriculares para o Ensino Médio
Linguagens, códigos e suas tecnologias;

Conhecimentos de Literatura;
“[...] o discurso literário decorre, diferentemente dos outros, de um modo de construção que vai além das elaborações lingüísticas usuais, porque de todos os modos discursivos é o menos pragmático, o que menos visa a aplicações práticas."
(BRASIL, 2006, p. 49)
“Até há pouco tempo nem se cogitava a pergunta “por que a Literatura no ensino médio?”: era natural que a Literatura constasse do currículo. A disciplina, um dos pilares da formação burguesa humanista, sempre gozou de status privilegiado ante as outras, dada a tradição letrada de uma elite que comandava os destinos da nação. A Literatura era tão valorizada que chegou mesmo a ser tomada como sinal distintivo de cultura (logo, de classe social): ter passado por Camões, Eça de Queirós, Alencar, Castro Alves, Euclides da Cunha, Rui Barbosa, Coelho Neto e outros era demonstração de conhecimento, de cultura [...]” (
BRASIL, 2006,
p. 51)

“[...] o domínio da Literatura era inquestionável.” (
BRASIL, 2006,
p. 52)
“o rápido desenvolvimento das técnicas, a determinação do mercado, da mídia e o centramento no indivíduo." (
BRASIL, 2006,
p. 52)

“[...] por que ainda a Literatura no currículo do ensino médio se seu estudo não incide diretamente sobre nenhum dos postulados desse mundo hipermoderno?” (
BRASIL, 2006,
p. 52)
"Entendo aqui por humanização [...] o processo que confirma no homem aqueles traços que reputamos essenciais, como o exercício da reflexão, a aquisição do saber, a boa disposição para com o próximo, o afinamento das emoções, a capacidade de penetrar nos problemas da vida, o senso da beleza, a percepção da complexidade do mundo e dos seres, o cultivo do humor. A literatura desenvolve em nós a quota de humanidade na medida em que nos torna mais compreensivos e abertos para a natureza, a sociedade, o semelhante." (CÂNDIDO, 1995, p. 249 apud BRASIL, 2006, p. 54)
“Por extensão, podemos pensar em letramento literário como estado ou condição de quem não apenas é capaz de ler poesia ou drama, mas dele se apropria efetivamente por meio da experiência estética, fruindo-o.” (
BRASIL, 2006,
p. 54-55)

“Quanto mais profundamente o receptor se apropriar do texto e a ele se entregar, mais rica será a experiência estética, isto é, quanto mais letrado literariamente o leitor, mais crítico, autônomo e humanizado será.” (
BRASIL, 2006,
p. 60)
Letramento;

Leitor;

Escolha de livros;

Professor mediador;

Mudança no currículo;

Bibioteca.
“Parece, portanto, necessário motivá-los à leitura desses livros com atividades que tenham para os jovens uma finalidade imediata e não necessariamente escolar (por exemplo, que o aluno se reconheça como leitor, ou que veja nisso prazer, que encontre espaço para compartilhar suas impressões de leitura com os colegas e com os professores) e que tornem necessárias as práticas da leitura [...]” (
BRASIL, 2006,
p.70-71)
Análise das respostas 1 e 2 (professor) e 1 (aluno)
1.
Que tipo de texto literário você trabalha com os alunos?

A maioria dos professores relataram que procuram trabalhar com diversos gêneros, porém os mais citados foram: contos, crônicas e fábulas.
"Trabalho com os gêneros lírico e épico, com destaque para a poesia lírica. Esta última é ideal para a sala de aula, dado o tempo limitado para se trabalhar um texto literário em 50 min. No entanto, são também trabalhados o poema épico, além dos gêneros narrativos em prosa, como o romance a novela, porém na forma de fragmentos."
Análise das respostas 1 e 2 (professor) e 1 (aluno)
2.
Que tipo de atividades você propõe, baseadas em textos literários?

A maioria dos professores trabalham com a interpretação de texto e leitura.
"As atividades devem ter por foco o texto literário. Elas residem, basicamente, no binômio leitura x interpretação. Isso se dá em sala de aula na forma de exposição do texto e debate sobre ele. Além disso, os romances mais representativos da nossa literatura são cobrados na forma de prova escrita. É bom ressaltar, no entanto, que é sempre produtivo relacionar a literatura ao cinema, à música ou às artes plásticas em meio às atividades propostas."
Análise das respostas 1 e 2 (professor) e 1 (aluno)
1.
Como você avalia as leituras propostas por seus professores e as atividades nelas baseadas?

