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Expansão Maxilar / Atresia Maxilar

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by

livio camargo

on 4 May 2015

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Transcript of Expansão Maxilar / Atresia Maxilar

Finalização / Contenção

-sobrecorreção de 3mm ou até que as cúspides palatinas superiores entrem em contato com as vestibulares inferiores
-O próprio aparelho serve como contenção inicial (1ª etapa), por 3 a 4 meses
-na 2ª etapa de contenção usa-se uma placa de contenção acrílica ou BTP, por aproximadamente 6 meses
-nesta etapa pode-se montar o APFX, mantendo a contenção até que o alinhamento alcance um fio bastante calibroso
-nova radiografia para confirmação da abertura da sutura
-estabiliza-se o parafuso com fio de amarrilho ou resina acrílica
-o aparelho é mantido como contenção por 3 a 5 meses, para que haja ossificação da sutura palatina mediana e após esse tempo , utiliza BTP por mais 6 meses ou até instalação de arco retangular superior (tempo total de 10-12 meses)


-O diastema se fecha espontaneamente pela ação das fibras peirodontais transeptais
-remover o disjuntor após completa ossificação comprovada com radiografia oclusal
-A estabilidade da disjunção é maior nas menores idades, e está ligada à pouca interdigitação sutural e maior atividade celular reparadora

Bioadaptação Transversal

-Efeito Frankel= através do equilíbrio funcional entre periodonto e musculatura intra e extra oral os dentes se movem e se adaptam a uma nova posição expandida
-quando da correção de apinhamento anterior o lábio exerce força contrária à vestibularização, dissipando essa força na região posterior, expandindo.
-a língua ocupa essa nova posição e atinge novo equilíbrio muscular
-a expansão ocorre dentro do osso alveolar, evitando deiscências, perfurações e instabilidade pós-tratamento

Hyrax:
#criado por Biederman em 1968, para reduzir a inflamação tecidual por acúmulo de alimento sob o Hass e pressão gengival,
#dispensa o corpo acrílico
#com soldagem dos fios metálicos nas bandas e no parafuso
#com ativações semelhantes ao Hass (1/4 de volta pela manhã e 1/4 à noite por até 21 dias)
#cimentação no 1ºM ou 2ºMdec e colagem com RC em C e PM
#Ativação máxima de 1mm/dia
#As suturas encontram-se frouxamente unidas
#Pode ser associado ao uso de máscaras faciais (Petit) para correção ântero-posterior do posicionamento maxilar
disjuntor de Hass

#Bandas nos caninos ou 1PM e nos Mdec ou 1Mpermanente; fios metálicos soldados às bandas e com prolongamentos para o centro do palato; parafuso expansor no centro da rafe; corpo acrílico que envolve o parafuso e as prolongações; é dentomucossuportado
#Na dentição decídua ou mista pode-se substituir a banda nos dentes anteriores por colagem
Instalação
#Elástico separador
#Adaptação de bandas + moldagem de transferência
#Confecção laboratorial
Adaptação: bandas bem adaptadas e parte acrílica apoiada na mucosa palatina, evitando acúmulo de alimentos
#Cimentação com CIV
Ativação e sintolmatologia
#Dificuldade na fala e deglutição
#Ativação no parafuso, no sentido ântero-posterior, com chave própria
#1 mm/dia = 4 quartos de volta do parafuso = 2 quartos pela manhã e 2 quartos à tarde
#Até conseguir sobrecorreção de 2 a 3 mm
#Podem ser feitas em casa, desde que o responsável tenha sido treinado pelo profissional
#Sensação de pressão nos dentes e nariz
#Sangramento nasal

Vantagens da correção mais cedo:
-maior estabilidade
-melhor adaptação ao aparelho
-redirecionamento da correta erupção dos permanentes
-menor trauma oclusal
-menor tendência à verticalização da face

Expansão Maxilar / Atresia Maxilar
"Mind Mapping" Method
Princípios
Bibliografia
Classificação das Má-oclusões Transversais / Diagnóstico
Definição
Indicações
Expansão x Disjunção
Histórico
Tratamento Interdisciplinar
Maxila
Desenvolvimento Normal
Estreitamento
(Atresia)
Fatores Etiológicos
Genéticos


Ambientais
Desenvolvimento Normal
Mordida Cruzada
Classe II
com retrognatismo mandibular
Funcional
Verdadeira
Dentoalveolar
Dentoesquelética
Contato Prematuro
Classe III
com prognatismo mandibular
Expansão / Disjunção Maxilar
Cirurgia
Fono
Ajuste Oclusal / Pistas
Cirurgia
Aparelhos
Fono
Mecânica
Alterações Frontal / Sagital / Oclusal
Mordida Cruzada
Desvio da condição normal de oclusão, onde o arco dentário superior deve necessariamente conter o arco inferior

