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SANTAELLA, Lucia. 2001. Comunicação e Pesquisa - Capítulo 3: A pesquisa, seus métodos e seus tipos. Tópicos: 7 ao 10.

Equipe: Fernanda Carneiro, Helena Nogueira e Millene Haeer.
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on 17 December 2012

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Transcript of SANTAELLA, Lucia. 2001. Comunicação e Pesquisa - Capítulo 3: A pesquisa, seus métodos e seus tipos. Tópicos: 7 ao 10.

Roteiro 1. Lógica crítica

2. As metodologias específicas da ciência

3. Tipos de métodos e pesquisa

4. Conclusão do Capítulo 3 Tópico 8. Tipos de métodos Tópico 9. Tipos de pesquisa SANTAELLA, Lucia. 2001. Comunicação e Pesquisa - Capítulo 3: A pesquisa, seus métodos e seus tipos. Tópicos 7 ao 10. O que vem a ser método?



Rudio (1992): começamos com uma ideia. A pesquisa científica, para comprover ou desenvolver essa ideia, segue procedimentos do método quanto aos recursos da técnica. O método é o caminho elaborado e organizado de forma consciente para que, no fim, tenhamos a solução dessa ideia inicial.

Com exceção às pesquisas empíricas, experimentais, estatísticas e quantitativas, não existe consenso entre os métodos. Tópico 7. As metodologias específicas das ciências A criação de um método científico de uso generalizado não anula metodologias específicas. Ao contrário, a lógica crítica peirceana "advém de uma lógica universal que habita o coração das metodologias". É um método que pode ser adaptado à junção de um outro. Lakatos e Marconi (1992): as autoras afirmam que os métodos científicos podem ser usados para resolver problemas cotidianos. A distinção entre o nível lógico geral e o nivel das variações particulares foi feita através dos conceito de métodos de abordagem e métodos de procedimento. Bastos (1999) apresenta esse mesmo tipo de classificação. Demo (1985): explica que metodologia é uma forma instrumental de fazer ciência que, por sua vez, trata da realidade prática e teórica. Além de afirmar que não devemos nos focar no procedimento mais do que realizá-lo. Sua divisão metodológica é similar a anterior. De um lado, aquela que é derivada da teoria do conhecimento e, do outro, a que é voltada para a sociologia do conhecimento. Lopes (1990): a metodologia, em uma ciência, sofreria de ambiguidade e, para diferenciar o termo, ela o divide em "da pesquisa", que investiga ou teoriza, e "na pesquisa", que ressalta a aplicação dos métodos na pesquisa. Difere do conceito proposto por Santaella (2001). No estrato classificatório, temos o exemplo de Devito (1997), que estabelece os níveis da comunicação humana como: intrapessoal, interpessoal, grupal, pública e, de massa.

Ainda como níveis de análise da comunicação, temos o de Berger e Chaffee (1987): individual, interpessoal, rede/organizacional e macro-social. Método de abordagem (gerais): referem-se ao plano geral do trabalho e ao processo de raciocínio adotado. Baseiam-se em princípios lógicos: dedutivo, indutivo, hipotético-dedutivo e dialético. Métodos de procedimento: relacionam-se com as etapas mais concretas da pesquisa. São menos abstratos e devem adequar-se a cada área da pesquisa. São eles: histórico, comparativo, funcionalista e estruturalista. Focault (1972,1973): seu livro História da loucura (1961), criticava procedimentos clínicos realizados até o século XX e, também criticava a metodologia positivista pois, negava a experimentação científica afirmando este ser um processo desnecessário. Lyotard (1979): para ele, as ciências humanas não tem um metavocabulário abrangente que ordene seus vários discursos. Esta variabilidade acentuada no fim do século XX, com a crise das grandes narrativas legitimadoras. Ainda que realmente exista tal crise, não é álibi para a negligência ou preguiça metodológica na pesquisa. Não há pesquisa sem método. Demo (1990): "A despreocupação metodológica coincide com baixo nível acadêmico (...). Nada favorece mais o surgimento do discípulo "copiador" que a ignorância metodológica".

Todo cientista criativo e produtivo é reconhecido não apenas por sua teoria ou técnica, mas também por sua preocupação com o método. Marx, Escola de Frankfurt, Lévi-Strauss, Popper são exemplos de análises inspiradoras ao mesmo tempo que se discute o como fazer.