Quase todos os alunos acham as leituras e atividades propostas muito boas, pois estimulam o aluno a ler e os proporcionam "grande conhecimento".
"Bom, na maioria das vezes são leituras fáceis e as atividades nelas baseadas também. Acho que as leituras são boas na parte em que são colocadas na vida daqueles que não leem fora da escola, porém deveriam ser mais voltadas para o gosto de cada aluno."
O que os alunos mais questionam: o professor deveria deixar os alunos lerem o que gostam.
Apenas um aluno relatou que as leituras propostas pelos professores poderiam ser melhores.
A orientação oficial
A orientação oficial
A realidade escolar
A realidade escolar
11.
Em sua opinião, que atividades o professor poderia propor para estimular a leitura?
Textos de ação e aventura;

Textos que os alunos gostem de ler;

Interpretação de texto;

Atividades mais dinâmicas como teatro;

Que o professor conversasse mais sobre o título, o autor do livro;

Dar trabalho valendo nota;

Leitura em sala de aula;

Mandar os alunos fazerem resumo;

Sarau de leitura, visitas a bienais e palestras com escritores (principalmente jovens).
"Poderia nos dar livros para ler e para fazer resumo, sinto falta disso nos professores. Achei que no ensino médio teria isso."
"As bibliotecas que deveriam ser lugares cativantes servem como lugar de entulhar livros didáticos e professores no final da carreira."
"Há conteúdos bizarros muito mais interessantes que os poemas inquietantes do Gregório de Matos. Para que a sala leia o soneto do Boca do Inferno é necessário que eu sue minha roupa, faça caras e bocas se quiser, um tantinho, trazer o aluno à aula. É mesmo tarefa árdua."
"Dizer que os jovens não leem com frequência hoje é uma afirmação leviana. Pode-se até questionar a qualidade dessas leituras, mas boa parte tem o hábito. Isso posto, é inegável que uma outra parte dos estudante é pouco afeita à leitura. A meu ver, isso ocorre porque a leitura exige uma postura não condizente com o atual ritmo de vida. Seu ritmo é lento, pausado, acidentado. Como conciliar tal postura na sociedade dinâmica e imediatista da Era Digital? Sem mencionar que a leitura demanda solidão, introspecção e reflexão, palavras que são bem depreciadas nos dias de hoje."
"Há um desajuste socio-cultural, ao meu ver, que ao longo história vem destituindo a mentalidade geral da capacidade de perceber a força transformadora da literatura."
Fundamental
Médio
O Ensino de Literatura na Educação Básica
Interessante...
* Textos “inusitados” que fogem ao cânone.

Poesia:
sertanejo universitário com o intuito de verificar métrica, rimas, refrãos, letras, mostrando que “não é criativo”.
Interessante...?
Alunos
Fundamental
Médio
Os queridinhos dos professores
Rede Pública

Os gibis da turma da Mônica

As portas do destino

A fábrica de chocolate

Diário de um banana

O salto para a vida

O caçador de pipas

Colina Sagrada
Rede Particular

Olhando no espelho (texto)

Os miseráveis

Tobby: a salvação

O nariz

Mala amarela

Contos de Grimm

O dia em que vi Pégaso nascer

A mala de Hana
3.
Cite um livro ou texto de que tenha gostado, explicando a razão.
Rede Pública

Textos de jornal, tragédia e crime ("não gosto")

Robson Crusoé ("Final sem graça")

Chapeuzinho amarelo

Carroça vazia (“Sem noção, nem terminei”)

Nenhum
Rede Particular

A colina sagrada (difícil)

A cabana (falta de compreensão)

Admirável ovo novo (falta de compreensão)

Gostei de todos

Não há um que eu não tenha gostado

O pequeno príncipe - Entediante
4.
Cite um livro ou texto de que não tenha gostado, explicando a razão.
Rede Pública

Para sempre – Coleção Imortais

Jogos vorazes (Político)

A outra face - Sidney Sheldon

O homem nu - Fernando Sabino

O doador - Lois Lowry

Barcos de Papel - José Maviael Monteiro
Rede Particular

O grande mentecapto - Fernando Sabino

A culpa é das estrelas

Estrela Píer

Ana Terra - Erico Verissimo

A cabana - William P. Young

Iracema - José de Alencar

Harry Potter e o prisioneiro de Azkaban

Dom Casmurro -– Machado de Assis

Hamlet - Shakespeare
3.
Cite um livro ou texto de que tenha gostado, explicando a razão.
Rede Pública

O segundo círculo do poder

Crepúsculo (muito estranho)

Não tenho um

Nenhum

11/11 Orações (II?)
Rede Particular

O guarani ("cansativo, longo, linguagem rebuscada"/ "muitas descrições, cansativo")

Nenhum

Memórias póstumas de Brás Cubas ("Não gosto muito desse tipo de livros")

Gostei de todos

Odisseia ("linguagem rebuscada", "necessidade de um dicionário ao lado")

