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Psicologia - Vocacional

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by

ana monteiro

on 10 September 2013

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Transcript of Psicologia - Vocacional

5)Enfatizar e recompensar a prática de bons hábitos de trabalho, como:
a.Ser pontual
b.Concluir as tarefas estabelecidas no tempo previsto;
c.Executar cada tarefa de trabalho da melhor maneira possível;
d.Reconhecer e implementar a necessidade de trabalhar cooperativa-mente com outros;
e.Seguir as instruções dadas pelo supervisor do trabalho;
f.Seguir boas práticas básicas de saúde física e mental;
g.Ser responsável pelo modo como as ações de trabalho de cada um encaixa nos fins da organização.
Objetivos
Estratégias para a realização de um curriculum focalizado em ... vocacionais
Atitudes na sala de aula
1) As estratégias infusivas, ou seja, a disseminação de conceitos vocacionais, num sentido amplo a alargado, por todas as disciplinas e actividades curriculares;

2) As estratégias aditivas, ou de implementação da educação para a carreira, integrada no horário escolar, tal como se de uma disciplina se tratasse, e ocupando a hora da tutoria (neste caso, devem utilizar-se manuais e outros recursos escritos, tanto para o aluno, como para o professor/tutor); e

3) As estratégias mistas que consistem em integrar a educação para a carreira na disciplinas de ciências sociais e humanas (Law, 1981; Rodriguez-Moreno, 1988; Rodriguez et al., 1995; Watts, 1979). cit. por Moreno(2008, p. 42)
“Durante os primeiros anos de escolaridade (dois a três anos de vida), e do desenvolvimento vocacional, as escolhas assentam, (...) tão-somente na fantasia, nos símbolos de poder, de autoridade e de prestígio, reflectidos nas actividades desempenhadas pelos adultos significativos ou por heróis reconhecidos e, naquilo que parece excitante e agradável (Taveira, 2003).”
“A partir dos onze anos, as crianças deixam de tomar decisões baseadas na fantasia e tendem a basear-se mais nos seus interesses. A expressão de escolhas profissionais é determinada, progressivamente, por factores mais realistas. (Taveira, 2003)
“Em geral, nesta fase da carreira, os adolescentes expressam as suas preferências vocacionais mas não se sentem ainda confiantes ou comprometidos com as mesmas, porque não exploraram o suficiente sobre si face ao mundo escolar e profissional e não têm ainda muitas certezas sobre o papel que gostariam de desempenhar no futuro

(Taveira, 2003).”
"Nos primeiros anos do Ensino Básico, o foco da intervenção deve ser a tomada de consciência das escolhas vocacionais que estarão disponíveis e os modos de antecipar e planear essas mesmas escolhas (Taveira, 2003)."
"O desenvolvimento vocacional é concebido como uma competência básica (a par da leitura, da escrita, do cálculo e do estudo do meio) que permite preparar as crianças e os adolescentes para uma participação constructiva na sociedade e para a realização de um estilo de vida desejado.

Em geral, este tipo de programas inicia-se na creche ou no infantário e no ensino Básico e continua ao longo de toda a escolaridade, de modo a possibilitar a oportunidade para: (i) a exploração orientada para si próprio/a e para o meio circundante; (ii) a compreensão do mundo do trabalho, das profissões e do emprego; (iii) a aquisição de competências de tomada de decisão; (iv) o desenvolvimento de uma ética de trabalho; (v) a elaboração e execução de planos vocacionais e de vida realistas (Teixeira, 2003)."





1. Compreender a importância do desenvolvimento vocacional;

2. Compreender o papel do professor no processo do desenvolvimento vocacional: reflexão e partilha de experiências pessoais;

3. Compreender a Estratégia Infusiva para a elaboração de um curriculum focalizado em conceitos vocacionais;

4. Identificar atividades e atitudes em sala de aula.
Desenvolvimento Vocacional:
O Papel do Professor


Segundo Bill Rogers (1984):
O papel do professor
(…) a centralidade da figura do professor neste processo, a sua presença frequente junto dos estudantes, a sua eleição como figura significativa, amigável ou hostil, constituem elementos potenciadores dessa influência que os educadores reconhecem, sem
muitas vezes a compreender.
Estratégia infusiva
para alcançar a maturidade vocacional
Propostas do DES (Department of Education and Science, do Reino Unido, Discussion Document, 1988)
Como?
Desenvolvimento do Conhecimento próprio
«
PINTO, TAVEIRA & FERNANDES, 2003. p. 38
»
Por que razão escolhemos diferentes tipos de trabalhos e de profissões?
O que nos leva a preferir um tipo de profissão, ou de curso, a outros?
O que fazemos para construir uma carreira?
Temos por hábito pensar na escolha de uma carreira ou de uma ocupação como um acontecimento estático e pontual, ou seja, que ocorre num dado momento e nada tem a ver com momentos anteriores.
«O desenvolvimento vocacional… é a confrontação do indivíduo com as sucessivas tarefas relacionadas com a elaboração, implementação e reformulação de projectos de vida multidimensionais, ao longo do ciclo vital» (Gonçalves, 2000 cit. Belo & Oliveira, 2011, p.1).
Autores como Popper (1978), Bridgeford (1977), Raymond (1978), entre outros, contribuíram para a clarificação desta estratégia, definindo-a como

“qualquer esforço de um professor, escola ou sistema educativo para organizar a educação específica relacionada com o desenvolvimento vocacional, como parte integrante de um curriculum de disciplinas já existentes”. (...)