Wolf (1987): A falta de metodologia hegemônicas, ou uma metodologia mais limitada como as das ciências formais e as da natureza, que possa orientar as demais, intensifica a necessidade de orientadores competentes para acompanhar a pesquisa e ajudar em seu desenvolvimento. Carvalho et al. (2000): faz apanhado histórico das tendências metodológicas. Começando do século XIX com o positivismo de Comte, seguindo pelo materialismo histórico-dialético de Marx que parte de uma interpretação materialista da dialética hegeliana.

Entrando no século XX, com o neopositivismo ou empirismo lógico, a fenomenologia de Husserl e o estruturalismo. E, apresentando a segunda metade do século XX com a Escola de Frankfurt e, o grupo dos expoentes da epistemologia contemporânea: Popper, Kuhn, Feyerabend e Lakatos.

Por fim, as duas últimas tendências, tendo um lado pragmático começando em Peirce, passando por W. James, Dewey e Rorty, e outro lado construcionista, partindo de seus fundadores, M. Scheler e K. Mannheim. “Nada melhor para a teoria do que uma boa prática”(SANTAELLA, 2001:146). E no entanto, de acordo com Lúcia Santaella, “a teoria é o que há de mais prático em uma pesquisa.”;

Toda pesquisa é fundamentada em métodos e leis que regem um roteiro coerente e plausível para justificar o conteúdo pesquisado. À sua maneira, essa é uma forma de observação. Mas, nem toda observação é considerada pesquisa;

Santaella menciona que, para Laville e Dionne (apud. 1999: 85), são os problemas que movem a mente humana;

Assim, a pesquisa é o método perfeito, “o mais apropriado” para buscar ou solucionar problemas presentes na realidade e, ao mesmo tempo, trazer o conhecimento ao pesquisador; Para Peirce, cada ciência também se define pelo tipo de conhecimento que desenvolve. Santaella (1992), percebendo as várias áreas e sub-áreas científicas, desenvolveu a hipótese de que as ciências tendem a se desenvolver em quatro estratos: nomológico, classificatório, descritivo do objeto e aplicado ao objeto. Os outros métodos, para Demo (1985), são: empirismo, positivismo, estruturalismo, sistemismo e dialético. Pesquisas e suas metodologias exigem intimidade com a área na qual se pesquisa. Esfera Epistemológica Esfera Lógica Esfera Metodológica Nível Lógico Nível Variável Nível da prática metodológica relativa às teorias do conhecimento método científico geral relativo às especificidades das ciências deriva da segunda esfera método é atualizado dentro de uma área e pesquisa particular "Apesar da diversidade dos métodos até agora apresentados, há certas repetições. A meu ver, essas repetições se dão porque há princípios operando nas classificações que os autores elaboram." (SANTAELLA, 2001, pg 138) Quase unanimidade na consideração dos níveis lógico e das especificidades. Interpessoal: Informa. Ocorre entre duas pessoas ou entre um pequeno grupo de pessoas.

Intrapessoal: Uma pesso comunicando com ela mesmo, o que aumente o autoconhecimento

Grupal: Acontece em pequenos grupos (em torno de 5 a 10 pessoas). Ex: Família, colegas de trabalho, grupo de terapia, amigos, etc

Pública: Comunica-se a um grupo maior de pessoas reunidas em um mesmo ambiente, como auditórios, salas de aula e salas de conferência.

De massa: Um emissor comunica a vários receptores, em várias localidades, através de um veículo de massa. Referências LOPES, M. I. V. (1990). Pesquisa em comunicação. Formulação de um modelo metodológico. São Paulo: Ed, Loyola. SANTAELLA, Lúcia. O Método Anticartesiano de C. S. Peirce. São Paulo: Editora UNESP,. 2004. GRADIM, Anabela. (2008) Comunicação e Ética: O Sistema Seminótico de Chales S. Peirce. DEMO, P. (1981). Metodologia científica em ciências sociais. São Paulo: Atlas.
_________(1990). Pesquisa, princípio científico e educativo. São Paulo: Cortez Ed. CARVALHO, A. M. et al. (2000). Aprendendo metodologia científica. Uma orientação para os alunos de graduação. São Paulo: O Nome da Rosa Ed. Ltda. Berger, C. R. & Chaffee, S. H. (eds.). (1987). Handbook of Communication Science. Newburry Park, CA, Sage. BACHA, Maria de Lourdes Da. A TEORIA DA INVESTIGAÇÃO DE C.S.PEIRCE. Disponível em: <http://pt.scribd.com/doc/33455589/A-Teoria-da-Investigacao-de-C-S-Peirce>. Acesso em: 01 nov. 2012. SILVA, Paulo César Gondim Da. A FENOMENOLOGIA DE HUSSERL: UMA BREVE LEITURA. Disponível em: <http://meuartigo.brasilescola.com/filosofia/a-fenomenologia-husserl-uma-breve-leitura.htm>. Acesso em: 01 nov. 2012. Pesquisa fundamental – aumenta os saberes disponíveis e, em dado momento, pode ser utilizado para solucionar problemas empíricos;