Atresia Maxilar
Estreitamento no formato da arcada maxilar

Angell em 1860
Popularizou com Hass ,1961
Etiologia
alteração genética
-má formações

ambiental
-problemas respiratórios (respirador bucal)=desvio de septo, hipertrofia de cornetos, hipertrofia da tonsila faríngea (adenóide), hipertrofia das tonsilas palatinas, alergias, traumas
-funcional=postural
-hábitos deletérios=sucção digital, interposição lingual, deglutição atípica, onicofagia

Forças Pesadas e contínuas:
produz o fenômeno da hialinização, decorrente da sobrecarga, servindo como ancoragem do elemento dental.
Na disjunção palatina, na qual uma enorme pressão é aplicada sobre PM e M superiores, provocando sua hialinização e consequente fixação à maxila.
A força resultará na abertura da sutura palatina mediana, com afastamento dos ossos maxilares direito e esquerdo

Hialinização: necrose estéril do tec periodontal na maior parte da face de compressão ligamentar associada à oclusão dos vasos, falta de suprimento sanguíneo e anoxia das células conjuntivas. A pressão excessiva na superfície da cortical do alvéolo dissipa-se para o interior do osso basal. Assim em alguma região distante da parede do alvéolo começa a reabsorção minante ou à distância.

crescimento / desenvolvimento
Para a ortodontia o crescimento facial cessa ao final da adolescência
Biologicamente a face não cessa o crescimento
O crescimento termina primeiro no crânio, a seguir na largura da face, depois na profundidade e finalmente na altura, sabendo disso a sequência de resolução dos problemas clínicos deve ser transversal, anteroposterior e vertical.

Trajeto sinuoso da sutura palatina mediana de macaco prego adulto jovem (Cebus apella), muito semelhante a dos humanos, a partir da qual podemos prever o local onde haverá os principais eventos teciduais de ruptura, estresse e inflamação na Expansão Rápida da Maxila (Enees 2002)

Sutura Palatina Mediana

Com a idade o trajeto da sutura palatina mediana tende a ficar mais imbrincado, diminuindo as chances de disjunção:
-resistência óssea
-desconforto
-dissipação de forças
-efeito ortodôntico (vestibularização dentária)

Equilíbrio Muscular

Perfeito equilíbrio com forças que se anulem entre os músculos dos lábios, bochechas e língua
A morfologia e estabilidade dos arcos dentários é dependente do equilíbrio muscular e oclusão correta
O osso molda-se às pressões musculares
Qualquer ruptura desse equilíbrio pode originar deglutição atípica e como consequência a má oclusão
A estabilidade pós-tratamento depende da adequação neuromuscular

Begg, 1965

Aspectos filogenéticos na etiologia da atresia maxilar

-salienta ser a grande prevalência de más oclusões no ser humano decorrente do fato de que este, há muito, não faz uso da aparelho mastigador para garantir a sua sobrevivência

Moyers, 1979

Equação Ortodôntica ou Equação de Dockrell


Implicações clínicas da respiração bucal

"faces adenoideanas”
-podem alterar os vetores de crescimento, com predominância vertical
-olhos caídos
-olheiras profundas
-palato ogival
-nariz estreito
-lábios entreabertos, hipotônicos e ressecados
-seios maxilares atrésicos / hipodesenvolvimento maxilar
-mordida cruzada posterior

Influência da correção da atresia maxilar no padrão respiratório

Efeito da expansão ortopédica da maxila na área nasal a curto e longo prazo

• 27 indivíduos em fase de dentadura mista e com atresia de maxila
• Avaliados antes, imediatamente após e 3 meses depois
• Aumento da área nasal
Marchioro, 2001

Efeito da expansão cirúrgica da maxila na área nasal a curto e longo prazo

• 11 pacientes com atresia de maxila e desenvolvimento ósseo completo
• Avaliações em períodos de 3, 6 e 12 meses
• Efeito não persiste no decorrer do tempo

Berretin-Félix et al, 2006


Hábitos deletérios
Sucção digital
=mordida aberta anterior
=distalização da mandíbula
=estreitamento dos arcos dentários
=vestibularização dos ant-sup
=palato estreito e profundo por pressão negativa
=alteração da posição da língua
=depende da frequência, posição dos
a disjunção/expansão palatina é indicada em casos de falta de espaço para acomodação dentária por motivo de atresia maxilar
Em pacientes adolescentes devido à facilidade de separação da sutura mediana do palato ósseo
Atinge 9 a 18% dos jovens no Brasil