O santo e a porca ("história fraca")
4.
Cite um livro ou texto de que não tenha gostado, explicando a razão.
Para quem vai o curtir dos alunos?
Para quem vai o descurtir dos alunos?
“É importante, para isso, ampliar na escola o circuito de poemas e poetas, quem sabe buscando novas formas de circulação social de poemas, como jornais, revistas (impressos e digitais), e mesmo em outros meios audiovisuais, que, em dobradinha com livros de poemas, permitiriam ver e entender a poesia como uma prática social integrada à vida cotidiana (...)” (BRASIL, 2006, p. 75)
Concepção de arte.
Maior interesse pelos alunos do fundamental;

Erros ortográficos;

Respostas mais elaborados dos alunos do ensino médio particular.
Análise da elaboração das respostas
Os textos literários, as atividades e a literatura
Fernando Sabino
Referências
BRASIL. Ministério da Educação. Secretaria de Educação Básica. Orientações Curriculares para o Ensino Médio. Linguagens, códigos e suas tecnologias. Brasília, ME, 2006. Disponível em: <http://portal.mec.gov.br/seb/arquivos/pdf/book_volume_01_internet.pdf> Acesso em: 05 maio 2014.

BRASIL. Ministério da Educação. Secretaria de Educação Básica. Parâmetros Curriculares Nacionais (Ensino Médio): Linguagens, códigos e suas tecnologias. Brasília, ME, 1998. Disponível em: <http://portal.mec.gov.br/seb/arquivos/pdf/14_24.pdf> Acesso em: 05 maio 2014.
?
Fato é: eles gostam de

Estela Píer: O tempo, a chuva, o outro - Kamila Denlescki

"Lucia tem uma vida monótona e previsível até vencer o concurso mais cobiçado do momento . Não apenas ganha uma viagem para Londres, como também um jantar com o ator inglês Richard Clevehouse.
O que era sorte, entretanto, muda de cor. Richard o belo ator de olhar sombrio, guarda um segredo : a vida de Lucia corre perigo . E ele fará de tudo para protegê-la, mesmo que em troca tenha que sofrer muito mais do que esperava.
Das certezas, apenas uma: Não há para onde fugir!"
A Culpa é das Estrelas - John Green

"A culpa é das estrelas narra o romance de dois adolescentes que se conhecem (e se apaixonam) em um Grupo de Apoio para Crianças com Câncer: Hazel, uma jovem de dezesseis anos que sobrevive graças a uma droga revolucionária que detém a metástase em seus pulmões, e Augustus Waters, de dezessete, ex-jogador de basquete que perdeu a perna para o osteosarcoma. Como Hazel, Gus é inteligente, tem ótimo senso de humor e gosta de brincar com os clichês do mundo do câncer - a principal arma dos dois para enfrentar a doença que lentamente drena a vida das pessoas.

Inspirador, corajoso, irreverente e brutal, A culpa é das estrelas é a obra mais ambiciosa e emocionante de John Green, sobre a alegria e a tragédia que é viver e amar."
Retirado de: burnbook e skoob.
O Segundo Círculo do Poder - Carlos Castañeda

"Castañeda, agora sem seu mestre, o índio Dom Juan, volta ao deserto de Sonora em busca de Pablito, mas encontra um grupo feiticeiras que desafiam seu conhecimento."
A Bolsa Amarela - Lygia Bojunga

"A Bolsa é a história de uma menina que entra em conflito consigo mesma e com a família ao reprimir três grandes vontades (que ela esconde numa bolsa amarela ) - a vontade de crescer, a de ser garoto e a de se tornar escritora. A partir dessa revelação - por si mesma uma contestação à estrutura familiar tradicional em cujo meio "criança não tem vontade" - essa menina sensível e imaginativa nos conta o seu dia-a-dia, juntando o mundo real da família ao mundo criado por sua imaginação fértil e povoado de amigos secretos e fantasias. Ao mesmo tempo que se sucedem episódios reais e fantásticos, uma aventura espiritual se processa, e a menina segue rumo à sua afirmação como pessoa".
Retirado de: Skoob.
Retirado de: Skoob.
Fato é: eles gostam de mala
Chapeuzinho Amarelo - Chico Buarque de Holanda (Ilustrado por Ziraldo)

"Conta a história de uma menina com medo do medo — uma menina amarela de medo — que transforma a fantasia dos contos em sua própria realidade, chegando ao ponto de não brincar, não se divertir, não comer, nem mesmo dormir.

Enfrentando o desconhecido “O Lobo”, ela supera medos, inseguranças e descobre a alegria de viver. Com sensibilidade, Chico Buarque constrói um texto no qual aparece com transparência o valor mágico que o autor atribui à palavra e não só trata com maestria nossos medos, como também, ensina as crianças a superar suas fobias."
Retirado de: http://livrospralerereler.blogspot.com.br/
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