Aliás, a infusão existe quando os conceitos de educação para a carreira profissional se entrelaçam com o que se ensina nos temas convencionais do curriculum, ou quando uma experiência do mundo real se utiliza para demonstrar a relevância de um tópico curricular relacionado com o mundo do trabalho e com a condição para a cidadania. Moreno (2008, p. 42)
Maturidade vocacional
«A carreira é um dos factores que contribuem para o desenvolvimento e equilíbrio da vida do indivíduo, sendo um aspecto da vida moderna tão importante quanto a família e a realização afectiva.»

Oliveira, Guimarães & Coleta (2006)
1)Enfatizar a importância das tarefas escolares no futuro dos alunos, procurando responder-lhes à questão “Porque devo aprender isto?”
2)Reforçar positivamente sempre que o aluno procura completar uma tarefa o melhor que pode
3)Estimular o trabalho em equipa como meio de potenciar a criatividade
4)Estimular e incentivar a criatividade para aumentar a produtividade
Conclusões
«O indivíduo em desenvolvimento é, em cada momento, o resultado de uma série de decisões interdependentes tomadas ao longo dos sucessivos períodos da sua existência» (Campos, 1980).
Mais tarde, (...) a preferência pelo mesmo tipo de profissão pode, (...), resultar de uma auto-avaliação de interesses e preferências por certas disciplinas e de certas visões mais diferenciadas e estruturadas do mundo escolar e profissional (Taveira, 2003).”
"os professores poderão ser uma fonte de desafio e de questionamento do(s) percurso(s) vocacionais e de vida dos jovens, transformando o modo como estes reflectem acerca do passado, vivem o presente e trilham um futuro cada vez mais seu.(Ferreira, Nascimento, & Fontaine, 2009)”
Conhecimento das características da transição escola-mercado de trabalho
Bibliografia

Belo, C. d., & Oliveira, M. (2011). Divisão de psicologia e Orientação Vocacional. Obtido em 15 de 01 de 2013, de Direção Regional Educação Especial Reabilitação: www.madeira-edu.pt/LinkClick.aspx?fileticket...pt

Ferreira, A. F., Nascimento, I., & Fontaine, A. M. (2009). O papel do professor na transmissão de representações acerca de questões vocacionais. Revista Brasileira de Orientação Profissional, 10 (2), pp. 43-56. Universidade do Porto: Porto

Moreno (2008). A Educação para a Carreira: Aplicação à Infância e à Adolescência. Psicologia Vocacional - Perspectivas para a intervenção. Coordenação de Maria do Céu Taveira e José Tomás da Silva. Imprensa da Universidade de Coimbra, pp. 25–54

Imaginário, L. (1995). Reestruturação curricular e orientação escolar e profissional. Noesis, 35, 30-32.

Oliveira, Guimarães & Coleta (2006). Modelo desenvolvimentista de avaliação e orientação de carreira proposto por Donald Super. Revista Brasileira de Orientação Profissional, v.7 n.2. São Paulo.

Parada, F., Castro, M. G., & Coimbra, J. L. (1997). A orientação vocacional como objectivo educativo transdisciplinar: Análise do currículo enunciado do terceiro ciclo do ensino básico. Cadernos de Consulta Psicológica, (13/14), 108-130.

Pinto, H. R., Taveira, M. C., & Fernandes, M. E. (2003). Os professores e o desenvolvimento vocacional dos estudantes. Revista Portuguesa de Educação, 16(1), 37-58.

Taveira, M. d. (2003). Educação e Desenvolvimento Vocacional. Princípios e estratégias. Texto apresentado na FPCE - Universidade de Coimbra in Programação do Desenvolvimento Vocacional. Braga: Universidade do Minho.

Taveira, M. C., & Silva, J. T. (2008). Psicologia vocacional: Perspectivas para a intervenção. Coimbra, Portugal:Imprensa da Universidade de Coimbra.

Conhecimento das oportunidades educativas e laborais
Aprendizagem de estratégias para a tomada de decisões
Formadoras: Ana Monteiro; Daniela Ferraz; Fátima Dias; Sandra Tavares
Mestrado em Ensino de Informática
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