Vantagem estética
-sorriso mais amplo
-diminuição do corredor bucal
-boa relação maxilo-mandibular

Vantagem funcional / respiratória
-melhora nas funções resp e mastig
-crescimento e desenvolvimento corretos

Atresia maxilar
distância transversal do arco dentário diminuída, gerando ou não cruzamento de mordida, com consequente diminuição nas dimensões transversais da cavidade nasal
(Betts, 1995)
Mordida cruzada sem atresia maxilar:
-Pac. Classe III com prognatismo mandibular

#ex. clínico: impossível promover retrusão mandibular durante o exame = manipulação dos modelos de estudo é possível estabelecer a correta relação max.-mand. e verificar o não cruzamento

Atresia maxilar sem mordida cruzada:
-Pac. meso ou braquifacial, classe II com retrognatismo mandibular
#ex. clínico: simular a protrusão mand.+ linha média coincidente + guia incisal = possibilita a avaliação do grau de atresia maxilar

Mordida cruzada verdadeira x funcional

verdadeira: qdo há envolvimento ósseo ou dentário
=dentoalveolar
=dentoesquelética
=classe II com retrognatismo mandibular (sem cruzamento clínico)

Funcional: qdo a má oclusão é causada pela posição da mandíbula, linha média desviada
= contato prematuro
= classe III com prognatismo mandibular
Classificação

Dentária ou dentoalveolares
-dente individual
-unilateral
-bilateral
-total
Classificação

Esquelética ou dentoesqueléticas
-unilateral
-bilateral
-total

Diagnóstico
-exame clínico
-manipulação mandibular em RC
-contatos oclusais
-manipulação dos modelos de estudo
- avanço postural mandibular

Diagnóstico
Exames complementares
-radiografias PA de crânio: laterognatismo mand, mordida cruzada max
-radiog oclusal: avaliação da sutura palatina mediana pré, trans e pós tratamento

Expansão (removível ou fixo)

efeito ortodôntico
aparelhos removíveis ou fixos
inclinação vestibular das coroas de PM e M
max ou mand
dentição decídua, mista ou permanente
mordida cruzada dentoalveolar

Disjunção

efeito ortopédico
aparelhos fixos
movimentação óssea, com os dentes estáveis
maxilar
dentição decídua, mista ou permanente
mordida cruzada dentoesquelética

Expansão #Protocolo, dispositivo removível#

Schwartz (placa de Hawley com parafuso expansor)
-forças de baixa intensidade 100-300g
-rotação do parafuso em um quarto de volta (0,25mm) por semana ou dois quartos a cada 2 ou 3 semanas

Aparelho Removível com mola digital
para mordida cruzada dentária individual, anteriores, dentição decídua ou mista
Características:
*Grampo de retenção em “C” nos 2ºmdec ou nos 1ºM
*Grampos auxiliares tipo “gota” entre os mdec ou entre mdec e can
*Placa de RA, incluindo recobrimento oclusal post, como levante de mordida, para aumentar a ancoragem e liberar o trespasse do elemento cruzado
*Mola digital, fio 0,6mm, com helicóide
Ativação:
*O braço da mola deve ser ativado 2mm à frente do contato palatino do dente cruzado, promovendo força vestibular
*Pode gerar desconforto e dificuldade de fonação nos primeiros dias
*1 a 3 semanas para descruzar
Contenção:
*A própria oclusão age como contenção

Expansão #protocolo dispositivo removível#
Expansão #protocolo dispositivo fixo#
bi-hélice, quadri-hélice
*Mordida cruzada dentária posterior em grupo , uni ou bilateral
*Dentição decídua e mista
*Pode ocorrer ação ortopédica
*desconforto ou falta de colaboração
*fio de aço 0,8 ou 0,9 mm
*fixado em bandas nos 1M ou 2Mdec.
*o acréscimo máximo da distância transversal intermolares deve ser de 7mm
*Período de correção em média de 2 a 3 meses
*contenção com o próprio aparelho deve ser entre 50 e 100% do tempo da expansão.
*o bi-hélice e o quadri-hélice incorporaram helicóides ao fio, para aumentar flexibilidade do fio, ampliando a capacidade de ajuste e rotações molares
*pode ser ativado antes e durante o tratamento a cada 21/30 dias (com alicate trident na boca)
*Como referência de ativação , adapta-se a banda de um lado, a outra deve ficar sobrepondo as cúspides vestibulares do lado oposto
*Proporciona ação bilateral

