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1º ANO DO ENSINO MÉDIO

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by

Samea Damasio

on 29 August 2014

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Transcript of 1º ANO DO ENSINO MÉDIO

Tânia e Sâmea
Relação entre oralidade e escrita.
1º BIMESTRE - Eixo: Oralidade
Eliziana e Fernanda
Produção de contos.
2º BIMESTRE - Eixo: Escrita
<http://www.usabilidoido.com.br/o_que_fazer_depois_de_uma_pancada.html>.
CEGALLA, Domingos Paschoal. Novíssima Gramática de Língua Portuguesa. 45. ed. São Paulo: Companhia Editora Nacional, 2002.

EVARISTO, Marcela Cristina. O cordel em sala de aula. In Chiappini, Ligia et al. Gêneros do discurso na escola: mito, conto, cordel, discurso político, divulgação científica. Coordenadora Helena Nagamine Brandão. São Paulo: Cortez, 2000. p. 119-184. (Coleção aprender e ensinar com textos; v.5)

GUIMARÃES, Maria Flora. O conto popular. In Chiappini, Ligia et al. Gêneros do discurso na escola: mito, conto, cordel, discurso político, divulgação científica. Coordenadora Helena Nagamine Brandão. São Paulo: Cortez, 2000. p. 85-117. (Coleção aprender e ensinar com textos; v.5)

MARCUSCHI, Luiz Antônio. Da fala para a escrita: atividades de retextualização. São Paulo: Cortez, 2001, p. 45-49.



REFERÊNCIAS
Cássia e Hérica
Textos de divulgação científica: os infográficos.
3º BIMESTRE - Eixo: Leitura
1º ANO DO ENSINO MÉDIO
Alexander Gilson, Cássia Regiane, Claudeci dos Santos, Eliziana dos Santos, Hérica Kaline, Jardicinária Teixeira, Josefa Fernanda, Sâmea Damásio e Tânia Lins.
Claudeci, Jaira e Alexander
O Setecentismo (Arcadismo)
4º BIMESTRE - Eixo: Letramento Literário
FALA ESCRITA
MARINHO, Ana Cristina; PINHEIRO, Hélder. O cordel no cotidiano escolar. 5 vol. São Paulo: Cortez, 2012. (Coleção Trabalhando com... na escola).
O que fazer depois de uma pancada? Disponível em:

SCHNEUWLY, Bernard; DOLZ, Joaquim. Gêneros orais e escritos na escola. Tradução Roxane Rojo e Glaís Cordeiro. Campinas, São Paulo: Mercado de letras, 2004.

TERRA, Ernani; NICOLA, José de. Português de olho no mundo do trabalho. São Paulo: Scipione, 2004. (Coleção de olho no mundo do trabalho).
Reconhecer as características da oralidade e da escrita na perspectiva do contínuo, em que fala e escrita são interativas, complementares e não dicotômicas.
O que é conto popular?

A gulosa disfarçada
.
Características estruturais
.
Tempo, espaço, enredo, foco narrativo e personagens.
Ler e analisar os infográficos, dando destaque à multimodalidade e interpretar como os processos são representados pelas imagens na visão científica.
“O que fazer depois de uma pancada?”. Disponível em:
<http://www.usabilidoido.com.br/o_que_fazer_depois_de_uma_pancada.html>

A GULOSA DISFARÇADA
Narrador: Leopoldina Viana de Melo
Macaíba Rio Grande do Norte

Um homem casara com excelente mulher, dona-de-casa arranjadeira e honrada, mas muito gulosa. Para disfarçar seu apetite fingia-se sem vontade de alimentar-se sempre que o marido a convidava nas refeições. Apesar desse regime, engordava cada vez mais e o esposo admirava alguém poder viver com tão pouca comida. Uma manhã resolveu certificar-se se sua mulher comia em sua ausência. Disse que ia para o trabalho e escondeu-se num lugar onde podia acompanhar os passos da esposa.
No almoço, viu-a fazer umas tapiocas de goma, bem grossas, molhadas no leite de coco, e comê-las todas, deliciada. Na merenda, mastigou um sem número de alfenins finos, branquinhos e gostosos. Na hora do jantar matou um capão, ensopado em molho espesso, saboreando-o. Á ceia, devorou um prato de macaxeiras, enxutinhas, acompanhando-as com manteiga.
Ao anoitecer, o marido apareceu, fingindo-se fatigado. Chovera o dia inteiro e o homem estava como se estivesse passado, como realmente passara o dia à sombra. A mulher perguntou:
- Homem, como é que trabalhando na chuva você não se molhou?
O marido respondeu:
-Se a chuva fosse grossa como as tapiocas que você almoçou, eu teria vindo ensopado como o capão que você jantou. Mas como era fina como os alfenins que você merendou e eu fiquei enxuto como as macaxeiras que você ceiou.
A mulher compreendeu que fora descoberta em seu disfarce e não mais escondeu o seu apetite ao marido.


GUIMARÃES, Maria Flora. O conto popular. In Chiappini, Ligia et al. Gêneros do discurso na escola: mito, conto, cordel, discurso politico, divulgação científica. Coordenadora Helena Nagamine Brandão. São Paulo: Cortez, 2000. p. 85-117. (coleção aprender e ensinar com textos; v.5).

Marcas linguísticas características do texto árcade.
Linguagem Conotativa X Linguagem Denotativa
Não planejada;
Fragmentada;
Incompleta;
Pouco elaborada;
Predominância de frases curtas, simples ou coordenadas.

Planejada;
Não fragmentada;
Completa;
Elaborada;
Predominância de frases completas com subordinação.
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