Pesquisa aplicada – contribui na resolução de um problema, aplica conhecimentos já disponíveis para gerar outras respostas além do problema em questão e pode sugerir novos problemas para serem resolvidos;

A pesquisa fundamental é mais teórica e desenvolvedora. Enquanto a aplicada, é prática em prol de um resultado mais palpável;

Durante a elaboração do projeto de pesquisa, o estado da arte do objeto é a pesquisa embasadora - fundamental – para a pesquisa a ser realizada; Existem pesquisas que não possuem relação com o dado empírico. Sendo apenas para referência. Sem a necessidade de comprovar nada;

Outras, apenas são parte da discussão de um conceito elaborado. Não levando a lugar algum mesmo dentro de um conceito pre-estabelecido;

A princípio, temos os tipos de pesquisas divididos em: pesquisa fundamental e pesquisa aplicada;

“O conhecimento está em um continuum cuja origem e cujo fim serão eternamente desconhecidos.” (SANTAELLA, 2001); ARAÚJO, Saint-clair Cardoso De. MÉTODOS DE PESQUISA. Disponível em: <http://www.iesambi.org.br/apostila_2007/metodos_pesquisa.htm>. Acesso em: 31 out. 2012. Quase-experimentais
Não-experimentais Outros
tipos de
pesquisa Pesquisa
aplicada Pesquisa
fundamental Pesquisa
aplicada Pesquisa
fundamental Para Laville e Dionne
existem as seguintes
pesquisas: Pesquisas
quase-experimentais Quantitativas
Qualitativas Pesquisa
qualitativa Sentido amplo
Sentido estreito Fundamental;
Aplicada;
Descritiva;
Analítica; Para Chizzoti, além da pesquisa experimental
há também as pesquisas: Filme “A Experiência” (Das Experiment, 2001), do diretor Oliver Hirschbiegel Quantitativa;
Qualitativa;
Nomotética. Descritiva Descrição dos fatos Analítica Análise interpretativa
dos dados Nomotética Extrair leis da da ocorrência dos fatos observados
para generalizar Pesquisa
Analítica comparativa;
histórica;
funcional;
estrutural;
sistêmica;
dialética. "O método experimental constituiu-se no modelo official de pesquisa, inclusive nas ciências humanas" (SANTAELLA, 2001: 140); A análise experimental ocorre com base numa situação real; estuda casos individuais
visando julgamento Clínica baseia-se na relação participante do
processo de análise Intervenção Para Rudio as pesquisas
são dividas em: Experimentais;
Descritivas. Pesquisa de opinião;
Pesquisa motivacional;
Pesq. para análise de trabalho;
Pesquisa documental;
Pesquisa histórica; Demo apresentou
outra divisão dos
tipos de pesquisa: Teórica;
Metodológica;
Empírica;
Prática. Descritiva;
Histórico-crítica;
Experimental. DeVito dividiu em três grandes classes: Epistemológica;
Teórica;
Metódica;
Técnica. Lopes elaborou
um modelo de pesquisa
para a comunicação dividido em quatro instâncias: Tópico 10. Procedimentos, técnicas e instrumentos A fase de análise e interpretação dos dados também implica técnicas próprias;

Nas pesquisas experimentais envolvem técnicas de observação;

Quanto à estruturação, a observação pode ser assistemática e sistemática;

Durante a pesquisa o observador pode ser ou não participante;

Observação documental -> uso de bibliotecas;

Seleção de amostra não-probabilística ou probabilística;

Coleta de dados: questionários, formulários e entrevistas. As entrevistas podem ser padronizadas e despadronizadas;

Quantitativo: as prescrições adiquirem feições imprecisas. Não podendo ser mensurado. Mas ainda seguem um parâmetro. Pesquisa prática Pesquisa-ação;
Pesquisa-intervenção. sua natureza;
seus objetivos;
seus procedimentos;
seu objeto. Bastos e Andrade
classificam os tipos
básicos de pesquisa
de acordo com:
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