Disjunção

-disjunção maxilar, disjunção palatina, ERM
*somente maxilar
*Mordida cruzada dentoesquelética unilateral, bilateral ou total
*Dentição decídua, mista ou permanente
*Promove efeito ortopédico pela utilização de forças de grande magnitude, com capacidade de rompimento sutural maxilar
*promove o rompimento da sutura palatina mediana
*Deslocamento maxilar para frente e para baixo, com giro mandibular no sentido horário
*Há ganho ósseo real
*a disjunção evidencia-se 2 a 3 dias após o início do tratamento com diastema entre os incisivos
*O fechamento desse diastema ocorre espontaneamente , de 30 a 45 dias, em função das fibras gengivais transeptais estarem estiradas e voltarem a posição original
*Promove aumento da permeabilidade nasal
*quando os prognósticos se mostrarem obscuros, os pacientes devem ser advertidos quanto à possibilidade de cirurgia ortognática.


tratamento expansão mandibular


condicionada a 3 fatores:
maturidade óssea (pac jovens tem resultados mais satisfatórios), morfologia craniofacial (biotipos faciais) e potencialidade genética (comportamento longitudinal da má oclusão)
McNamara
dentição mista
não usa bandas
possui cobertura acrílica que envolve as faces V e P dos posteriores até limite gengival, o recobrimento oclusal age como bloco de mordida que impede a extrusão dos post. durante o trat. e ainda levanta a mordida pra descruzamentos anteriores
CIV para cimentação
ativação após 1 semana da cimentação por motivo de adaptação do pac e resistência máxima do CIV
inicia com 2, 3 ou 4 ativ de 1/4 de volta/dia, depois por 1 semana de o,25 a 1mm/dia,
ERMAC

-Expansor Haas ou Hyrax associado à cirurgia
-distâncias transversais superiores menores que as inferiores
-indicada quando a disjunção palatina se mostrar resistente ou para disjunção em pacientes adultos
sequência clínica:
-separador; bandagem; moldagem de transferência; modelo de gesso; confecção do aparelho; adaptação e instalação do aparelho; encaminhamento para disjunção cirúrgica; iniciar ativações de 1mm/dia, 3 dias após a cirurgia; contenção por 90-120 dias ou até que o cirurgião indique.

Alterações produzidas pelos disjuntores maxilares nos 3 planos :

frontal: abertura max em forma piramidal

sagital: disjuntor com recobrimento oclusal acrílico impede o movimento para baixo e para frente da max, o que aumentaria a AFAI, isso se dá porque o acrílico de recobrimento invade o espaço funcional livre estimulando os músculos elevadores da mand, gerando intrusão dos posteriores


oclusal: a max se abre na linha média maior na região anterior pela maior resistência óssea posterior, os molares tendem a vest e extrusão deslocando a mand para baixo e para trás, aumenta em média 2mm as fossas nasais
Orto + Fono
orto=adequar a forma
fono=
-conscientização e treino
-propriocepção
Postura
Tônus
Mobilidade
-exercícios miofuncionais

Orto + Otorrino
-amígdalas
-adenóides
-diagnóstico de obstrução nasal impedindo respiração correta

Orto + Cirurgião
-ermac
-ortognáticas
1-Vellini. Ortodontia Clínica, Tratamento com aparelhos fixos. Artes Médicas. 2013.
2-Vellini. Ortodontia, Diagnóstico e planejamento Clínico. 5 ed. Artes Médicas.
3-Orthológica. Soluções Ortodônticas Lógicas. Cabrera, CA; Cabrera, MC; Cabrera, LC. Dental Press. 2010.
4-Princípios Básicos, Biomecânica e Aplicação Clínica do sistema Damon e dos Mini-implantes Ortodônticos. Baek, SH; Kim, KD; Hwang, SJ. Quintessence.
5-Cabrera e Cabrera. Desenvolvimento Craniofacial.
6-Mc Laughlin, Bennett, Trevisi. Mecânica Sistematizada do Tratamento Ortodôntica. Artes Médicas. 2002.
7-Protocolos em Ortodontia: diagnóstico, planejamento e mecânica. Cláudio R. Azenha, Eduardo Macluf Filho. 2008
8-Lima Filho, R. M. A. Alterações na dimensão transversal pela expansão rápida da maxila. R Dental Press Ortodon Ortop Facial. Maringá, v. 14, n. 5, p. 146-157, set./out. 2009

“Graças a Deus, que nos dá a vitória por intermédio de nosso Senhor Jesus Cristo.
Portanto, meus amados irmãos, sede firmes, inabaláveis e sempre abundantes na obra do Senhor, sabendo que, no Senhor, o vosso trabalho não é vão....
Estejam vigilantes, mantenham-se firmes na fé, sejam homens de coragem, sejam fortes.
Façam tudo com amor”

(1 Co 15:58 e 16:13)
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